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Publicado em: 27 de julho de 2023
Assuntos abordados
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Sentir fadiga, dores que vão se espalhando pelo corpo, alterações de memória e distúrbio do sono pode ser um indicativo de fibromialgia (FM).1Um fato curioso é que a doença é mais comum entre o público feminino: a cada dez pacientes diagnosticados, de sete a nove são mulheres.1
A fibromialgia pode afetar consideravelmente a qualidade de vida devido ao cansaço intenso que provoca.1 Como a fadiga é um sintoma frequente de outros quadros de saúde, quanto mais cedo você receber o diagnóstico dessa patologia, mais rápido poderá se tratar e evitar o aparecimento de doenças associadas.1
Quer saber mais sobre o assunto? Neste post, vamos explicar o que é e como lidar com a fibromialgia. Confira!
A fibromialgia é classificada como uma síndrome dolorosa crônica, do tipo não inflamatória, que atinge o sistema musculoesquelético. Porém, também pode manifestar sintomas em outros sistemas e aparelhos.2
A definição da doença ainda tem motivos controversos. Isso se deve à ausência de alterações anatômicas na condição da doença, além da ocorrência de sintomas que podem ser confundidos com depressão maior e síndrome da fadiga crônica.2
Em decorrência disso, muitos especialistas consideravam antigamente a fibromialgia uma síndrome de somatização. Isto é, que ocorre quando o pensamento e o estado emocional em conflito geram dores e doenças no corpo físico.2
Contudo, desde 1980, os conhecimentos obtidos sobre a patologia a descrevem como uma síndrome de dor crônica e real. Nesse caso, é desencadeada por um mecanismo de sensibilização do sistema nervoso central (SNC) à dor.2
Bastante comum, a fibromialgia perde apenas para a osteoartrite como uma das maiores causas de dor musculoesquelética crônica.2 A prevalência da doença na população mundial é de 2%. Assim, ela é o motivo de 15% das consultas realizadas em consultórios de reumatologia e de 5% a 10% nos consultórios de atendimento clínico geral.2
Como dissemos no começo do artigo, a doença também é mais comum em mulheres do que em homens, com maior prevalência nas pessoas entre 30 e 50 anos de idade. Entretanto, também pode ocorrer durante a infância e na terceira idade.2
Ansiedade e depressão geram impactos negativos no quadro de FM, tal como ocorre em outras doenças.3 O diagnóstico de depressão ocorre em 50% dos pacientes com fibromialgia. Nesse contexto, as duas condições passam a atuar como um círculo vicioso, piorando o quadro do indivíduo.3
Os pacientes deprimidos também têm distúrbio de sono e fadiga, sintomas característicos da FM.3 No entanto, é necessário ressaltar que uma parcela de pacientes com fibromialgia não tem depressão, já que, embora possam estar associadas, são condições clínicas distintas.3
Como mencionamos, a FM não causa alterações orgânicas no organismo humano.1 Não há lesões nos tecidos, nem inflamações ou degeneração, o que faz com que algumas pessoas não acreditem na doença.3
Os estudos mais recentes dizem que a fibromialgia é causada por uma amplificação dos impulsos dolorosos. Tal condição só é constatada por meio de exames muito específicos, como os que são realizados em pesquisas científicas.3
Em um quadro de dor crônica, quase sempre, a pessoa consegue se comunicar bem e aparenta estar calma.3 A sua reação à dor pode ser percebida quando ela apresenta depressão, cansaço, afastamento social e alteração do sono.3
Diante disso, quem convive com o paciente pode duvidar se os sintomas relatados por ele, de fato, são reais.3 Todavia, a experiência médica, a similaridade com a descrição das manifestações clínicas da FM ao redor do mundo e a visualização do cérebro em atividade de pacientes com fibromialgia possibilitaram estabelecer que a fibromialgia é uma doença real.3
O sintoma que caracteriza a fibromialgia é a dor generalizada, ou seja, que atinge todo o corpo e é percebida, principalmente, nos músculos.3
Inclusive, é comum que o paciente tenha dificuldade para relatar ao médico onde está sentindo a dor: se nos ossos, nas articulações ou nos músculos.3 Uma vez que os músculos compõem todo o corpo, essa é a razão pela qual a dor pode ser confundida.3
Geralmente, a pessoa sente dor espontânea e dolorimento quando há um toque na região do corpo afetada pela doença.3 Por isso, muitas vezes, é possível que ela diga que não pode ser abraçada ou até mesmo acariciada.3
Veja, a seguir, quais são os principais sintomas da fibromialgia.
A dor provocada pela fibromialgia é difusa (se espalha pelo corpo) e crônica (muito frequente ou contínua), que envolve o esqueleto axial (ossos da cabeça, pescoço e tronco) e periférico (membros inferiores e superiores).2
Pode ser que a dor se inicie em determinada região, com maior frequência na coluna cervical, incluindo ou não os músculos trapézios.2 Em outras ocasiões, ela pode começar como uma cervicobraquialgia (dor cervical que irradia para o braço) ou como uma cervicodorsalgia (dor cervical que atinge a região torácica superior).2
Também há pacientes que relatam que a dor se origina de forma difusa, localizada na coluna vertebral e nos membros inferiores e superiores.2
O caráter da dor, ou seja, o modo como ela se manifesta, também pode ser diferente para cada pessoa.2 Os pacientes podem sentir uma pontada, queimação, peso, cansaço, ou ter a sensação de que sofreu uma contusão.2 Além disso, há pessoas que dizem que o problema se agrava com mudança climática, frio, esforço físico ou tensão emocional.2
O cansaço e a fadiga estão entre os principais sintomas da fibromialgia.2 Em se tratando especificamente da fadiga, ela pode ser bastante intensa. A pessoa se sente exausta com facilidade e tem dificuldade para realizar as atividades do cotidiano, tanto do trabalho quanto domésticas.2
Outros sintomas que acompanham a doença são as sensações parestésicas (anormais), como queimação, coceira,sensação de rastejamento da pele e frio.2 Elas não seguem uma distribuição dermatômica, ou seja, não atingem uma única raiz nervosa.2
As alterações do sono são manifestações clínicas relevantes da fibromialgia.3 Os primeiros vestígios de prejuízo ao sono causado pela doença foram observados a partir de polissonografia (estudo do sono) dos pacientes.3
Em muitos casos, o paciente até consegue dormir por uma boa quantidade de horas. Porém, acorda cansado e com a sensação de que não dormiu direito, o que é chamado de sono não reparador da FM.3 Mas também pode haver insônia, sensação de pernas inquietas momentos antes de dormir e movimentação da perna durante o sono.3
A sensação de inchaço é um dos alertas para o diagnóstico de fibromialgia.3 Normalmente, ela é percebida nos trapézios, nos antebraços e nas mãos, mas não é observada pelo profissional de saúde que examina o paciente e não está relacionada a nenhum tipo de processo inflamatório.2
Por se tratar de uma doença que produz sensações amplificadas, é possível ter manifestações diferentes da FM em diversas partes do corpo. Por exemplo, queimações e formigamentos, dor abdominal, dor de cabeça e problema para urinar.3
Nesse sentido, o paciente também pode ter zumbido, tontura, dor torácica atípica, constipação, palpitação, tensão pré-menstrual (TPM), diarreia e dispepsia (desconforto digestivo).2
Da mesma forma que acontece com os pacientes que sofrem de dor crônica, quem tem FM pode ter dificuldade para se concentrar e falta de memória.3 Também podem ser desenvolvidos distúrbios do humor, como ansiedade e depressão.3
Outro sintoma que pode estar presente na fibromialgia é a maior sensibilidade aos estímulos ambientais, como à luz, a barulho e a odores.4
As causas do desenvolvimento de fibromialgia ainda não estão bem definidas.3 Por enquanto, o que existem são pistas que apontam que os pacientes de FM têm uma sensibilidade maior à dor do que as pessoas que não têm a doença.3
Na prática, é como se o cérebro das pessoas diagnosticadas com FM interpretasse os estímulos de modo exagerado. Isso resulta na ativação de todo o sistema nervoso e faz com que elas sintam mais dor.3
Há casos em que a fibromialgia surge após um evento traumático físico ou psicológico, ou depois de uma infecção grave.3 Na maioria das vezes, o quadro se inicia a partir de uma dor crônica localizada que vai evoluindo e envolvendo o restante do corpo.3
A explicação para isso estaria no fato de o distúrbio primário encontrado na FM ser uma alteração que atua em algum mecanismo central de controle da dor, o que acarreta a disfunção de neurotransmissores.5
Essa disfunção neuro-hormonal compreenderia uma deficiência na atividade dos neurotransmissores inibitórios que trabalham em níveis espinhais ou supraespinhais, sendo responsáveis pela encefalina, pela serotonina e pela noradrenalina. Ou, ainda, uma suposta hiperatividade de neurotransmissores excitatórios, como bradicinina e glutamato.5 Existe a possibilidade de as duas condições serem observadas na FM.5
Isso pode acontecer por uma predisposição genética ou ser desencadeado por algum trauma físico ou psicológico, como explicamos.5
A forma como o cérebro humano interpreta a dor depende de diferentes fatores, e um dos principais são as emoções.3 Assim, diante de emoções positivas, como alegria e felicidade, há uma redução do desconforto provocado pela dor.3 Já diante de emoções negativas, como infelicidade e tristeza, o desconforto da dor se torna ainda maior.3
Os neurotransmissores, como serotonina e noradrenalina, desempenham uma função importante no processo da interpretação da dor e na depressão.3 Com isso, quem sofre de FM e não recebe o tratamento adequado do seu quadro de depressão apresenta níveis mais elevados de dor.3 Inclusive, a ciência já comprova que essa piora não é “psicológica”.3
A identificação da fibromialgia é feita essencialmente de forma clínica.3 Se você suspeita de que está com esse problema, deve procurar um médico especialista. Esse especialista colherá informações importantes para o diagnóstico, tais como: se há dor generalizada, dificuldade para dormir, cansaço ao acordar ou fadiga ao longo do dia.3
Como outros sintomas podem acompanhar a FM, o médico também pode observar se existem quadros de ansiedade, depressão, alterações urinárias ou intestinais e dor de cabeça frequente.3
O médico fará um exame clínico para observar se há grande sensibilidade em determinadas partes dos músculos.3 Essas áreas são chamadas de pontos dolorosos. O importante para a definição do diagnóstico da doença não é a sua quantidade, mas sim a sua presença.3
Para facilitar esse processo, uma organização médica dos Estados Unidos, o Colégio Americano de Reumatologia, criou alguns critérios que devem ser avaliados na consulta, como dor difusa e pontos dolorosos.3
Durante a consulta, também podem ser aplicados questionários que ajudam não só a identificar a doença, mas também a acompanhar o paciente.3 Entre eles, estão o Índice de Dor Generalizada, o Questionário de Impacto da Fibromialgia e o Índice de Severidade dos Sintomas.3
Ainda não existem exames laboratoriais específicos para o diagnóstico de fibromialgia.3 Portanto, ao avaliar o paciente, o médico vai analisar sintomas e sinais similares aos da doença.3 Porém, é possível que o profissional de saúde solicite exames para excluir outras doenças ou para detectar problemas que influenciem a evolução da FM.3
A fibromialgia é uma condição crônica, o que quer dizer que dura muito tempo — inclusive, pode se estender por toda a vida da pessoa.3 Apesar de não ter cura, a FM não é uma doença progressiva, não é fatal e não provoca danos aos músculos, às articulações e aos órgãos internos.3
Em muitos pacientes, a doença melhora com o tempo e, em alguns casos, os sintomas diminuem quase que integralmente.3 Nesse sentido, o tratamento é feito, justamente, com a finalidade de aliviar os sintomas e dar mais qualidade de vida ao paciente.3
Para tanto, podem ser indicadas medicações que visam a reduzir a dor, melhorar o sono e aumentar a disposição.6 No geral, são prescritas medicamentos que atuam contra a maior sensibilidade à dor, além de relaxantes musculares e analgésicos para tratar os demais sintomas da FM.6
Outra linha de tratamento para crise de fibromialgia é a não medicamentosa. Ou seja, os cuidados que o paciente deve adotar com a sua condição são mais relevantes que a própria medicação, ainda que esta tenha um papel importante no combate à doença.6
Uma das maneiras auxiliares para se tratar o problema é a partir da prática regular de atividade física, que ajuda a reverter a sensibilidade aumentada, sintoma característico da FM.6 Com base nisso, o médico atua mais como um guia que orienta sobre os cuidados a serem praticados no cotidiano, além de prescrever os medicamentos adequados.3
É fundamental educar-se sobre a importância de seguir o tratamento como, por exemplo, em relação à necessidade de praticar exercícios físicos regularmente. Afinal, se você parar de se exercitar, os sintomas da FM podem voltar a se manifestar.3
Diante disso, entenda como lidar com a fibromialgia.
Os exercícios físicos trazem uma série de benefícios à saúde, especialmente de quem tem fibromialgia.3 Isso porque eles contribuem para o alívio da dor, melhoram o humor e a qualidade de vida.3
A prática é imprescindível para o tratamento de FM. Porém, antes de começar a se exercitar, é recomendado passar por uma avaliação funcional e de riscos que possam estar associados aos sistemas cardiovascular, locomotor e respiratório e aos medicamentos em uso.3
Outra questão relevante é que as atividades físicas devem ser individualizadas e prescritas pelo seu médico. Além disso, para maior segurança e melhores resultados, é indicado buscar acompanhamento de um profissional de educação física ou de um fisioterapeuta.3
A classificação dos exercícios físicos inclui os aeróbicos, de alongamento e de fortalecimento.3 As atividades aeróbicas, como caminhada e hidroginástica, são determinantes para a melhora do quadro clínico da FM, capazes de reduzir a fadiga, dor, distúrbios do sono, ansiedade e depressão.3
Os exercícios de alongamento e fortalecimento também são uma forma segura de tratamento não medicamentoso da doença.3 Vale ressaltar que você pode demorar algumas semanas para perceber os resultados.3 Dependendo do seu condicionamento físico prévio, é possível que note uma piora nas primeiras semanas para depois se sentir melhor.3
Sendo assim, é ideal que a prática de exercícios físicos ocorra de forma gradual, com inserções progressivas ao longo do tempo.3 Para obter mais benefícios, exercite-se de três a cinco vezes por semana, por um período de 30 a 60 minutos.3
E, claro, a atividade física escolhida deve ser prazerosa, para que faça parte do seu estilo de vida e seja praticada com regularidade.3
As técnicas de relaxamento são ótimas aliadas para o enfrentamento das crises de fibromialgia, como é o caso da massagem terapêutica manual.7 A massagem proporciona o relaxamento muscular, oxigenação e nutrição dos tecidos, melhora a circulação e o fluxo da drenagem natural que ocorre nos gânglios linfáticos. A partir dela, é possível obter bem-estar físico e psíquico.7
O ato de ‘’amassar’, técnica recorrente na massoterapia em tratamentos musculares, que se caracteriza pela realização de manobras repetitivas, promove a contração voluntária dos músculos, gerando efeitos sobre o tecido conjuntivo, fazendo com que as suas fibras se desprendam de forma contínua.7 Esse processo provoca efeitos psiconeuroimunológicos que evitam a liberação de cortisol, hormônio responsável pelo estresse muscular.7
As pessoas com fibromialgia que recebem o tratamento mecânico manual, podem perceber a diminuição da dor, o que se decorre da elevação dos níveis de serotonina no retorno venoso. Contudo, esses efeitos só são evidentes enquanto a massagem está sendo aplicada.7
Devemos ressaltar que a massagem deve ser realizada por um massoterapeuta, que faça uma avaliação criteriosa do seu quadro de dor crônica.7 Normalmente, a primeira sessão de massagem dura 30 minutos, e posteriormente vai aumentando, conforme a resistência do paciente diante da dor.7
Tenha uma alimentação saudável
Uma alimentação saudável é muito importante no tratamento da FM, pois a dieta que você segue pode influenciar nos sintomas da doença.8 A cafeína, por exemplo, interfere na qualidade do sono e sabendo que os distúrbios do sono estão entre as manifestações da fibromialgia, o ideal é evitá-la.8
Os pacientes de FM podem ter uma melhora considerável dos sintomas da doença ao adotarem uma dieta sem glúten, com alimentos ricos em cálcio, fontes de magnésio.8 As dietas anti-inflamatórias, que se caracterizam pelo consumo de vegetais, frutas, além da ingestão restrita de grãos e pães e moderada de proteína apresentam resultados positivos no controle dos sintomas da fibromialgia.8
Por outro lado, as dietas pró-inflamatórias, que são aquelas ricas em açúcares, gorduras e produtos processadas são inimigas dos pacientes de FM, já pioram os seus sintomas.8
A terapia cognitivo-comportamental (TCC) se baseia na forma como cada indivíduo reage aos eventos que enfrenta no dia a dia. Essa abordagem tem como finalidade fazer você entender e modificar suas emoções e seu modo de agir.3
Em resumo, a TCC é focada nos pensamentos do paciente e na maneira como interpreta o mundo ao seu redor. Portanto, as sessões o ajudam a adotar novas estratégias para promover as mudanças necessárias em seu comportamento.3
No que se refere à fibromialgia, a TCC colabora para que você entenda e consiga interpretar melhor suas atitudes ao sentir a dor e demais sintomas provocados pela doença. Assim, saberá lidar com ela da forma mais eficaz possível.3
Diferentemente do que acontece no quadro clínico de outras doenças, como artrose e artrite reumatoide, a fibromialgia não provoca incapacidade física ou deformidades.3 Contudo, acarreta uma queda considerável na qualidade de vida, o que pode ser sentido nos aspectos profissional, social e afetivo.3
Os pacientes de FM, como mencionamos, costumam ter bastante dificuldade para realizar tarefas profissionais ou domésticas.3 Isso faz com que se sintam inseguros quanto ao seu desempenho pessoal, o que gera um estado contínuo de revolta quanto à sua saúde.3
Além disso, é comum que muitos deles se queixem com frequência da perda de qualidade de vida e tenham dificuldades de relacionamento com familiares, amigos, colegas de trabalho e cônjuges.3
Em suma, a fibromialgia se manifesta por meio da dor no corpo inteiro, afetando bastante o bem-estar.3 Um alerta vermelho de suspeita da doença é não conseguir determinar se as dores são nos músculos ou nas articulações e sentir que elas vão se espalhando pelo corpo. E, ainda, ter grande sensibilidade ao toque nos pontos dolorosos.3
Com isso, a fibromialgia pode ser tratada, o que contribui para a melhoria das atividades funcionais e da redução da dor crônica e generalizada, da disfunção cognitiva, da fadiga e da insônia.8 Quanto antes você buscar ajuda médica, mais cedo poderá recuperar sua qualidade de vida.
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Fontes consultadas:
1. Brasil. Ministério da Saúde. Dia da Conscientização – Diagnóstico precoce pode melhorar a qualidade de vida de pacientes com fibromialgia e fadiga crônica. 2022. Disponível em: <https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/maio/diagnostico-precoce-pode-melhorar-a-qualidade-de-vida-de-pacientes-com-fibromialgia-e-fadiga-cronica>. Acesso em: 01 mar. 2023.
2. Sociedade Brasileira de Reumatologia. Fibromialgia. Projeto Diretrizes. 2004. Disponível em <https://amb.org.br/files/_BibliotecaAntiga/fibromialgia.pdf>. Acesso em 24 de julho de 2023.
3. Sociedade Brasileira de Reumatologia. Fibromialgia: Cartilha para pacientes. Comissão de Dor, Fibromialgia e Outras Síndromes Dolorosas de Partes Moles. 2011. Disponível em <https://www.reumatologia.org.br/cartilhas/#:~:text=Download%20do%20arquivo-,Fibromialgia,do%20corpo%20que%20n%C3%A3o%20doa.>. Acesso em 24 de julho de 2023.
4. Sociedade Brasileira de Reumatologia. Fibromialgia – Definição, Sintomas e Porque Acontece. 2011. Disponível em:< https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/fibromialgia-definicao-sintomas-e-porque-acontece/>. Acesso em: 01 mar. 2023.
5. Helfenstein Junior M, Goldenfum MA, Siena CAF. Fibromialgia: aspectos clínicos e ocupacionais. Rev Assoc Med Bras. 2012;58(3):358–65.
6. Sociedade Brasileira de Reumatologia. Fibromialgia. [São Paulo, SP], 2022. Disponível em: <https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/fibromialgia-e-doencas-articulares-inflamatorias/>. Acesso em: 01 mar. 2023.
7. GONDIM, S.S.; ALMEIDA, M.A.P.T. Efeitos da massagem terapêutica manual em
pacientes com a síndrome da fibromialgia.Revista multidisciplinar e de
Psicologia, Vol. 11, N. 39, pag. 336-354, 2017. Disponível em:<https://idonline.emnuvens.com.br/id/article/view/994>.
8. JatobáD. M., HollandaL. J. de, AssisA. C. V. de, SouzaB. T. T., TavaresB. S., TeixeiraJ. G., LirmanJ. L., SilveiraM. C., AlvesT. F., & BontempoA. P. dos S. (2022). Alimentação como tratamento coadjuvante para pessoas com fibromialgia: uma revisão integrativa. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 15(1), e9627. 2022. Disponível em:https://doi.org/10.25248/reas.e9627.2022 .
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