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Publicado em: 12 de agosto de 2024
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Uma alimentação com poucas fibras vegetais e líquidos está entre as principais causas da prisão de ventre — também conhecida como constipação intestinal e é um problema muito comum na população mundial geral.¹ Apesar de acometer pessoas de todas as idades, as mulheres são as que mais sofrem desse mal.¹ Portanto, entender o valor dos alimentos para prisão de ventre é essencial para a sua saúde gastrointestinal.
A prisão de ventre, ou também “intestino preso”, não é uma doença, como pode parecer, mas, sim, um sintoma de que algo não está funcionando bem no nosso organismo.¹ Se o quadro acometê-lo, uma investigação médica pode ser recomendada para buscar as causas dessa constipação intestinal, especialmente se ela vier acompanhada de outros sintomas incomuns.¹
Por enquanto, vamos abordar a importância dos alimentos para prisão de ventre, o quanto as opções diversas podem ajudar ou agravar a questão e se há alternativas mais indicadas para o consumo, entre outros pontos. Quer saber mais sobre como lidar com o quadro? Continue a leitura!
A prisão de ventre se caracteriza pela diminuição da frequência em evacuar — menos de três vezes por semana. Diante disso, quando ocorre, vem, via de regra, acompanhada de muito esforço e dor, pois as fezes costumam estar ressecadas e muito duras. Além disso, são frequentes as queixas de sensação incompleta de evacuação.2
A baixa ingestão de fibras vegetais e líquidos, como citamos, resseca as fezes. Na falta dessas substâncias, o bolo fecal que se forma no intestino tem dificuldade em seguir o seu caminho até a saída pelo canal anal. Nesse caso, pode acontecer a prisão de ventre, que é denominada pelos médicos como constipação primária ou funcional, que acontece em 85% dos casos.1
As consequências são incômodas e, dependendo da gravidade do caso, pode haver muita dor ao defecar por conta das fezes duras, fissuras e até hemorroidas. Não raramente, a condição ainda causa dores abdominais, flatulência, entre outros efeitos.3
Assim sendo, é interessante que haja uma atenção especial quando falamos de alimentos para prisão de ventre.4 Inclusive, pesquisas científicas mostram que o consumo de fibras, além de prevenir e ajudar no tratamento, possivelmente também nos protege de doenças do tubo digestivo e extra-digestivas.4
Os especialistas são unânimes ao recomendarem o aumento do consumo de água e de demais líquidos para evitar o problema, que deve ser entre três a quatro litros diários, segundo a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP).1 Quanto aos alimentos para prisão de ventre, devem fazer parte do cardápio aqueles ricos em fibras e, de preferência, deve haver o consumo de frutas com casca e bagaço.2
A seguir, conheça alguns alimentos que aliviam a prisão de ventre:2
Em complemento aos alimentos para prisão de ventre, a SBCP orienta que o início do tratamento clínico deve ser feito com o aumento do consumo de fibra vegetal, podendo também ser indicada a complementação com farelos, mucilagens ou sementes, não esquecendo que o aumento no consumo de água também é muito importante e ajuda na função das fibras.1
Além do consumo dos alimentos para prisão de ventre, as alterações nos hábitos de vida também devem ser consideradas. Afinal, especialistas apontam evidências, a exemplo de estresse, ansiedade e falta de atividade física, como fatores que influenciam a condição.1,2
A psicoterapia também é uma alternativa para ajudar nessas ocasiões.1 Outra informação que vale destacar envolve a relevância de regular os horários de ir ao banheiro e nunca os adiar diante da necessidade.2
Abaixo, veja algumas dicas alimentares importantes que o ajudarão quando o papo é como lidar com a prisão de ventre:
Assim como há a indicação de alimentos que aliviam a prisão de ventre, outros podem agravar o quadro. Confira alguns deles:2
Sobretudo, vale salientar a atuação dos industrializados no nosso organismo, que não são indicados como os melhores alimentos para prisão de ventre. Como são opções que costumam ser muito processadas, os nutrientes acabam diminuindo, assim como as fibras. Como resultado, há um prejuízo na quantidade ideal do consumo diário de fibras.6
Já à medida que se aumenta o consumo de água e de outros líquidos, além da ingestão de fibras vegetais, e da prática de atividades físicas na rotina, há um impacto direto na melhora da qualidade de vida e da condição da prisão de ventre.3,7 Um intestino saudável funciona regularmente a cada um ou dois dias.5
Por fim, se você sente qualquer tipo de desconforto ao evacuar, busque uma orientação médica. A prisão de ventre é uma das condições com sintomas mais frequentes nas idas ao clínico geral e ao gastroenterologista, que afeta em torno de 20% da população mundial.3
O diagnóstico da prisão de ventre é feito com base nas evidências clínicas e, quanto antes for detectado o quadro, mais rapidamente as suas funções intestinais podem ser normalizadas.8
Assim, se você tinha alguma resistência em consumir mais fibras ou em beber água em quantidades regulares, esperamos que agora você esteja aberto a mudar os seus hábitos, principalmente entendendo o papel dos alimentos para prisão de ventre, que podem ser nossos grandes aliados — ou inimigos!
A propósito, falando de aliados à nossa saúde gastrointestinal, conheça a linha de produtos gástricos da Libbs que podem ajudar você a lidar com a prisão de ventre.
Referências
1. Sociedade Brasileira de Coloproctologia. Constipação (SBCP) [internet]. 2013. [Acesso em 11Jun2024]. Disponível em: https://tinyurl.com/5n6wjp3z
2. Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Orientações nutricionais para constipação intestinal [internet]. [Acesso em 11Jun2024]. Disponível em: https://tinyurl.com/3jnu5yb5
3. Galvão-Alves J. Constipação Intestinal. J Bras Med. 2013;101(2):31-37.
4. de Morais MB, Maffei HVL. Constipação Intestinal. J. Pediatr. (Rio J.). 2000;76(2):147-156.
5. World Gastroenterology Organisation (WGO). Manejo dos sintomas comuns de doenças gastrointestinais na comunidade [internet]. 2013. [Acesso em 11Jun2024]. Disponível em: https://tinyurl.com/4r7fcyas
6. Brasil. Ministério da Saúde. Biblioteca Virtual em Saúde. Constipação Intestinal [internet]. Brasília; 2007. [Acesso em 11Jun2024]. Disponível em: https://tinyurl.com/46km3w7f
7. Garcia LB, Bertolini SM, de Souza MV, dos Santos MS, Pereira CO. Constipação intestinal: Aspectos epidemiológicos e clínicos. Saúde e Pesquisa. 2016;9(1):153-62.
8. Brasil. Ministério da Educação. Maio roxo chama atenção para distúrbios intestinais [internet]. 2023. [Acesso em 11Jun2024]. Disponível em: https://tinyurl.com/35s892r9
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