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Publicado em: 28 de agosto de 2024
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A irrigação nasal é sinônimo de alívio para quem sofre de doenças do nariz ou seios paranasais, como rinossinusite, pois limpa o muco e elimina secreções purulentas, sintomas comuns nessas condições.1 Se você passa por esse problema, aprender como fazer lavagem nasal pode ser uma boa opção para uma respiração mais confortável.
Manter boas práticas de limpeza e umidade da cavidade nasal beneficia a saúde.1 Nesse sentido, a técnica de lavagem interna do nariz auxilia na retirada de secreções de secreções que prejudicam a respiração.1
Tem dúvidas sobre qual a melhor forma de fazer esse procedimento? Neste post, vamos explicar o passo a passo para uma lavagem nasal segura. Confira!
O nariz conta com mecanismos que protegem o organismo da ação de agentes exteriores, pois tem cavidades revestidas por uma camada chamada mucociliar.1 Esta é composta de cílios que movimentam as secreções, produzem muco e liberam substâncias que atuam no processo inflamatório.1 Dessa maneira, ajuda a manter o equilíbrio e a saúde do sistema respiratório.1
No entanto, algumas condições comprometem a eficiência das funções do nariz.1 As partículas presentes no ar que respiramos, as alterações climáticas, como frio e clima seco, processos infecciosos e alérgicos podem provocar a obstrução das narinas, o que reduz a ventilação, dificulta a respiração e causa desconforto.1
Diante de doenças nasais que afetam ou impedem a passagem do fluxo de ar pelas vias aéreas superiores, ocorre a respiração pela boca ou pela boca e pelo nariz, que diminui a quantidade de ar ventilado por minuto, assim como altera a frequência, a profundidade e o ritmo respiratório.1 Com isso, você pode sentir incômodos como esforço visível para respirar e até dificuldade para se alimentar.1
A mudança da trajetória do ar impede que o sistema respiratório funcione plenamente. Dessa forma, não só o olfato é prejudicado, mas também a capacidade de filtrar, aquecer e umidificar o ar, impactando a interação com as estruturas ao redor.1
Nesse sentido, a lavagem nasal é uma importante aliada para promover a umidificação da mucosa.1 Ela pode ser uma boa opção porque o nariz tem mais trabalho para umidificar o ar quando se expõe a condições de estresse ambiental, o que provoca ressecamento da mucosa e alterações no sistema mucociliar.2
Ao realizar esse procedimento, é possível reduzir o muco, transportando-o junto a partículas, alérgenos e microrganismos para a nasofaringe.1 Isso facilita o movimento dos cílios e, consequentemente, a limpeza orgânica do local.1
No caso das crianças, estudos indicam que a lavagem diária das cavidades nasais promove melhoria progressiva na qualidade de vida, na alimentação e na respiração, com redução da necessidade do uso de medicamentos.3
Confira, a seguir, alguns dos casos em que essa prática é recomendada.
Mesmo que a pessoa não esteja com nenhuma patologia no nariz, pode fazer a lavagem para umidificar sua área interna, a fim de preservar sua fisiologia natural.4
Geralmente, ela é mais indicada para quem se expõe muito a ambientes climáticos desfavoráveis, com altas taxas de poluição ou tempo seco.3 Caso você tenha entrado em contato com substâncias irritativas, como poeira, cloro e partículas nocivas, também pode adotá-la para higienizar o nariz.4
Caracterizada pela inflamação da mucosa nasal, a rinite alérgica causa coriza clara, coceira no nariz e/ou nos olhos, espirros, congestão nasal e perda de olfato.4 O quadro é desencadeado pela exposição a substâncias alérgenas, como ácaro e pólen.4
É possível melhorar a condição a partir da limpeza do nariz com soluções salinas, principalmente as de pH neutro ou levemente alcalino, que aliviam os sintomas e auxiliam no desentupimento das vias aéreas.4
Estudos mostram que a lavagem nasal em pessoas com rinite alérgica diminui tanto a gravidade dos sintomas quanto o uso de medicamentos no tratamento.4
As rinossinusites agudas e bacterianas, como resfriados e sinusites agudas, afetam o dia a dia de qualquer indivíduo, causando desde faltas no trabalho até o cancelamento de planos de passear e se divertir com familiares e amigos devido ao desconforto que provocam.4
A lavagem nasal ajuda a tratar e prevenir a ocorrência de novos episódios, reduzindo sua duração e a necessidade do uso de medicações, como descongestionantes, mucolíticos e, dependendo do caso, antibióticos.4
Embora não seja indicada como tratamento isolado para rinossinusites crônicas, a irrigação nasal é bastante benéfica para o período pré e pós-operatório de pacientes com esse problema.4
Antes da cirurgia, ela melhora o fluxo de muco, diminui o inchaço da mucosa nasal e a inflamação, hidrata e remove a secreção espessa, toxinas, alérgenos e bactérias.4 Já no pós-cirúrgico, a prática é recomendada para eliminar resíduos, acelerar a cicatrização da mucosa e facilitar o transporte de muco.4
A higienização adequada também permite que medicamentos sejam aplicados diretamente nas cavidades paranasais, alcançando a área afetada de maneira mais eficaz.4
Fazer a lavagem das cavidades nasais da forma correta é fundamental para melhorar a saúde respiratória.4 Você pode realizá-la utilizando diferentes dispositivos, como conta-gotas e jatos nasais contínuos. Em todo caso, é necessário seguir instruções específicas.4
Acompanhe o passo a passo para aplicar a técnica de lavagem nasal.
O ideal é que esse procedimento seja feito no banheiro. Comece inclinando o corpo para frente, para que a solução de limpeza escorra mais facilmente para a pia, sem respingar e sujar outros lugares.4
Certifique-se de que o dispositivo está posicionado na narina, mas tome cuidado para não o empurrar para o meio em direção ao septo nasal, além de respirar pela boca.4 Para qualquer dispositivo que você esteja usando, introduza a solução com uma pressão suave.4
Se você sentir algum desconforto enquanto irriga o nariz, é provável que esteja aplicando a técnica de maneira inadequada.4 Nesse caso, é recomendado revisá-la para não causar danos e assegurar sua eficácia.4
Após cada uso, é recomendado higienizar o bico do limpador nasal.4 Além disso, pelo menos uma vez por dia, limpe o reservatório interno com sabão neutro e seque-o bem.4
Feito isso, mantenha o dispositivo em um local seco e limpo para evitar contaminação.4
A técnica tem efeitos adversos mínimos, como possível irritação local e sensação de pressão no rosto.2 Ainda assim, o ideal é que um médico avalie sua anatomia nasal antes de iniciar a prática de irrigação das vias respiratórias.4 Afinal, características como desvio de septo, presença de lesões e adenoides grandes dificultam sua realização.4
Quanto ao tipo de substância a ser utilizada, normalmente usa-se soro fisiológico 0,9%.1 Outras soluções, como as que têm concentrações elevadas de sódio, são prescritas para quadros específicos, como pacientes com rinossinusites crônicas.1
Na limpeza nasal em bebês, é imprescindível observar alguns cuidados especiais, visto que eles têm um nariz mais estreito e até os dois meses de vida respiram exclusivamente pelo nariz.1
Antes de aplicar a solução, é aconselhável retirar o acúmulo de secreções e eventuais crostas presentes nas cavidades nasais em crianças que ainda não sabem assoar o nariz.1 Em temperatura ambiente, deixe a cabeça do bebê posicionada para frente e levemente inclinada, enquanto pressiona a outra narina com o dedo.1
Por fim, vale ressaltar que pode haver a sensação de ardência e queimação no nariz ou na garganta quando a mucosa nasal está machucada e sensível.1
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Após entender como fazer lavagem nasal, você pode aplicar essa técnica com maior segurança. De fácil execução, ela é eficaz no tratamento de condições que aumentam o muco e afetam o funcionamento das vias aéreas superiores.1 Por meio dela, é possível restabelecer a respiração plena, melhorando sua qualidade de vida e prevenindo problemas respiratórios.1
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Referências:
1. Sociedade de Pediatria de São Paulo – SPSP. Recomendações: atualização de condutas em pediatria. São Paulo, n. 91, 2020. Disponível em: https://spsp.org.br/site/asp/recomendacoes/Rec91_PedAmbulatorial.pdf. Acesso em: 11 jun. 2024.
2. Sociedade de Pediatria de São Paulo – SPSP. Recomendações: atualização de condutas em pediatria. São Paulo, n. 80, 2017. Disponível em: https://www.spsp.org.br/site/asp/recomendacoes/Rec80_Otorrino.pdf. Acesso em: 11 jun. 2024.
3. Sociedade de Pediatria de São Paulo – SPSP. Recomendações: atualização de condutas em pediatria. São Paulo, n. 74, 2016. Disponível em: https://www.spsp.org.br/site/asp/recomendacoes/Rec_74_Sono.pdf. Acesso em: 11 jun. 2024.
4. Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial – ABORL-CCF. Manual de lavagem nasal na criança e no adulto. São Paulo, 2022. Disponível em: https://aborlccf.org.br/wp-content/uploads/2022/11/1669816618_Manual_de_lavagem_nasal-v2.pdf. Acesso em: 11 jun. 2024.
Elaborado em 10 de junho de 2024
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