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Publicado em: 20 de fevereiro de 2023
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Conviver com a dor. Já imaginou que isso seria possível? Se você abriu este artigo, é bem provável que sim. Afinal, por muito tempo, essa foi a realidade de pacientes que sofrem com a fibromialgia, o tema do nosso bate-papo de hoje.
As dores na fibromialgia são generalizadas, ou seja, afetam o corpo inteiro. A curto e longo prazo, isso traz efeitos muito negativos para a qualidade de vida.1 Afinal, evita que o paciente interaja com a sociedade e consiga realizar as tarefas do seu dia a dia.
Mas, o que é fibromialgia? Como ela surge? Quais são os tratamentos possíveis? Neste artigo, vamos contar tudo o que você deve saber sobre essa doença. Boa leitura!
A fibromialgia é uma condição que causa dor crônica e generalizada, com a sensação de queimação, pontadas ou rigidez.1
Estima-se que ela atinja entre 2% a 4% da população mundial, sendo essa uma doença muito subnotificada. Ou seja, muitas pessoas lidam com ela em seu dia a dia, mas não têm um diagnóstico formal. Consequentemente, acabam não seguindo um tratamento adequado para o problema.1
Agora que você já sabe o que é fibromialgia, é hora de conhecer os sintomas2 dessa doença. Veja a seguir!
Sabe aquela sensação de completa exaustão física ou mental? Isso é fadiga! Esse é um dos sintomas mais frequentes da fibromialgia. Ele ocorre devido ao cansaço gerado pela dor crônica sentida por quem tem o distúrbio.
Mudanças no padrão de sono também são muito comuns. Se você lida com dores e não consegue dormir por conta delas, fique de olho. Mesmo que a sensação de desconforto seja generalizada, ombros, nuca, cotovelos, lombar, mãos e pés são as regiões mais afetadas.
Viver com dor é um verdadeiro tormento. Por isso, é comum que os pacientes com fibromialgia também passem a apresentar episódios de ansiedade e tristeza frequentes. Não se esqueça de que depressão e dor crônica caminham lado a lado, se influenciando intimamente.
O sintoma mais clássico da fibromialgia é a dor nos músculos e articulações. Como vimos, não há uma regra sobre o local onde esse desconforto aparece. Porém, há pontos que costumam representar maior número de queixas.
Fonte: Extraída de Wolfe F, 2011.3
Conhece a sensação de arrepio quando algo encosta em você? Essa é uma resposta normalmente relacionada à inflamação. Além disso, é algo muito frequente em pacientes que apresentam fibromialgia. Por isso, se isso está frequente no seu dia a dia, fique de olho!
É normal existirem pessoas mais “friorentas” ou “calorentas”. Contudo, se você está experienciando algo muito extremo em relação às temperaturas, é bom procurar a opinião de um médico. As temperaturas não devem nos deixar extremamente desconfortáveis.
A rigidez muscular pode estar associada a uma grande variedade de problemas de saúde, sendo a fibromialgia um deles. É comum vivenciar essas sensações de vez em quando. Mas caso essa se torne uma queixa frequente, é hora de agendar uma consulta e relatar isso a um profissional.
O termo cognitivo está relacionado com o processo de aprendizado, ou seja, de ganho de conhecimento. Por isso, esquecimento, dificuldade em aprender, alterações na fala, problemas para lembrar nomes ou palavras podem estar relacionados à progressão da fibromialgia.
Alguns pacientes, ainda que em menor escala, também relatam a tontura como um sintoma frequente em seu dia a dia. Lembrando que esse também é um sinal inespecífico e que pode estar associado a outras questões.
Além das tonturas, outro comum sinal neurológico está relacionado às dores de cabeça. Elas podem ser causadas pelo estresse gerado pela dor e pelo desconforto, ou até mesmo por fatores inflamatórios.
A diarreia é outro sintoma relatado por alguns pacientes com fibromialgia, ainda que menos frequentemente. É importante, então, relatá-lo ao seu médico, caso vá fazer um check-up e avaliar a possibilidade de ter o problema.
Muitos pacientes com essa doença relatam a “síndrome das pernas inquietas”. Ela acontece quando há uma vontade incontrolável de sacudir os membros inferiores. Isso já aconteceu com você? É outro sintoma importante e que deve ser anotado!
Por fim, temos os formigamentos nos pés e nas mãos. Os processos inflamatórios causados pela fibromialgia podem atingir estruturas nervosas. Isso faz com que muitas pessoas notem formigamentos e sensação de dormência nas extremidades do corpo, mesmo sem ter alterações circulatórias.
Não necessariamente. Antes do diagnóstico, é comum que os pacientes achem que o que têm é algo passageiro. Isso acontece, porque os sintomas podem ir e voltar, variar em intensidade ou simplesmente sumir por algum tempo.4
Normalmente, eles ficam mais intensos em períodos de altos níveis de estresse.4 Essa é uma boa maneira de observá-los!
Ainda não se sabe exatamente quais são os fatores que fazem com que a fibromialgia surja. No entanto, há teorias5 que envolvem algumas questões:
Os neurotransmissores são uma espécie de substância que levam as mensagens aos neurônios e às células do sistema nervoso. Essas alterações que ocorrem neles fazem com que a resposta à dor fique “desorganizada” ou até mesmo superestimulada.6
Além disso, é possível estabelecer uma relação entre a presença de outras doenças — como lúpus, osteoartrite e outras — e a ocorrência da fibromialgia. E não é para menos. Afinal, pessoas com um tipo de doença crônica têm mais chances de desenvolver outras enfermidades.6
Sim! De acordo com os dados obtidos ao longo dos anos, é notável que as mulheres têm mais chances de desenvolver esse problema.7 Ainda não se sabe exatamente o porquê, mas a suspeita é de que exista alguma relação entre os hormônios femininos e a fibromialgia.
Depois, um dos maiores fatores de risco é ter uma condição crônica pré-existente, como as mencionadas anteriormente. E, por fim, o fator genético. Ter uma pessoa com fibromialgia na família não quer dizer que você também desenvolverá o problema. Porém, pode ser um indicativo de que há mais chances disso acontecer.7
Ao que tudo indica, a fibromialgia é uma condição genética. No entanto, ela se mantém “adormecida” e pode permanecer assim por muitos e muitos anos. De repente, as dores e desconfortos podem aparecer.8 Mas, por que isso acontece?
Há, na genética, algo conhecido como gatilho. É um evento que pode fazer com que genes se expressem, permitindo que doenças, até então latentes, se manifestem.8
Mas quais são os gatilhos envolvidos com a fibromialgia? Alguns deles podem ser:
Ou seja, não há como prevê-los. Qualquer tipo de estresse ou trauma, seja físico ou psicológico, pode desencadear a doença.6
O mais comum é que a fibromialgia apareça entre os 30 e 60 anos.9 Além disso, ela costuma acometer mais as pessoas do sexo feminino.
No entanto, não se engane. Há relatos de casos em pessoas de praticamente todas as faixas etárias — por exemplo, dos 20 aos 85 anos10 — e homens também são afetados. Por isso, é importante se manter alerta aos sintomas ao longo de toda a sua vida. Afinal, não é possível bater o martelo quanto à idade em que a doença se desenvolverá.
O diagnóstico da fibromialgia inclui alguns passos.11 Veja quais são, a seguir!
O primeiro passo para o diagnóstico da fibromialgia é a realização de um check-up completo.3 Ele pode ser feito com exames como hemograma, função renal e hepática, dosagem de algumas vitaminas (dentre elas, a D e a B12) e muito mais.12
O motivo disso? Exclusão. Outras doenças e problemas podem gerar sintomas semelhantes, sendo necessário excluí-los logo de cara. Além disso, esses exames dão ótimas dicas de como anda a sua saúde. Ou seja, trazem informações se há ou não a presença de infecções, entre outras.
O segundo passo é a observação dos sintomas. Nos anos 90, o diagnóstico era baseado majoritariamente na compressão dos pontos de dor — sobre os quais já falei anteriormente.3 Hoje, essa técnica caiu em desuso e é mais frequente que os médicos peçam um relato detalhado dos sintomas.3
A partir desse relato, é possível estabelecer relações entre as principais queixas dos pacientes. Em muitos casos, o diagnóstico é fechado apenas com essa observação aliada a um bom exame físico.
Por fim, alguns testes complementares podem ser solicitados pelo seu médico. O objetivo é talvez excluir outras enfermidades ou simplesmente entender melhor o seu caso. Lembrando que, mesmo assim, a variedade de exames solicitada pode ser diferente de pessoa para pessoa. Tudo depende do que você está apresentando como sintomas.
Um bom exemplo é a tomografia computadorizada.13 É um exame de imagem indolor e não invasivo que promove a obtenção de imagens detalhadas sobre diversos órgãos. Isso inclui o cérebro e as estruturas que o envolvem. Exames de raios X também podem ser pedidos.
A fibromialgia é uma doença crônica, ou seja, que não tem cura. Então, é necessário utilizar recursos que melhorem a qualidade de vida do paciente, a fim de deixá-lo confortável e sem dores incapacitantes.
Veja, a seguir, algumas estratégias comumente utilizadas!
A alimentação faz parte da base da nossa saúde. É a partir dela que ingerimos os nutrientes necessários e conseguimos boa parte do que precisamos para manter uma vida saudável. Em casos específicos e sob supervisão médica, a suplementação também pode ajudar.
Então, a dica é: mantenha o seu prato sempre colorido, investindo em fontes diferentes de vitaminas e minerais. Além disso, evite alimentos ultraprocessados ou muito gordurosos. Tudo isso ajuda a reduzir a inflamação e a melhorar a qualidade de vida.
A prática de exercícios físicos é uma ótima maneira de fazer com que o seu corpo produza e libere substâncias benéficas. Como exemplo, cito a endorfina e a serotonina. E você se lembra que a deficiência desses compostos está relacionada com o desenvolvimento da fibromialgia?
Então, saiba que essa é uma grande vantagem para o seu corpo. Afinal, previne crises e ajuda você a ficar sem dores e desconfortos ao longo do dia. No entanto, fique alerta: a atividade escolhida deve respeitar os seus limites. Além disso, deve ser prazerosa e agradável. Pegue leve!
A higiene do sono também ajuda muito na hora de manter uma vida livre das dores da fibromialgia. Esse é o nome dado a um conjunto de técnicas que nos ajuda a regular os padrões da hora de dormir e acordar.
Algumas dicas envolvidas no processo são: tenha sempre um horário para deitar e levantar. Evite também o uso de aparelhos eletrônicos cerca de uma hora antes de dormir. Além disso, fuja da prática de exercícios durante a noite.
Crises de fibromialgia também são ativadas por gatilhos, especialmente o estresse elevado no dia a dia. Então, é recomendado evitar esse tipo de situação para manter o corpo sempre em equilíbrio.
Invista em técnicas relaxadoras e faça mudanças em sua rotina, que beneficiem o seu bem-estar físico e mental. E mais, não deixe de respeitar os seus limites, tanto os do corpo quanto os da mente.
Outra boa maneira de limitar o estresse e conhecer os seus gatilhos mentais para a fibromialgia é investir em uma boa terapia.
O acompanhamento psicológico ajuda bastante no controle de questões emocionais. Além disso, permite que você se conheça melhor, se respeite e aprenda a lidar com a vida como ela é. Essa é uma oportunidade de crescimento pessoal e evolução!
Por fim, a realização da fisioterapia é uma ótima estratégia para quem lida com as dores da fibromialgia.
O fisioterapeuta é o profissional responsável pelo estudo do movimento. Sendo assim, ele conseguirá ajudar você a controlar as dores ao se mexer. Também, vai permitir o fortalecimento gradual da musculatura e o seu relaxamento.
A boa notícia é que há tratamento para a fibromialgia. A ciência não descansa e está sempre em busca de novas alternativas para melhorar a qualidade de vida desses pacientes.
Conheça, então, algumas opções de tratamentos para essa doença.
O tratamento medicamentoso é uma das principais armas contra a fibromialgia. A dor é controlada a partir do uso de analgésicos (de diferentes classes). Por vezes, também é manejada com a adição de alguns anticonvulsivantes e antidepressivos.14
A terapia antidepressiva, inclusive, é uma boa estratégia para ajudar o paciente a lidar com episódios de natureza emocional. Além disso, outros fármacos podem ser empregados para tratar os sintomas, como é o caso das alterações gastrointestinais e do sono.14 De qualquer modo, sempre evite a automedicação. Converse com o seu médico!14
O apoio da fisioterapia, como mencionado anteriormente, é de fundamental importância para o tratamento da fibromialgia.15
Com as sessões, é possível ganhar força e controle sobre os próprios movimentos, otimizando as chances de ter a dor reduzida. Essa é uma terapia complementar.15
Terapia ocupacional é o nome dado à área da saúde que trabalha a cognição. A partir de atividades variadas, os pacientes utilizam as estratégias para desenvolver o cérebro, os movimentos e reduzir o estresse.14
Além disso, trabalha também o emocional, com foco na autonomia do paciente. Ela tem, portanto, se mostrado como uma terapia interessante para o tratamento coadjuvante nos casos de fibromialgia.14
A acupuntura é uma técnica milenar que utiliza pontos-chave do organismo como foco de estimulação em busca do equilíbrio. Ela traz melhoras clínicas para muitas condições, sendo a fibromialgia uma delas.14
Além de ajudar no controle da dor, a acupuntura melhora a movimentação e relaxa o corpo, diminuindo também o estresse. Outra vantagem está no fato de que, se necessário, sintomas variados podem ser tratados com a técnica.14
O controle emocional é indispensável no tratamento da fibromialgia. Por isso, o acompanhamento com psicólogos e outros profissionais da saúde mental se faz essencial no manejo dessa doença.16
O número de sessões e a vertente abordada poderão variar de acordo com inúmeros aspectos. No entanto, sempre que possível, invista nesse tipo de terapia!
Por fim, temos o uso de terapias diversas como estratégia para controle da fibromialgia. O seu uso ainda está em estudo, mas já tem demonstrado uma certa vantagem quando associado a um tratamento mais conservador.17
Alguns exemplos são as massagens, o uso do óleo de canabidiol (CBD), a prática regular de yoga e a hidroterapia.17 Por isso, o indicado é sempre contar com o suporte de uma equipe multidisciplinar, a fim de entender quais são as tendências no tratamento da fibromialgia.
Como vimos, há muitos gatilhos que podem ativar a fibromialgia. Portanto, nem sempre é possível prevenir o desenvolvimento dessa doença. Porém, você pode tentar manter tais fatores ativadores bem longe do seu dia a dia.
Por isso, invista em estratégias que também fazem parte do tratamento da doença. Um estilo de vida mais saudável é benéfico para todos e pode ajudar! Se alimente bem, busque a prática regular de atividades físicas e mantenha uma vida longe do estresse (dentro do possível, é claro).
Como vimos, a fibromialgia é um problema muito complexo. Ela afeta fortemente a qualidade de vida das pessoas acometidas, trazendo prejuízos para a mobilidade, o sono, a produtividade e várias outras áreas.
Sendo assim, o melhor é sempre focar em um diagnóstico rápido para que, assim, os tratamentos sejam iniciados o quanto antes e adaptados às necessidades do paciente. Mudanças no estilo de vida também devem ser implementadas.
Dessa forma, nada melhor do que procurar apoio médico o quanto antes. Apenas um profissional qualificado poderá fechar esse diagnóstico e orientar sobre o que fazer em seguida. Com o tratamento instaurado, é provável que em breve você observe muitas melhorias.
É possível viver sem dor! Então, para quê continuar nessa? Tome as rédeas da própria saúde e busque suporte assim que possível. A sua qualidade de vida agradece.
Agora, você já sabe o que é fibromialgia e como ela se manifesta no organismo. Então, devo ressaltar que tanto o diagnóstico da doença quanto o seu tratamento devem ser feitos por uma equipe experiente. Além disso, ela também pode prestar o devido suporte nesse momento. Não se esqueça de que é possível conviver com a doença e ter qualidade de vida.
Será que algum dos seus conhecidos lida com a fibromialgia e nem sabe? Ou talvez ele também esteja perdido com o novo diagnóstico? Nesses casos, que tal compartilhar a postagem em suas redes sociais para que outras pessoas possam ser ajudadas? Espalhe essas informações!
Referências:
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2. Ceko M, Bushnell MC, Gracely RH. Neurobiology underlying fibromyalgia symptoms. Pain Res Treat. 2012;2012:585419.
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4. GUPTA, A.; SILMAN, A. J. Psychological stress and fibromyalgia: a review of the evidence suggesting a neuroendocrine link. Arthritis Research & Therapy. 2004, 6(3): 98.
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7. American College of Rheymatology. Fibromyalgia [internet]. Disponível em: <https://www.rheumatology.org/I-Am-A/Patient-Caregiver/Diseases-Conditions/Fibromyalgia>. Acesso em: 30 de mar. 2023.
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