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Publicado em: 21 de maio de 2024
Assuntos abordados
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Quem convive com a epilepsia costuma vivenciar também estigmas tão prejudiciais quanto a própria condição, em razão de mitos e da falta de entendimento sobre a doença.¹ O grande problema é que o contexto pode mesmo levar à discriminação, à exclusão e a dificuldades de arrumar emprego e de manter relacionamentos.¹
De modo geral, os sintomas da epilepsia afetam bastante a qualidade de vida e o comportamento de quem lida com o quadro e de seus familiares.¹ Isto é, podemos afirmar que o problema gera um impacto biopsicossocial na vida das pessoas.¹
Levando em conta as inúmeras ideias equivocadas sobre a condição, preparamos este guia. Nosso objetivo é abordar o conceito desse problema neurológico crônico, as possíveis causas da epilepsia, os sintomas mais comuns, as formas de tratamento e outros pontos-chave que você precisa conhecer. Vamos à leitura?!
A epilepsia é um quadro associado a consequências psicossociais significativas, cujo fator central, como mencionamos, é a natureza estigmatizante.¹ Para defini-la, o primeiro passo é conhecer mais a fundo a expressão “crise epilética” (CE).
Estamos falando de um termo clínico que faz referência a uma descarga excessiva, anormal e sincrônica de neurônios situados basicamente no córtex cerebral.² Em geral, a atividade é intermitente e ilimitada, podendo durar poucos segundos ou alguns minutos.² Quando prolongada ou recorrente, caracteriza-se como “estado de mal epilético” (EP).²
Assim, chegamos à conceituação: a epilepsia é a repetição de duas ou mais crises epiléticas que não tenham sido provocadas.² A expressão “não provocada” significa que a CE não foi causada por condições como traumatismo cranioencefálico, febre, doença concomitante e/ou alteração hidroeletrolítica.²
Vale ressaltar que existe no mundo todo um esforço para aumentar a conscientização sobre a epilepsia, a partir de iniciativas como a campanha Março Roxo, que é voltada para a importância da temática e do diagnóstico precoce.³
De acordo com um levantamento realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença atinge aproximadamente 2% da população do Brasil.³ Já em âmbito mundial, cerca de 50 milhões de pessoas convivem com a epilepsia.³
A epilepsia é um quadro neurológico cujas crises acontecem quando uma parte do cérebro, durante alguns segundos ou poucos minutos, emite sinais elétricos incorretos e excessivos.1,4 As manifestações de uma CE envolvem convulsões, caracterizadas por abalos musculares, e/ou em outros sintomas, como ausências (desligamentos).4
Durante os episódios característicos da condição, uma rede de células cerebrais, passam a se comportar de modo hiperexcitável.4 Surge, então, a manifestação clínica da epilepsia.4
Embora seja uma condição neurológica crônica, a epilepsia pode ser prevenida e tratada.5 No entanto, quando o paciente não dá a devida atenção, há maiores riscos de morte súbita e de comorbidades físicas, sociais e psíquicas.5
Outro aspecto importantíssimo que uma parcela expressiva das pessoas desconhece é que existem vários tipos de epilepsia.5 Você sabia disso? Pensando na relevância desse conhecimento, vamos elencar a classificação mais comum das crises epiléticas. Veja!
As crises clônicas são caracterizadas por contrações repetidas e rítmicas envolvendo os mesmos grupos musculares.5 Nas crises focais, abrangem grupos musculares restritos a um segmento de um hemicorpo.5 Nas generalizadas, por outro lado, abarcam todos os grupos musculares.5
As crises tônicas surgem em razão de um aumento sustentado da contração muscular que dura de segundos a minutos.5 Nas focais, é possível que ocorram em grupos musculares restritos a um hemicorpo ou, quando envolvem grupos musculares de ambos os hemicorpos, acontecem de forma assimétrica.5Já nas generalizadas, abrangem grupos musculares bilaterais e de modo simétrico.5
As crises mioclônicas são caracterizadas por contrações súbitas e breves, podendo ser isoladas ou atingir múltiplos músculos ou grupos musculares.5 Inclusive, podem envolver a musculatura axial, a proximal ou a distal de membros.5
Além disso, nas crises focais, as mioclônicas ocorrem em grupos musculares restritos a um hemicorpo.5 Nas generalizadas, envolvem grupos musculares bilaterais, com predominância em membros superiores e não estando associadas à alteração de consciência.5
Caracteriza-se por crises generalizadas compostas de abalos mioclônicos seguidos de queda por atonia muscular.5 Além disso, as crises mioclono-atônicas ocorrem usualmente em um tipo de síndrome epiléptica denominada Epilepsia de Doose.5
Os espasmos epiléticos podem ser definidos como uma súbita flexão ou extensão — ou até um misto de flexão e extensão — de músculos predominantemente proximais e de tronco, de duração mais sustentada que a das crises mioclônicas.5
As manifestações da classe costumam acontecer de forma limitada, sendo caracterizadas por careteamento (alterações nas expressões faciais), balanço cefálico ou movimentos oculares sutis.5
São crises generalizadas caracterizadas por abalos únicos ou múltiplos de membros bilateralmente, de caráter clônico ou mioclônico, seguidas de crises tonicoclônicas.5 As manifestações são usuais na Epilepsia Mioclônica Juvenil.5
Trata-se de uma atividade motora repetitiva, mais ou menos coordenada, usualmente associada a uma alteração cognitiva e da qual o paciente não se lembra.5 As manifestações podem consistir na continuação de atividades motoras que estavam sendo realizadas antes da crise.5
Em casos assim, o quadro é denominado automatismo perseverativo.5 Em geral, a condição acomete o indivíduo como manifestações motoras de crises focais, mas pode afetá-lo causando algumas crises generalizadas.5
Esse é o nome dado à propagação de movimentos clônicos ao longo das partes do corpo vizinhas unilateralmente.5 As manifestações da classe podem ocorrer em algumas crises focais motoras clônicas.5
No caso da crise hipomotora, as crises focais são caracterizadas por cessação ou por diminuição da atividade motora.5
As crises focais nesse tipo de epilepsia são caracterizadas por atividades motoras bipedais, com movimentos de pedalar e/ou chutes de membros inferiores, ou bimanuais, com fricção ou um bater de palmas.5 Às vezes, ocorrem em associação a automatismos sexuais e a alterações autonômicas, com ou sem alteração da consciência.5
Nas crises versivas, as focais são caracterizadas pela rotação forçada e sustentada do tronco, da cabeça e/ou dos olhos.5
Caracteriza-se pela perda ou diminuição súbita do tônus muscular sem um evento tônico ou mioclônico precedente, durando entre um e dois segundos e envolvendo a cabeça, o tronco, a mandíbula ou os membros.5 Nas crises focais, são acometidos grupos musculares restritos a um segmento corporal.5 Já nas generalizadas, abarca-se toda a musculatura corporal, provocando quedas.5
As ausências típicas são caracterizadas pela interrupção das atividades, de modo que o paciente apresenta um olhar vago, um breve desvio dos olhos para cima e a perda completa da consciência.5 A manifestação dura entre 10 e 30 segundos. Além disso, há início e término abruptos.5
As ausências atípicas se caracterizam pela perda parcial de consciência, por um olhar vago e, então, pela perda do tônus muscular. Além disso, o início e o término são graduais.5 As manifestações ocorrem usualmente na Síndrome Epiléptica de Lennox-Gastaut.5
São crises caracterizadas por ausências associadas a mioclônicas dos membros associadas a um maior ou menor grau de contração tônica da musculatura dos ombros e dos membros superiores e inferiores.5
As mioclônicas de membros superiores são acompanhadas de uma progressiva elevação.5 Os eventos têm início e término abruptos e duram entre 10 e 60 segundos, ocorrendo na Síndrome de Epilepsia com ausências mioclônicas.5
Consistem em contrações rápidas e rítmicas das pálpebras, com uma frequência de ao menos três contrações por segundo.5 A manifestação é associada à retropulsão do globo ocular e precipitada pelo fechamento ocular.5
O quadro pode ocorrer em associação a ausências breves de duração entre 3 e 6 segundos.5 Geralmente, os pacientes apresentam fotossensibilidade.5 Essas crises generalizadas acontecem em um tipo de epilepsia chamada de Síndrome de Jeavons.5
A causa da epilepsia pode ser por uma lesão cerebral originada por uma pancada forte na cabeça, por uma infecção (a exemplo da meningite), pelo abuso de bebidas alcoólicas e outras drogas etc.6 No entanto, em muitos casos, não se consegue identificar o que causou a condição.6
O fato é que a epilepsia acomete todas as faixas etárias e ambos os sexos, porém com maior prevalência em pessoas idosas e crianças.5 Nesse sentido, vale citar também o estudo considerado o mais amplo do mundo sobre a doença, no qual foram avaliados mais de 29 mil pacientes e detectadas 26 áreas do genoma relacionadas ao distúrbio.7,9
O trabalho publicado na Nature Genetics indica que há alterações bastante específicas no DNA que sinalizam um risco superior de desenvolvimento da condição cerebral. A partir disso, a tendência é que a complexidade do diagnóstico diminua e que haja avanços no tratamento da epilepsia.7,9
Como vimos, existem variados tipos de crises epiléticas, e cada um apresenta características distintas.8
Um dos mais comuns é a crise tônico-clônica, que muitas pessoas conhecem como “convulsão”.8 A condição pode ser facilmente identificada, já que o paciente exibe abalos musculares generalizados, excesso de salivação e, em muitos casos, morde a língua e perde o controle sobre a urina e as fezes.8
Porém, outras crises podem ser difíceis de o paciente, os familiares e até mesmo os médicos reconhecerem a partir dos sintomas.8 Isso porque as manifestações são bastante sutis, como olhar parado, mudança discreta de comportamento e movimentos automáticos.8
Nas crianças, por exemplo, são comuns as crises de ausência, em que ocorre uma breve parada da atividade realizada no momento.8 Além disso, às vezes, o quadro surge associado a “piscamentos” e/ou movimentos automáticos das mãos.8
Esse tipo de crise pode acontecer muitas vezes ao dia e, em alguns casos, não é prontamente reconhecido.8 Nessas circunstâncias, o problema só é notório quando o desempenho escolar da criança começa a ficar comprometido, o que normalmente é o professor que identifica na escola.8 Aí sim, a possibilidade é considerada.8
A prevenção a partir dos tratamentos disponíveis sempre é a melhor alternativa. Inclusive, é possível prevenir algumas causas de epilepsia, como as doenças cerebrovasculares e a anóxia neonatal.8 Assim, um acompanhamento pré-natal adequado e uma boa assistência ao parto ajudam a reduzir o número de casos relacionados.8
Da mesma forma, o controle apropriado dos fatores de risco para doenças cerebrovasculares, como a hipertensão arterial e o diabetes, leva a uma redução no número de acidentes vasculares cerebrais.8 Portanto, os casos de epilepsia decorrentes de AVCs também diminuem.8
O tratamento da epilepsia é realizado por meio de medicamentos que previnem as descargas elétricas anormais no cérebro, responsáveis pelas crises epilépticas.3,6
Estima-se que ao menos 25% dos pacientes epilépticos no Brasil estejam em estágios mais avançados da condição, necessitando de medicação contínua por toda a vida.6 Apesar de serem a menor parte dos pacientes com epilepsia, como as crises são frequentemente refratárias ao tratamento, eles se tornam candidatos a procedimentos cirúrgicos.6 Vale destacar que o país conta com centros de tratamento cirúrgico de epilepsia autorizados pelo Ministério da Saúde.6
Uma vez diagnosticado o quadro, inicia-se o tratamento, cujos resultados costumam ser satisfatórios em até 70% dos casos.8 Os outros 30% são chamados de refratários.8 Estes só são tratáveis por meio de cirurgia, de dieta cetogênica (com a ingestão de poucos carboidratos) e de neuromodulação (com ondas eletromagnéticas).8
O tratamento medicamentoso visa modular a ocorrência de descargas elétricas cerebrais anormais, responsáveis pelas crises epilépticas, como apontamos.8 Portanto, tratar a epilepsia é um processo extenso e que exige grande persistência do paciente para manter a terapia ao longo do tempo e obter o controle da condição.8
A depender dos medicamentos prescritos, o paciente pode precisar ingeri-la a cada 6, 8, 12 ou 24 horas.8 Tomar a medicação na dose e na hora indicadas pelo médico é uma das ações mais importantes.8 De fato, aderir ao tratamento medicamentoso é um dos principais pilares de cuidado na epilepsia.8
Na prática, costuma haver uma combinação de medicamentos.7 O fato é que a maior parte deles reduz a atividade dos neurônios de maneira generalizada.7
De uns tempos para cá, os pesquisadores vêm propondo algumas medicações que normalmente se aplicam a outros quadros, mas que agem sobre os genes de risco para a epilepsia apontados no estudo já mencionado.7
O objetivo do tratamento da epilepsia é o controle completo das crises epilépticas, sem efeitos adversos indesejáveis, para permitir que os pacientes alcancem a plenitude das suas potencialidades.5 Até 60% dos indivíduos com epilepsia vão controlar as crises com o primeiro ou segundo fármaco anticrises antiepilépticas (FAC), um grau de controle que pode ser obtido na atenção básica à saúde.5
O ideal é a monoterapia, tratamento feito com apenas um antiepiléptico.5 Até 50% dos pacientes poderão ter efeitos adversos no início, mas, usualmente, serão leves e transitórios.5 Em aproximadamente 20% dos casos, é preciso substituir o FAC em razão de efeitos colaterais persistentes e indesejáveis.5
É essencial que o paciente e seus familiares sejam orientados sobre os efeitos adversos mais comuns do FAC em uso no início do tratamento.5 Também devem ser informados de que esses colaterais normalmente são transitórios, não havendo necessidade de suspender a medicação.5
O médico prescritor poderá fazer ajustes, como tentar primeiramente reduzir a dose diária e/ou aumentar o número de administrações.5 Se os efeitos adversos persistirem e não forem tolerados, trocar o medicamento por outro FAC — de preferência, com um perfil de efeitos adversos diferente.5
A adesão ao tratamento medicamentoso é primordial e deve ser incentivada de modo permanente.5 Frequentemente, a não adesão é motivada por efeitos adversos não relatados, por não aceitação/entendimento da situação da pessoa com epilepsia, por déficit cognitivo ou pelo esquema medicamentoso difícil de ser seguido e ocorre em até 50% dos pacientes.5
Ainda, vale ressaltar que até 30% dos pacientes poderão apresentar crises esporádicas nos primeiros seis meses de tratamento, antes que seja atingida a dose ideal de antiepiléptico.5
Se não houver o controle das crises com até dois antiepilépticos adequadamente escolhidos e utilizados na dose máxima conveniente, há menos de 10% de chance de controlar com outro antiepiléptico.5 Aí, caracteriza-se a refratariedade medicamentosa.5
Ao se configurar a refratariedade, o paciente deve ser encaminhado para o atendimento no nível secundário ou terciário para uma reavaliação, para a repetição de eletroencefalograma (EEG) e de neuroimagem e para um eventual tratamento cirúrgico.5 No entanto, o controle das crises com FAC, quando possível, ainda é o melhor tratamento de epilepsia.5
Quando é o caso de tratamento cirúrgico da epilepsia, ele pode controlar as crises em 50% a 80% dos pacientes com epilepsia refratária, mas somente 50% deles poderão ficar sem o FAC.5
Para considerarmos que o paciente tem as crises epilépticas sob controle, é necessário que ele permaneça sem apresentá-las por, no mínimo, um ano ou por um período superior a três vezes o intervalo médio entre elas, valendo o maior período.5
A duração mínima do tratamento é de dois anos.5 Os pacientes que seguiram em remissão por, no mínimo, dois anos terão 60% de chances de continuarem sem crises depois que o FAC for retirado.5
Depois do fim da administração medicamentosa, há uma redução no risco de recidiva das crises ao longo do primeiro ano.5 Cerca de 40% delas ocorrerão durante a retirada; 60% nos primeiros seis meses e 90% no primeiro ano.5
O FAC escolhido deve considerar o tipo de epilepsia sob suspeita, bem como sua experiência pessoal e o perfil de efeitos adversos da droga.5 A individualização do tratamento para cada paciente é essencial.5
Se as crises continuarem mesmo com a dose-alvo atingida, recomenda-se rever o diagnóstico de epilepsia e a adesão ao tratamento.5 Se não houver dúvidas, é indicado estabelecer uma nova dose-alvo e aumentar gradualmente a dose diária até atingi-la.5
Novamente, se persistirem as crises e se o paciente apresentar efeitos adversos intoleráveis, pode-se dizer que está comprovado que o indivíduo não é responsivo a este FAC.5 Logo, o esquema antiepiléptico em uso deve ser alterado.5
Reconhecer os sintomas comuns da epilepsia, buscar um diagnóstico precoce e iniciar um tratamento adequado são passos fundamentais para melhorar a qualidade de vida das pessoas afetadas por essa condição.3,5
A prevenção das crises epilépticas é possível em muitos casos e, mesmo quando não é viável, seguir boas práticas para lidar com a situação pode fazer toda a diferença.5 A conscientização sobre a epilepsia e o acesso a informações precisas são cruciais para reduzir estigmas e garantir o apoio adequado às pessoas que convivem com essa condição neurológica.1
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E não deixe de conferir nosso Guia de Orientações para o Paciente com Epilepsia.
Referências:
1. Fernandes PT, Li LM. Percepção de estigma na epilepsia. J epilepsy clin neurophysiol. 2006;12(4):207–18.
2. Silva CRA, Cardoso ISZO, Machado NR. Considerações sobre epilepsia. Boletim Científico de Pediatria. 2013;2(3): 71-6.
3. Brasil. Ministério da Saúde. Epilepsia: conheça a doença e os tratamentos disponíveis no SUS [Internet]. 2022 [Acesso em: 03 abr. 2024]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/marco/epilepsia-conheca-a-doenca-e-os-tratamentos-disponiveis-no-sus.
4. Brasil. Ministério da Saúde.No Brasil, 25% dos pacientes com epilepsia tem estágio grave [Internet]. 2023 [Acesso em: 03 abr. 2024]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2023/fevereiro/no-brasil-25-dos-pacientes-com-epilepsia-tem-estagio-grave.
5. Governo do Distrito Federal. Secretaria de Estado de Saúde. Protocolo de Atenção à Saúde: atendimento ao paciente com epilepsia [Internet]. [Acesso em: 03 abr. 2024]. Disponível em: https://www.saude.df.gov.br/documents/37101/87400/Atendimento+ao+Paciente+com+Epilepsia.pdf/.
6. Brasil. Ministério da Saúde.Epilepsia [Internet]. 2006 [Acesso em: 03 abr. 2024]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/epilepsia-6/.
7. Brasil. Ministério da Saúde. Maior estudo sobre epilepsia do mundo revela ‘arquitetura genética’ da doença e indica novas terapias [Internet]. [Acesso em: 03 abr. 2024]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/maior-estudo-sobre-epilepsia-do-mundo-revela-arquitetura-genetica-da-doenca-e-indica-novas-terapias/.
8. Brasil. Ministério da Saúde. “Epilepsia é mais do que convulsões”: 12/02 – Dia Internacional da Epilepsia [Internet]. [Acesso em: 03 abr. 2024]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/epilepsia-e-mais-do-que-convulsoes-12-02-dia-internacional-da-epilepsia/.
9. International League Against Epilepsy Consortium on Complex Epilepsies. GWAS meta-analysis of over 29,000 people with epilepsy identifies 26 risk loci and subtype-specific genetic architecture. Nat Genet. 2023;55(9):1471-1482.
Parágrafos não referenciados correspondem à opinião e/ou prática clínica do autor.
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