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Câncer
Publicado em: 8 de agosto de 2024
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Tomar sol é gostoso e saudável, mas é preciso ter cuidado! Em excesso, pode causar envelhecimento precoce, lesões nos olhos e até mesmo câncer de pele.1 Inclusive, esse é o tipo de câncer mais comum no Brasil.1 Segundo o Instituto Nacional do Câncer, até 2025 é estimado que teremos mais de 700 mil casos por ano no país, dos quais 70% da incidência são esperados para as regiões Sul e Sudeste.2
O câncer de pele pode apresentar duas categorias principais: melanoma, que é menos frequente e mais grave, ou não melanoma, que é menos grave, porém mais frequente. Se forem descobertos em sua fase inicial, ambos podem ser curados. Atualmente, há muitas opções de tratamento, mas a escolha do melhor método depende do tipo e da extensão da doença.3
Para você conhecer sobre os tratamentos de câncer de pele melanoma e não melanoma, tanto convencionais quanto inovadores, produzimos este conteúdo completo. Confira!
Como introduzido acima, o câncer de pele é dividido em dois tipos principais, que são o melanoma e o não melanoma (que engloba vários tipos de câncer).4
É importante mencionar que qualquer pessoa pode desenvolver câncer de pele, mas as de pele clara, com albinismo, ou que estejam fazendo tratamento com imunossupressores, são as mais suscetíveis e, por isso, devem ter atenção redobrada. O histórico familiar também é um fator importante.1 Acompanhe abaixo mais detalhes sobre cada tipo.
Esse tipo de câncer tem alto potencial de metástase e resistência aos tratamentos convencionais.5 Sua incidência está relacionada à exposição ao sol, bronzeamento artificial, histórico familiar e número de nervos, também conhecidos como sinais.5 A doença pode surgir em qualquer parte do corpo e originar-se a partir de manchas, pintas ou sinais.1 Isso ocorre quando uma pinta benigna torna-se maligna devido a fatores genéticos ou aos danos induzidos pela exposição aos raios UV. 5
O melanoma é um dos tipos de câncer mais frequentes em jovens, embora a incidência aumenta com a idade.4
Segundo a classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS), o melanoma pode ser categorizado de acordo com o papel da exposição à radiação ultravioleta e dano solar cumulativo no desenvolvimento da doença.5
O melanoma extensivo superficial costuma estar associado à pouca exposição à radiação ultravioleta, enquanto o melanoma lentiginoso e melanoma desmoplásico estão associados à elevada exposição à radiação ultravioleta.5
Outros subtipos de melanoma como o melanoma acral, melanoma de mucosa, melanoma uveal, nevo azul maligno, melanoma relacionado com nevo congênito e melanoma sptzoide costumam ter pouca, ou nenhuma associação com a exposição à radiação ultravioleta, ou dano solar cumulativo.5
Não melanoma
É o tipo de câncer mais comum no mundo, sendo que a exposição repetida ao sol é o principal fator para o seu desenvolvimento.6 A doença se manifesta por meio de manchas que coçam, ardem, descamam ou sangram. Feridas que não cicatrizam em até 4 semanas também podem ser indicativas desse tumor.1
Os principais tipos de câncer de pele não melanoma são o carcinoma basocelular, o carcinoma de células escamosas e o carcinoma de células de Merkel. Este último é menos frequente, porém apresenta o pior prognóstico.6
O carcinoma basocelular tende a crescer lentamente e permanecer no local.7 É o tipo mais comum, atingindo principalmente pessoas idosas. Entre os mais jovens, ocorre particularmente nos imunocomprometidos ou indivíduos com predisposição genética.8 Um exemplo é a síndrome de Gorlin-Goltz.8 Trata-se de uma mutação rara caracterizada pelo desenvolvimento de carcinomas basocelulares associados a alterações esqueléticas, oftalmológicas e neurológicas.8
O carcinoma de células escamosas, embora também cresça de forma mais restrita, é mais agressivo em relação ao carcinoma basocelular. Se não for tratado, pode se espalhar para outras partes do corpo.7 Felizmente, costuma ser detectado antes de chegar a esse estágio.7
Um passo importante no desenvolvimento de novas terapias foi a descoberta dos processos moleculares envolvidos.5 Em outras palavras, os pesquisadores conseguiram identificar quais genes que, quando sofrem mutação, podem levar ao desenvolvimento desse tipo de câncer e de que forma isso ocorre na célula.5
Com o surgimento das terapias mais avançadas e efetivas, o prognóstico para o melanoma metastático tem sido impactado positivamente.5 A seguir, estão descritos os tratamentos convencionais e inovadores para melanoma conforme o estadiamento.
A cirurgia é o primeiro tratamento para remoção do tumor, em qualquer estágio. O médico remove a lesão e tecidos ao redor do tumor para garantir que nenhuma célula cancerosa remanescente se espalhe pelo corpo.9 Em alguns casos, a imunoterapia ou terapias-alvo podem ser indicados como terapia adjuvante.9
Se o melanoma for classificado em estágio I ou II, e possuir espessura da lesão, também conhecida como Breslow, maior ou igual a 1 mm, a pesquisa de acometimento dos linfonodos deve ser realizada. Em caso de detecção de células cancerosas em linfonodo sentinela, além da remoção cirúrgica da lesão primária, estes linfonodos devem ser acompanhados.9
Surge como alternativa em tratamento paliativo em alguns casos de melanomas que não podem ser removidos cirurgicamente, como em casos selecionados de metástases cerebrais sem resposta a outras modalidades de tratamento.9
Também pode ser utilizada em casos de doença localizada quando a cirurgia teria a possibilidade de causar sequelas significativas ou risco excessivo ao paciente.9
É uma alternativa de tratamento que ataca especificamente as células cancerosas, bloqueando moléculas específicas necessárias para o desenvolvimento e o crescimento do tumor.10
Pode ser indicada após a cirurgia para o melanoma estágio III, quando existe alto risco de recidiva, ou para tratamento de melanoma estágio IV. Em ambos os casos, pode ser realizada uma combinação de terapias-alvo.9
Entre os diferentes tipos de terapia, o desenvolvimento dos inibidores de BRAF-MEK foi um grande marco no tratamento do melanoma.5 BRAF é o gene que produz a proteína BRAF, envolvida em vários processos celulares, como a divisão, a diferenciação (processo no qual a célula torna-se capaz de realizar sua função específica) e a secreção de substâncias.11
Quando esse gene sofre uma mutação, gera-se uma proteína defeituosa que altera os processos relacionados a ela. O resultado é o aumento da produção de células e proliferação do tumor.12 Além disso, favorece a metástase e o escape do sistema imune.11 Assim, ao inibir as proteínas BRAF defeituosas, o crescimento do tumor é interrompido.5
A mutação no gene BRAF é observada em aproximadamente 50% dos melanomas5, mas também está presente em outros tipos de tumores, como o linfoma não-Hodgkin, o carcinoma de tireoide e o carcinoma pulmonar de células não pequenas. A sigla MEK, por sua vez, nomeia uma via importante que regula a produção de novas células.5
A imunoterapia é um tipo de tratamento baseado no estímulo do sistema imunológico do próprio paciente para combater o câncer. Pode ser indicada nos casos de melanoma estágio IIIB ou IIIC após a cirurgia, e nos estágios IV por meio de uma combinação de imunoterapias.9
O inibidor de PD-1 aumenta a capacidade do sistema imune em reconhecer e atacar as células cancerosas.5 Trata-se de um anticorpo que age impedindo a ligação da proteína PD-1, presente nas células T de defesa, à PD-L1, uma proteína da célula cancerosa. Essa ligação, quando ativada, inibe a ação da célula T, portanto, o bloqueio dessa interação permite que a célula imune aja normalmente, promovendo a morte da célula cancerosa.13
A introdução dos inibidores de CTL-4, foi um símbolo importante no avanço do tratamento do melanoma.5
CTL4 é uma proteína presente na superfície das células T. Quando ligada à proteína B7, que se encontra em células cancerosas, a atividade da célula de defesa fica prejudicada, tal qual o exemplo anterior.9 Dessa forma, quando o inibidor se liga a CTLA-4, a atividade celular é restaurada.9
A terapia vacinal é um tipo de tratamento capaz de estimular o sistema imune para que ele encontre e destrua as células cancerosas.9 As vacinas são desenvolvidas com base em mutações individuais, identificadas por tecnologias de sequenciamento.5 É avaliada no tratamento do melanoma estágio III que pode ser removido por cirurgia9 e a ideia principal é usar essa terapia em combinação especialmente com a imunoterapia.5
A transferência células adotivas é uma estratégia que oferece um tratamento bastante personalizado. Envolve a retirada das células imunes presentes no tumor, sua expansão em laboratório e posterior reintrodução no paciente. O objetivo é aumentar a capacidade do sistema imune em combater o câncer.5
É verificada em pacientes com melanoma metastático, principalmente para os não responsivos aos tratamentos convencionais.5 Futuramente, as pesquisas avaliarão a eficácia dessa terapia em combinação com outros tratamentos.5
A interação entre mutações genéticas e o microbioma é relatada, mostrando que as mutações BRAF possivelmente alteram a composição dos microrganismos presentes no intestino.5 Isso significa que o perfil de microrganismos pode ser utilizado como biomarcador e alvo terapêutico.5 Além disso, a utilização de prebióticos e probióticos demonstra potencial na mitigação dos danos causados pelos raios UV, indicando que podem vir a ser utilizados na prevenção e tratamento do melanoma.5
Conheça, a seguir, as principais terapêuticas para essa doença.
A escolha do tratamento depende de vários fatores, como tamanho e características do tumor e se houve metástase, mas geralmente o primeiro tratamento indicado é a cirurgia.7 É importante mencionar que quando o tumor é grande, a cirurgia pode deixar cicatrizes visíveis.7
Nesse contexto, e especialmente para o tratamento do carcinoma basocelular, a cirurgia micrográfica de Mohs é bastante importante, já que áreas grandes e visíveis costumam ser afetadas.7
A terapia com laser também é uma opção para remover os tecidos afetados camada a camada.7 Esse procedimento é usado principalmente para remover tecidos pré-cancerosos ou estágios precoces do câncer de pele não melanoma.7
Outra opção para tratar essas mesmas condições é a crioterapia, que consiste em congelar o tumor para matar as células cancerosas.7
Radioterapia
A radioterapia só é considerada nos casos em que a cirurgia não é possível de ser realizada ou se há chances de que o câncer retorne.7
Quando a cirurgia ou a radioterapia não podem ser adotadas, um tratamento adjuvante é indicado.10 Por definição, esse tratamento tem por objetivo reduzir o tamanho do tumor para torná-lo elegível a outros tratamentos. As principais circunstâncias que requerem um tratamento adjuvante são aquelas nas quais existe um risco funcional ou até mesmo estético devido à cirurgia.11
Um exemplo é a terapia fotodinâmica, considerada quando o tumor ainda não se infiltrou em tecidos mais profundos7 e quando a cirurgia não é recomendada.14 É uma alternativa que evita mutilações e procedimentos dolorosos, permitindo tratamento rápido, eficaz e sem efeitos colaterais relevantes.14 Por ser de fácil produção e de baixo custo, o Ministério da Saúde incorporou esse tratamento ao SUS.14
Ela funciona da seguinte maneira: primeiro, é aplicado um creme na região afetada. Posteriormente, utiliza-se no local uma luz vermelha especial que ativa uma substância presente no creme, causando uma reação química capaz de matar as células cancerosas.15
A quimioterapia é considerada quando o carcinoma de células escamosas começou a se espalhar. Nesses casos, o tratamento consiste em retardar o crescimento do câncer e não o curar.7
Embora o câncer basocelular raramente chegue a um estado avançado ou metastático, os inibidores da via Hedgehog4 são uma forma importante de tratamento. A via Hedgehog tem um papel importante na proliferação de células basais (camada mais externa da pele) e é essencial ao desenvolvimento embrionário normal.8 Quando alterada, pode causar o desenvolvimento de câncer, especialmente o basocelular e meduloblastoma.8
A imunoterapia tem sido avaliada desde o final do século XX, porém os medicamentos utilizados não proviam resultados muito satisfatórios.6 Atualmente, é considerada um pilar importante no tratamento do carcinoma avançado e metastático.10
Nos últimos anos, as opções de tratamento para câncer de pele, tanto melanoma quanto não melanoma, têm avançado significativamente, melhorando o prognóstico para muitos pacientes. No entanto, essas alternativas ainda costumam ser caras e, no caso da imunoterapia, podem causar efeitos adversos irreversíveis.10
Isso significa que ainda é necessário superar diversos desafios. No entanto, com tantos ensaios clínicos sendo conduzidos em diferentes estágios de desenvolvimento e testando diferentes combinações de terapias, os próximos anos prometem grandes progressos.4 Graças aos avanços tecnológicos, veremos aumento na eficácia e personalização dos tratamentos. Apesar dos avanços, a prevenção é sempre o melhor caminho.3 Proteja-se e ao perceber qualquer alteração na pele, procure um médico.
Interessado em aprender mais sobre prevenção e tratamento do câncer? Explore outros artigos em nosso blog.
Referências
1. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Câncer de pele: vamos falar sobre isso? Disponível em: https://www.inca.gov.br/publicacoes/folhetos/cancer-de-pele-vamos-falar-sobre-isso. Acesso em: 15 de maio de 2024.
2. Instituto Nacional do Câncer (INCA). INCA estima 704 mil casos de câncer por ano no Brasil até 2025. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/noticias/2022/inca-estima-704-mil-casos-de-cancer-por-ano-no-brasil-ate-2025. Acesso em: 15 de maio de 2024.
3. Sociedade Brasileira de Dermatologia. Câncer da pele. Disponível em: https://www.sbd.org.br/doencas/cancer-da-pele. Acesso em: 15 de maio de 2024.
4. Rubatto M, Sciamarrelli N, Borriello S, Pala V, Mastorino L, Tonella L, Ribero S, Quaglino P. Classic and new strategies for the treatment of advanced melanoma and non-melanoma skin cancer. Front Med (Lausanne). 2023 Feb 9;9:959289. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC9947410/. Acesso em 27 de maio de 2024.
5. Kim HJ, Kim YH. Molecular Frontiers in Melanoma: Pathogenesis, Diagnosis, and Therapeutic Advances. International Journal of Molecular Sciences. 2024; 25(5):2984. Disponível em: https://doi.org/10.3390/ijms25052984. Acesso em: 15 de maio de 2024.
6. Stonesifer CJ, Djavid AR, Grimes JM, Khaleel AE, Soliman YS, Maisel-Campbell A, et al. Immune checkpoint inhibition in non-melanoma skin Cancer: a review of current evidence. Frontiers in oncology, 2021 11, 734354. Disponível em: https://www.frontiersin.org/journals/oncology/articles/10.3389/fonc.2021.734354/full. Acesso em: 20 maio de 2024.
7. National Library of Medicine. National Center For Biotechnology Information (NCBI). InformedHealth.org [Internet]. Non-melanoma skin cancer: Learn More – What are the treatment options for non-melanoma skin cancer? Institute for Quality and Efficiency in Health Care (IQWiG). [Updated 2022 Jul 12]. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK321128/. Acesso em: 20 maio de 2024.
8. Gambini D, Passoni E, Nazzaro G, Beltramini G, Tomasello G, Ghidini M, et al. Basal cell carcinoma and hedgehog pathway inhibitors: focus on immune response. Frontiers in Medicine, 2022 9, 893063. Disponível em: https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fmed.2022.893063/full. Acesso em: 20 de maio de 2024.
9. National Cancer Institute (NIH) Melanoma Treatment. 2023. Disponível em: https://www.cancer.gov/types/skin/patient/melanoma-treatment-pdq. Acesso em: 17 de maio de 2024.
10. Zelin E, Zalaudek I, Agozzino M, et al. Neoadjuvant Therapy for Non-melanoma Skin Cancer: Updated Therapeutic Approaches for Basal, Squamous, and Merkel Cell Carcinoma. Curr. Treat. Options in Oncol. 2021 22, 35. Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11864-021-00826-3. Acesso em: 20 de maio de 2024.
11. National Library of Medicine. National Center for Biotechnology Information (NCBI). BRAF B-Raf proto-oncogene, serine/threonine kinase [Homo sapiens (human)]. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/gene/673. Acesso em: 15 de maio de 2024.
12. Castellani G, Buccarelli M, Arasi MB, Rossi S, Pisanu ME, Bellenghi M, Lintas C, Tabolacci C. BRAF Mutations in Melanoma: Biological Aspects, Therapeutic Implications, and Circulating Biomarkers. Cancers. 2023; 15(16):4026. Disponível em: https://doi.org/10.3390/cancers15164026. Acesso em: 15 de maio de 2024.
13. NATIONAL CANCER INSTITUTE (NIH). FDA Approves Pembrolizumab to Treat Non-Small Cell Lung Cancer – National Cancer Institute. 2015. Disponível em: https://www.cancer.gov/news-events/cancer-currents-blog/2015/pembrolizumab-nsclc. Acesso em: 16 de maio de 2024.
14. Ministério da Saúde. Terapia fotodinâmica é incorporada ao SUS. 2023.Disponível em: https://www.gov.br/conitec/pt-br/assuntos/noticias/2023/setembro/terapia-fotodinamica-e-incorporada-no-sus. Acesso em: 20 de maio de 2024.
15. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Tratamento iluminado. Terapia fotodinâmica desenvolvida no Brasil trata com sucesso lesões pré-malignas do colo de útero. Outubro, 2016. [s.l: s.n.]. Disponível em: https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/rrc-35-ciencia-tratamento-iluminado.pdf. Acesso em: 20 maio de 2024.
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