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Sentindo cansaço e fadiga? Veja o que pode ser!

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Parece que o seu corpo está sempre cansado? Você sente que chegou a um estado de esgotamento físico e mental? Esses são sinais que indicam um caso de cansaço e fadiga.1 Mas afinal, qual é qual? Será que esses termos significam a mesma coisa?

Se você experimenta uma exaustão boa parte do tempo, é hora de entender os possíveis motivos por trás dessa sensação. Até porque esse é um sintoma que pode estar associado a diversos problemas, sejam físicos, sejam mentais.1-3

Sendo assim, é hora de descobrir! Continue a leitura para entender mais sobre o cansaço e a fadiga e descubra quais problemas de saúde estão relacionados a esse sintoma tão comum.

Cansaço e fadiga: há diferenças?

Embora os termos “cansaço” e “fadiga” sejam frequentemente usados como sinônimos, é importante reconhecer suas diferenças sutis, especialmente ao descrever sintomas específicos em contextos médicos. Ou seja: há, sim, diferenças entre ambas as palavras.1-3

O cansaço é uma sensação de esgotamento físico ou mental, geralmente associado a um esforço extenuante ou à falta de sono adequado. Ele pode se manifestar como uma sensação de fraqueza, lentidão, dificuldade de concentração e até mesmo alterações de humor. De modo geral, esse sintoma costuma estar relacionado a atividades diárias normais e é possível aliviá-lo com repouso adequado.1-3

Por outro lado, a fadiga é uma sensação extrema de cansaço e falta de energia que pode interferir nas atividades diárias de uma pessoa.1-3 É descrita como uma exaustão persistente que não melhora com o descanso e pode ser causada por uma variedade de fatores, incluindo doenças, tratamentos médicos, estresse, preocupações e até mesmo falta de atividade física.1-3

Sendo assim, a fadiga tende a afetar a capacidade de uma pessoa de funcionar normalmente e pode persistir por longos períodos. E, de modo geral, ela é mais complexa e comumente associada a quadros relacionados à saúde.1-3

Quais tipos de diagnósticos envolvem o cansaço e a fadiga?

Agora, é hora de você entender quais tipos de problemas de saúde podem estar associados ao cansaço e à fadiga como sintomas principais. Vamos lá?

Depressão

O primeiro problema de saúde que está associado à fadiga é a depressão, um transtorno mental comum que envolve tristeza persistente, perda de prazer ou interesse em atividades por longos períodos.4

A depressão pode afetar todos os aspectos da vida, incluindo relacionamentos familiares, amizades e desempenho no trabalho ou na escola.4 Ela tem várias origens possíveis, tais como eventos estressantes, traumáticos ou abusivos, e é mais comum em mulheres do que em homens.4

Durante um episódio depressivo, a pessoa experimenta um humor deprimido, perda de interesse em atividades, dificuldade de concentração, sentimentos de culpa excessiva, falta de esperança, distúrbios do sono, mudanças no apetite e, frequentemente, uma sensação de cansaço extremo ou falta de energia.4

A fadiga é, portanto, comumente observada como um dos sintomas principais ou persistentes da depressão, mesmo após o tratamento bem-sucedido do transtorno.5 Ela pode se manifestar como uma sensação de fraqueza, letargia, cansaço constante, falta de motivação, dificuldade de concentração, entre outros sintomas.5

Essa sensação pode impactar negativamente a capacidade de funcionamento diário e a qualidade de vida da pessoa afetada.4,5 O tratamento eficaz da depressão geralmente inclui abordagens para aliviar a fadiga, junto a outras intervenções terapêuticas, como terapia cognitivo-comportamental, medicação e suporte psicossocial.4,5

Síndrome de burnout

Outra das possíveis causas de fadiga e cansaço é a síndrome de burnout. Essa é uma condição relacionada ao trabalho, que surge quando há uma discrepância entre as expectativas do profissional e as exigências reais do ambiente em que trabalha.6

Alguns dos sintomas mais comuns são:6

  • estresse emocional e desilusão crescente com o trabalho;
  • atitude negativa em relação às tarefas;
  • fadiga;
  • despersonalização;
  • redução da realização pessoal;
  • sentimentos de frustração;
  • ansiedade;
  • sintomas físicos, como insônia e tensão muscular.

Sobrecarga de trabalho, conflitos interpessoais, escassez de recursos e falta de controle sobre as condições de trabalho são fatores que contribuem significativamente para o desenvolvimento dessa síndrome.6

Fibromialgia

Agora, é hora de falarmos sobre a fibromialgia, uma condição complexa e desafiadora, caracterizada por sintomas como dor crônica generalizada, fadiga, distúrbios do sono e dificuldades cognitivas.7,8

A fadiga associada à fibromialgia pode ser avassaladora, variando de um cansaço moderado a uma exaustão incapacitante.7,8 Muitas vezes, esse sintoma pode surgir de repente, deixando a pessoa sem energia para realizar atividades diárias básicas.7,8

Além disso, a fibromialgia é uma condição multifacetada que afeta não apenas o corpo, mas também o estado emocional e mental dos pacientes.7 Por isso, a interação complexa entre dor, fadiga e outros sintomas pode impactar bastante a qualidade de vida, tornando o manejo da doença um desafio constante para o indivíduo e para os profissionais de saúde.7

Anemia

A anemia é uma condição na qual o sangue produz uma quantidade menor do que o normal de glóbulos vermelhos saudáveis, então o corpo não recebe sangue rico em oxigênio o suficiente.9 Esse quadro pode causar:9,10

  • cansaço;
  • fraqueza;
  • falta de ar;
  • tonturas;
  • dores de cabeça;
  • fadiga;
  • batimentos cardíacos irregulares.

Existem muitos tipos de anemia, como por deficiência de ferro, por deficiência de vitamina B12 e a anemia hemolítica.9 Elas podem ser uma condição comum e tratável com surgimento repentino ou ao longo do tempo, resultantes de uma dieta inadequada, medicamentos ou outras doenças.9

O tratamento depende do tipo de anemia e de sua gravidade, podendo envolver suplementos de ferro, vitaminas ou medicamentos para estimular a produção de glóbulos vermelhos, além de mudanças na dieta para prevenir a anemia no futuro.9

Hipotireoidismo

É uma condição em que a glândula tireoide não produz hormônios tireoidianos na quantidade adequada para manter o metabolismo funcionando como deveria.11 São eles que controlam a maneira como o corpo utiliza energia, afetando quase todos os órgãos, inclusive o ritmo cardíaco.11

Sem hormônios tireoidianos suficientes, muitas funções do organismo diminuem. Os sintomas comuns incluem fadiga, dores nas articulações e nos músculos, ganho de peso, sensibilidade ao frio, pele seca ou cabelos finos, menstruações irregulares e depressão.11,12 Sendo assim, o hipotireoidismo retarda o metabolismo, contribuindo para o cansaço e a fadiga.11,12

Hipertireoidismo

Quando a glândula tireoide trabalha demais, produzindo hormônios em excesso, temos o que é chamado de hipertireoidismo, também conhecido como tireoide hiperativa.13 Esses hormônios, como você viu no tópico anterior, controlam a forma como o corpo utiliza energia. Em grandes quantidades, muitas funções do corpo aceleram.12,13

Os sintomas do hipertireoidismo variam de pessoa para pessoa.13 No entanto, eles podem incluir:13

  • perda de peso apesar do aumento do apetite;
  • batimentos cardíacos rápidos ou irregulares;
  • nervosismo;
  • irritabilidade;
  • tremores nas mãos;
  • fraqueza muscular;
  • suor excessivo;
  • dificuldade em tolerar calor;
  • movimentos intestinais frequentes.

Além disso, as pessoas com tireoide hiperativa, por terem o metabolismo acelerado, podem apresentar fadiga e dificuldade para dormir.12,13

Insuficiência cardíaca

A insuficiência cardíaca, também conhecida como falência cardíaca, é um problema que acontece quando o funcionamento cardíaco fica comprometido.14 Assim, o órgão não consegue bombear sangue suficiente para oxigenar o corpo.14

Isso pode ser devido a vários fatores, incluindo disfunção ventricular, taquicardias prolongadas e outros problemas cardíacos.14 A falência cardíaca pode afetar a capacidade do coração de funcionar de maneira eficaz, levando a sintomas significativos e a uma qualidade de vida reduzida.14

Um dos sintomas mais comuns da insuficiência cardíaca é a fadiga, que se manifesta como um cansaço persistente e dificuldade em realizar atividades diárias.15 Ele é frequentemente subestimado, tanto pelos pacientes quanto pelos profissionais de saúde, mas pode indicar um agravamento da condição cardíaca.15

Apneia do sono

Quando uma pessoa tem pausas na respiração durante o sono, com duração de pelo menos 10 segundos, isso é chamado de apneia do sono.16 Essas paradas ocorrem por uma obstrução temporária das vias aéreas, que normalmente são geradas por um relaxamento da musculatura na região da garganta e da língua.16

Elas acontecem várias vezes por hora, o que provoca uma interrupção na oxigenação dos órgãos, inclusive do cérebro.16 Assim, há pequenos despertares durante a noite, em uma tentativa do organismo de fazer a pessoa respirar ao acordá-la.16

Isso prejudica o ciclo do sono, então o indivíduo acorda cansado mesmo ao dormir muitas horas, o que pode gerar um quadro de fadiga a longo prazo.16

Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)

Agora, é hora de falarmos sobre a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), uma condição que afeta os pulmões e gera restrição do fluxo de ar e problemas respiratórios. A região pulmonar desses pacientes pode ficar danificada ou obstruída por muco, e eles têm mais chances de desenvolver outras doenças.17

Os principais causadores da DPOC são o tabagismo e a poluição do ar. Embora a condição não tenha cura, os sintomas podem ser aliviados ao evitar o tabaco e a poluição, além de tomar vacinas para prevenir infecções. O tratamento também pode incluir medicamentos, oxigênio e reabilitação pulmonar.17

Entre os sintomas mais comuns da DPOC, estão a dificuldade para respirar, a tosse crônica (às vezes com muco) e a sensação de cansaço.17 A fadiga é, junto com a dispneia (dificuldade para respirar), um dos sintomas mais comuns e angustiantes da DPOC.18

Cerca de 50% dos pacientes com DPOC moderada a grave apresenta algum grau de fadiga, o que é um percentual significativamente mais alto em comparação com pessoas idosas sem a doença.18 Ela afeta a capacidade de realizar atividades diárias e impacta a qualidade de vida.18

Diabetes

Você provavelmente já ouviu falar sobre o diabetes, certo? Essa é uma síndrome metabólica causada pela incapacidade de produção da insulina pelo pâncreas ou pela resistência do organismo ao hormônio.19 Isso dependerá do tipo de diabetes, que pode ser classificada em tipo 1, tipo 2, gestacional e outros.19

Quando há esse tipo de problema, a metabolização da glicose é prejudicada, levando a níveis elevados de açúcar no sangue (hiperglicemia).19

A fadiga é um sintoma frequente em quem convive com o diabetes.20 Ela pode ser o sintoma inicial, fazer parte de um conjunto de queixas ou persistir mesmo após o controle glicêmico ser alcançado.20 É prevalente em pacientes com diabetes tanto tipo 1 quanto tipo 2 e pode afetar significativamente a qualidade de vida.20

Infecções

Infecções ocorrem quando vírus, bactérias ou outros microrganismos entram no corpo e começam a se multiplicar.21 Poucas pessoas sabem, mas isso também pode gerar um quadro de fadiga!22

O sistema imunológico responde rapidamente a uma infecção, mobilizando glóbulos brancos, anticorpos e outros mecanismos para eliminar os invasores. Muitos dos sintomas de uma infecção, como febre, mal-estar, dor de cabeça e erupção cutânea, são, na verdade, resultantes das atividades do sistema imunológico combatendo a infecção.21

Por exemplo, após uma gripe ou outros tipos de infecções, é comum sentir uma fadiga que pode durar dias ou semanas, um sinal do corpo para reduzir a atividade física e permitir a recuperação.22

Síndrome da Fadiga Crônica (SFC)

A Síndrome da Fadiga Crônica (SFC), também conhecida como encefalomielite miálgica, é uma doença complexa e multissistêmica cujo principal sintoma é uma fadiga severa.23

No entanto, a condição apresenta outras manifestações, como disfunção cognitiva, problemas de sono, disfunção autonômica e mal-estar pós-esforço, que podem ser tão debilitantes que comprometem seriamente a capacidade do paciente de realizar atividades diárias normais.23

A identificação precoce e o tratamento imediato são cruciais para prevenir uma alta morbidade e minimizar o impacto negativo na qualidade de vida.23

Como diferenciar o cansaço normal do causado por problemas de saúde?

Sentindo cansaço e fadiga? Veja o que pode ser!

Está sentindo um cansaço que não passa? Os sintomas já duram mais do que uma semana? Então, pode ser a hora de procurar auxílio médico.24

Isso porque: a fadiga, quando associada a alguma doença, é um sintoma que pode durar por dias, meses e até mesmo anos. Sua principal característica é não melhorar, mesmo com muitos dias de bom descanso.25

Além disso, muitas vezes a fadiga vem acompanhada de outros sintomas, como dores musculares, falta de ar, problemas de concentração e até sentimentos de ansiedade ou depressão.24,25 Esses são indicativos de que é algo a mais do que um mero cansaço. Por isso, fique de olho!

Quando procurar um médico?

O ideal é buscar ajuda médica caso os seus sintomas não sejam aliviados dentro de, no máximo, algumas semanas. Isso porque a fadiga pode ser causada por inúmeros fatores (como estilo de vida, noites mal dormidas e até mesmo questões emocionais, como uma perda ou um período de estresse).24

No entanto, nesses casos, o esperado é que o seu nível de energia volte ao normal. Caso isso não aconteça, é importante passar em consulta para avaliar se há alguma causa extra para o problema.24

Nesses casos, o profissional fará uma série de perguntas sobre o seu estilo de vida e hábitos. A partir disso, poderá pedir alguns exames para começar a investigar o que há de errado em sua saúde.24

Como é feito o diagnóstico de um quadro de fadiga?

Caso você desconfie que está apresentando um quadro de fadiga, a recomendação é ir ao médico.

Nesses casos, o profissional fará uma série de exames, que dependerão dos seus sintomas associados à fadiga.24 Um bom exemplo é o hemograma completo, que ajudará a identificar possíveis sinais de anemia ou infecções, por meio da contagem de leucócitos e glóbulos vermelhos.26

Esse também é um exame útil para identificar — ou, pelo menos, dar um norte ao médico responsável — outras doenças que podem causar fadiga, como o câncer associado ao sangue (hematológico).26 Os exames hormonais, especialmente de TSH (hormônio da tireoide) também farão parte do seu check-up, assim como testes de função renal e de contagem de eletrólitos.27

Outro ponto importante será a avaliação psiquiátrica, essencial para descartar possíveis quadros depressivos.27

Como observamos, cansaço e fadiga são sintomas que acompanham várias doenças e alterações em nossa saúde. Prestar atenção a eles é fundamental para termos mais qualidade de vida, energia e bem-estar!

Você tem alguma dúvida sobre o assunto? Então, compartilhe nos comentários abaixo. Vamos conversar mais um pouco para entender a fadiga cada vez melhor!

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Referências:

1. American Cancer Society. What is Fatigue or Weakness? [internet]. [Acesso em: 21 maio 2024]. Disponível em: https://www.cancer.org/cancer/managing-cancer/side-effects/fatigue/what-is-cancer-related-fatigue.html

2. National Cancer Institute. NCI Dictionary of Cancer Terms. Fatigue [internet]. [Acesso em: 21 maio 2024]. Disponível em: https://www.cancer.gov/publications/dictionaries/cancer-terms/def/fatigue.

3. Shen J, Barbera J, Shapiro CM. Distinguishing sleepiness and fatigue: focus on definition and measurement. Sleep Med Rev. 2006;10(1):63-76.

4. World Health Organization (WHO). Depressive disorder (depression) [internet]. 2023 [Acesso em: 21 maio 2024]. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/depression

5. Targum SD, Fava M. Fatigue as a residual symptom of depression. Innov Clin Neurosci. 2011;8(10):40-3. 

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8. National Health Service (NHS). Symptoms – Fibromyalgia [internet]. 2022 [ Acesso em: 21 maio 2024]. Disponível em: https://www.nhs.uk/conditions/fibromyalgia/symptoms/.

9. National Heart, Lung, and Blood Institute (NHLBI, NIH). Anemia – What Is Anemia? [internet]. 2022 [Acesso em: 21 maio 2024]. Disponível em: https://www.nhlbi.nih.gov/health/anemia

10. Sobrero A, Puglisi F, Guglielmi A et al. Fatigue: a main component of anemia symptomatology. Semin Oncol. 2001;28(2 Suppl 8):15-8.

11. National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases (NIDDK, NIH). Hypothyroidism (underactive thyroid) [internet].  [Acesso em: 21 maio 2024]. Disponível em: https://www.niddk.nih.gov/health-information/endocrine-diseases/hypothyroidism

12. British Thyroid Foundation (BTF). Coping with fatigue [internet]. [Acesso em: 21 maio 2024]. Disponível em: https://www.btf-thyroid.org/coping-with-fatigue

13. National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases (NIDDK, NIH). Hyperthyroidism (overactive thyroid) [internet]. {Acesso em: 21 maio 2024]. Disponível em: https://www.niddk.nih.gov/health-information/endocrine-diseases/hyperthyroidism

14. Himbert D, Jaeger P, Steg PG et al. Insuffisance cardiaque. Définition, mécanismes, principes du traitement [Cardiac insufficiency. Definition, mechanisms, principles of treatment]. Arch Mal Coeur Vaiss. 1990;83(13):1913-8. 

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23. Sapra A, Bhandari P. Chronic Fatigue Syndrome. 2023 [acesso em 21 maio 2024]. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK557676/

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25. Cancer Research UK. What is cancer fatigue? [internet]. 2023 [Acesso em 21 maio 2024]. Disponível em: https://www.cancerresearchuk.org/about-cancer/coping/physically/fatigue/what-is-cancer-fatigue

26. Brasil, Ministério da Saúde. Serviços e Informações do Brasil. Hemograma internet]. 2020 [Acesso em 21 maio 2024]. Disponível em: https://www.gov.br/pt-br/servicos-estaduais/hemograma-1

27. Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade; Sociedade Brasileira de Clínica Médica; Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte; Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação. Fadiga Crônica: Diagnóstico e Tratamento [internet]. Projeto Diretrizes. 2008 [Acesso em 21 maio 2024]. Disponível em: https://amb.org.br/files/_BibliotecaAntiga/fadiga-cronica-diagnostico-e-tratamento.pdf

Elaborado em 17 de maio de 2024

Parágrafos não referenciados correspondem à opinião e/ou prática clínica do autor.