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Publicado em: 22 de novembro de 2022
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Estudos feitos com pessoas que estão tratando ou já venceram o câncer comprovaram que incluir a atividade física na rotina diária ajuda a diminuir os efeitos colaterais dos tratamentos, além de aumentar o bem-estar e a disposição, fortalecer o sistema imunológico e reduzir o risco de recidiva. E o melhor de tudo é que, para ter esses benefícios todos, você não precisa virar atleta nem viver em função de treinar! Saiba como incluir mais atividade física no seu dia a dia e viver mais e melhor.
“Inúmeras evidências científicas mostram que o exercício físico pode reduzir as chances de desenvolver câncer, o que explica porque a prática esportiva já faz parte da prescrição médica. Some a isso o fato de que assim como os maus hábitos alimentares, o tabagismo e a obesidade, o sedentarismo, ou a falta de atividade física, é um dos fatores de risco mais importantes”, alerta a fisioterapeuta Tania Tonezzer, fundadora do canal de conteúdo online Onco Movimento.
A fisioterapeuta Tania Tonezzer conta que hoje os exercícios já fazem parte do tratamento oncológico, porque impactam o paciente de maneira positiva em todos os aspectos. “A prática de atividades físicas bem orientadas, respeitando os limites pessoais e individuais, favorece a performance cardiovascular, física e cognitiva. Como consequência, a fadiga e as dores articulares diminuem, a pessoa passa a dormir melhor, fica menos suscetível a depressão, favorece seu metabolismo, o sistema imunológico e a circulação. Essa maior quantidade de sangue e de células de defesa circulando no corpo e de medicação oncológica sendo levada para dentro do tumor não só reduz os efeitos colaterais do tratamento como melhora a resposta a ele”, completa o educador físico e mestre em imunologia Daniel Barreto de Melo. Benefícios à parte, a gente sabe que pode ser difícil sair da inércia ou pensar em se exercitar tendo um câncer no radar. Mas quem se esforça e sai da zona de conforto não se arrepende. Por isso, lembre-se: os ganhos são reais e virão mesmo que você comece devagar.
“A atividade física já fazia parte da minha vida antes mesmo de eu receber o diagnóstico do câncer de mama. E acredito firmemente que esse histórico e também o fato de não ter parado de me exercitar durante o tratamento fez com que eu me recuperasse mais rápido da cirurgia de retirada de um quadrante da mama e passasse super bem pela radioterapia, sem sentir o cansaço e a fadiga típicos, e já pudesse voltar à minha rotina de trabalho e estudos. Quando o câncer reapareceu e precisei fazer a mastectomia, retirando a mama, e a quimioterapia, o baque foi maior, claro, mas nem assim me dobrei. Foi importante respeitar meus limites, já que havia dias bons e outros nem tanto, apenas reduzi o ritmo do treino. Resultado: mesmo tomando hormônios, não tive quase nenhuma dor articular ou exaustão.” Tania Tonezzer, 56 anos, teve câncer de mama há 15 anos e uma recidiva há 12. A experiência desses enfrentamentos e da atividade física como ferramenta para reduzir os efeitos colaterais da terapia oncológica, potencializar o efeito do tratamento e mantê-la saudável desde então a estimulou a fundar, em parceria com a amiga e também fisioterapeuta Kamila Adorni, o canal de conteúdo on-line Onco Movimento, que estimula a prevenção, o tratamento e o acompanhamento de pacientes oncológicos por meio da atividade e do exercício físico.
“A atividade física já fazia parte da minha vida antes mesmo de eu receber o diagnóstico do câncer de mama. E acredito firmemente que esse histórico e também o fato de não ter parado de me exercitar durante o tratamento fez com que eu me recuperasse mais rápido da cirurgia de retirada de um quadrante da mama e passasse super bem pela radioterapia, sem sentir o cansaço e a fadiga típicos, e já pudesse voltar à minha rotina de trabalho e estudos. Quando o câncer reapareceu e precisei fazer a mastectomia, retirando a mama, e a quimioterapia, o baque foi maior, claro, mas nem assim me dobrei. Foi importante respeitar meus limites, já que havia dias bons e outros nem tanto, apenas reduzi o ritmo do treino. Resultado: mesmo tomando hormônios, não tive quase nenhuma dor articular ou exaustão.”
Tania Tonezzer, 56 anos, teve câncer de mama há 15 anos e uma recidiva há 12. A experiência desses enfrentamentos e da atividade física como ferramenta para reduzir os efeitos colaterais da terapia oncológica, potencializar o efeito do tratamento e mantê-la saudável desde então a estimulou a fundar, em parceria com a amiga e também fisioterapeuta Kamila Adorni, o canal de conteúdo on-line Onco Movimento, que estimula a prevenção, o tratamento e o acompanhamento de pacientes oncológicos por meio da atividade e do exercício físico.
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