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Publicado em: 9 de dezembro de 2021
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Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana de Saúde (PAHO), 800 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos, o que corresponde, em uma média de escala global, a uma em cada cem mortes. Dados como estes nos mostram que falar sobre suicídio se faz cada vez mais importante.
O comportamento suicida é caracterizado pelo suicídio de fato, que resulta em morte, pela tentativa de suicídio e também pela ideação suicida (pensamentos, considerações e planos de suicídio). Para cada suicídio que entra nas estatísticas, existe uma infinidade de tentativas e ideações que não entram nas contagens oficiais.
Nas estatísticas de principais causas de mortes de jovens com idades entre 15 e 29 anos, a escolha de tirar a própria vida é a segunda maior. E as tentativas prévias indicam o fator de risco mais iminente na população em geral. Por isso, é preciso estar atento, principalmente aos jovens.
Também segundo publicação da OMS sobre Saúde Mental dos Adolescentes, a adolescência é um período muito determinante para o desenvolvimento de hábitos que vão influenciar na saúde mental do indivíduo durante toda a vida adulta. Dessa forma, metade das condições de saúde mental começam por volta dos 14 anos de idade e poucas são detectadas e tratadas de maneira correta. A mesma publicação aponta que a depressão é uma das principais causas de incapacidade, dificuldades de aprendizado, exclusão social e outros entre jovens e adolescentes.
Dos transtornos mentais, num geral, a depressão é o mais associado ao suicídio, seguida do transtorno bipolar. Contudo, outros transtornos também podem estar ligados às tentativas de suicídio e intensificar as ideações, como a ansiedade e o abuso de substâncias. Podemos considerar, também, que a impulsividade característica da juventude é um fator que pode colaborar para o agravamento do quadro suicida.
Geralmente, o suicídio é o resultado da combinação de diferentes fatores, sendo o primeiro a depressão – o que não exclui a influência de outros transtornos mentais graves como a esquizofrenia e a bipolaridade. Outros fatores que podem influenciar são abuso de substâncias como álcool e fármacos que desencadeiam em impulsividade e transtornos de humor, ideação suicida ou tentativas prévias, transtornos de personalidade, problemas físicos graves que podem causar dor constante (principalmente em pessoas da terceira idade), desemprego, traumas, histórico familiar de transtornos mentais ou suicídio, entre outros.
A melhor maneira de prevenir o suicídio é falar sobre ele e sobre os transtornos mentais que podem desencadear o comportamento e a ideação suicida. Com o surgimento da campanha Setembro Amarelo, é possível encontrar conteúdos e participar de ações não só durante o mês da campanha, mas durante o ano todo.
A participação da sociedade é totalmente determinante para o sucesso das campanhas de prevenção ao suicídio. Participe você também! Compartilhe este e outros conteúdos sobre o tema com pessoas que você conhece.
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