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Publicado em: 1 de julho de 2024
As mulheres adoram cuidar da pele e usar cremes, costuma fazer parte da rotina. É provável que você seja uma delas, não é mesmo? Só que é preciso ter cuidado! Não é incomum que os fabricantes desses cosméticos recebam reclamações das consumidoras a respeito de reações sensoriais desagradáveis.1
A queixa é quase sempre a mesma: pele sensível!1 E apesar de a irritação poder ocorrer em todo o corpo, o rosto costuma ser o mais atingido.1 Afinal, é onde costumamos usar mais produtos cosméticos e a parte que fica mais exposta a condições extremas do ambiente.1
A síndrome da pele sensível é um fenômeno mundial que afeta mais da metade das mulheres.1 Saber identificar se a pele do rosto é sensível é o primeiro passo para entender como deve ser o cuidado com esse tipo de pele. Quer saber como? Continue a leitura e descubra!
Pele sensível é um fenômeno que provoca coceira, ardência, ressecamento, queimação e muitos outros sintomas.1 Esses sintomas ocorrem como resposta a estímulos que normalmente não provocam essas sensações e muitas vezes não estão relacionados a nenhuma doença de pele.1
Desde que esse conceito foi criado, em 1970, muitos métodos foram usados para identificar a pele sensível. No entanto, um fato que dificulta a interpretação dos resultados é que algumas pessoas podem ser sensíveis a uma substância, enquanto outras, não.1
Para complicar ainda mais, é possível que a variação aconteça em uma mesma pessoa.1 Determinado agente irritante pode causar sintomas, enquanto outro, com mesmo modo de ação, não.1 Outro ponto que vale ressaltar é que a variabilidade também ocorre em diferentes partes do corpo. Resumindo, a descrição das sensações é muito subjetiva.1
Mesmo que já existam métodos bastante avançados para identificar reações subclínicas (imperceptíveis), as reações podem não estar realmente associadas com as respostas sensoriais.1 Sem contar que é preciso dispor de pessoas treinadas para conduzir esse tipo de teste e interpretar os dados.1
Então, como os pesquisadores têm investigado essas questões? Conduzindo pesquisas com aplicação de questionários e estudos epidemiológicos. Os resultados revelam que aproximadamente 70% das pessoas ao redor do mundo declararam ter pele sensível.1
Fatores culturais parecem influenciar bastante a percepção. Na China, por exemplo, apenas 23% das mulheres relataram ter pele sensível. Por outro lado, em locais específicos da Europa, onde a cultura da moda e beleza é mais marcante, a proporção pode chegar aproximadamente 80-90%.1
Outra razão que pode estar relacionada com maior reconhecimento dos sintomas de pele sensível é o fototipo da pele.1 Pessoas de pele mais clara costumam se declarar mais como tendo pele sensível em relação às pessoas de pele mais escura.1 Isso geralmente acontece devido ao fato de que pessoas de pele clara, em geral, tem a pele mais fina que pessoas de pele mais escura.
Além disso, como cada tipo de pele tem uma estrutura diferente, elas podem ter sensibilidades diferentes a um mesmo fator irritante.1 É importante lembrar que nem só produtos de beleza podem causar irritação.1,2 Outras possíveis razões para a pele sensível são:
Dito tudo isso, como saber se você tem esse problema? Certamente, a primeira coisa a se fazer é distinguir a síndrome da pele sensível da sensibilizada. Apesar de os sintomas serem os mesmos, a pele irritada ocorre em resposta a fatores que podem ser irritantes a todas as pessoas, como depois da depilação com lâmina ou de tratamentos com lasers.3
Já a pele com dermatite de contato é decorrente da exposição a um ou vários agentes que causam alergia, provocando uma reação eczematosa, com vermelhidão, pápulas e escoriações.3 Também é importante descartar a possibilidade de doença de pele inflamatória associada.3
Algumas pessoas podem confundir os sintomas de pele sensível com determinadas doenças, como rosácea ou dermatite seborreica. Além disso, existem fatores psicológicos que causam sintomas semelhantes, como a síndrome da intolerância a cosméticos.1
A pele sensível pode então ser diagnosticada por vários testes sensoriais, mas o método mais confiável é o relato dos pacientes.3 Os resultados podem ser relatados, por exemplo, por meio da escala de sensibilidade, que vai de 0 a 100 e analisa 10 itens.3
Quanto aos testes físicos, destacam-se dois. O primeiro é a aplicação de uma solução aquosa de ácido lático a 10% sobre o sulco nasolabial, que é a linha que começa no canto do nariz e termina no canto exterior dos lábios. O segundo é o teste de sensibilidade térmica, que inclui o teste de capsaicina.3
Vale lembrar que a síndrome da pele sensível é uma condição crônica, o que significa que existirão momentos de crise e de remissão. As crises podem ser agravadas pelo ciclo menstrual, pelo estresse ou mesmo por variações sazonais (especialmente no calor).3
A síndrome da pele sensível pode afetar a qualidade de vida e, portanto, merece atenção.3 Pela análise de diversos estudos, os especialistas chegaram às seguintes conclusões:
Pensando nisso, a Libbs desenvolveu um hidratante exclusivamente para quem tem pele sensível: o Umiditá. Ele tem ação anti-inflamatória e calmante, capaz de reparar, acalmar e hidratar a pele!
A síndrome da pele sensível é um fenômeno global que afeta uma parcela significativa das mulheres, gerando desconforto e interferindo na qualidade de vida. Portanto, é fundamental compreender os sintomas e os desafios dessa condição para um cuidado eficaz da pele do rosto.
A busca por produtos adequados é crucial, e é por isso que convidamos você a explorar mais artigos no blog A Vida Plena, que trazem informações e estratégias de cuidados para a pele do rosto sensível e uma rotina de beleza mais saudável.
Referências:
1. FARAGE, M. A. The Prevalence of Sensitive Skin. Frontiers in Medicine, v. 6, 17 maio 2019. Disponível em: https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fmed.2019.00098. Acesso em: 14 maio 2024.
2. BATAILLE, A. et al. Sensitive Skin: Lessons From Transcriptomic Studies. Frontiers in Medicine, v. 6, 28 maio 2019. Disponível em: https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fmed.2019.00115. Acesso em: 14 maio 2024.
3. LAURENT MISERY et al. Sensitive Skin Syndrome: A Low-Noise Small-Fiber Neuropathy Related to Environmental Factors? PubMed Central, v. 3, 25 mar. 2022. Disponível em: https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fpain.2022.853491/. Acesso em 14 maio 2024.
4. UMIDITÁ® Calm. Disponível em: https://www.libbs.com.br/umidita-calm/. Acesso em 21 junho 2024.
Data: junho 2024
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