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Publicado em: 20 de maio de 2024
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Há muitas pessoas que se preocupam com a estética do nariz, mas acabam negligenciando a importância dessa estrutura para o nosso bem-estar geral. Funcionando como uma espécie de “filtro” de impurezas presentes no ar, ele está suscetível a diversos problemas de saúde, como a rinite medicamentosa, e merece, sim, atenção!1
Inclusive, uma das alterações possivelmente associadas ao nariz é mesmo a rinite, que se dá como uma tentativa de defesa do organismo contra possíveis agentes causadores de doenças.1 Mas, afinal, o que é efetivamente esse problema?
Continue a leitura para saber mais sobre essa condição e descubra as particularidades da rinite medicamentosa — uma inflamação mediada por certas substâncias farmacológicas.2 Vamos juntos!
De modo geral, a rinite é uma condição caracterizada pela inflamação da mucosa nasal, que é a camada interna do nariz. A mucosa nasal produz um fluido chamado muco, responsável por manter o nariz úmido e ajudar na hora de “filtrar” poeira e outros possíveis agentes causadores de alergias que possam entrar na estrutura durante a respiração.2
Usualmente, esse muco é fino e transparente, mas, quando ocorre a rinite, pode se apresentar espesso e excessivo.2
Além disso, existem diversos tipos de rinite, sendo os mais comuns a rinite alérgica, que é causada por uma resposta do sistema imunológico a alérgenos, como pólen, ácaros, pelos de animais e mofo; e a rinite não alérgica, que pode ser desencadeada por diversos fatores, como mudanças climáticas, irritantes químicos, infecções virais e certos medicamentos.2
Ou seja, a rinite induzida por medicamentos também pode acometer os pacientes.3
A rinite medicamentosa, como vimos brevemente, é um tipo de rinite não alérgica que é causada pelo uso de certos remédios. Os medicamentos podem desencadear sintomas semelhantes aos da rinite alérgica, como congestão nasal, coriza, coceira no nariz e espirros frequentes.3
Há, inclusive, várias classes de remédios que foram apontadas como causas de quadros de rinite medicamentosa, abrangendo:
A rinite medicamentosa pode ser classificada em diferentes tipos.3 Portanto, é superimportante estar ciente de que certos medicamentos podem, sim, desencadear os sintomas da condição, e qualquer suspeita desse problema deve ser discutida com um profissional de saúde para uma adequada avaliação e para o manejo conveniente.3
Agora, é hora de você entender como acontece a congestão nasal por medicamentos. Inicialmente, é imperativo ter em mente que esse tipo de problema pode ser gerado por diversos tipos de remédios.3
A seguir, confira algumas das principais classes e o mecanismo de irritação da cavidade nasal!
Esses medicamentos podem provocar uma inflamação no nariz quando interferem em substâncias que, normalmente, ajudam a controlar a inflamação. Isso mesmo!³
Basicamente, em uma tentativa de diminuir outros problemas, eles acabam afetando a defesa da cavidade nasal. O problema pode levar a vários sintomas, como congestão nasal e coriza.3
Os IECAs — usados para tratar a pressão alta — podem causar inchaço nasal como um efeito colateral. Os medicamentos aumentam a produção de substâncias que relaxam os vasos sanguíneos, o que pode levar à congestão da região e gerar uma inflamação.3
Hormônios femininos, como o estrogênio, podem causar o relaxamento dos músculos e o aumento da produção de muco pelo nariz. Como resultado, pode haver sintomas de congestão nasal, especialmente em mulheres que usam a terapia hormonal.3
Esses medicamentos, administrados para tratar a disfunção erétil, tendem a relaxar os vasos sanguíneos no nariz. O resultado, por sua vez, envolve o congestionamento nasal.3
Esses medicamentos diminuem a atividade dos nervos que controlam a contração dos vasos sanguíneos no nariz. A ocorrência pode levar a uma diminuição do fluxo sanguíneo e até contribuir para a sensação de entupimento.3
Alguns diuréticos podem aumentar o fluxo sanguíneo no nariz. Como resultado, é possível que gerem inchaço e congestão nasal como efeitos colaterais.3
Os bloqueadores de canal de cálcio relaxam os músculos dos vasos sanguíneos, incluindo os do nariz. Por sua vez, os medicamentos podem causar congestão nasal.3
Alguns medicamentos psicotrópicos afetam os nervos que controlam o nariz. De igual modo, podem provocar congestão nasal como um efeito colateral.3
Mais um aspecto-chave que vale destacar: o uso excessivo de descongestionantes nasais pode levar a uma piora dos sintomas de congestão nasal quando a administração é cessada. Com isso, a rinite medicamentosa se torna, novamente, uma possibilidade.3
Por fim, esse tipo de remédio também tende a alterar os níveis de hormônios no corpo, afetando o nariz e causando congestão nasal como um efeito colateral.3
Percebeu como os efeitos colaterais nasais de medicamentos podem ser sentidos a partir do uso de vários tipos de remédios? Pois é! E então? Que tal saber mais sobre o tema? Continue a leitura e saiba quais são os sintomas associados!
É chegada a hora de você entender quais são os principais sintomas da congestão nasal medicamentosa. Agora, é superimportante lembrar que a condição traz sinais parecidos com os da rinite comum, mas que os efeitos também podem ser um tanto quanto específicos.³ Veja!
A congestão nasal persistente é a característica mais proeminente da rinite medicamentosa.3 Isso significa que a sensação de ter o nariz entupido continua mesmo após a interrupção do uso do descongestionante nasal, quando gerada por esse tipo de medicação. A congestão pode ser bastante incômoda e tende a afetar a respiração e o sono do paciente.3,4
Devido à congestão nasal persistente, muitos pacientes com rinite medicamentosa acabam respirando pela boca.4 A atividade pode levar a uma série de desconfortos, como boca seca, garganta irritada e até mesmo ao ronco durante o sono.4
Durante o exame clínico, um médico qualificado pode observar várias alterações na mucosa nasal do paciente, incluindo o inchaço da mucosa nasal — que pode parecer avermelhado e granular devido à inflamação crônica.3 Em estágios avançados da condição, a mucosa nasal pode se tornar atrófica e crostosa, o que pode ser bastante doloroso e gerar desconforto ao paciente.4
Embora a rinite normalmente não seja uma condição perigosa para a saúde, é fundamental ressaltar que é possível, sim, que essa inflamação cause complicações nos indivíduos acometidos.5-9 Veja as principais!
A etmoidite crônica é uma inflamação persistente dos seios etmoidais, que são pequenas cavidades localizadas no osso etmoide, entre os olhos e atrás do nariz. A condição é caracterizada por uma inflamação que dura além de oito semanas e pode ser desencadeada por várias causas, como infecções, alergias, presença de pólipos sinusais ou um septo nasal desviado.5
Os sinais e sintomas da etmoidite crônica podem incluir:5
Esses sintomas podem variar em gravidade de pessoa para pessoa e, possivelmente, afetar de modo significativo a qualidade de vida do paciente.5 A propósito, o uso prolongado de descongestionantes nasais pode predispor o paciente a desenvolver a etmoidite crônica.4
A rinossinusite atrófica, como também é chamada, é uma síndrome clínica incomum e distinta. A condição é caracterizada pela atrofia progressiva da mucosa nasal, que pode estar acompanhada de secreções nasais espessas e de difícil eliminação.6
De modo geral, há duas formas desse problema se apresentar. A forma primária é idiopática, logo, não tem uma causa conhecida. A forma secundária pode estar associada a condições subjacentes, como doenças autoimunes, infecções crônicas ou o uso prolongado de medicamentos intranasais.4,6
A perfuração do septo nasal é uma lesão que envolve um defeito completo na espessura da estrutura, que é a parede divisória entre as cavidades nasais direita e esquerda.7 Essa perfuração, geralmente, ocorre ao longo da porção cartilaginosa anterior do septo nasal.7
Os sintomas podem variar de leves a graves e incluir:7
O uso prolongado e excessivo de descongestionantes nasais também pode causar danos à mucosa nasal e ao septo. A ação, igualmente, leva à formação de uma perfuração no septo nasal.4,7
A sinusite crônica, como também é denominada, é uma inflamação dos seios da face ou das passagens nasais que ocorre por mais de 12 semanas seguidas. Existem diferentes tipos da condição, incluindo a sinusite crônica sem pólipos nasais, a sinusite crônica com pólipos nasais e a rinossinusite fúngica alérgica.8
Os pacientes, via de regra, apresentam os sintomas principais da sinusite, que incluem:8
Novamente, o uso contínuo de descongestionantes nasais pode contribuir para o desenvolvimento dessa condição, tornando os seios nasais mais propensos a infecções bacterianas e fúngicas.4,8
Os cornetos nasais inferiores têm a função de aquecer e umidificar o ar que entra na cavidade nasal. Aliás, a sua curvatura aumenta a área de superfície geral para auxiliar nesse processo.9
Quando ocorre a hiperplasia, os tecidos dos cornetos inferiores aumentam de tamanho, resultando em obstrução nasal e dificuldade respiratória.9 Isso pode levar a vários sintomas, como congestão nasal, dificuldade para respirar pelo nariz, respiração bucal, ronco e distúrbios do sono.9
Mais uma vez, o uso crônico de descongestionantes nasais pode levar a um aumento excessivo dessas estruturas. Outras causas possíveis são deformidades no septo e algumas formas de rinite, como a alérgica.4,9
O diagnóstico da rinite medicamentosa é feito, principalmente, com base em critérios clínicos, uma vez que não existem testes bioquímicos ou de imagem definitivos que possam confirmar essa condição.10 Sendo assim, é preciso fazer uma avaliação cuidadosa dos sintomas, do histórico e do exame físico.10
Tudo isso é fundamental para formular um diagnóstico preciso. Além disso, é importante reconhecer que outras condições podem coexistir com a rinite medicamentosa.10
Em termos simples, o primeiro passo para o diagnóstico é a anamnese. Durante esse momento, o médico coletará informações detalhadas sobre os sintomas do paciente, incluindo espirros, coriza (nariz escorrendo), coceira na região e entupimento nasal.10
Ele também vai avaliar a gravidade e a duração dos sintomas, bem como as circunstâncias em que ocorrem ou pioram. Nesse ponto, é indispensável observar alguns fatores, a exemplo da exposição a alérgenos específicos, das estações do ano, de estímulos inespecíficos e de outros elementos que podem desencadear os sintomas.10
O próximo passo consiste no exame físico. Durante o procedimento, o profissional vai inspecionar a cavidade nasal, especialmente em casos de sintomas nasais unilaterais, em pacientes idosos e quando há falha na terapia. A inspeção pode ajudar a identificar possíveis sinais de rinite medicamentosa, como o edema (inchaço) da mucosa nasal.10
Por fim, alguns exames podem ser solicitados, como o teste de IgE específico para alérgenos, a exemplo de ácaros e pelos de cães ou gatos. Nesse momento, descartar condições alérgicas é essencial para que o médico possa entender quais são as causas dos sintomas e, com isso, implementar um tratamento válido.4,10
Agora, após tudo que foi visto, é hora de você descobrir quais são as formas de tratamento da rinite medicamentosa. Afinal, tratar o problema é imprescindível para que a qualidade de vida seja retomada, e as possíveis complicações, devidamente evitadas, certo?!
Diante disso, inicialmente, o tratamento da rinite medicamentosa envolve principalmente a interrupção do uso do descongestionante tópico nasal.4,10
Os pacientes devem ser orientados e informados de que a congestão pode piorar temporariamente após a interrupção do descongestionante tópico. A medida é necessária para que eles não percebam o quadro como uma falha no tratamento.4,10
No entanto, outras ações podem ser úteis para tratar a questão. Elas normalmente envolvem o uso de medicamentos da classe dos corticóides, que podem ser aplicados via nasal ou tomados via oral.4
O objetivo é ajudar no controle da inflamação na região. Além disso, injeções também podem ser prescritas, assim com o uso de remédios para controlar a reação alérgica e sintomas como coceira e congestão nasal.4
Mas isso não é tudo! A lavagem nasal com uma solução salina é uma técnica simples e eficaz para ajudar a aliviar os sintomas da rinite medicamentosa e de outras condições nasais. A medida consiste em irrigar as passagens nasais com uma solução salina suave para limpar o muco, reduzir a inflamação e aliviar a congestão nasal.11
A ação pode ser realizada diariamente ou conforme necessário para aliviar os sintomas de congestão nasal, da irritação e da secreção. Trata-se de uma abordagem segura e tolerada para o alívio dos sintomas nasais, mesmo em crianças e adultos com sensibilidade na região.11
No entanto, é importante observar que essas recomendações são baseadas em relatos de casos limitados e, inclusive, que o tratamento pode variar de acordo com a gravidade dos sintomas e a resposta individual de cada paciente. Portanto, é fundamental que o tratamento seja individualizado e supervisionado por um profissional de saúde.4
É possível que você esteja se perguntando como evitar a rinite e a sinusite causadas por remédios, além de quais complicações podem estar associadas a esses problemas, não?! Bem, a boa notícia é que vamos passar algumas dicas úteis para que esses quadros fiquem bem longe do seu dia a dia.11
A primeira dica é evitar os fatores desencadeantes. O tabagismo, por exemplo, é um dos principais causadores da rinite não alérgica. Inclusive, a exposição ao fumo passivo pode irritar as vias aéreas superiores, levando a vários sintomas, como congestão nasal e irritação.12,13
A segunda dica se refere à lavagem nasal. Além de ser uma boa forma de tratar a rinite, trata-se de uma técnica simples e eficaz para limpar as vias nasais, remover o muco e as partículas irritantes e prevenir a congestão nasal. A ação pode ser feita usando uma solução salina preparada em casa ou utilizando produtos comerciais disponíveis em forma de spray.11
Além disso, há a possibilidade de irrigação nasal. Essa é uma técnica mais abrangente, que envolve a utilização de ferramentas, como seringas para introduzir a solução salina nas narinas e lavar as cavidades nasais. A tática pode ser especialmente útil para pessoas com sintomas persistentes de congestão nasal, gotejamento pós-nasal e sinusite.11
Por fim, não deixe de evitar o uso de descongestionantes nasais, combinado? Quando utilizados em excesso, eles podem gerar um efeito rebote e causar os problemas que vimos ao longo dos últimos tópicos.11,14
Para fechar o nosso guia, é hora de falarmos sobre os meios de prevenção de outros tipos de rinite, conhecidos como rinites alérgicas. Confira as estratégias mais válidas:15,16
A propósito, vale lembrar que a Libbs pode ajudá-lo nessa tarefa, viu?! Contamos com boas soluções salinas para que você possa realizar a sua lavagem nasal sem complicações e prevenir as crises de rinite — alérgicas ou não.
Além disso, temos hidratantes nasais que ajudam na redução de sintomas desconfortáveis quando já estão instalados, e a rinite se encontra em curso. No entanto, é recomendável conversar com o seu médico para averiguar o melhor tratamento para o seu caso, tudo bem?!
Ao longo do conteúdo, você descobriu mais detalhes sobre a rinite medicamentosa e aprendeu a prevenir esse e outros tipos de inflamações na cavidade nasal. Agora, não perca tempo e comece a implementar os cuidados na sua rotina hoje mesmo!
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Referências
1. Rinite | Biblioteca Virtual em Saúde MS. [Internet]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/rinite/. Acesso em: 5 abr. 2024.
2. AKHOURI, S.; HOUSE, S. A. Allergic rhinitis. [Internet]. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK538186/. Acesso em: 5 abr. 2024.
3. ALROMAIH, S. et al. Drug-Induced Rhinitis: Narrative Review. Ear, Nose & Throat Journal, p. 014556132211412, 15 nov. 2022. [Internet]. Disponível em: https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/01455613221141214. Acesso em: 5 abr. 2024.
4. WAHID, N. W. B.; SHERMETARO, C. Rhinitis Medicamentosa. [Internet]. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK538318/. Acesso em: 5 abr. 2024.
5. Chronic ethmoidal sinusitis (Concept Id: C0008681) – MedGen – NCBI. [Internet]. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/medgen/3454. Acesso em: 5 abr. 2024.
6. Richard D deShazo, MDScott Stringer, MD. Atrophic rhinosinusitis. [Internet]. Disponível em: https://www.uptodate.com/contents/atrophic-rhinosinusitis. Acesso em: 5 abr. 2024.
7. DOWNS, B. W.; SAUDER, H. M. Septal Perforation. [Internet]. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK537208/. Acesso em: 5 abr. 2024.
8. KWON, E.; O’ROURKE, M. C. Chronic Sinusitis. [Internet]. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK441934/. Acesso em: 5 abr. 2024.
9. KARAMATZANIS, I. et al. Inferior Turbinate Hypertrophy: A Comparison of Surgical Techniques. Cureus, 15 dez. 2022. [Internet]. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC9840750/. Acesso em: 5 abr. 2024.
10. Sachs APE, Berger MY, Lucassen PLBJ, Van der Wal J, Van Balen JAM, Verduijn MM. Rinite alérgica e não-alérgica Resumo de diretriz NHG M48 (primeira revisão, abril 2006). Traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto. [Internet]. Disponível em: https://www.sbmfc.org.br/wp-content/uploads/media/NHG%208%20Rinite%20al%C3%A9rgica%20e%20n%C3%A3o(1).pdf. Acesso em: 5 abr. 2024.
11. HEAD, K. et al. Saline irrigation for allergic rhinitis. The Cochrane Database of Systematic Reviews, v. 2018, n. 6, 22 jun. 2018. [Internet]. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6513421/. Acesso em: 5 abr. 2024.
12. HÅKANSSON, K. et al. Nonallergic Rhinitis and its Association with Smoking and Lower Airway Disease: A General Population Study. American Journal of Rhinology & Allergy, v. 25, n. 1, p. 25–29, jan. 2011.
13. SHARGORODSKY, J. Secondhand smoke and rhinitis. Current Opinion in Otolaryngology & Head and Neck Surgery, v. 24, n. 3, p. 241–244, jun. 2016.
14. Phillip L Lieberman, MD. Nonallergic rhinitis. [Internet]. Disponível em: https://www.uptodate.com/contents/nonallergic-rhinitis-runny-or-stuffy-nose-beyond-the-basics#H5. Acesso em: 5 abr. 2024.
15. Rhinitis, Nasal Allergy, Hayfever | AAFA.org. [Internet]. Disponível em: https://aafa.org/allergies/allergy-symptoms/rhinitis-nasal-allergy-hayfever/. Acesso em: 5 abr. 2024.
16. TANO, L.; TANO, K. A daily nasal spray with saline prevents symptoms of rhinitis. Acta Oto-Laryngologica, v. 124, n. 9, p. 1059–1062, 1 nov. 2004. [Internet]. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/15513550/. Acesso em: 5 abr. 2024.
Trechos não referenciados correspondem à opinião e/ou à prática clínica do autor.
Produzido em maio 2024
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