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São parecidos, mas não são iguais: saiba como diferenciar burnout, depressão e estresse

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O estresse, que é uma resposta natural do corpo humano experimentada por todos nós, e a Síndrome de Burnout, que é uma condição resultante do estresse crônico no local de trabalho, são preocupações atuais.1,2

Já a OMS traz números alarmantes sobre a depressão, um problema médico de alta gravidade e bastante presente na população geral.3 Segundo a entidade, a prevalência dessa doença na rede de atenção primária de saúde equivale a 10,4%, de maneira isolada ou associada a algum transtorno físico.3

Diante disso, surge a questão-chave: como diferenciar burnout, depressão e estresse? Neste post, vamos abordar as principais características de cada condição mental, em quais casos buscar um especialista, entre outros pontos relevantes. Continue a leitura!

Quais as diferenças entre burnout, depressão e estresse?

A síndrome de burnout, a depressão e o estresse são condições distintas, embora possam compartilhar alguns sintomas e, às vezes, ocorrer simultaneamente.3,6

O burnout é um distúrbio emocional caracterizado por sintomas como esgotamento físico, estresse e exaustão extrema, provenientes de condições de trabalho desgastantes. Então, o quadro atinge uma grande quantidade de profissionais que lidam com responsabilidades frequentes e atuam sob grande pressão diariamente.1-5

Essa síndrome também pode acometer o profissional quando ele fica encarregado ou planeja objetivos muito difíceis relacionados ao trabalho, resultando em uma sensação de incapacidade, que pode evoluir para uma depressão profunda.1-5

Por isso é tão fundamental não só saber como diferenciar burnout, depressão e estresse, mas também conhecer os principais sintomas do quadro de esgotamento profissional. Entre eles, podemos citar:1-5

  • dores de cabeça frequentes;
  • cansaço excessivo, tanto mental quanto físico;
  • mudanças no apetite;
  • insônia;
  • dificuldades de concentração;
  • sentimentos de fracasso e de insegurança;
  • negatividade constante;
  • sentimentos de derrota e de desesperança;
  • sentimentos de incompetência;
  • alterações repentinas de humor;
  • isolamento;
  • fadiga;
  • pressão alta;
  • dores musculares;
  • problemas gastrointestinais;
  • alteração nos batimentos cardíacos.

O diagnóstico de síndrome do esgotamento profissional é realizado por um especialista depois de submeter o paciente a uma análise clínica. Via de regra, os psiquiatras são os profissionais de saúde indicados para a identificação do quadro e para a orientação sobre a melhor abordagem de tratamento, de acordo com o caso.1-5

Já o transtorno depressivo, segundo a OMS, aparece na 4ª posição entre as principais causas de ônus, representando 4,4% dos ônus provocados por todas as doenças durante a vida.3 Geralmente, os sintomas de depressão abrangem:3

  • humor depressivo — sensação de tristeza, autodesvalorização e culpa, de modo que o indivíduo acredita que perdeu para sempre a capacidade de sentir alegria e/ou prazer;
  • retardo motor — inclui, entre outros, falta de energia, cansaço excessivo, falta de concentração, queixas de problemas de memorização e lentificação do pensamento;
  • sonolência ou insônia — o quadro de insônia normalmente é terminal ou intermediário, enquanto a sonolência está mais associada à depressão denominada “atípica”;
  • alterações no apetite — que pode aumentar ou diminuir, havendo, em alguns casos, um interesse maior por doces e/ou carboidratos;
  • diminuição do interesse sexual;
  • presença de dores e de sintomas físicos difusos — alguns exemplos são cansaço, mal-estar, sudorese, queixas digestivas e taquicardia.

O diagnóstico de depressão é clínico e realizado pelo médico após uma coleta detalhada da história do paciente e um exame do estado mental.3 Não há exames laboratoriais específicos para o diagnóstico da depressão.3

Por fim, o estresse é definido como uma resposta natural do organismo diante de circunstâncias de ameaça e/ou perigo. Basicamente, trata-se de um mecanismo que coloca o indivíduo em estado de alarme ou alerta, gerando alterações emocionais e físicas.1-5

Além disso, o estresse pode ser classificado de duas formas:1-5

  • agudo — quando é mais “curto” e intenso, geralmente provocado por eventos traumáticos, mas passageiros, como a perda de um ente querido;
  • crônico — quando o problema se torna constante no dia a dia, afetando uma expressiva parcela de pessoas, ainda que de maneira indolente.1-5

Quais são as principais características da depressão?

Neste tópico, vamos falar de três aspectos relacionados à depressão: os fatores de risco, as principais causas e os subtipos da doença. Confira!

Fatores de risco

Normalmente, a depressão está ligada a fatores de risco como:3

  • mudanças bruscas de emprego e/ou poder aquisitivo;
  • conflitos com o cônjuge;
  • traumas de ordem psicológica;
  • histórico familiar;
  • transtornos psiquiátricos correlatos;
  • disfunções hormonais;
  • dependência de drogas ilícitas e/ou álcool;
  • ansiedade crônica.

Principais causas

Quanto às causas da depressão, podemos citar as seguintes:3

  • genéticas — estudos envolvendo famílias, adotados e gêmeos apontam a existência de um componente genético na depressão, o qual pode representar cerca de 40% da suscetibilidade para o desenvolvimento da doença;
  • bioquímicas cerebrais — existem evidências da ausência de substâncias cerebrais denominadas “neurotransmissores”, como noradrenalina, dopamina e serotonina, que estão relacionados à regulação de sono, atividade motora, humor e apetite;
  • eventos vitais — eventos estressores tendem a desencadear episódios depressivos em indivíduos com predisposição genética ao desenvolvimento da depressão.

Subtipos de depressão

Já alguns dos subtipos de depressão incluem:1-5

  • depressão bipolar — a maior parte dos pacientes bipolares começa a desenvolver a doença com um episódio depressivo;
  • depressão secundária — é caracterizada por síndromes depressivas causadas ou associadas a patologias médico-sistêmicas e/ou por medicações;
  • distimia — trata-se de um quadro mais leve e crônico, cujas alterações estão presentes na maior parte do dia, diariamente, por no mínimo dois anos. Embora possam ocorrer oscilações, prevalecem queixas de desânimo e cansaço durante a maior parte do tempo. Também são comuns o sentimento persistente de preocupação, a letargia, as alterações no apetite e a ausência de prazer por atividades antes prazerosas;
  • depressão atípica — apresenta uma inversão de sintomas, de modo que a pessoa acometida ganha peso e/ou percebe aumento do apetite, tem sonolência ou dificuldade para conciliar o sono, responde de forma negativa aos estímulos ambientais e apresenta uma sensibilidade exacerbada à rejeição;
  • depressão melancólica — é caracterizada pela predominância de alguns sintomas específicos, como perda de prazer e/ou interesse em atividades que eram agradáveis, falta de reatividade do humor, queixas de esquecimento, tristeza, desânimo etc.;
  • depressão sazonal — incomum no verão, o quadro se caracteriza pelo início no outono/inverno, com sintomas que envolvem isolamento social, apatia, redução da libido, aumento do apetite, entre outros;
  • depressão psicótica — é um quadro de maior gravidade, caracterizado por alucinações e delírios.

Como funciona o estresse?

A evolução do estresse, de maneira geral, ocorre em três fases. Vamos entender cada uma delas, a seguir.

 Fase de alerta

Manifesta-se quando o indivíduo entra em contato com o agente agressor. Os principais sintomas desse estágio inicial são:1-5

  • boca seca;
  • batimentos cardíacos acelerados;
  • frio nas mãos e/ou nos pés;
  • suor;
  • dor no estômago;
  • dores e tensão muscular;
  • diarreia passageira;
  • insônia.

Fase de resistência

Nessa etapa, o corpo do indivíduo tenta voltar ao equilíbrio, e o organismo pode se adaptar ao problema ou buscar eliminá-lo. Os sintomas mais marcantes da fase de resistência são:1-5

  • mal-estar generalizado;
  • alta irritabilidade;
  • formigamento nas extremidades (mãos e/ou pés);
  • tontura;
  • sensação de desgaste físico constante;
  • aparecimento de problemas de pele;
  • hipertensão arterial;
  • mudança no apetite;
  • gastrite prolongada;
  • sensibilidade emotiva excessiva;
  • obsessão com o agente estressor;
  • pouco desejo sexual.

Fase de exaustão

Na fase de exaustão, inúmeros comprometimentos físicos podem surgir em forma de doença, com os seguintes sintomas:1-5

  • batimentos cardíacos acelerados;
  • tiques nervosos;
  • dificuldades sexuais;
  • formigamento nas extremidades;
  • insônia;
  • pesadelos;
  • angústia;
  • hipertensão arterial confirmada;
  • problemas de pele prolongados;
  • mudança extrema de apetite;
  • tontura frequente;
  • úlcera;
  • impossibilidade de trabalhar;
  • cansaço excessivo;
  • irritabilidade;
  • hipersensibilidade emotiva;
  • apatia;
  • perda do senso de humor.

Quando e por que o estresse passou a ser reconhecido como doença?

O reconhecimento do estresse como doença é algo relativamente recente. Muitas situações que deixam as pessoas sob constante pressão psicológica fizeram parte desse processo que atravessou todo o século 20.Um exemplo foi o desenvolvimento urbano caótico, resultando em poluição, barulho e violência.1-5

Houve também uma transformação nas relações de trabalho, que ficaram mais competitivas e passaram a demandar qualificações mais complexas e decisões mais ágeis, sem falar das incertezas sobre o futuro.1-5 Além disso, as atividades de lazer se tornaram cada vez mais limitadas em cidades com deficiência de infraestrutura e segurança.1-5

O estresse figura como um problema de saúde pública em todas as nações industrializadas, acarretando enormes despesas com assistência médica e seguros, além de ser responsável por centenas de milhares de mortes todos os anos.1-5

Como demonstração da seriedade do tema, podemos citar o Japão, uma nação altamente desenvolvida.O problema é tão grave no país asiático que é oficialmente reconhecido como karoshi: morte por estresse devido ao excesso de trabalho.1-5

Quais fatores desencadeiam o estresse?

O estresse pode ser causado por um tipo de ansiedade que afeta muitas pessoas: o medo de perder o controle em uma situação específica. Portanto, as condições de vida presentes tanto nas grandes metrópoles quanto no campo podem gerar situações de estresse constante.1-5

O que observamos é um declínio no controle das pessoas sobre suas próprias vidas.Elas enfrentam uma insegurança crescente em relação a aspectos como renda, emprego, status social e familiar, e até mesmo segurança física.1-5

O surgimento do estresse está relacionado a diversos fatores, incluindo a personalidade do indivíduo, seu estado de saúde geral e as circunstâncias específicas que enfrenta. Por essa razão, as pessoas não têm reações idênticas aos mesmos estímulos.1-5

Irritação, tensão, dificuldade de concentração, fadiga sem motivo aparente, apatia e incapacidade de se afastar dos problemas podem indicar estresse. As situações que geralmente o desencadeiam incluem:1-5

  • falta de lazer;
  • trânsito caótico;
  • dívidas;
  • competição no ambiente de trabalho;
  • mudanças repentinas na situação ou condição social;
  • crises em relações sociais;
  • ameaças à segurança física.

O estresse pode ser desencadeado até por situações aparentemente positivas, como um novo amor, emprego, promoção ou o nascimento de um filho.1-5 Quando prolongado, ele diminui a resistência do corpo e pode levar ao aparecimento de diversas doenças físicas e mentais, tais como asma, alergias, urticária e problemas gastrointestinais.1-5

A depressão crônica também pode surgir como consequência do estresse, já que a ansiedade pode se transformar em raiva. Se mantida por longos períodos, a raiva causa frustração, que pode desencadear a depressão.1-5

Como se dá a prevenção de um quadro de estresse?

A prevenção do estresse pode ser desafiadora, pois frequentemente surge em circunstâncias além do controle do indivíduo. No entanto, algumas estratégias fundamentais podem atenuar os impactos negativos de situações estressantes eventuais.1-5

Uma delas consiste em seguir uma dieta balanceada, com a inclusão de pães, massas, carnes magras, verduras, frutas, leite e derivados na rotina alimentar. Também é recomendado praticar exercícios físicos regularmente, combinando-os com tempo de lazer de qualidade.1-5

Por sua vez, drogas geralmente pioram condições de estresse, pois demandam energia adicional do corpo e podem enfraquecer o usuário a longo prazo.5 Álcool, cocaína e maconha são especialmente perigosos para indivíduos estressados, já que seus efeitos eufóricos podem mascarar os sintomas e provocar dependência física ou psicológica.1-5

Por fim, vale citar que o café e o tabaco também podem ser prejudiciais. Isso porque sua combinação diminui a percepção de fadiga física e mental, permitindo que os usuários excedam seus limites de trabalho.1-5

Como ocorre o diagnóstico da síndrome de burnout?

São parecidos, mas não são iguais: saiba como diferenciar burnout, depressão e estresse

Como observado, o diagnóstico de síndrome de burnout é realizado por um especialista após uma análise clínica detalhada do paciente.6 Psiquiatras são os profissionais de saúde adequados para identificar problemas e orientar o tratamento mais apropriado para cada caso.1-5

Muitas pessoas deixam de procurar ajuda médica por não reconhecerem ou não conseguirem identificar todos os sintomas, sem se darem conta de que a situação pode ser mais grave. Amigos próximos e familiares podem ser pilares fundamentais no início, auxiliando a pessoa a perceber os sinais de que necessita de ajuda.1-5

Vale destacar que existe a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), capacitada para fornecer todo o tratamento necessário, desde o diagnóstico até a medicação, sem custos para o paciente. Um dos serviços mais indicados dessa rede são os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).1-5

O tratamento da síndrome de burnout

O tratamento da síndrome de burnout geralmente envolve psicoterapia e pode incluir medicamentos, como antidepressivos ou ansiolíticos. Também é primordial que haja mudanças nas condições de trabalho e, em especial, nos hábitos e estilos de vida.1-5

Nesse sentido, a prática regular de atividade física e exercícios de relaxamento deve ser habitual para aliviar o estresse e gerenciar os sintomas da doença. Além disso, após um diagnóstico médico, recomenda-se enfaticamente que o indivíduo faça uma pausa para férias e participe de atividades recreativas com pessoas queridas.1-5

O tratamento, normalmente, apresenta resultados em um a três meses, embora possa se estender por mais tempo, dependendo do caso.1-5

Os sinais de piora

Os sinais de agravamento da síndrome de burnout aparecem quando o paciente não segue o tratamento indicado para o seu caso.6 Isso pode levar a uma piora dos sintomas, incluindo a perda completa da motivação e problemas gastrointestinais.1-5

Em situações mais severas, pode ocorrer o desenvolvimento de depressão, que frequentemente indica a necessidade de hospitalização para uma avaliação minuciosa e possíveis intervenções médicas.1-5

A prevenção do esgotamento profissional

Adotar comportamentos saudáveis é a chave para prevenir a síndrome de burnout, mas também para tratar seus sinais e sintomas precocemente.6 No caso, a ideia é utilizar estratégias que reduzam o estresse e a pressão no ambiente de trabalho, como:1-5

  • estabelecer pequenos objetivos na vida profissional e pessoal;
  • engajar-se em atividades de lazer com amigos e familiares;
  • realizar atividades que quebrem a rotina diária, como passear, jantar fora ou ir ao cinema;
  • manter distância de pessoas negativas, especialmente daquelas que vivem reclamando do trabalho ou de outras pessoas;
  • desabafar com alguém de confiança sobre seus sentimentos;
  • praticar exercícios físicos regularmente, como ir à academia, caminhar, correr, pedalar, remar, nadar etc.;
  • parar de consumir álcool, tabaco ou outras drogas, pois isso pode agravar a confusão mental;
  • evitar a automedicação e o uso de medicamentos sem prescrição médica.

Outra prática altamente recomendada para prevenir a síndrome de burnout é garantir um descanso adequado, com uma boa noite de sono de, pelo menos, oito horas por dia.É essencial também aprender a conciliar trabalho, lazer, família, vida social e exercícios físicos.1-5

Quando procurar um médico?

Existem diversas medidas para prevenir desequilíbrios emocionais e transtornos mentais.1-5 A terapia psicológica é uma das mais recomendadas e validadas cientificamente, tanto para a prevenção quanto para o tratamento de transtornos mentais.1-5

Especialistas sugerem que toda pessoa busque terapia em algum momento da vida, considerando que desafios e problemas são comuns a todos. Outras estratégias essenciais na prevenção de transtornos mentais são:1-5

  • dormir bem, com as medidas adequadas de higiene do sono;
  • ter uma alimentação balanceada, se possível com o auxílio de nutricionista;
  • fazer exercícios físicos regularmente e outras atividades que promovam relaxamento, como meditação, yoga e tai chi chuan.1-5

Nos casos em que os sintomas são mais intensos, é importante ir além da terapia com o psicólogo, buscando acompanhamento psiquiátrico. Se houver prescrição medicamentosa, significa que o psiquiatra avaliou o custo-benefício e concluiu que o tratamento trará maior qualidade de vida e bem-estar.1-5

Onde buscar ajuda para cuidar da saúde mental?

O cuidado ao paciente psiquiátrico começa na atenção primária à saúde, em que o médico da unidade básica fornece orientações e cuidados para os casos mais comuns.6

Assim como a hipertensão e o diabetes são tratados nas unidades de saúde, transtornos como depressão e ansiedade também podem ser gerenciados nesse nível.6 Os principais remédios para essas condições estão disponíveis nos postos.6

Casos que requerem atenção especializada de um psiquiatra podem ser direcionados para a rede secundária, representada pelos CAPS, que se encontram em vários bairros e municípios.6

Os casos mais sérios, que necessitam de atendimento emergencial devido à instabilidade clínica ou que precisam de hospitalização, podem ser direcionados para a rede de atenção terciária.6

Pessoas em situações de crise têm acesso a atendimento em qualquer unidade da RAPS, composta de diversos serviços de saúde que integram o SUS. Esses serviços são baseados nos princípios fundamentais de universalidade, integralidade e equidade, para oferecer atendimento acessível, justo e completo a toda a população.6

Como vimos, a saúde mental não se limita ao que sentimos individualmente: é uma rede de fatores relacionados.6 A OMS a define como um estado de bem-estar que possibilita ao indivíduo desenvolver suas habilidades pessoais para responder aos desafios da vida e contribuir com a comunidade.6

O bem-estar de um indivíduo se baseia não apenas em aspectos psicológicos e emocionais, mas também em elementos essenciais como saúde física, suporte social e condições de vida adequadas.6

A saúde mental, além de fatores individuais, é influenciada por questões sociais, ambientais e econômicas.6 Não se trata de um elemento isolado, mas sim do resultado da interação entre fatores biológicos, psicológicos e sociais.9 Portanto, apresenta características biopsicossociais.6

Compreender a saúde mental como algo que abrange o corpo, as emoções e a maneira como interagimos revela que cada pessoa tem um papel crucial no cuidado do bem-estar coletivo, zelando por si e oferecendo suporte mútuo.6

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E se você quiser aprender mais sobre saúde mental no ambiente de trabalho, não deixe de conferir nosso e-book sobre o assunto!

Referências:

1. World Health Organization. Stress. [Internet]. [Acesso em 27 de jun de 2024]. Disponível em: https://www.who.int/news-room/questions-and-answers/item/stress.

2. World Health Organization. Burn-out an “occupational phenomenon”: International Classification of Diseases. [Internet]. [Acesso em 27 de jun de 2024]. Disponível em: https://www.who.int/news/item/28-05-2019-burn-out-an-occupational-phenomenon-international-classification-of-diseases.

3. Brasil, Ministério de Saúde. Depressão. [Internet]. [Acesso em 25 mai 2024]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/depressao

4. Brasil, Ministério da Saúde.Síndrome de Burnout. [Internet]. [Acesso em 25 mai 2024]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sindrome-de-burnout.

5. Secretaria de Saúde do Governo do Estado do Ceará (SESA). Saúde mental: medidas de prevenção podem evitar transtornos mentais graves [Internet]. 2024 [Acesso em 25 mai 2024]. Disponível em: https://www.saude.ce.gov.br/2024/01/08/saude-mental-medidas-prevencao-transtornos-mentais/.

6. Brasil, Ministério da Saúde.Saúde Mental [Internet]. [Acesso em 25 mai 2024]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-mental.

Elaborado em 17 de maio de 2024