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Colegas de trabalho reunidos em uma mesa durante uma reunião, referência burnout na profissão.

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Pressão excessiva, falta de limites entre a vida pessoal e profissional e outros são fatores que podem desencadear a síndrome de Burnout. Caracterizada pelo desgaste emocional, pelo distanciamento afetivo e pela ausência de realização profissional, a síndrome de Burnout afeta cada dia mais trabalhadores, principalmente em tempos de pandemia. Segundo uma reportagem publicada no início deste ano, após um ano de pandemia, a quantidade de pessoas que sofrem com este transtorno mental cresceu significativamente.

Como surge o Burnout?

De maneira geral, nosso sucesso é medido pela nossa capacidade de produção e de resiliência. Contudo, esse tipo de pensamento pode levar um indivíduo a uma rotina de extremo desgaste emocional e pressão, causando picos de estresse que podem vir a se transformar numa síndrome de Burnout.

De alguma forma, apesar da grande recorrência de casos de Burnout nas mais diversas áreas do mercado, adoecer ainda pode ser visto como um sinal de fraqueza, o que colabora para que o sofrimento emocional decorrente do transtorno se intensifique. Dessa maneira, é preciso que os gestores e líderes de empresas se atentem ao fato de que o Burnout é uma realidade para muitas pessoas e, assim, proponham práticas que contribuam para uma boa saúde mental dos seus colaboradores.

Boas práticas de lideranças no sentido de manutenção da saúde mental dos colaboradores criam um ambiente mais empático e acolhedor, além de uma relação mais saudável entre a equipe. Entenda quais são as práticas adotadas atualmente no mercado para evitar o Burnout e veja nossas dicas de boas práticas para manutenção da saúde mental dos colaboradores.

Uma boa comunicação pode ser a chave de tudo

Expressar seus objetivos e metas enquanto líder, definir prioridades e as expectativas faz com que a comunicação seja mais clara e assertiva. Uma comunicação bem estruturada e aberta é um canal essencial para o relacionamento entre colaboradores e para o bem-estar geral.

Feedbacks

Aproveitando o gancho da comunicação, os feedbacks têm se mostrado uma prática muito eficiente tanto para o relacionamento entre os diferentes cargos das empresas, quanto para que os colaboradores tenham seus objetivos alinhados com os da empresa. Por exemplo, com feedbacks assertivos e regulares, os colaboradores sabem quais são seus pontos a serem aprimorados (tanto técnicos quanto comportamentais), quais as reais possibilidades de progressão na carreira, de aumento de salário e outros.

Cuide do bem-estar da equipe

Uma rotina de trabalho excessiva merece pequenos (ou grandes) respiros. Por isso, incentive os colaboradores a tirarem férias de verdade, sem se preocupar em responder e-mails da empresa, mensagens de WhatsApp ou qualquer outra coisa relacionada ao trabalho. Ter pequenos intervalos e se levantar da cadeira, por exemplo, também colaboram para o bem-estar e para a produtividade. E, se quiser ir além, é possível pensar na implementação de algumas atividades laborais como a yoga, palestras e outras atividades que deem uma quebrada na rotina maçante.

Separe os canais de comunicação

Hoje, existem diversas ferramentas pagas e gratuitas para a comunicação empresarial. Desconectar ferramentas utilizadas no trabalho das ferramentas de uso pessoal facilita também o processo de não misturar a vida profissional com a vida pessoal.

Recompensas

Todo mundo gosta de sentir que é reconhecido pelo seu trabalho. Um colaborador que se sente desvalorizado provavelmente vai trabalhar infeliz. É importante lembrar que o reconhecimento nem sempre precisa vir em forma de dinheiro e pode vir também em forma de elogio. O essencial é que a recompensa venha por conta de resultados obtidos pelo trabalho do colaborador, e não por fazer horas-extras ou coisas que estão além do seu escopo de trabalho.