Saúde da Mulher
Maternidade
Menopausa
Período Fértil
Dermatologia
Cuidados com a Pele
Saúde da Pele
Respiratória
Cuidados Respiratórios
Doenças Respiratórias
Cardiologia
Saúde do Coração
Saúde Mental
Transtornos Emocionais
Neurologia
Transtornos Neurológicos
Gastro
Saúde Intestinal
Oncologia
Câncer
Publicado em: 4 de junho de 2024
Assuntos abordados
De acordo com as estatísticas do International League Against Epilepsy Consortium on Complex Epilepsies, cerca de dois milhões de brasileiros sofrem com algum tipo de epilepsia.1 Essa é uma condição estigmatizada, e os pacientes afetados são vítimas de muita desinformação, preconceitos e até mesmo discriminação.
No entanto, afinal, o que é a epilepsia? É hora de você tirar as suas principais dúvidas sobre esse assunto e, com isso, descobrir como ela é diagnosticada, tratada e abordada pelos profissionais de saúde. Assim, torna-se mais fácil obter um diagnóstico e cuidar melhor de si mesmo!
Que tal ter acesso às respostas às suas principais perguntas?! Continue a leitura para entender os tipos de epilepsia e descobrir mais informações sobre essa condição complexa! Vamos juntos!
Epilepsia é o nome dado a uma doença crônica do cérebro, que afeta cerca de 50 milhões de pessoas em todo o mundo.1 Ela é caracterizada por crises epilépticas recorrentes, que são episódios onde há descargas elétricas cerebrais anormais e excessivas breves que podem se manifestar como movimentos involuntários, perda de contato com o meio externo, alterações das percepções de sensações, quadro de confusões mentais dentre outros.2
Essas crises epilépticas podem se iniciar em uma parte do cérebro (recebendo o nome de “focais”) ou em ambos os lados do cérebro (chamadas de “generalizadas”). Inclusive, às vezes, são acompanhadas por perda de consciência e de controle da função intestinal ou da bexiga.2
Assim,de acordo com a forma de início, as crises epilépticas podem variar desde lapsos breves de atenção ou espasmos musculares até episódios graves e prolongados. Aliás, também podem variar em frequência, de menos de uma por ano a várias por dia.2
No entanto, é super importante ressaltar que uma única crise epiléptica não significa que alguém tem epilepsia. A propósito, cerca de 10% das pessoas em todo o mundo vão ter uma crise epiléptica isolada em algum momento durante a vida. A epilepsia, por sua vez, pode ser definida como duas ou mais crises epilépticas não provocadas.2
Os sintomas da epilepsia podem variar amplamente de pessoa para pessoa, dependendo da região do cérebro afetada pela atividade elétrica anormal. 2 Veja mais!
São episódios caracterizados por movimentos involuntários, como tremores, que podem ocorrer em todo o corpo. Isso é frequentemente denominado como um “ataque epilético”.2,3
Algumas pessoas podem perder a consciência durante uma crise epiléptica, parecendo, por exemplo, que olham fixamente para um espaço.2,3
Durante certos tipos de crises epilépticas, os músculos podem ficar rígidos, também chamada de crise tônica. Assim, torna-se difícil ou até impossível se movimentar normalmente.2,3
Antes ou durante uma crise epiléptica, algumas pessoas relatam sensações incomuns, como a de uma “subida” no estômago, ou descrevem odores e sabores estranhos. Os indivíduos também podem sentir formigamento nos braços ou nas pernas.2,3
Em alguns casos, uma pessoa pode desmaiar durante uma crise epiléptica e não se lembrar do evento posteriormente.2,3
As manifestações da epilepsia podem ser complexas e variam de acordo com a localização e a extensão da atividade cerebral anormal, como vimos. Mas, além dos sintomas físicos, as pessoas com esse problema também podem enfrentar desafios emocionais e psicológicos, como ansiedade e depressão.2,3
É importante ressaltar que o risco de lesões físicas durante uma crise epiléptica é real, incluindo fraturas e contusões. Com isso, destaca-se a importância do manejo adequado dessa condição.2,3
Agora que você já conhece um pouco mais sobre esse problema, chegou a hora de descobrir quais são os tipos de epilepsia. Continue e veja detalhes sobre cada um deles!
Algumas crises de início focal podem ocorrer com a pessoa mantendo plena consciência do ambiente ao seu redor. Outras, por sua vez, podem resultar em uma perda parcial ou completa de consciência.4
As crises epilépticas com consciência mantida podem se manifestar com sintomas diversos, como sensações estranhas, alucinações ou movimentos automáticos, como mastigar ou esfregar as mãos.4
Já as crises epilépticas com consciência prejudicada podem envolver uma perda temporária de consciência. Nesse caso, durante o período, o indivíduo pode parecer estar olhando fixamente um espaço ou ter comportamentos automáticos sem lembrança posterior.4
As crises focais podem começar com movimentos musculares, como contrações, conhecidas como crises de início motor.4 Por outro lado, crises de início não motor podem se apresentar com outros sintomas, como sensações anormais, distorções perceptuais, alucinações ou distúrbios emocionais, sem envolver movimentos musculares visíveis.4
Alguns tipos de crises epilépticas focais podem se generalizar, evoluindo para uma fase tônicoclônica bilateral, na qual ocorrem movimentos violentos e contrações musculares em ambos os lados do corpo.4 Durante essa fase, o paciente experimenta perda de consciência e apresenta sintomas clínicos típicos de uma crise generalizada.4
Além disso, é possível que o problema não seja focal, ou seja, restrito a um só local. As crises epilépticas podem ter seu início de forma generalizada.4 Saiba mais a seguir!
Essas crises afetam ambos os hemisférios cerebrais simultaneamente e são caracterizadas por movimentos musculares visíveis.4 Elas podem incluir crises tônicoclônicas, clônicas, mioclônicas, mioclônicas-tônicoclônicas, mioclônicas-atônicas e espasmos epilépticos.4
As crises de início generalizado também podem ocorrer sem envolver movimentos musculares visíveis. Um tipo comum envolve as ausências típicas, caracterizadas por uma interrupção súbita das atividades, um olhar fixo no espaço e um retorno rápido à consciência.4
Outro tipo abrange as ausências atípicas, que têm um início mais lento e podem envolver alterações significativas no tônus muscular.4
Algumas crises epilépticas ocorrem em circunstâncias nas quais é difícil determinar se iniciou como focal ou generalizada ou se houve envolvimento motor ou não, ou quando a descrição do evento é inadequada.4 Nesses casos, a classificação baseada na consciência pode ser omitida, especialmente se não for possível estabelecer o nível de comprometimento da consciência durante a crise.4
Uma dúvida bem comum de muitas pessoas diz respeito à relação entre crises epilépticas e epilepsia. Será que ambas são sinônimos? A resposta é: “não”! Cada um dos termos se refere a questões diferentes.
A epilepsia, como vimos, é uma desordem cerebral crônica em que grupos de células nervosas — ou neurônios — no cérebro, às vezes, enviam sinais errados e desencadeiam as crises epilépticas.5 Por isso, nem todas as crises epilépticas são necessariamente indicativas de epilepsia, e há outras condições médicas que podem causar crises epilépticas, como febre, lesões na cabeça ou alterações metabólicas, em geral. Por isso, epilepsia é uma condição onde o paciente tem a propensão a ter crises epilépticas recorrentes.5
As crises epilépticas, em sua definição, referem-se a episódios de atividade cerebral anormal que resultam em alguns sintomas, como movimentos involuntários, sensações estranhas, emoções intensas e/ou comportamentos anormais, como abordamos.5
Durante uma crise epiléptica, muitos neurônios enviam sinais ao mesmo tempo, resultando em uma atividade elétrica excessiva e rápida no cérebro. Estas crises podem variar amplamente em termos de sintomas e gravidade, dependendo do tipo e da localização da atividade cerebral anormal.5
Sendo assim, a epilepsia é uma condição caracterizada pela presença de crises epilépticas recorrentes. No entanto, as crises epilépticas podem acontecer não só na epilepsia, mas também em outros quadros ou até mesmo de forma isolada, sem uma doença específica.
O diagnóstico de epilepsia pode ser um processo desafiador devido à possibilidade de outras condições causarem sintomas semelhantes, como desmaios, enxaquecas e ataques de pânico. Geralmente, o problema não pode ser confirmado até que você tenha tido mais de uma crise epiléptica.3
Para ajudar no diagnóstico, é importante descrever o que você lembra sobre a sua crise com o máximo de detalhes possível, incluindo o momento em que ocorreu, o que estava fazendo quando aconteceu e como se sentiu antes, durante e depois do episódio. Inclusive, pode ser útil fazer algumas anotações antes da consulta e levá-las consigo.3
Além disso, é muito útil ter alguém que tenha testemunhado uma de suas crises ou, se possível, levar uma gravação em vídeo da crise.3 Mas isso não é tudo, já que alguns testes também podem ser úteis nessa determinação. Continue a leitura dos próximos tópicos para conhecê-los!
Um eletroencefalograma é usado para verificar a atividade elétrica incomum no cérebro, que pode ocorrer em pessoas com epilepsia. Durante o teste, pequenos sensores são colocados no couro cabeludo para captar os sinais elétricos produzidos quando as células cerebrais se comunicam.3
Esses sinais são registrados por uma máquina e analisados para verificar se há alguma anormalidade.3
Uma ressonância magnética pode ajudar a detectar problemas no cérebro que, às vezes, podem causar epilepsia, como tumores cerebrais, danos cerebrais devido a um acidente vascular cerebral (AVC) ou cicatrizes no cérebro.4 A ressonância magnética utiliza campos magnéticos e ondas de rádio para criar uma imagem do órgão. O paciente é colocado dentro de um grande tubo do scanner durante o procedimento.3,4
Se esses testes não mostrarem nada incomum, ainda é possível que o paciente tenha epilepsia, e o diagnóstico pode ser baseado apenas nos sintomas relatados. No entanto, o diagnóstico definitivo de epilepsia geralmente requer, pelo menos, duas crises epilépticas não provocadas, ocorrendo com um intervalo de tempo superior a 24 horas.4
As causas da epilepsia podem ser bem diversas e variam de pessoa para pessoa. Algumas das principais são:2
Outros fatores, como tumores cerebrais, também podem desempenhar um papel importante como causa de epilepsia em algumas pessoas. Além disso, por fim, há os casos em que as origens do problema não conseguem ser identificadas, o que é chamado de “idiopático”.2
A epilepsia pode afetar qualquer pessoa, independentemente de sexo, raça, etnia ou idade. No entanto, existem alguns fatores de risco que podem aumentar a probabilidade de desenvolvimento da condição.5 Conheça a seguir!
Alterações genéticas podem desempenhar um papel fundamental no desenvolvimento de certos tipos de epilepsia. Muitas vezes, a epilepsia pode afetar vários membros da mesma família, indicando uma predisposição genética.5
Problemas durante o desenvolvimento do cérebro, como malformações congênitas ou anormalidades nas conexões neuronais, podem aumentar o risco de epilepsia.5
Traumas cerebrais, como lesões traumáticas ou acidentes vasculares cerebrais, podem perturbar o padrão normal de atividade das células nervosas e aumentar o risco de crises epilépticas.5
Infecções do cérebro, como meningite ou encefalite, podem danificar os tecidos cerebrais e desencadear a epilepsia em alguns casos.5
Tumores cerebrais podem interferir na função cerebral normal e causar crises epilépticas em algumas pessoas.5
Pessoas com epilepsia podem enfrentar uma variedade de problemas de saúde além das crises. Esses problemas podem estar relacionados às crises em si ou às causas do problema. Continue para conhecer algumas intercorrências comuns!
Algumas pessoas com epilepsia podem experimentar distúrbios de humor, como depressão, ansiedade ou irritabilidade, que podem ser desencadeados pelas crises epilépticas ou pelo estresse de lidar com a condição.6
As crises podem interromper o sono normal, levando a distúrbios do sono, como insônia ou sonolência excessiva durante o dia.6
As próprias crises epilépticas e alguns medicamentos utilizados no tratamento medicamentoso podem afetar a capacidade de concentração, memória e aprendizado de algumas pessoas, dificultando as tarefas diárias e o funcionamento cognitivo.6
Além das questões cognitivas, alguns fármacos anticrises epiléticas(FACs) podem causar efeitos colaterais indesejados, como sonolência, tonturas, ganho de peso ou alterações hormonais.6
A epilepsia pode impactar negativamente a vida social e os relacionamentos interpessoais devido ao estigma associado à doença ou à preocupação com a ocorrência das crises em situações sociais.6
Em casos raros, a epilepsia pode resultar em morte súbita e inesperada, geralmente durante o sono, sem uma causa aparente. Essa é uma complicação grave da condição, que requer vigilância médica adequada e gerenciamento do quadro.6
Agora, é possível que você esteja se perguntando como é feito o tratamento desse problema de saúde. Há várias abordagens que podem ajudar no controle das crises e na melhora da qualidade de vida dos pacientes afetados. Saiba mais a seguir!
A abordagem mais comum para tratar a epilepsia é prescrever medicamentos antiepilépticos. Existem mais de 40 opções diferentes disponíveis atualmente — todas com benefícios e efeitos colaterais distintos. A maioria das crises epilépticas pode ser controlada com um único medicamento.5
Algumas formas de epilepsia podem responder a mudanças na dieta. Por exemplo: a dieta cetogênica, que é rica em gorduras e proteínas e baixa em carboidratos, pode ser usada para tratar epilepsias resistentes a medicamentos.5
A cirurgia é geralmente considerada quando uma pessoa com epilepsia não responde adequadamente a, pelo menos, dois medicamentos antiepilépticos ou quando os médicos identificam uma lesão cerebral que está causando as crises.5
Alguns pacientes refratários aos tratamentos medicamentosos podem usar dispositivos de neuroestimulação para tratar a epilepsia. Esses dispositivos fornecem estimulação elétrica ao cérebro para reduzir a frequência das crises epilépticas.5
O tratamento ideal para cada paciente dependerá de vários fatores, incluindo o tipo de epilepsia, a frequência das crises, os efeitos colaterais dos medicamentos e o estilo de vida do indivíduo.5
Certos gatilhos podem provocar crises epilépticas em pessoas suscetíveis. Sendo assim, aqueles que já foram diagnosticados com a condição e estão em tratamento medicamentoso podem desencadear uma crise se forem expostos a eles.
Diante disso, conhecê-los é fundamental para que possam ser evitados. Continue para saber mais!
O estresse é frequentemente relatado como um dos gatilhos mais comuns de crises em pessoas com epilepsia. Situações estressantes, emocionais ou físicas podem desencadear uma crise em algumas pessoas.5
Beber álcool ou passar por abstinência de álcool pode aumentar o risco de crises em algumas pessoas com epilepsia.5
A desidratação e a falta de alimentação adequada podem desencadear crises em algumas pessoas. É importante manter-se hidratado e fazer refeições regulares para ajudar a prevenir crises epilépticas.5
A exposição a toxinas ou venenos, como chumbo, monóxido de carbono, drogas ilícitas e doses muito grandes de medicamentos prescritos, pode desencadear crises epilépticas em algumas pessoas.5
Alterações hormonais que ocorrem durante o ciclo menstrual podem desencadear crises em algumas mulheres com epilepsia.5
A falta de sono adequado pode aumentar o risco de crises em algumas pessoas com epilepsia. É importante manter uma rotina de sono regular e garantir horas suficientes de descanso todas as noites.5
Estímulos visuais, como luzes piscantes ou padrões em movimento, podem desencadear crises em algumas pessoas com epilepsia, especialmente aquelas com epilepsia fotossensível.5
É importante que cada pessoa com epilepsia identifique seus próprios gatilhos pessoais e tome medidas para evitá-los sempre que possível. Manter um diário de convulsões pode ser útil para rastrear padrões e identificar gatilhos específicos.5
O suporte profissional é essencial no acompanhamento de qualquer tipo de condição que afete nossa saúde.7 Sendo assim, é claro que o tratamento da epilepsia não é diferente!3
Como vimos, a epilepsia pode ser um problema relativamente perigoso, colocando até mesmo risco na vida dos pacientes afetados.6 Para o controle efetivo das crises, é fundamental que um bom tratamento seja feito ao longo de toda a vida daquele indivíduo.3
Então, caso você tenha sofrido uma crise epiléptica ou conheça alguém que passou por isso, procure ajuda médica. Os profissionais poderão fazer os exames necessários para determinar se você é ou não um paciente com a condição, além de conferir em qual das variações da epilepsia o seu quadro se encaixa, como será a investigação e possível tratamento de seu quadro.3
E então, entendeu mais sobre os tipos de epilepsia e as informações gerais sobre essa condição? Como podemos ver, ela é um problema multifatorial complexo, que pode prejudicar a qualidade de vida dos pacientes afetados e até mesmo trazer complicações para a vida deles em sociedade. Por isso, o diagnóstico adequado é fundamental para que o melhor tratamento possível possa ser aplicado.
Gostaria de ter mais informações sobre como manter sua saúde em dia? Então, o blog A Vida Plena é o lugar certo para isso! Acesse o portal e obtenha dicas e recomendações para cuidar do seu organismo como um todo.
E não deixe de conferir nosso Guia de Orientações para o Paciente com Epilepsia.
–
Referências:
1. International League Against Epilepsy Consortium on Complex Epilepsies. GWAS meta-analysis of over 29,000 people with epilepsy identifies 26 risk loci and subtype-specific genetic architecture. Nat Genet. 2023 55: 1471–1482.
2. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Epilepsy. Disponível em: <https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/epilepsy>. Acesso em: 11 abr. 2024.
3. NHS. Epilepsy. Disponível em: <https://www.nhs.uk/conditions/epilepsy/>. Acesso em: 11 abr. 2024.
4. SARMAST, S. T.; ABDULLAHI, A. M.; JAHAN, N. Current Classification of Seizures and Epilepsies: Scope, Limitations and Recommendations for Future Action. Cureus, v. 12, n. 9, 20 set. 2020. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7575300/. Acesso em: 11 abr. 2024.
5. NATIONAL INSTITUTE OF NEUROLOGICAL DISORDERS AND STROKE. Epilepsy and Seizures | National Institute of Neurological Disorders and Stroke. Disponível em: <https://www.ninds.nih.gov/health-information/disorders/epilepsy-and-seizures>. Acesso em: 11 abr. 2024.
6. Epilepsy Foundation. Complications and Risks. Disponível em: <https://www.epilepsy.com/complications-risks>. Acesso em: 11 abr. 2024.
7. Biblioteca Virtual em Saúde – Ministério da Saúde. Diretrizes para o cuidado das pessoas com doenças crônicas nas redes de atenção à saúde e nas linhas de cuidado prioritárias. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes%20_cuidado_pessoas%20_doencas_cronicas.pdf. Acesso em: 16 abr. 2024.
Parágrafos não referenciados correspondem à opinião e/ou prática clínica do autor.
A enxaqueca é uma condição neurológica bastante comum. Segundo algumas estimativas, cerca de um bilhão...
A enxaqueca é um distúrbio neurológico caracterizado por crises de dores de cabeça de forte...
Apesar de ser reconhecida pela dor de cabeça forte e recorrente, a enxaqueca é uma...
A cefaleia tensional é um tipo comum de dor de cabeça que causa uma sensação...
Misturar medicação anticrise epiléptica e álcool é uma combinação que pode trazer consequências sérias para...
Em março, mais especificamente no dia 26, o mundo se mobiliza em torno do Dia...