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Cefaleia em salvas: o que saber sobre essa dor intensa

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Maio é um mês importante para a conscientização de um problema que afeta mais de 30 milhões de brasileiros, de acordo com o portal da Academia Brasileira de Neurologia (ABN). Estamos falando da cefaleia, foco da iniciativa conhecida como Maio Bordô.1

De modo geral, cefaleia é o termo técnico dado ao sintoma que conhecemos como dor de cabeça, que pode atingir qualquer região dessa área do corpo.2 No entanto, ela também se divide em diferentes subtipos, e um deles é a cefaleia em salvas.3

Mas afinal, o que é cefaleia em salvas? Responderemos a essa pergunta na sequência, assim como traremos várias outras informações sobre esse assunto. Então, se você tem dúvidas ou gostaria de aprender um pouco mais para se cuidar melhor ou de alguém, continue a leitura!

O que é cefaleia em salvas?

A cefaleia em salvas é um tipo de dor de cabeça intensa e altamente debilitante. Ela ocorre em ataques ou surtos, que geralmente duram de semanas a meses, seguidos por períodos de remissão que podem se estender por mais de um mês.3

Durante esses momentos de crise, os pacientes experimentam dor intensa e aguda em regiões específicas da cabeça, geralmente ao redor dos olhos e/ou região das têmporas.3

Vários fatores podem desencadear o problema, incluindo consumo de álcool, mudanças climáticas, exposição a odores fortes e luzes intensas. Esses desencadeadores variam de pessoa para pessoa, mas muitos pacientes identificam padrões específicos que antecedem suas crises.3

Como se caracteriza a cefaleia em salvas?

Os sintomas incluem dores que duram entre 15 e 180 minutos, com uma frequência que pode variar de uma crise em dias alternados até oito episódios diários. Em média, os pacientes experimentam cerca de três crises por dia, geralmente no mesmo horário, seguindo um padrão.3

Esse tipo de cefaleia é mais comum entre o público masculino, com uma proporção de cerca de quatro homens para cada mulher afetada. O primeiro surto costuma ocorrer entre 20 e 30 anos de idade.3

Quais os sintomas da cefaleia em salvas?

Agora que você já entende um pouco sobre o assunto, é hora de compreender quais são os sintomas desse problema. Dessa forma, será mais fácil identificá-los em seu dia a dia e buscar ajuda médica, já que toda dor de cabeça com estas características deve ser avaliada e investigada. Continue para saber mais!

Dor de cabeça intensa e localizada

A cefaleia em salvas é caracterizada por uma dor aguda, penetrante ou ardente, normalmente concentrada em um lado da cabeça, ao redor do olho. Estudiosos a descrevem como uma das experiências mais dolorosas que um indivíduo pode vivenciar, que muitas vezes leva à incapacidade de realizar atividades cotidianas.4

Sintomas sazonais ou em horários específicos

Os episódios de cefaleia em salvas tendem a ocorrer em padrões temporais distintos, podendo estar associados a determinadas épocas do ano ou a horários específicos do dia. Essa característica ajuda os médicos no diagnóstico e na diferenciação desse tipo de dor de cabeça de outras condições.4

Início e término rápidos das crises

Um dos aspectos marcantes da cefaleia em salvas é o fato de a dor começar e parar rapidamente, muitas vezes sem aviso prévio. As dores de cabeça podem aparecer de maneira súbita, atingindo um pico de intensidade em poucos minutos, e depois diminuir gradualmente também em um período curto. Devido a esta característica (por ser uma dor intensa e muitas vezes súbita)a avaliação médica de emergência é sempre indicada.4

Sintomas adicionais durante as crises

Fora a dor de cabeça intensa, os pacientes podem experimentar sintomas como lacrimejamento e vermelhidão nos olhos. Na maior parte das vezes, o lado afetado pela dor é o lado com sintomas oculares, que também podem incluir “queda” e inchaço da pálpebra e mudança no tamanho das pupilas.3,4

Além disso, náuseas são bem frequentes. Por isso, alguns pacientes podem sentir enjoo durante as crises. O suor excessivo também é um possível sintoma, especialmente no rosto e do lado afetado pela dor.3,4

Por fim, ocasionalmente, há a presença de sintomas nasais. Os mais comuns são a congestão e a coriza, ou seja, o entupimento do nariz ou a sensação de que ele está escorrendo.3,4

Quais as causas da dor de cabeça em salvas?

Chegou a hora de você conhecer as causas da cefaleia em salvas! Assim, será mais fácil compreender se você faz parte dos grupos de risco para desenvolvimento do problema e, com isso, ter uma atenção maior em relação à própria saúde.

De modo geral, as causas da cefaleia em salvas ainda não estão completamente esclarecidas devido à relativa raridade dessa condição e ao tamanho limitado das amostras de estudo disponíveis. No entanto, várias teorias têm sido propostas e investigadas.5 Confira a seguir!

Genética

Estudos sugeriram a presença de um componente genético na cefaleia em salvas. Assim, às vezes, o problema pode passar de pais para filhos. Isso significa que se alguém da sua família tem essa dor de cabeça, suas chances de tê-la também são potencialmente maiores.5

Sistema trigeminovascular, fibras nervosas parassimpáticas e hipotálamo

Na nossa cabeça, temos alguns nervos que podem ficar sensíveis e causar muita dor. Eles estão relacionados a uma parte do cérebro chamada hipotálamo. Porém, os especialistas ainda tentam entender como essas partes funcionam juntas.5

O hipotálamo está associado de forma definitiva com as cefaleias em salvas. Ele é importante porque está ligado ao nosso relógio biológico, o que explica por que as dores de cabeça podem acontecer em certos momentos do dia. Novamente, ainda é preciso compreender melhor o papel dessa estrutura no problema.5

Já as fibras nervosas parassimpáticas são nervos responsáveis por reações como coriza e lacrimejamento. Eles também têm algo a ver com as dores de cabeça, mas ainda não sabemos muito bem como. Embora faça parte do quadro clínico da cefaleia em salvas, o gatilho exato para a ativação do reflexo trigeminal não é totalmente compreendido.5

Há gatilhos para a cefaleia em salvas?

Gatilho é o nome dado a um evento que inicia um processo em determinada doença ou condição. Pode ser físico ou psicológico e vai depender de cada problema estudado.6 Sendo assim, a resposta é sim, há gatilhos para a cefaleia em salvas.5 Confira alguns dos principais, a seguir!

Assistir televisão

Algumas pessoas podem experimentar dores de cabeça durante ou após assistirem televisão, especialmente se a prática for por longos períodos ou em uma tela muito brilhante.5

Luz forte

O brilho intenso, como a luz solar direta ou a luz forte de lâmpadas, é outro potencial causador de dores de cabeça em pessoas suscetíveis à cefaleia em salvas. Ele pode irritar os olhos e desencadear uma crise, assim como nos casos gerados pela televisão.5

Consumo de álcool

O álcool é conhecido por ser um gatilho para as crises de cefaleia em salvas em muitas pessoas. Seu consumo excessivo pode desencadear uma crise ou piorar os sintomas em quem já apresenta essa condição.5

Clima quente

Existem pessoas que têm crises de cefaleia em salvas provocadas provavelmente por temperaturas altas e clima quente. O calor excessivo pode causar esse tipo de dor de cabeça ou aumentar sua intensidade.5

Estresse

Situações estressantes podem desencadear ou piorar os sintomas da cefaleia em salvas em algumas pessoas. O estresse emocional ou físico pode ser um fator desencadeante para crises.5

Uso de nitroglicerina

Determinados medicamentos contendo nitroglicerina, usados para tratar problemas cardíacos, podem desencadear dores de cabeça em pessoas propensas à cefaleia em salvas.5

Atividade sexual

Algumas pessoas podem experimentar dores de cabeça durante ou após a atividade sexual, especialmente durante o orgasmo, sendo sempre uma condição que exige uma avaliação médica de urgência, para afastar outras causas. O ato, portanto, é um possível gatilho para as crises de cefaleia em salvas.5

Mudança para uma altitude elevada

Mudanças bruscas de altitude, como subir para áreas montanhosas, podem desencadear crises de cefaleia em salvas em algumas pessoas. A diminuição do nível de oxigênio no ar em altitudes mais elevadas é um potencial fator desencadeante para as dores de cabeça.7

Exercício físico ou esforço significativo

O exercício intenso ou a realização de atividades que exigem esforço físico significativo, podem desencadear dores de cabeça em pessoas que sofrem cefaleia em salvas. No entanto, estas condições também exigem uma avaliação médica de urgência, para afastar outros problemas neurológicos.7

Alimentos que contêm nitratos

Alimentos que contêm nitratos, como bacon, salsichas e outros embutidos processados, também são considerados gatilhos para dores de cabeça em algumas pessoas.7

Como obter o diagnóstico?

O diagnóstico da cefaleia em salvas é principalmente clínico, o que significa que é feito com base nos sintomas e na história clínica do paciente, ou seja, dependem de uma avaliação médica como citado acima.5

De acordo com os critérios de diagnóstico, para ser diagnosticado com cefaleia em salvas, um paciente deve atender a todos estes:

  • pelo menos cinco ataques de dor de cabeça;
  • crises caracterizadas por dor intensa, geralmente em um lado da cabeça, que dura de 15 a 180 minutos quando não tratada;
  • durante parte do tempo do curso da cefaleia em salvas, as crises podem ser menos intensas e variar de acordo com a duração — mais longas ou mais curtas;
  • presença de ao menos um dos sintomas a seguir, no mesmo lado da dor — lacrimejamento, suor na testa e no rosto, congestão nasal ou coriza, inchaço nas pálpebras, contração da pupila ou queda da pálpebra e sensação de agitação ou inquietação;
  • cerca de uma a oito crises por dia.5

Além disso, é importante que as crises não sejam justificadas por outros tipos de cefaleia. Também se deve eliminar outras possíveis causas para a manifestação dos sintomas apresentados.5

Sendo assim, é preciso realizar exames de imagem, como ressonância magnética (RM) ou tomografia computadorizada (TC) da cabeça. O objetivo é descartar quaisquer anormalidades estruturais.5

Alguns dos diagnósticos diferenciais (ou seja, condições que apresentam sintomas semelhantes e devem ser descartadas ao longo do processo de investigação) são:

  • cefaleia trigeminal autonômica;
  • cefaleia tensional;
  • neuralgia do trigêmeo;
  • enxaqueca;
  • anomalias vasculares;
  • dissecção da artéria carótida;
  • aneurismas arteriais;
  • trombose venosa cerebral;
  • neoplasias (tumores) intracranianas e outros.5

Quais os tratamentos indicados?

De modo geral, há duas abordagens no tratamento das cefaleias em salvas. Assim, a terapia pode ser dividida entre os cuidados com as crises agudas e os tratamentos preventivos, que visam reduzir a ocorrência de novas crises.5 Acompanhe mais detalhes nos próximos tópicos!

Tratamento das crises agudas

Primeiramente, vamos falar sobre as crises agudas. Esse é o momento do ataque de dor. Sendo assim, o objetivo do tratamento é reduzir a dor e o desconforto do paciente. Veja quais são as abordagens mais comuns!

Terapia com oxigênio

A terapia com oxigênio a 100% é uma das mais conhecidas para as crises agudas de cefaleia em salvas. Essa abordagem é altamente recomendada e é única para a condição em comparação com outros tipos de dores de cabeça.5

Pelo menos 66% dos pacientes respondem bem à terapia com oxigênio, e ela é eficaz em menos de 10 minutos. Além disso, é uma alternativa que não apresenta riscos ou efeitos colaterais significativos.5

Tratamento preventivo

Agora, é hora de falarmos sobre prevenção. Pessoas que já passaram por crises de cefaleia em salvas podem se beneficiar de estratégias para diminuir as chances de novas ocorrências. Entenda como isso é feito!

Bloqueio suboccipital

Esse é um tratamento fortemente recomendado para a prevenção das cefaleias em salvas. Os eventos adversos são leves, incluindo dor transitória no local da injeção e leve dor de cabeça, um fator limitante a este procedimento é que necessita de um médico treinado para fazê-lo.5

Uso de medicamentos

Há opções de medicamentos que são prescritos com sucesso, especialmente para pacientes com cefaleias em salvas crônicas e episódicas.5

Um exemplo de medicamento que pode ser usado é a classe de anticorpos monoclonais anti CGRP (peptídeo gene relacionado à calcitonina), sendo importante saber que apenas um destes anticorpos tem aprovação para o uso em cefaleia em salvas. Eles atuam em uma substância que dispara as crises da dor e são aplicados em injeções mensais, aliviando as dores de cabeça na cefaleia em salvas e trazendo mais conforto para os pacientes.8

Quais os fatores de risco para cefaleia em salvas?

Fator de risco é o nome dado a um evento, característica ou hábito que aumenta o risco de alguém desenvolver certo tipo de problema de saúde.9 No caso da cefaleia em salvas, eles incluem:10

  • hábito de fumar — fortemente associado à cefaleia em salvas e à sua gravidade;
  • consumo de álcool — também pode aumentar o risco de desenvolver crises de dor de cabeça e torná-las mais intensas;
  • trauma craniano — lesões na cabeça podem aumentar o risco de desenvolver essa condição;
  • ser do gênero masculino — a cefaleia em salvas é mais prevalente em homens;
  • histórico familiar — existe uma ligação genética entre a cefaleia em salvas e a história familiar da doença.

Vale lembrar que, embora o problema seja mais prevalente entre os homens, observa-se uma proporção maior de mulheres em casos familiares. Assim, é possível estabelecer uma relação entre fatores genéticos e o gênero feminino.10

Há complicações associadas a esse problema?

Estamos perto de terminar nossa conversa, mas ainda precisamos abordar alguns tópicos. Um deles se refere às possíveis complicações associadas aos episódios de cefaleia em salvas e sua presença no dia a dia. Conheça as principais!

Condições psiquiátricas

Há uma associação frequente entre esse tipo de dor de cabeça e condições psiquiátricas, como depressão, ansiedade e comportamento agressivo. As tentativas de suicídio são raras. Porém, esses quadros aumentam a carga da cefaleia e podem afetar bastante a qualidade de vida do paciente.5

Disfunção autonômica

A função autonômica do sistema nervoso, que controla funções involuntárias do corpo, pode ser afetada. As manifestações possíveis são nas formas de bradicardia (batimentos cardíacos lentos), taquicardia (batimentos cardíacos rápidos), hipertensão e arritmias cardíacas.5

Risco cardiovascular

O paciente com cefaleia em salvas têm um risco aumentado de não apresentar queda fisiológica da pressão arterial durante o sono (descenso noturno), o que pode levar a danos nos órgãos e aumentar o risco de doenças cardiovasculares.5

Quais são os outros tipos de cefaleia?

Conforme vimos no começo do conteúdo, cefaleia é um termo generalista que nomeia qualquer tipo de dor na região da cabeça.2 Portanto, há outras subdivisões para você conhecer. Continue para descobrir quais são elas e aprender a diferenciá-las.

Enxaqueca

Uma enxaqueca geralmente ocorre como uma dor de cabeça muito forte, com dor pulsante em um lado. É comum e existem medidas que você pode tentar para combatê-la. O tratamento vai desde combinação de medicamentos até mudanças no estilo de vida, como diminuir a ingestão de cafeína e se alimentar em horários regulares.11

Sintomas comuns incluem dor intensa em um lado da cabeça, fadiga extrema, mudanças de humor, náuseas, vômitos, intolerância ao barulho e à luz e, em alguns casos, auras visuais (como ver linhas em zigue-zague ou luzes piscantes) ou auras sensitivas (como formigamento).11

Cefaleia tensional ou cefaleia do tipo tensão

A maioria das pessoas experimenta as cefaleias tensionais. Você pode tratá-las com analgésicos, mas consulte um médico se tiver dores de cabeça.12

Sintomas comuns incluem dor em ambos os lados da cabeça, sensação de pressão ou aperto na cabeça e sensibilidade ao toque. Elas podem durar em torno de 30 minutos ou vários dias.12

Cefaleia hípnica

A cefaleia hípnica é um distúrbio de dor de cabeça raro que ocorre apenas durante o sono e acorda o indivíduo afetado. Por esse motivo, o quadro também é chamado de “dor de cabeça do despertador”.13

Essas dores de cabeça se manifestam quando a pessoa está dormindo e duram de 15 minutos a 4 horas após ela acordar. Podem ser bilaterais e variam de leve a grave, às vezes com sintomas semelhantes aos de enxaqueca, como náuseas, sempre sendo necessária uma avaliação médica para seu diagnóstico.13

Qual a importância da campanha Maio Bordô?

Cefaleia em salvas: o que saber sobre essa dor intensa

Para fechar o conteúdo, vamos voltar à origem do nosso bate-papo: o Maio Bordô. Conforme citamos na introdução, esse é o mês conscientizador sobre as cefaleias.1

A campanha de 2024 trouxe o slogan “3 é demais”. Significa que a pessoa deve procurar um médico se tiver três ou mais dores de cabeça por mês, por mais de três meses consecutivos.1

Isso é fundamental porque muitas vezes as dores de cabeça são tratadas de forma casual, quando, na verdade podem indicar condições médicas subjacentes que requerem atenção e tratamento adequados.1 Continue para saber mais sobre a importância dessa iniciativa!

Esclarecimento de dúvidas

Ao fornecer informações precisas e acessíveis, a campanha capacita as pessoas a reconhecerem os sinais de alerta de condições médicas subjacentes e a procurarem ajuda médica quando necessário.1

Mudança da percepção pública

Um dos principais benefícios da campanha é sua capacidade de mudar a percepção pública sobre as dores de cabeça, muitas vezes subestimadas e mal compreendidas.1

Explicação sobre sintomas e tratamentos

A campanha Maio Bordô fornece informações detalhadas sobre os sintomas característicos de diferentes tipos de dores de cabeça. Dessa maneira, ajuda as pessoas a identificarem suas próprias experiências e a buscarem ajuda médica.1

Divulgação de novidades e inovações

A campanha também serve como uma plataforma para divulgar novidades e inovações no campo do diagnóstico e do tratamento de dores de cabeça. Assim, contribui para manter o público atualizado sobre os últimos avanços científicos e médicos.1

Melhora da qualidade de vida da população

Por fim, o principal benefício da campanha Maio Bordô é sua capacidade de melhorar a qualidade de vida da população ao fornecer informações, apoio e recursos para as pessoas que sofrem de dores de cabeça.1

Agora você já sabe o que é cefaleia em salvas e tem muitas informações sobre esse problema, que pode ser complexo e trazer prejuízos à rotina das pessoas afetadas. Caso você conviva com sintomas dessa condição, não deixe de buscar suporte médico!

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Referências:

1. Academia Brasileira de Neurologia (ABN). Maio Bordô alerta para as cefaleias: 3 é demais! São Paulo, 23 abr. 2024. [Internet]. Disponível em: https://abneuro.org.br/2024/04/23/maio-bordo-alerta-para-as-cefaleias-3-e-demais/. Acesso em: 11 maio 2024.

2. Brasil, Ministério da Educação. Empresa brasileira de serviços hospitalares (EBSERH). Especialistas explicam que cefaleia tem tratamento e não deve ser negligenciada. Ministério da Educação, Brasília, 19 maio 2023. [Internet]. Disponível em: https://www.gov.br/ebserh/pt-br/comunicacao/noticias/especialistas-explicam-que-cefaleia-tem-tratamento-e-nao-deve-ser-negligenciada. Acesso em: 11 maio 2024.

3. Rocha, C. F. B. et al. Cluster headache: a challenging headache. Rev Med Minas Gerais 2014; 24(1): 31-34. Disponível em: https://www.rmmg.org/artigo/detalhes/599. Acesso em: 11 maio 2024.

4. NHS. Cluster headaches. 2023 [Internet]. Disponível em: https://www.nhs.uk/conditions/cluster-headaches/. Acesso em: 11 maio 2024.

5. Kandel SA, Mandiga P. Cluster Headache. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2024 Jan-. Dísponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK544241 . Acesso em: 11 maio 2024.

6. National Cancer Institute. NCI Dictionary of Cancer Terms. [Internet]. Disponível em: https://www.cancer.gov/publications/dictionaries. Acesso em: 11 maio 2024.

7. Johns Hopkins Medicine. Cluster Headaches. [Internet]. Disponível em: https://www.hopkinsmedicine.org/health/conditions-and-diseases/headache/cluster-headaches. Acesso em: 11 maio 2024.

8. Sociedade Brasileira de Cefaléia. A Nova Era No Tratamento para Enxaqueca, os anticorpos monoclonais anti-CGRP. Disponível em: https://sbcefaleia.com.br/noticias.php?id=412. Acesso em: 27 maio. 2024.

9. National Cancer Institute. NCI Dictionary of Cancer Terms. [Internet]. Disponível em: https://www.cancer.gov/publications/dictionaries/cancer-terms/def/risk-factor. Acesso em: 11 maio 2024.

10. Elbadawi ASA, Albalawi AFA, et al. Cluster Headache and Associated Risk Factors: A Systemic Review and Meta-Analysis. Cureus. 2021 Nov 5;13(11):e19294.. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8645418/. Acesso em: 11 maio 2024.

11. NHS. Overview – Migraine. 2022 [Internet]. Disponível em: https://www.nhs.uk/conditions/Migraine/. Acesso em: 11 maio 2024.

12. NHS. Tension-type headaches. 2022 [Internet]. Disponível em: https://www.nhs.uk/conditions/tension-headaches/. Acesso em: 11 maio 2024.

13. American Migraine Foundation. Hypnic Headache. 2017 [Internet]. Disponível em: https://americanmigrainefoundation.org/resource-library/hypnic-headache/. Acesso em: 11 maio 2024.