Saúde da Mulher
Maternidade
Menopausa
Período Fértil
Dermatologia
Cuidados com a Pele
Saúde da Pele
Respiratória
Cuidados Respiratórios
Doenças Respiratórias
Cardiologia
Saúde do Coração
Saúde Mental
Transtornos Emocionais
Neurologia
Transtornos Neurológicos
Gastro
Saúde Intestinal
Oncologia
Câncer
Publicado em: 10 de dezembro de 2021
Assuntos abordados
Sem tempo para ler? Clique no play abaixo para ouvir o conteúdo!
Não é de hoje que ouvimos falar de padrão de beleza e do quanto ele pode ser, de certa forma, opressor para quem não se enquadra (e muitas vezes até mesmo para quem se enquadra!). Além dos possíveis transtornos que afetam o comportamento alimentar e que podem desencadear efeitos negativos na saúde física e mental das pessoas, as consequências emocionais de viver sob a pressão de atender a um padrão midiático podem ser bem mais sérias do que a gente imagina. Esses comportamentos são destrutivos e podem prejudicar a aceitação própria e autoestima. Alguns desses transtornos alimentares são anorexia, bulimia, compulsão alimentar e obesidade. É claro que os transtornos alimentares não são desencadeados apenas pelas pressões sociais, mas essas podem ser um gatilho e também fator de manutenção dos mesmos para aqueles indivíduos que são suscetíveis.
A pressão para se encaixar no tal “padrão ideal” acontece porque a única referência de beleza é aquela que está sendo exposta na mídia, todos os dias. E, com isso, muitas pessoas sentem a necessidade de ter um corpo, rosto ou cabelo de acordo com a referência para se sentirem bem. Dessa forma, é comum ouvir relatos de pessoas que deixam de sair de casa, de se divertir com os amigos e familiares, por não estarem felizes consigo próprias.
Parece que algo está errado quando a aparência nos impede de realizar atividades do nosso dia a dia, não é mesmo?
A insegurança com relação à aparência faz parte da realidade de muitas pessoas ao redor do mundo. Uma pesquisa realizada em 2016 pela Dove, com 6.800 mulheres, apontou que 8 em cada 10 mulheres já evitaram algum compromisso social por não se sentirem bem com seu próprio corpo.
Além do mal estar consigo, que por si só já, impede a execução de atividades corriqueiras, atrapalhando a vida da pessoa, a busca pelo corpo ideal requer sacrifícios.
Dietas restritivas, exercícios físicos em excesso, uso de medicações sem orientação médica e, ainda, em casos mais críticos, a indução do vômito (bulimia) e a não ingestão de alimentos fazem parte da rotina de quem tenta, obsessivamente, atender ao padrão.
A crescente pressão por parte da mídia para atingir o padrão de beleza irreal pode ser uma causa importante para desencadear ansiedade, frustração e depressão.
Algumas pessoas podem apresentar sinais de sofrimento emocional associado aos comportamentos, como distúrbios alimentares ou a falta de autocontrole e tentativas de dietas frustradas. Assim, a assistência médica e/ou psicológica pode se fazer necessária.
Procurar ajuda de um profissional pode auxiliar na identificação das crenças do paciente, como os modos de pensar sobre si mesmo e sobre os outros, para modificar pensamentos distorcidos e disfuncionais que causam emoções negativas como ansiedade e angústia, que podem levar à compulsão alimentar.
Ter vontade de mudar, procurar ajuda profissional e manter a calma e a positividade, são algumas estratégias de extrema importância para o resgate da autoestima.
A internet deu voz pra muita gente e, nos dias atuais, já é possível encontrar pessoas que falam sobre uma filosofia body positive e sobre autoaceitação. Os movimentos body positive dizem respeito, ao pé da letra, a um corpo positivo: um corpo olhado de maneira carinhosa, leve e sem as pressões de padrões inatingíveis e opressores.
Ao contrário do que muitos pensam, não se trata de um termo criado apenas para que pessoas “acima do peso” se sintam melhor. Trata-se de buscar um novo olhar para o corpo, um olhar que quebra paradigmas do que é verdadeiramente belo ou saudável e para a descoberta do nosso próprio corpo, com suas qualidades e milhares de possibilidades.
Após anos vivendo sob a luz de um padrão imposto pela mídia, hoje, é possível encontrar movimentos que propõem um novo olhar sobre o corpo. Afinal, se experimentar o corpo que vivemos é uma circunstância existencial, por que não optar pela aceitação e o amor-próprio?
Sem tempo para ler? Clique no play abaixo para ouvir esse conteúdo. Ao longo da...
A TPM é o termo comumente utilizado para a síndrome pré-menstrual (SPM). A SPM é...
Conheça 5 mitos e verdades sobre a enxaqueca ao longo de toda a vida da...
Sem tempo para ler? Clique no play abaixo para ouvir esse conteúdo. É bem provável...
Sem tempo para ler? Clique no play abaixo para ouvir esse conteúdo. Você provavelmente já...
Sem tempo para ler? Clique no play abaixo para ouvir esse conteúdo. Pílulas anticoncepcionais, também...