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Publicado em: 28 de junho de 2024
Assuntos abordados
É difícil encontrar uma pessoa que nunca tenha experimentado a sensação de dor. Existem diferentes tipos de dor¹ e até mesmo uma escala que ajuda a entender como os nervos que transportam a informação da dor estão funcionando.1
Compreender o mecanismo da dor é importante porque influencia a escolha do tratamento mais adequado, de acordo com sua classificação.1 Então, preparamos este artigo para você ficar por dentro do assunto.
Continue lendo e descubra o que caracteriza uma dor, os tipos que existem, quais patologias podem desencadear a dor e quando é preciso procurar um médico.
No final da década de 1970, a Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP, sigla em inglês) apresentou um conceito de dor com o objetivo de estabelecer uma padronização para ser utilizada em diferentes contextos.2
Em 2020, a definição passou por uma atualização, que foi traduzida para o português pela Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor. Assim, agora a dor é descrita como “uma experiência sensitiva e emocional desagradável associada, ou semelhante àquela associada, a uma lesão tecidual real ou potencial”.2
Mas junto a esse conceito, foram apresentadas algumas notas explicativas. A primeira delas diz que a dor é sempre uma experiência pessoal que sofre, em graus variados, a influência de fatores biológicos, psicológicos e sociais.2
Logo, por ser algo subjetivo, é difícil quantificar e qualificar a dor.3 Trata-se de um fenômeno complexo, causado por estímulos sensoriais ou lesões neurológicas, e que pode ser alterado pela memória do indivíduo, suas expectativas e emoções.3
Diante disso, a experiência da dor também é definida como multidimensional, o que implica considerar diversos domínios para sua avaliação, como fisiológico, sensorial, afetivo, cognitivo, comportamental e sociocultural.3
Não existem marcadores biológicos para a dor.3 De toda forma, o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NHI) afirma que a autoavaliação do indivíduo é o indicador mais confiável para comprovar a existência e a intensidade da dor.3
Para essa avaliação, o ideal é utilizar um instrumento que inclua a identificação da presença da dor e de seu progresso com o tempo ou em função do tratamento adotado.3 A aplicação desse método também deve servir para qualquer pessoa, independentemente das suas características fisiológicas, emocionais ou culturais.3
Existem algumas medidas da dor que podem ser quantificadas.3 São elas:3
Ainda hoje, o melhor parâmetro para avaliar o quão intensas são as dores é a escala visual analógica (EVA), em que o paciente precisa apenas assinalar em uma escala de 0 a 10 a intensidade dos sintomas que apresenta.3 O número zero corresponde à total ausência da dor, e o 10 é a pior dor que a pessoa pode imaginar.¹
Outro instrumento utilizado para avaliar as características de uma dor é a escala Leeds Assessment of Neuropathic Symptoms and Signs (LANSS), que permite compreender qual dos tipos de dor a pessoa está sentindo.¹
Trata-se de um recurso com boa confiabilidade para distinguir a dor de predominância nociceptiva, neuropática ou mista.¹ A escala vai de 0 a 24 pontos e é composta de duas sessões. A primeira investiga os aspectos qualitativos da dor, enquanto a outra explora os sensitivos.¹
Como dito, entender a maneira como essa sensação se manifesta é fundamental para que seja estabelecido um tratamento específico para o tipo de dor que a pessoa apresenta.1
Como vimos, esse sintoma pode ser classificado em função da duração, do mecanismo fisiopatológico e de outros aspectos.3 Veja, a seguir, a definição dos tipos de dor que uma pessoa pode apresentar.
A dor aguda é aquela que tem uma duração inferior a 30 dias.¹ Quando não se perpetua, atua como um mecanismo de defesa, tendo em vista que ocorre quando existe uma ameaça de dano aos tecidos do corpo.4 Logo, ela também é importante para garantir a sobrevivência humana, pois ajuda a manter a integridade do organismo.4
Para que uma pessoa sinta dor, um complexo circuito de fibras nervosas leva um sinal associado à liberação de mediadores químicos até o cérebro, a fim de que ele interprete a sensação dolorosa.4 Quando esses sinais enviados se tornam conscientes, o organismo produz substâncias que ajudam a inibir a dor.4
O bom funcionamento de todo esse mecanismo é fundamental para que um machucado na pele, por exemplo, não fique doendo até terminar de se curar.4 É por isso que a dor aguda passa, mas quando existe alguma falha nesses sistemas, ocorre a dor crônica.4
A dor crônica é aquela que tem duração superior a 30 dias.¹ Ela é muito debilitante e gera consequências significativas para as condições físicas, emocionais e até comportamentais da pessoa.5 Assim, quem tem esse tipo de dor costuma manifestar, também:4
A dor crônica provoca várias alterações psicológicas e ainda outros efeitos negativos que afetam o cotidiano e as relações sociais.4 Além disso, o fato de ela ser persistente tende a prolongar a assistência ao indivíduo. Isso porque pode tornar os sintomas do processo de recuperação funcional e orgânica mais lentos.4
Como o sistema neural está adaptado às condições da dor crônica, a resposta do organismo não é a mesma quando comparada à dor aguda.4 Assim, para fazer o melhor manejo desse problema, o ideal é ir além do alívio dos sintomas. É preciso promover a mudança no comportamento do indivíduo, considerando os aspectos afetivos e cognitivos associados.4
Essa é uma das classificações dos tipos de dor que considera seu mecanismo fisiopatológico.¹ A nocicepção é uma expressão derivada do latim e que significa “ferir”.5 Assim, uma dor com predominância nociceptiva é aquela que envolve o processo neural de codificação dos estímulos que lesionam o corpo ou ameaçam causar uma lesão.6
Por exemplo: se você sente que o seu dedo começa a ser pressionado por algum tipo de peso, o organismo responde com a dor para que essa ameaça se torne consciente. Assim, você entende que aquilo pode causar uma lesão no seu corpo.
A resposta também acontece quando você, por exemplo, está descascando algum legume e corta o dedo. O circuito de fibras nervosas que citamos é ativado para que você perceba que seu corpo foi lesionado.4 Dessa forma, não continuará se machucando.
Esse tipo de dor é a mais frequente e ocorre, em especial, nas terminações livres dos nervos nociceptivos, que são encontradas nessa rede de fibras que está presente em vários tecidos do corpo humano.5
É possível perceber a dor porque, quando acontece algum tipo de lesão celular, são liberados mediadores inflamatórios, como as prostaglandinas.5 Eles estimulam a dilatação dos vasos sanguíneos, o inchaço (edema) e a dor.5
Na dor nociceptiva, o dano tecidual é demonstrável, como em casos de fratura, osteoartrose e artrite reumatoide.¹ Considerando a escala LANSS, esse tipo de dor tem uma pontuação inferior a 8.¹
Em resumo, a dor de predomínio nociceptivo se manifesta quando ocorre a ativação fisiológica dos receptores de dor. Ela se relaciona com as lesões que acontecem em tecidos musculares, ósseos ou ligamentares.¹ Costuma responder muito bem ao tratamento dos sintomas, feito com analgésicos ou anti-inflamatórios não esteroides.¹
Esse tipo de dor resulta de uma ativação anormal dos mecanismos que identificam a dor.¹ Ela se inicia de uma lesão ou uma disfunção do sistema nervoso e não costuma responder muito bem a analgésicos comuns, utilizados para tratar a dor nociceptiva.¹
Para que uma manifestação dolorosa seja classificada como dor neuropática, é preciso que existam manifestações clínicas neurológicas compatíveis.5 Elas também precisam ser comprovadas por meio de exames.5
Também ocorre uma distribuição anatômica plausível da dor e existe uma condição de base que provoca predisposição, como tratamento por quimioterapia ou diabetes.¹ A pessoa ainda descreve sensações características, como queimação, agulhada e dormência.¹ Na escala LANSS, essa dor alcança uma pontuação superior a 16.¹
Podemos classificar a dor neuropática de duas maneiras, ambas manifestadas a partir de pressão, escovação da pele ou estímulo térmico, como o frio.6 A primeira é a espontânea, nas formas de queimação, pressão ou aperto. Já a segunda é a provocada, em fisgada ou choque.6
A dor mista é aquela que associa as manifestações da dor neuropática e da nociceptiva.¹ Ou seja, acontece a compressão de nervos e raízes, assim como de ossos, articulações, ligamentos e facetas.¹
Esse costuma ser o tipo de dor mais frequente na prática clínica.¹ Alguns exemplos são a radiculopatia, a dor causada pelo câncer (dor oncológica), a dor ciática e a síndrome do túnel do carpo (compressão dolorosa do nervo mediano).¹ Na escala LANSS, essa dor alcança uma pontuação entre 8 e 16.1
A dor miofascial é a causa mais frequente de dor musculoesquelética.7 O termo descreve condições clínicas bem específicas de dores musculares regionais, que geralmente são associadas a um ou mais pontos dolorosos, chamados de pontos-gatilho.7
Esse tipo de dor é mal localizado, profundo e não pode ser identificado com facilidade, como acontece nas dores com diagnóstico de tendinite, bursite ou reumatismo de partes moles.7 Além da manifestação dolorosa, a dor miofascial desencadeia fenômenos motores sensoriais ou autonômicos, como:7
Também podem ocorrer alterações no padrão do sono e mudanças de humor.7 Costuma se manifestar com maior frequência em pessoas do sexo feminino, na meia-idade e que apresentam hábitos sedentários.7
O ideal é que o problema seja pesquisado em casos de dores regionais orofaciais, como cefaleia de tensão e dor na articulação temporomandibular.7 Também em casos de dores lombares, dorsais e cervicais.7
Ainda não se sabe exatamente quais são as causas da dor miofascial.7 Contudo, acredita-se que ela pode ser desencadeada pela atividade dos pontos-gatilho que estão distribuídos ao longo dos músculos vulneráveis.¹
A dor fibromiálgica é causada pela síndrome da fibromialgia (FM).8 Trata-se de uma condição clínica que provoca dor pelo corpo inteiro, acometendo em especial a musculatura.8
Essa condição é um diagnóstico bastante comum, identificado em cerca de 10% a 15% dos pacientes que consultam os especialistas em Reumatologia, e em torno de 5% dos pacientes que procuram o atendimento em clínicas médicas.8
A maioria das pessoas com quadro de dor fibromiálgica são mulheres, sendo 7 a 9 em cada 10 pacientes diagnosticados.8 Porém, ainda não se sabe ao certo por que o problema afeta mais o sexo feminino, uma vez que até o momento não foi identificada uma relação com as variações hormonais.8
Em geral, o problema começa a se manifestar entre os 30 e 60 anos, mas também pode ocorrer em crianças, adolescentes e adultos mais velhos.8 A dor fibromiálgica se espalha pelo corpo inteiro e, geralmente, a pessoa não consegue definir quando ela começou, se esteve localizada e depois se difundiu ou se já começou no corpo por inteiro.8
É mais comum que a dor fibromiálgica aconteça no final do dia, embora também apareça pela manhã.8 As manifestações dolorosas são sentidas nos ossos, na musculatura ou ao redor das articulações.8
A pessoa tem maior sensibilidade ao toque e pode ocorrer a sensação de inchaço em função da contração da musculatura, como resposta aos estímulos dolorosos.8 Também há a presença de sintomas associados, como:8
Cerca de 95% dos pacientes com dor fibromiálgica sofrem de alterações no sono, com dificuldade para manter o sono profundo.8 Assim, ele é superficial ou pode ser interrompido.8 Por isso, a tendência é de que a pessoa, mesmo dormindo a noite inteira, acorde muito cansada.8
Para ter o diagnóstico de fibromialgia, é preciso que a pessoa tenha dor em 11 dos 18 locais esperados como pontos musculares dolorosos.¹ Além disso, devem ser excluídas outras condições clínicas, como distúrbios primários do sono e doenças reumáticas.¹
Existem diferentes tipos de dores nas costas, como na lombar ou na região das escápulas. Também há variações de dores de cabeça, tipos distintos de manifestações dolorosas na musculatura, nas articulações, e assim por diante.
Todos esses desconfortos podem ser classificados de uma maneira diferente, conforme explicamos. Então, como identificar os tipos de dor e saber qual delas você está sentindo? Veja, a seguir, algumas características relevantes que ajudam a descobrir.
Como destacamos na primeira metade deste guia, a duração de uma dor permite identificar se ela é aguda ou crônica.1 Aquelas que têm uma duração menor são as agudas; as persistentes são as crônicas.1 É importante ter essa informação porque o tratamento varia em função da resposta diferente do organismo.1
Ao longo do artigo, também explicamos que a dor pode causar sensações como queimação, agulhamento, dormência, pressão ou outras. Esses desconfortos também ajudam a identificar os tipos de dor.1 É interessante verificar quais sensações a manifestação dolorosa desencadeia para relatar ao médico as características dessa dor.
Tomando como exemplo a cefaleia, uma pessoa pode ter dor de cabeça tipo pulsátil, uma dor unilateral ou bilateral, na parte da frente ou atrás da cabeça, entre outros.9 Cada uma dessas manifestações caracteriza um tipo de cefaleia.9
Você viu que na dor miofascial e na fibromiálgica, por exemplo, a pessoa percebe sintomas associados às manifestações dolorosas.7,8 É possível identificar os diferentes tipos de dor, portanto, prestando bastante atenção a outros sinais dados pelo corpo, para relatar ao profissional de saúde e facilitar o diagnóstico.
O diário da dor é um método simples que facilita a identificação dos diferentes tipos de dor. Basicamente, você fará anotações sobre as características da dor sempre que ela se manifestar.10
A Sociedade Brasileira de Cefaleia disponibiliza um modelo resumido e ensina a preencher o diário para registrar as características das crises de dor de cabeça conforme elas acontecem.10 A instrução é anotar, por exemplo:10
Nesse caso, também existe a instrução para preencher sobre medicamentos que foram utilizados e, para as mulheres, dados sobre o ciclo menstrual.10
Você pode aplicar essa mesma técnica para registrar outros tipos de dor que sentir. Depois, em uma consulta médica, basta apresentar as informações para facilitar o trabalho do especialista, de modo que ele tenha uma visão mais precisa dos sintomas que você está apresentando.
Fazer o diário é interessante porque é bastante comum nos esquecermos de passar alguma informação para o médico durante a consulta. Se tudo estiver anotado, você não correrá esse risco e poderá ter um diagnóstico ainda mais rápido.
Segundo o Ministério da Saúde, 37% dos brasileiros com mais de 50 anos apresentam quadros de dores crônicas.11 Ela é mais frequente entre mulheres, pessoas de baixa renda, indivíduos depressivos, com histórico de quedas e hospitalizações, com diagnóstico para artrite e dor nas costas ou na coluna.11
Ao longo do artigo, falamos sobre outras patologias que fazem as pessoas conviverem com a dor. Relembrando:
A dor crônica ocorre, também, em quadros de:12
Também é importante saber que a dor pode ser uma manifestação de doença psiquiátrica, como ansiedade, depressão e psicose, além de fazer parte do transtorno de somatização.12
Não podemos deixar de mencionar a dor nociceptiva, que acontece quando o organismo identifica uma lesão ou ameaça de lesão.5 Sendo assim, existem muitas patologias e fatores que estão associados à dor, e é por isso que ela faz parte da vida.
Encerramos o último tópico dizendo que a dor faz parte da vida porque existem algumas manifestações que são muito comuns. É o que acontece, por exemplo, com a cefaleia do tipo tensional, que é a mais frequente na população mundial.9
Também é comum sentirmos dores musculares, por causa de um esforço, de uma postura inadequada ou até mesmo em função da prática de exercícios físicos. Por isso, nem sempre é preciso se preocupar.
Mas é importante ter atenção, porque, entre os tipos de dor, temos aquelas que indicam que algo está errado com o organismo. Afinal, como você viu, há várias patologias que estão associadas às manifestações dolorosas.
Sendo assim, é interessante usar o diário da dor para monitorar seu próprio corpo e saber diferenciar quando as dores têm uma causa bem definida e sem risco e quando podem sinalizar problemas que necessitem de ajuda médica.
Tomando mais uma vez como exemplo a dor de cabeça, se ela se manifesta depois de um dia cansativo e muito estressante, pode ser um simples sinal de cansaço. Mas se você perceber que acontece com muita frequência, é importante ir ao médico para descobrir se está tudo bem.
O mesmo vale para qualquer outra manifestação dolorosa em qualquer parte do corpo. Se o desconforto surge com frequência e prejudica sua qualidade de vida, busque a ajuda de um especialista. Isso é fundamental para saber qual dos tipos de dor você está sentindo e a origem dela para receber o tratamento adequado.
Já que as dores fazem parte da vida de praticamente todos nós, compartilhe essas informações nas redes sociais para que outras pessoas fiquem bem informadas sobre o assunto.
Referências:
1. Brasil, Ministério da Saúde. Portaria nº 1.083, de 02 de outubro de 2012. Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Dor Crônica. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, p. 54-58, 03 out. 2012.
2. Governo do Distrito Federal. Diretrizes de Manejo Psicológico da Dor no Âmbito da SES-DF [internet]. 2023 [acesso em 19 mai 2024]. Disponível em: https://www.saude.df.gov.br/documents/37101/0/DIRETRIZES+DE+MANEJO+PSICOL%C3%93GICO+DA+DOR+NO+%C3%82MBITO+DA+SES+DF.pdf.
3. da Silva JA, Ribeiro-Filho NP. A dor como um problema psicofísico. Rev dor. 2011;12(2):138–51.
4. Bastos DF, Silva GCC, Bastos ID, et al. Dor. Rev SBPH. 2007;10(1):85-96.
5. Brasil, Ministério da Saúde. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde – Conitec. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Dor Crônica [internet]. 2022 [acesso em 19 maio 2024]. Disponível em: https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/consultas/relatorios/2022/20221101_pcdt_dor_cronica_cp74.pdf.
6. Barros GAM, Colhado OCG, Giublin ML. Clinical presentation and diagnosis of neuropathic pain. Rev dor. 2016;17:15–9.
7. Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR). Comissão de Dor, Fibromialgia e Outras Síndromes Dolorosas de Partes Moles. Síndrome Miofascial [internet]. 2011 [acesso em 19 mai 2024]. Disponível em: https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/sindrome-miofascial/.
8. Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR). Comissão de Dor, Fibromialgia e Outras Síndromes Dolorosas de Partes Moles. Fibromialgia – Definição, Sintomas e Por que Acontece [internet]. 2011 [acesso em 19 maio 2024]. Disponível em: https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/fibromialgia-definicao-sintomas-e-porque-acontece/.
9. Esmanhotto BB, Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBCe). Tipos de dores de cabeça [internet]. 2017 [acesso em 19 mai 2024]. Disponível em: https://www.sbcefaleia.com.br/noticias.php?id=363.
10. Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBCe). Diário da cefaleia [internet]. 2016 [acesso em 19 mai 2024]. Disponível em: https://www.sbcefaleia.com.br/noticias.php?id=152.
11. Brasil, Ministério da Saúde. Atenção Primária. Pesquisa aponta que quase 37% dos brasileiros acima de 50 anos têm dores crônicas [internet]. 2023 [acesso em 19 maio 2024]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2023/dezembro/pesquisa-aponta-que-quase-37-dos-brasileiros-acima-de-50-anos-tem-dores-cronicas.
12. Oliveira JTD. Aspectos comportamentais das síndromes de dor crônica. Arq Neuro-Psiquiatr. 2000;58(2A):360–5.
Criado em 17/05/2024
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