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Doenças respiratórias: sintomas, tratamentos e como prevenir!

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Você anda espirrando? A tosse tem perturbado os seus dias? Esses são possíveis sintomas de doenças respiratórias que atrapalham as atividades cotidianas e a qualidade de vida. Portanto, devem ser prevenidas e tratadas rapidamente.

Sendo assim, não perca tempo! Preparamos este conteúdo com todas as informações que você precisa ter sobre as doenças respiratórias. Continue a leitura e aprenda a se cuidar!

O que é o sistema respiratório?

O sistema respiratório é responsável por fornecer oxigênio ao corpo e remover dióxido de carbono, que é um subproduto (ou seja, uma espécie de resíduo) do metabolismo celular. Ele é composto de várias estruturas que trabalham juntas para facilitar a respiração.1

Quais as estruturas do sistema respiratório e como ele funciona?

O processo de respiração começa com a entrada de ar pelo nariz ou pela boca. O nariz é a melhor entrada para o ar externo, pois contém pelos que ajudam a limpar o ar de impurezas. Os seios da face, localizados nos ossos da cabeça, também desempenham um papel na regulação da temperatura e da umidade do ar.1

O ar entra então na faringe, ou garganta, e passa para a laringe, onde está localizada a epiglote, uma pequena aba de tecido que fecha a entrada da traqueia durante a deglutição. O objetivo é evitar que alimentos entrem nas vias respiratórias.1

A traqueia, também chamada de tubo respiratório, leva o ar para os pulmões, onde se ramifica em bronquíolos e alvéolos. Os bronquíolos são tubos pequenos que se ramificam nos alvéolos, que são pequenos sacos de ar onde ocorre a troca gasosa entre o ar e o sangue.1

Em seguida, temos os pulmões. Eles são protegidos pelas costelas e pelo diafragma, um músculo em forma de cúpula que separa a cavidade torácica da abdominal. Quando o diafragma se contrai, ele se move para baixo, aumentando o espaço na cavidade torácica e permitindo que os pulmões se expandam, o que facilita a entrada de ar.1

As vias respiratórias são revestidas por cílios, pequenos pelos que têm um movimento semelhante a uma onda. Os cílios ajudam a mover o muco para fora das vias respiratórias, onde pode ser tossido ou engolido.1

Os alvéolos são pequenos sacos de ar rodeados por capilares, vasos sanguíneos muito finos, onde ocorre a troca gasosa entre o oxigênio no ar e o dióxido de carbono no sangue. O oxigênio é então transportado pelo sangue para os tecidos do corpo, onde é usado para produzir energia, enquanto o dióxido de carbono é transportado de volta para os pulmões e expelido do corpo durante a expiração.1

Quais são as principais doenças respiratórias?

Agora é a hora de você entender as principais doenças respiratórias. Depois de conhecer o funcionamento do sistema responsável por essa atividade, fica mais fácil compreender quais são os problemas que podem afetá-lo e como isso influencia o bem-estar e a qualidade de vida. Vamos lá!

Bronquite

A bronquite é uma inflamação das vias aéreas nos pulmões, geralmente causada por uma infecção. Muitas vezes, melhora sem tratamento em cerca de três semanas.2

Os sintomas da bronquite podem ser semelhantes aos de um resfriado ou de uma gripe. Eles incluem tosse, dor no peito, falta de ar, dor de garganta, coriza e febre, muitas vezes alta.2

Asma

A asma é uma condição crônica que afeta as vias respiratórias, tubos que levam o ar para dentro e para fora dos pulmões. Quando uma pessoa tem asma, essas vias aéreas podem ficar inflamadas e estreitas em certos momentos, dificultando a respiração.3

Os sintomas da asma podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente incluem sensação de aperto no peito, tosse, falta de ar e um chiado característico.4

Além disso, é importante mencionar que os sintomas podem ser intermitentes. Assim, podem sumir e voltar no mesmo dia, piorar durante a noite ou aparecerem junto a emoções intensas, como nervosismo ou alegria.4

Sinusite

A sinusite é uma condição que se caracteriza pela inflamação dos seios da face, que são espaços cheios de ar dentro dos ossos do rosto. Isso normalmente acontece por causa de uma infecção bacteriana, embora também possa ser causada por vírus ou fungos.5

Existem dois tipos principais de sinusite: aguda, que dura de três a oito semanas, e crônica, que pode persistir por mais tempo. Em ambas, os sintomas são semelhantes: secreção nasal, congestão, sensibilidade e dor na face, tosse e febre.5

Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)

A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é uma condição que afeta os pulmões, causando obstrução das vias aéreas e dificultando a respiração.6

Os principais sintomas da DPOC incluem falta de ar ao realizar atividades simples (como tomar banho ou vestir-se), pigarro, tosse crônica, além de tosse produtiva e que piora no período da manhã.6

Pneumonia

A pneumonia é uma infecção que afeta os pulmões e é geralmente causada pela entrada de agentes infecciosos ou irritantes (como bactérias, vírus e fungos) ou por reações alérgicas.7

Os sintomas da pneumonia incluem febre, tosse, dores no peito, falta de ar e a produção de secreção esverdeada ou amarelada. Além disso, a fraqueza se destaca com um sintoma bem característico do problema.7

Tuberculose

A tuberculose é uma doença infecciosa e contagiosa, de origem bacteriana. Seu agente causador é a bactéria Mycobacterium tuberculosis, ou apenas bacilo de Koch. Embora a doença afete principalmente os pulmões, pode atingir outros órgãos e sistemas do corpo.8

O principal sintoma da condição é a tosse, que normalmente dura mais do que três semanas. Além disso, sinais característicos são a perda de peso sem explicação, o suor noturno e a febre, principalmente no final do dia.8

Covid-19

A covid-19 também é uma doença infecciosa, mas causada por um vírus. Ela foi identificada pela primeira vez em dezembro de 2019 na cidade de Wuhan, na China, e desde então se espalhou rapidamente pelo mundo, levando a uma pandemia global.9

Seus sintomas são bem específicos e abrangentes. Por isso, é comum que as pessoas apresentem desde febre, cansaço e tosse seca até alterações na pele, náusea, vômito e diarreia.9

Gripe

A gripe é uma doença causada pelo vírus da influenza, que tem um alto potencial de transmissão de pessoa para pessoa. Existem quatro tipos principais de vírus influenza que causam a gripe: A, B, C e D, sendo os tipos A e B os mais comuns em humanos.10

Os sintomas da gripe podem variar em gravidade e incluem febre, dor de garganta, tosse e dores pelo corpo. Lembrando que a tosse pode ou não ser produtiva e que a dor de cabeça também está presente em muitos casos.10

Resfriado

O resfriado é uma infecção comum do trato respiratório, frequentemente causada pelo rinovírus. Seus primeiros sinais geralmente incluem coceira no nariz ou irritação na garganta, seguidos por espirros e secreções nasais algumas horas depois.11

A congestão nasal também é comum nos resfriados, mas, ao contrário da gripe, a maioria dos adultos e crianças não apresenta febre ou, quando presente, é baixa.11

Câncer de pulmão

O câncer de pulmão é uma das formas mais comuns de câncer em todo o mundo, sendo o terceiro mais frequente entre os homens e o quarto entre as mulheres no Brasil.12

Geralmente, os sintomas não se manifestam até que a doença esteja em estágio avançado. No entanto, algumas pessoas em estágio inicial podem apresentar sintomas como tosse (com ou sem sangue), dor no peito, falta de ar e perda de peso.12

Quais são as principais causas de doenças respiratórias?

Agora que você já conhece as principais doenças do sistema respiratório, que tal ficar por dentro das causas desses problemas? Entenda com mais detalhes os possíveis desencadeadores das condições apresentadas no tópico anterior.

Infecções virais e bacterianas

Infecções respiratórias são frequentemente causadas por vírus, como rinovírus, influenza (vírus da gripe), coronavírus, adenovírus e vírus sincicial respiratório (VSR). Esses vírus podem afetar o trato respiratório superior (nariz, garganta, seios paranasais) ou inferior (brônquios, pulmões).13

Além disso, as infecções bacterianas, como Streptococcus pneumoniae (pneumococo) e Haemophilus influenzae, podem causar doenças respiratórias, como pneumonia bacteriana e bronquite bacteriana.13

Exposição a agentes ambientais

A qualidade do ar que respiramos desempenha um papel crucial na saúde respiratória. A exposição a poluentes atmosféricos, como dióxido de nitrogênio, dióxido de enxofre, ozônio pode irritar as vias respiratórias, desencadear inflamação e aumentar o risco de doenças respiratórias crônicas, como asma e DPOC.14,15

Fatores genéticos

Alguns distúrbios respiratórios têm uma base genética, o que significa que são causados por alterações nos genes. Por exemplo, a asma e a fibrose cística são condições respiratórias com componentes genéticos significativos. Pessoas com histórico familiar dessas condições têm maior probabilidade de desenvolvê-las.16

Tabagismo

O tabagismo é um fator de risco bem estabelecido para uma ampla gama de doenças respiratórias, incluindo câncer de pulmão e DPOC. Os produtos químicos presentes no tabaco danificam as vias respiratórias e os pulmões, aumentando o risco de infecções respiratórias, inflamação crônica e câncer.17

Exposição a alergênicos

Alérgenos comuns, como pólen, poeira doméstica, pelos de animais, mofo e ácaros, podem desencadear reações alérgicas nas vias respiratórias, levando ao desenvolvimento de doenças alérgicas, como rinite alérgica e asma.18,19

As vias respiratórias de pessoas sensíveis a alérgenos podem inflamar-se e estreitar-se, resultando em sintomas como espirros, coriza, tosse, falta de ar e aperto no peito.18,19

Exposição ocupacional

Algumas ocupações estão associadas a exposições ocupacionais a substâncias irritantes ou tóxicas que podem causar danos ao sistema respiratório.20

Por exemplo, trabalhadores em minas de carvão, construção, agricultura, indústrias químicas e de limpeza podem estar expostos a fatores capazes de prejudicar os pulmões e aumentar o risco de doenças respiratórias ocupacionais, como pneumoconiose, asbestose e bronquite.20

Imunodeficiência

Indivíduos com sistema imunológico comprometido, devido a condições médicas subjacentes, têm maior risco de desenvolver infecções respiratórias graves e recorrentes.21

Isso ocorre porque um sistema imunológico enfraquecido têm dificuldade em combater eficazmente infecções virais e bacterianas, o que aumenta a suscetibilidade a doenças respiratórias.21

Há grupos de risco para essas doenças?

Sim. No tópico anterior, você conheceu algumas causas para esse problema e, com isso, já é possível imaginar quais são os fatores de risco associados com base nas informações passadas.

O tabagismo é um dos principais fatores de risco para uma variedade de doenças respiratórias, incluindo câncer de pulmão e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).6,12, 22

Além disso, há a exposição prolongada a poluentes atmosféricos, como poluição do ar, fumaça de cigarro, poeira, produtos químicos tóxicos e vapores industriais. Ela pode danificar as vias respiratórias e aumentar o risco de doenças respiratórias.22

Outro problema está no ambiente de trabalho. Alguns podem expor os trabalhadores a poeiras, gases, vapores e substâncias químicas que danificam os pulmões e aumentam o risco de doenças respiratórias ocupacionais.22

Quais são as formas de diagnóstico dessas doenças?

Doenças respiratórias: sintomas, tratamentos e como prevenir!

Diante disso, fica a pergunta: como é feito o diagnóstico das doenças do sistema respiratório? A seguir, você vai conhecer alguns dos principais exames envolvidos nesse processo. Acompanhe!

Radiografia de tórax

Um dos exames mais comuns e conhecidos, a radiografia de tórax é um exame de imagem que permite visualizar pulmões, traqueia, brônquios e coração. Pode ajudar a identificar problemas como pneumonia, câncer de pulmão, efusão pleural e DPOC.23-25

Tomografia computadorizada (TC)

Além do raio-x, a tomografia computadorizada fornece imagens detalhadas dos pulmões e das estruturas adjacentes. Assim, permite uma avaliação mais precisa de condições diversas que podem afetar esses órgãos.23, 24, 26

Espirometria

A espirometria é um teste de função pulmonar que mede a quantidade de ar que você pode expelir dos pulmões e com que rapidez. É útil para diagnosticar condições como asma, DPOC, fibrose cística e doença pulmonar intersticial.23, 24, 27

Gasometria arterial

Esse exame mede os níveis de oxigênio e dióxido de carbono no sangue arterial, fornecendo informações importantes sobre a função respiratória e a eficácia da troca de gases nos pulmões. É frequentemente usado em pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica.23, 24, 28

Exame de escarro

O exame de escarro envolve a análise microscópica e microbiológica do escarro para detectar a presença de bactérias, vírus, fungos ou células anormais. Pode ser usado para diagnosticar infecções respiratórias como tuberculose, pneumonia bacteriana e infecções fúngicas.23, 24, 29

Broncoscopia

A broncoscopia é um procedimento invasivo no qual um tubo fino e flexível (broncoscópio) é inserido nas vias respiratórias para visualizar diretamente as vias aéreas e coletar amostras de tecido ou secreções para biópsia ou cultura. É utilizado no diagnóstico de câncer de pulmão, hemoptise, estenose traqueal e outras condições.23, 24, 30

Testes de alergia

Os testes de alergia, como o teste cutâneo e o teste de sangue para IgE específica, podem ajudar a identificar alérgenos que desencadeiam sintomas respiratórios, como rinite alérgica e asma.23, 24, 31

Testes de cultura

Os testes de cultura são usados para identificar organismos patogênicos, como bactérias, vírus e fungos, em amostras respiratórias, como escarro, secreções nasais ou líquido pleural. Eles são essenciais para o diagnóstico de infecções respiratórias bacterianas, virais e fúngicas.23, 24, 32

Como é o tratamento de doenças respiratórias?

Com o diagnóstico, o passo seguinte é tratar os problemas respiratórios. É claro que cada um deles demanda intervenções diferentes. No entanto, em muitos casos, as abordagens podem ser bem parecidas. Continue a leitura para saber mais!

Medicamentos

O uso de medicamentos é a linha de frente no tratamento de vários problemas respiratórios. Eles podem ser de várias classes, de acordo com as necessidades do paciente.33

Os broncodilatadores, por exemplo, são usados para aliviar a constrição das vias aéreas. Os corticoesteroides, por sua vez, podem ser prescritos para reduzir a inflamação nessa região.33

Além disso, o uso de antibióticos é muito frequente. Porém, eles só podem ser utilizados em casos em que há bactérias na infecção. Por fim, existem também os medicamentos expectorantes, que são úteis para ajudar na eliminação do muco (catarro) produzido.33

Terapias respiratórias

A fisioterapia respiratória envolve técnicas de respiração, exercícios respiratórios e percussão torácica para ajudar na limpeza das vias respiratórias e melhorar a função pulmonar.34

Além disso, a oxigenoterapia pode ser usada em várias situações. É administrada para pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica para melhorar a oxigenação do sangue.35

O mesmo é válido para a toracocentese, que consiste na remoção de fluido que pode se acumular nos pulmões e prejudicar a respiração. É um procedimento feito em ambiente hospitalar e que pode ser utilizado também como exame para determinar as causas das doenças respiratórias.35

Intervenções cirúrgicas

Em certos casos, procedimentos cirúrgicos podem ser necessários para tratar condições respiratórias, como remoção de tumores pulmonares, correção de malformações congênitas, transplante de pulmão e cirurgia de redução de volume pulmonar para pacientes com enfisema grave.35

Reabilitação pulmonar

Programas multidisciplinares de reabilitação pulmonar ajudam pacientes com doenças respiratórias crônicas, como DPOC e fibrose pulmonar, a melhorar a função pulmonar, a capacidade de exercício, a qualidade de vida e a independência.35

Como prevenir as doenças respiratórias?

Para finalizar, é hora de você entender quais medidas tomar para reduzir as chances de desenvolver problemas respiratórios. Já adiantamos uma boa notícia: elas são simples e podem ser feitas por praticamente qualquer pessoa. Confira!

Não fumar e evitar a exposição ao fumo passivo

O tabagismo é uma das principais causas de doenças respiratórias, como câncer de pulmão, bronquite crônica e enfisema. Evitar o tabagismo e o contato com a fumaça de cigarro pode reduzir significativamente o risco dessas condições.36

Manter um peso corporal saudável

O excesso de peso pode aumentar o risco de desenvolver doenças respiratórias, como apneia do sono e asma. Portanto, manter um peso corporal saudável por meio de uma dieta equilibrada e exercícios físicos regulares é recomendado para proteger a saúde respiratória.36

Seguir uma dieta saudável

Uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas magras fornece os nutrientes necessários para manter a saúde respiratória. Além disso, certos alimentos, como peixes ricos em ômega-3, podem ajudar a reduzir a inflamação nos pulmões.36

Ser fisicamente ativo

O exercício regular fortalece os músculos respiratórios, melhora a capacidade pulmonar e promove a circulação sanguínea. Atividades aeróbicas, como caminhada, corrida, natação e ciclismo, são especialmente benéficas para a saúde dos pulmões.36,37

Limitar o consumo de álcool

O consumo excessivo de álcool pode prejudicar a função pulmonar e aumentar o risco de infecções respiratórias. Sendo assim, limitar a ingestão a níveis moderados ou abaixo pode ajudar a proteger os pulmões.36

Evitar perigos ambientais

A exposição prolongada à poluição do ar, fumaça de cigarro, poeira, produtos químicos tóxicos e outros poluentes ambientais pode causar danos aos pulmões e aumentar o risco de doenças respiratórias. Evitar esses ambientes sempre que possível e tomar medidas para melhorar a qualidade do ar interior são iniciativas interessantes para preservar a saúde respiratória.14,15,36

Receber as vacinas recomendadas

As vacinas contra doenças respiratórias, como gripe e pneumonia, são fundamentais para prevenir infecções virais e bacterianas que podem levar a complicações respiratórias graves, especialmente em grupos de risco, como pessoas idosas, crianças pequenas e pessoas com condições médicas subjacentes.36

No calendário brasileiro, há como exemplos as vacinas que previnem contra gripe, covid-19, tuberculose, entre outras. Elas são fundamentais para reduzir o risco de infecções respiratórias e suas complicações, especialmente em populações vulneráveis.38

Como observamos ao longo deste guia, as doenças respiratórias são um problema potencialmente sério. Além de afetarem o bem-estar, podem prejudicar bastante a qualidade de vida. Por isso, o conhecimento é o melhor remédio para a prevenção!

Aproveite, então, para compartilhar este conteúdo em suas redes sociais. Assim, você ajuda outras pessoas a saberem mais sobre as doenças respiratórias, os métodos para preveni-las e as formas de tratamento mais eficazes. Até a próxima!

Referências:

1. Canadian Lung Association. Respiratory system. Disponível em: https://www.lung.ca/lung-health/lung-info/respiratory-system. Acesso em: 04 mar. 2024.

2. NHS. Bronchitis. Disponível em: https://www.nhs.uk/conditions/bronchitis. Acesso em: 03 mar. 2024.

3. NHLBI, NIH. Asthma – What Is Asthma? Disponível em: https://www.nhlbi.nih.gov/health/asthma. Acesso em: 04 mar. 2024.

4. NHLBI, NIH. Asthma – Symptoms. Disponível em: https://www.nhlbi.nih.gov/health/asthma/symptoms. Acesso em: 04 mar. 2024.

5. American College of Allergy, Ashtma and Immunology. Sinus Infection | Causes, Symptoms & Treatment. Disponível em: https://acaai.org/allergies/allergic-conditions/sinus-infection. Acesso em: 04 mar. 2024.

6. Ministério da Saúde. 21/11 – Dia Mundial da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica – DPOC | Biblioteca Virtual em Saúde MS. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/21-11-dia-mundial-da-doenca-pulmonar-obstrutiva-cronica-dpoc. Acesso em: 04 mar. 2024.

7. Ministério da Saúde. Pneumonia | Biblioteca Virtual em Saúde MS. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/pneumonia-5. Acesso em: 04 mar. 2024.

8. Ministério da Saúde. Tuberculose. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/t/tuberculose. Acesso em: 04 mar. 2024.

9. Organização Pan-Americana da Saúde. Folha informativa sobre COVID-19. Disponível em: https://www.paho.org/pt/covid19. Acesso em: 04 mar. 2024.

10. Ministério da Saúde. Gripe (Influenza). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/g/gripe-influenza. Acesso em: 04 mar. 2024.

11. Ministério da Saúde. Gripes e resfriados. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/gripe-e-resfriado. Acesso em: 04 mar. 2024.

12. Instituto Nacional de Câncer – INCA. Câncer de pulmão. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/pulmao. Acesso em: 04 mar. 2024.

13. Disease Outbreak Control Division. Respiratory Viruses. Disponível em: https://health.hawaii.gov/docd/disease-types/respiratory-viruses. Acesso em: 04 mar. 2024.

14. CDC – Centers for Disease Control and Prevention. Emergency Preparedness & Response. Choking/Lung/Pulmonary Agents. Disponível em: https://emergency.cdc.gov/agent/pulmonary/index.asp. Acesso em: 04 mar. 2024.

15. Elonheimo, H. M. et al. Environmental Substances Associated with Chronic Obstructive Pulmonary Disease – A Scoping Review. International Journal of Environmental Research and Public Health, v. 19, n. 7, p. 3945, 25 mar. 2022

16. European Lung. Genetic susceptibility. Disponível em: https://europeanlung.org/en/information-hub/keeping-lungs-healthy/genetic-susceptibility. Acesso em: 04 mar. 2024.

17. CDC – Centers for Disease Control and Prevention. Smoking and Respiratory Diseases. Disponível em: https://www.cdc.gov/tobacco/sgr/50th-anniversary/pdfs/fs_smoking_respiratory_508.pdf. Acesso em: 04 mar. 2024.

18. Cheng, B.-H. et al. Editorial: Mechanisms and advances in respiratory allergic diseases. Frontiers in Immunology, v. 14, 28 mar. 2023.

19. Ministério da Saúde. Alergias. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/82alergias.html. Acesso em: 04 mar. 2024.

20.Harber, P. et al. Work-Related Lung Diseases. American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, v. 193, n. 2, p. P3–P4, 15 jan. 2016.

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22. World Health Organization. Chronic respiratory diseases. Disponível em: https://www.who.int/health-topics/chronic-respiratory-diseases. Acesso em: 04 mar. 2024.

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