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Entre os transtornos mentais, a ansiedade e depressão caminham juntas. Apesar disso, é preciso seguir com tratamentos que visam a melhora conjunta dos sintomas de ambos transtornos.

Ao optar por iniciar o tratamento, novos desafios podem surgir na jornada. Seja com o estigma, com os custos do tratamento, com a mudança da rotina, com o medo de se tornar dependente do remédio, ou até mesmo com os efeitos colaterais indesejados da medicação indicada pelo médico.

Ser resiliente é enfrentar um caminho cheio de altos e baixos, além do que frases como: “já estou bem” e “não preciso mais tomar isso”, não devem fazer parte do repertório do paciente. Caso opte por interromper o tratamento sem a avaliação do profissional médico, os sintomas podem reaparecer e a pessoa precisará retomar o tratamento desde o início. O tempo mínimo recomendado de tratamento depende de caso a caso, e costuma ser de 8 a 12 meses. A retirada da medicação deve ser sempre gradual e essa é uma fase de extremo cuidado, pois sintomas da síndrome de retirada podem aparecer, fazendo com que o acompanhamento médico seja extremamente necessário nesse período.

Confira os detalhes no vídeo:

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