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Ondas de calor que aparecem do nada, suor excessivo, noites maldormidas… Os fogachos são típicos da menopausa.1 Eles não só acompanham parte considerável das mulheres durante anos após a última menstruação1, como também podem aparecer com uma década de antecedência.2

Ou seja, os fogachos são também um dos sintomas mais persistentes nessa fase da vida.

A boa notícia é que existem muitas formas de amenizar esse desconforto. Uma delas é a terapia hormonal, que tem ganhado destaque por oferecer alívio significativo dos fogachos e de outros sintomas da menopausa.3-4 Quando acompanhada por um médico, a terapia hormonal pode devolver o equilíbrio que o corpo perde com a queda dos hormônios femininos, ajudando a recuperar o sono, o humor e a disposição.5

Apesar dos benefícios, ainda existem muitas dúvidas e mitos em torno da terapia hormonal – e é justamente por isso que preparamos uma cartilha simples e direta explicando o que causa os fogachos e como a reposição hormonal pode te ajudar a controlar este e vários outros sintomas da menopausa. Confira abaixo!

Referências:

1. Iliodromiti S, Sattar N, Delles C, Nelson SM, Gill JMR, Lumsden M. Menopausal hot flashing and endothelial function in two vascular beds: findings from a cross-sectional study of postmenopausal women. Menopause. 2019;26(9):1002-1009.

2. Bansal R, Aggarwal N. Menopausal Hot Flashes: A Concise Review. J Midlife Health. 2019;10(1):6-13.

3. Flores VA, Pal L, Manson JE. Hormone Therapy in Menopause: Concepts, Controversies, and Approach to Treatment. Endocr Rev. 2021;42(6):720-752.

4. Consenso brasileiro de terapêutica hormonal da menopausa. Associação Brasileira de Climatério, 2018. Disponível em: https://s3.sa-east-1.amazonaws.com/web.diacordis.com.br/wpcontent/uploads/2021/10/15090513/libbs-2018-sobrac-1.pdf. Acessado em: 11/01/2024.

5. Kuhl H. Pharmacology of estrogens and progestogens: influence of different routes of administration. Climacteric. 2005;8 Suppl 1:3-63. 8. Pardini D. Terapia de reposição hormonal na menopausa. Arq Bras EndocrinolMetab. 2014;58(2):172-181.