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Publicado em: 30 de maio de 2023
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Não importa o tipo de trabalho, em qualquer um deles, as pessoas estão sujeitas a diversos problemas de saúde. Por exemplo, em 2021, a ergonomia estava relacionada à dor nas costas, segunda maior causa de licenças de trabalho.1 Por essa razão, é importante conhecer e aplicar o conceito de ergonomia, justamente para evitar tais complicações.
Neste guia completo, saiba o que é ergonomia e por que essa ciência é tão importante, conhecendo seus objetivos e para que serve. Além disso, aprenda como aplicá-la no ambiente de trabalho ou em casa. Veja também se é possível ter ergonomia gastando pouco e quais outras dicas seguir para melhorar o ambiente profissional. Boa leitura!
Para começar, é importante entendermos que ergonomia2 é considerada uma ciência. Com seu nome de origem grega significando “normas de trabalho”, ela nada mais é do que o estudo do homem em relação ao seu trabalho, incluindo o contato com máquinas e equipamentos necessários para realizá-lo.
A partir disso, é possível não só evitar más condições de trabalho, mas também melhorá-las, a fim de garantir um ambiente menos prejudicial para as pessoas e que ofereça mais conforto a todos os envolvidos. Diante disso, o funcionário pode trabalhar melhor e mais satisfeito, o que resulta em benefícios para as empresas.
No Brasil, aplicar a ergonomia em ambientes de trabalho é previsto em lei. Aliás, é a Norma Regulamentadora n.º 17 (NR17), criada originalmente em 1978, que orienta sua aplicação.
Nela, estão escritos requisitos e orientações para que os ambientes de trabalho sejam devidamente adaptados, a fim de cumprir a ergonomia.
Para isso, as empresas são orientadas a fazer uma análise profunda e completa das situações de trabalho na empresa, passando por análise de riscos e identificação de possíveis perigos. Assim, a avaliação deve gerar um documento devidamente registrado, que também contenha um plano de prevenção e de ações das soluções ergonômicas a serem aplicadas.
Além destes aspectos, a NR17 também aborda detalhes minuciosos sobre diferentes elementos do trabalho, por exemplo, o uso adequado de mobiliário, o transporte de cargas e o trabalho com máquinas e ferramentas.
Geralmente, quando pensamos em ergonomia, lembramos da postura das pessoas no trabalho. Porém, ela vai bem além. Isso porque a ergonomia se divide em três aspectos importantes.3
Em relação à parte física, a ergonomia foca as reações do corpo e as maneiras de promover a sua segurança — sem comprometer o condicionamento físico.
Por exemplo, ela vai avaliar a postura das pessoas, os movimentos repetitivos realizados e que podem causar condições graves, como a LER (Lesão por Esforço Repetitivo), bem como a melhor maneira para que determinada atividade ou trabalho seja feito sem colocar a integridade da pessoa em risco.
A ergonomia cognitiva aborda o aspecto mental do trabalhador, inclusive em relação à memória, raciocínio e relacionamentos de trabalho.
Assim, pode ser aplicada, por exemplo, no trabalho que envolve pessoas e máquinas; em relação a doenças causadas por estresse mental, como a Síndrome de Burnout e no excesso de trabalho que também pode comprometer a integridade psicológica e física, como no caso da exaustão, da ansiedade, entre outras.
O foco desta modalidade da ergonomia é analisar a estrutura organizacional do trabalho, desde seus processos até políticas. Ele vai abordar, por exemplo:
Como você viu, o principal objetivo da ergonomia é orientar, prevenir e adequar o ambiente e as situações de trabalho, a fim de reduzir possíveis problemas de saúde das pessoas, surgidos com a rotina laboral. Além disso, a ergonomia tem o objetivo de otimizar e de melhorar a produtividade da empresa.
Para isso, o primeiro passo é que a ergonomia seja considerada a partir do cenário local. Ou seja, uma empresa jamais vai usar o plano ergonômico de outra empresa para cumprir com suas obrigações e aplicar a ergonomia.
Isso porque, para aplicá-la, é preciso entender as particularidades do seu próprio ambiente, bem como o perfil dos colaboradores e as atividades que realizam.
Por exemplo, em um banco, onde as pessoas lidam com um grande volume de dados, trabalham no computador e exercem um trabalho minucioso e exigente, o tipo de ergonomia aplicada, inclusive em relação a ações de saúde mental, será uma.
Já em uma loja que vende sapatos e tem um estoque no segundo andar, o estresse mental pode não ser tão grande, mas os riscos de acidente com transporte de caixas e esgotamento físico podem ser mais altos. Por isso, a ergonomia deste lugar vai ser diferente.
Analisando cada ambiente da empresa e realizando as adaptações necessárias, o uso de ergonomia serve para diferentes funções.
A primeira delas é a prevenção. Afinal, ela busca melhorar os aspectos físicos e mentais dos trabalhadores em relação à rotina, o que ajuda a evitar doenças ocupacionais, que interferem em sua qualidade de vida.
Outro aspecto importante é que a ergonomia visa diminuir os riscos de acidente de trabalho, que podem gerar muita dor de cabeça para as empresas. Ela também busca reduzir afastamentos e ausências por problemas de saúde, o que compromete gravemente a produtividade.
Por fim, é uma maneira de garantir a segurança e a saúde do trabalhador, mostrando que a empresa se importa com cada pessoa e toma atitudes para que a ergonomia seja aplicada.
Diante disso, o ambiente de trabalho se torna mais agradável e o funcionário fica mais satisfeito. Isso resulta em um trabalho bem-feito e em aumento de rendimento — sem comprometer a qualidade de vida.
Sim. Não somente pela lei, mas pelas consequências de várias práticas do trabalho. Por exemplo, em 2021, segundo dados do Ministério do Trabalho, problemas na coluna foram a segunda maior causa de afastamentos em empresas.
Já em relação à Síndrome de Burnout, em 2020, o cenário também não era favorável. Na época, 44% dos brasileiros se sentiam exaustos em relação ao trabalho, segundo pesquisa da Microsoft. Inclusive, considerando todos os respondentes do estudo, 33% afirmaram comprometimento no bem-estar pelo trabalho home office, que prejudicou a separação com a vida pessoal.
Além disso, embora a síndrome tenha sido reconhecida como doença ocupacional em 2022, é importante notar que o cenário não é novo. Afinal, mesmo antes da pandemia, estudos relacionados ao Burnout já eram realizados.
Caracterizado4 por esgotamento físico e emocional, isolamento social, insatisfação, entre outros sintomas, ele foi investigado em uma pesquisa da empresa Gattaz Health & Results desde 2015, coordenada por Wagner Gattaz, professor da Universidade de São Paulo (USP). Em outubro de 2022, o estudo foi apresentado no Congresso Brasileiro de Psiquiatria, revelando que 1 a cada 5 brasileiros sofria com a condição.
Sendo assim, a ergonomia é um meio para que empresas e colaboradores encontrem o equilíbrio no ambiente de trabalho, visando favorecer a prevenção da síndrome de Burnout e a melhoria da qualidade de vida, bem como evitar o surgimento de outras condições graves, a exemplo da depressão.
Agora que você viu o que é ergonomia e sua importância, é essencial saber como aplicá-la. Para isso, conheça algumas dicas de ergonomia que vão ajudar tanto no trabalho na empresa quanto no trabalho em home office!
Em uma empresa, o primeiro passo para melhorar a ergonomia é fazer a análise do cenário. Afinal, nem todas as pessoas vão apresentar alguma condição que atrapalhe o seu trabalho ou que necessite de mudança.
Por isso, é importante analisar os ambientes, os equipamentos e as posturas que as pessoas têm quando estão trabalhando.
Já no quesito psicológico, a fim de garantir a saúde mental, ter entrevistas com cada colaborador, entender o que os incomoda, bem como diagnosticar as pessoas que estão estressadas ou apresentam algum transtorno é essencial para o planejamento da ergonomia.
A partir disso, é possível identificar o que funciona na empresa e o que precisa ser mudado. Aliás, isso não vale apenas para grandes corporações, mas também para o trabalho em home office ou home based, aquele em que a pessoa é autônoma e tem o escritório em casa.
No entanto, nestes modelos, é fundamental saber analisar e reconhecer o que se faz de errado, a fim de identificar quais melhorias devem ser feitas.
Por exemplo, se você sabe que determinado mobiliário está causando dores na coluna, é preciso aceitar a condição, buscar um profissional da saúde e investir na troca da mobília para evitar uma piora do quadro.
Além disso, também vale mudar a rotina e estilo de vida, inserindo exercícios especializados para ajudar a fortalecer o corpo. Outra opção é se obrigar a seguir pausas a fim de não se esquecer de relaxar e diminuir o estresse. Uma boa dica nesse sentido é a técnica Pomodoro: coloca-se um cronômetro de 25 minutos (tempo de concentração), com pausas de 5 minutos (tempo de descanso).
Embora exista a NR17 para guiar as empresas na aplicação da ergonomia, é essencial que ela não seja feita de qualquer maneira. Ou seja, não se pode decidir pela troca do mobiliário apenas indo até uma loja e escolhendo a cadeira que tem o rótulo de “ergonômica”.
Para evitar mais problemas e não investir recursos errados, empresas e profissionais autônomos precisam contar com ajuda especializada em ergonomia. Ela pode ser proveniente de qualquer profissional que tenha realizado a especialização em ergonomia, seja da área da Saúde, Engenharia, Segurança do Trabalho, entre outras.5
Assim, é possível mudar apenas o que é necessário, garantindo também maior economia.
Durante o tempo de trabalho, manter uma boa postura é essencial para evitar dores e lesões. Nesse caso, isso não significa ficar rígido o tempo todo, mas sim ajustar a posição conforme a atividade realizada.
Por exemplo, para pessoas que trabalham com computador6 o dia inteiro, é essencial que a cadeira se posicione de forma nem tão alta e nem tão baixa, para que os pés estejam sempre apoiados.
Nesse caso, é até possível usar um apoio para os pés, para deixá-los mais confortáveis. Outra dica é escolher a cadeira com apoio lombar e apoio para os braços, para que os cotovelos fiquem alinhados em um nível de 90°C.6
Já quanto à tela, é essencial que ela fique na altura dos olhos, para que o pescoço não seja dobrado ou esticado demais, além de ser posicionada, pelo menos, a 45 centímetros de distância.6
Por sua vez, em tarefas que envolvam o carregamento de carga6, existem outros cuidados a seguir. Por exemplo, nunca se deve carregar peso na cabeça, preferindo sempre carregá-lo com braços estendidos e próximos ao corpo. Outra dica essencial é deixar o caminho livre e o mais curto possível, a fim de que o carregamento seja feito de forma rápida e segura.
Pode parecer um detalhe simples, mas sabia que a iluminação correta7 está muito relacionada com a ergonomia? Afinal, ela diz respeito não só ao conforto dos olhos, mas também à prevenção de dores de cabeça e grande esforço visual.
Sendo assim, o primeiro aspecto a se pensar é na proteção de tela, ao usar o computador por muitas horas. Nesse caso, o ideal é manter o nível de luminosidade controlado, para que o excesso de brilho ou a falta dele não gere consequências a longo prazo.
Assim, como é algo controlável pelo colaborador, é importante trabalhar a conscientização das pessoas em relação a este aspecto. Outro ponto importante é incentivar e ajudar as pessoas que usam óculos a ter lentes com proteção especial para o trabalho com telas. Colocar um protetor nos computadores de cada pessoa também ajuda a diminuir os efeitos da luz.
Já em relação aos ambientes, a iluminação deve ser planejada de acordo com as atividades. Nesse caso, é importante equilibrar a luz natural com luzes artificiais, para que o corpo não altere o seu horário fisiológico.
Sendo assim, é possível seguir algumas dicas como:
Os exercícios de alongamento ajudam bastante a preparar o corpo para a posição em que deve ficar. Portanto, é importante realizá-los antes de começar o trabalho, além de praticá-los em intervalos.
Segundo um estudo publicado na Revista Científica de Enfermagem em 2022, por exemplo, pesquisas apontaram a importância dessa prática entre os trabalhadores da área da Saúde.
No estudo “Presença de sintomas musculoesqueléticos e efeitos da ginástica laboral em funcionários do setor administrativo de um hospital público”, 73,3% dos 15 funcionários que participaram do estudo relatavam dores muscoesqueléticas. Depois do programa, este número caiu para 46,6%.
Assim, é essencial contar com a orientação de especialistas5, a fim de ensinar quais movimentos são ideais. Afinal, um exercício errado também pode causar lesão. Para isso, o ideal é que o profissional seja capacitado na área: por exemplo, um fisioterapeuta do trabalho, que realizou a pós-graduação em ergonomia, pode atuar na área.
Sendo assim, uma boa prática que a empresa pode aplicar é investir nas ginásticas laborais, com esses profissionais guiando os exercícios das pessoas em momentos de pausa. Dessa forma, é possível garantir que todos vão seguir as práticas e manter o corpo saudável.
As pausas para exercícios são importantes, mas também é essencial ter momentos de pausa para simplesmente relaxar. Isso porque eles incluem ações essenciais para manter o corpo saudável, como beber água ou ir ao banheiro.
Sendo assim, é importante que o colaborador faça pausas de tempos em tempos, inclusive para mudar de posição e auxiliar a circulação sanguínea. Já a empresa deve permitir os momentos corretos de pausa, para que nem o trabalho nem os funcionários sejam prejudicados.
Quanto aos trabalhadores em home office ou autônomos, é fácil perder-se em horas de trabalho, especialmente porque a produtividade pode ser mais difícil de controlar, ou ainda, pela necessidade de mantê-la, a fim de garantir uma renda mais estável.
Diante disso, também é importante que as pausas sejam estabelecidas com frequência — a técnica Pomodoro pode auxiliar aqui. Além disso, apostar em métodos de organização do trabalho8 também ajuda a focar a concentração nas atividades a serem realizadas, fazendo com que sejam cumpridas em menos tempo e com maior rendimento.
Por exemplo, em um escritório, indústria ou mesmo em home office, o método Kanban9 é um dos mais populares. Trata-se de um subsistema do sistema Toyota de produção, usado para controlar estoques, produção de produtos, bem como informações.
Uma de suas ferramentas são os cartões (“kanban” é uma palavra japonesa que significa “cartão” ou “sinalização” em português), bem visuais, que dividem um projeto ou tarefa em pequenas etapas com prazo, nível de prioridade, tarefa a ser realizada e responsável, visando o seu cumprimento mais eficiente. Daí, basta mover o cartão de acordo com a etapa: “a fazer”, “em andamento”, “concluído”.
O cumprimento de metas é algo que toda empresa ou profissional tem. Afinal, ele guia as atividades e ajuda as pessoas a alcançarem os objetivos. Porém, elas também podem ser perigosas quando não há controle ou não são moldadas conforme a realidade.
Portanto, é importante que empresas e equipes trabalhem com objetivos reais e atingíveis, que não cobrem o preço pela saúde de cada funcionário.
Nesse sentido, ao precisar cumprir mais demandas, é essencial que a equipe seja adaptada para esse novo esforço, de maneira que cada um não se sinta esgotado. Assim, até aumentar a equipe ou otimizar tarefas manuais com sistemas eletrônicos pode favorecer a aplicação da ergonomia.
Outro aspecto físico, que às vezes passa despercebido, são os detalhes da adaptação do espaço de forma ergonômica.
Nesse sentido, existem vários aspectos necessários para prestar atenção. Por exemplo, a recomendação para temperatura do ar-condicionado10 e sistemas de climatização é entre 20°C e 22°C, no inverno, e 23ºC a 26ºC no verão, a fim de manter o ambiente confortável para todos.
Por isso, é necessário que cada pessoa tenha consciência desse padrão, a fim de se evitar brigas por temperaturas mais baixas, além de condições como enxaqueca e complicações de sinusite.11
Já quanto ao som, o máximo recomendado é 65 dB (decibéis).12 Portanto, além do cuidado com profissionais que trabalham em meio a ruídos, também é importante conscientizar as pessoas com o uso de som em atividades que não envolvem maquinários.
Por exemplo, se um colaborador gosta de ouvir música, além de usar um fone apropriado para não atrapalhar os colegas, precisa mantê-lo em um nível seguro, a fim de evitar problemas de audição futuros.
A partir de tantos detalhes, você pode pensar que aplicar a ergonomia no ambiente de trabalho pode ser algo complicado e caro. Porém, não é verdade.
É claro que há muitos aspectos a analisar, já que ela se refere à adaptação do ambiente de trabalho e seus equipamentos, a fim de alcançar o melhor cenário para as pessoas trabalharem com segurança e qualidade de vida. Porém, é possível implementá-la com poucos recursos. Nesse caso, é necessário ter criatividade.
Por exemplo, em um escritório, a altura ideal de um monitor pode ser regulada colocando-o em cima de pilhas de livros. Dessa forma, a pessoa fica com a visão no nível certo, e pode até aproveitar esse material para decorar a sua mesa.
Outra ideia é remanejar a mobília, a fim de aproveitar melhor a luz e evitar reflexos. Além disso, colocar estantes de objetos e livros entre as mesas pode criar um ambiente mais fechado, que garante mais privacidade para o colaborador e ajuda a diminuir os ruídos da mesa ao lado.
Outra boa dica, que é muito barata, é mudar as cores das paredes. Com isso, a luz natural e a luz artificial passam a ser refletidas de forma diferente, até com menos reflexos, o que ajuda no conforto visual. Aqui o cuidado está em saber escolher as cores para criar um clima confortável, por exemplo, azul, que segundo Heller (2000)13 é a cor ideal para ambientes de trabalho.
Agora que você viu que é possível aplicar ergonomia sem gastar muito, conheça outras dicas que ajudam a deixar o ambiente de trabalho mais confortável. Confira!
Se o objetivo da ergonomia é promover o máximo de conforto e segurança para que os trabalhadores tenham qualidade de trabalho, qualquer detalhe que ajude nesse quesito é bem aproveitado.
Nesse caso, o uso de plantas é uma opção. Afinal, as plantas ajudam não só a tornar o ambiente de trabalho mais bonito e relaxante, trazendo a ideia de natureza, bem como algumas espécies, como a jiboia14, são filtradoras e melhoram a qualidade do ar.
A decoração do espaço é um aspecto importante, mesmo em uma empresa. Isso porque ela ajuda a criar um clima confortável, além de deixar o ambiente de trabalho mais pessoal, se for em um escritório.
Por isso, vale a pena investir em elementos que priorizem o conforto dos colaboradores, para que se sintam cômodos em cada local de trabalho, o que pode até influenciar em sua produtividade.
Por exemplo, fotos de família podem tornar o ambiente mais aconchegante. Já biombos ou divisórias podem dar a privacidade de que os colaboradores precisam para se concentrar, especialmente se dividem o mesmo ambiente com vários outros colegas.
A psicologia das cores13 diz que determinadas cores podem estimular o cérebro de diferentes maneiras. Por exemplo, azul é uma cor fria e calmante, enquanto amarelo é a cor da criatividade e da atenção.
Sendo assim, saber usar cada tonalidade é uma forma de não só trabalhar melhor com a luz, mas também de influenciar nas sensações dos ambientes que, junto à decoração, resultam num espaço funcional e ideal para as atividades ali realizadas.
Com a crescente preocupação com doenças ocupacionais, como Síndrome de Burnout e dores na coluna, além da alta carga de estresse, empresas e profissionais autônomos precisam ter atenção. É preciso adaptar o ambiente e a rotina de trabalho de forma a garantir melhor qualidade de vida.
Após a leitura deste artigo completo, ficou claro como a ergonomia é imprescindível. Afinal, ela não só influencia na produtividade, o que é bom para a empresa, mas também evita problemas para os colaboradores, diminuindo chances de desenvolverem doenças. Por isso, basta seguir as dicas que passamos e adequá-las ao seu ambiente de trabalho — seja na empresa, seja em casa!
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Referências:
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