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Pele na adolescência: como o ginecologista pode ajudar?

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Na adolescência, a pele e as espinhas parecem “andar de mãos dadas”, e passar por essa fase é realmente algo desafiador. A insatisfação com a aparência é muito comum e, para agravar a situação, geralmente, o rosto é o primeiro lugar onde as espinhas costumam aparecer.1

As bombas de hormônios sexuais que explodem na adolescência e o início da fase adulta são responsáveis por muitas mudanças no período.2,3 Além da avaliação da pele com um dermatologista, os casos mais graves podem precisar de uma consulta com um médico ginecologista. O profissional vai ajudá-la a entender o que está acontecendo com você e com o seu corpo em desenvolvimento.

Aliás, se você estiver nessa busca de uma pele saudável na adolescência, confira as nossas dicas que podem dar uma força para manter as espinhas tão distantes quanto possível. Continue a leitura do post!

Como é a pele na adolescência?

Sabe aquela pele lisinha e aquele efeito matte tão desejado? Bem, a pele na adolescência parece estar exatamente do jeito oposto — sempre brilhando e “gordurosa”. Esse excesso de oleosidade é natural da fase, explicado em grande parte pelas mudanças hormonais, como mencionamos.2,3

Em geral, o aspecto é resultado da presença dos hormônios andrógenos, como a testosterona, que estimulam e aumentam o tamanho das glândulas sebáceas. Elas são as responsáveis pela gordura natural da nossa pele.4

Como surge a acne na adolescência?

Complementando o tópico anterior, com esse estímulo, há a produção de mais óleo, além disso, ocorre uma hiperqueratinização da saída dos pelos e glândulas sebáceas. Com isso, os nossos poros “não aguentam” e ficam obstruídos — ou seja, entopem.4 O grande problema é que o resultado é um verdadeiro “prato cheio” para as bactérias, que começam a se proliferar rapidamente e fazem a nossa pele inflamar.1,5

É nessa hora que começa a surgir o pior dos nossos pesadelos: a acne. A acne vulgar, como chamam os especialistas, realmente é a mais prevalente na pele durante a adolescência. Inclusive, você sabia que também é a terceira doença de pele mais comum no mundo? Pois é!6

Os diferentes tipos de acne

De modo geral, existem vários tipos de acne, que são classificados em graus que vão do I ao IV e que aumentam conforme a inflamação e a intensidade das lesões.1 A Academia Americana de Dermatologia classifica a acne como o surgimento de uma ou mais dessas erupções.5

Veja se você consegue identificar algum dos tipos na sua pele:

  • pontos brancos — são o resultado de um poro obstruído por excesso de queratina e de células mortas da pele, de modo que surge uma mancha elevada e branca ou da cor da pele, que é chamada de “comedão fechado”;5
  • cravos — também resultam de um excesso de queratina, secreção sebácea e de células mortas da pele acumulados dentro dos poros, causando uma dilatação no poro.5 Por isso, nós vemos aqueles “pontinhos pretos” no rosto. Mas, afinal, por que os cravos são pretos? Bem, porque aquele acúmulo dentro do poro reage com o oxigênio do ar e escurece. Esse tipo de acne é também chamado de “comedão aberto”;5
  • espinhas — às vezes, o excesso de óleo, as células mortas e as bactérias que naturalmente existem na nossa pele ficam presos dentro de um poro. O grande volume de oleosidade faz essas bactérias se multiplicarem rapidamente, e o poro, então, fica cheio delas. Quando isso acontece, o poro inflama e fica inchado, e uma espinha surge naquele local, que pode ou não ter pus. Quando há a presença de pus, o nome é pústula. Já a espinha sem pus se chama pápula;5
  • nódulos, cistos ou ambos — essa forma de acne é a que deixa a pele mais sensível, podendo até causar dor. O processo de inflamação é o mesmo que ocorre na espinha, mas, nesse caso, ela é mais profunda, penetrando na pele e resultando em um nódulo ou em um cisto de acne. A principal diferença entre um cisto de acne e um nódulo é que o primeiro contém pus. Já o nódulo, por não ter pus, é muito mais difícil de ser extraído.5

Vale a pena pontuar que a Sociedade Brasileira de Pediatria ainda fala do Grau V para os tipos de acne, que é a chamada de “acne fulminante”. 7

Quais são algumas das causas da acne?

Os médicos já concluíram que a acne é uma condição multifatorial. Ou seja, muitas questões podem fazer com que a condição surja na nossa pele.1,6,8

No entanto, os hormônios na adolescência têm grande parte da responsabilidade — pode-se assim dizer. Basicamente, nós temos uma região no cérebro chamada de hipotálamo, que, juntamente à hipófise, chamada também de glândula pituitária, formam o eixo hipotálamo-hipófise. Na adolescência, esse eixo é “ativado” e estimula a produção dos hormônios estrogênio e progesterona pelos ovários.9

A propósito, outro hormônio que tem um aumento significativo nas mulheres durante a adolescência é a testosterona, da classe dos andrógenos. Reforçando: a testosterona é a responsável pelo aumento das glândulas sebáceas, que estimulam a produção de gordura na pele, como vimos.9

A testosterona tem um grande impacto no aparecimento da acne. Além disso, é uma classe de hormônio muito importante para as mulheres, atuando no seu desenvolvimento durante a puberdade e no fortalecimento dos ossos, acompanhando-as durante todos os anos reprodutivos.9

O estresse e o surgimento da acne

Com tantas mudanças e descobertas, fica difícil fugir de situações estressantes que podem cruzar a nossa jornada, não?! Então, como lidar com elas? Bem, talvez, nessa hora, ajude saber que o “modo zen” pode ser bastante benéfico para controlar e evitar o aparecimento das indesejáveis espinhas na adolescência.1,3,10

A confusão causada pelo estresse no nosso organismo também atinge a nossa pele. A liberação do hormônio cortisol é ativada, e isso agrava a acne.1,11 Portanto, da próxima vez que bater aquele nervosismo, procure respirar fundo e busque se acalmar da melhor forma possível. A sua pele vai agradecer!

Os especialistas também reforçam que há outros fatores que estão relacionados com o surgimento da acne, como a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP). Aliás, um dos sintomas da doença é o aparecimento da acne em nível moderado a severo.12

Em casos raros, ainda pode surgir a acne invertida — aquela que aparece em locais invertidos, ou seja, nas dobras. O nome específico do problema é “hidradenite supurativa”, e a condição pode nos confundir. Ela deve ser adequadamente diagnosticada porque o seu tratamento é diferente daquele direcionado à acne vulgar.13,14

Os hábitos alimentares e a acne

Muitos estudos ainda estão tentando entender como a nossa alimentação afeta o aparecimento da acne. De todo modo, parece que o leite e o açúcar têm um papel relevante nisso. E aí? Você é do time que ama um copinho de leite quente e/ou que não vive sem ele no cafezinho? Bem, o consumo da bebida mais de uma vez por semana pode quadruplicar o surgimento das espinhas. E o mesmo vale para o sorvete!15

Nesse contexto, como ficam as fãs de chocolate? Para um alívio geral, em um estudo mostrou que o consumo de iogurte, queijo e chocolate parece não ter um impacto significativo.15 Por outro lado, a ingestão de peixe sugere um efeito de proteção contra a acne, “puxando a brasa para a sardinha” da tal dieta mediterrânea.15,16

Inclusive, aí vai uma informação superinteressante: as sociedades menos influenciadas pelo Ocidente têm menor incidência de acne. Isso porque os alimentos processados, laticínios, açúcares e óleos refinados estão fora da dieta delas, que inclui mais opções frescas, frutas, vegetais, frutos do mar grelhados e algumas carnes de origem animal.16

Vale saber também que certas classes de medicamentos — como corticoides e vitaminas do complexo B — podem afetar a pele, agravando os quadros de acne. Além disso, a acne tende a piorar no inverno!17

A relação da acne com as nossas emoções

Cuidar da acne é super importante— especialmente se ela estiver incomodando você, claro. Na realidade, deixar de lado os cuidados com a pele na adolescência pode realmente mexer com a nossa autoestima e influenciar o modo como nos sentimos. Afinal, todo mundo quer se sentir bem com a própria aparência, o que definitivamente inclui ter uma pele saudável.

É fato comprovado que as espinhas na adolescência estão associadas a problemas psicológicos e podem causar depressão ou ansiedade.3 

Aliás, se você já escutou por aí que a acne não precisa de tratamento porque é “coisa da idade” ou que “não é doença e some sozinha”, saiba que a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) diz claramente: não devemos acreditar nisso!17 É imperativo que você sinalize e procure ajuda ao sentir, por exemplo:16

  • uma tristeza que dura muito tempo;
  • uma falta de interesse em fazer as atividades de que gostava;
  • uma vontade de ficar isolada.

Cuidar bem da nossa pele na adolescência não só vai nos levar a sentir mais autoconfiança. Esses cuidados envolvem passos básicos, como lavar a pele com um sabonete não agressivo, hidratar e proteger do sol, tudo isso ajudará a prevenir problemas mais sérios lá na frente.14 Ainda, começar o tratamento cedo pode evitar que a acne se agrave, prevenindo aqueles nódulos e cistos que já sabemos que podem aparecer.5,18

Mais um ponto relevante: há também as manchas e as cicatrizes que surgem como um resultado de acnes que não foram idealmente cuidadas e que implicam a necessidade de tratamentos bem mais complexos, como peelings químicos, procedimentos a laser, preenchimentos e até procedimentos cirúrgicos.3,19

Por que recorrer a uma consulta ginecológica para problemas de pele na adolescência?

Pele na adolescência: como o ginecologista pode ajudar?

Se você nunca foi ao ginecologista, talvez essa seja a oportunidade perfeita. A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) recomenda que a primeira visita aconteça por volta dos dez anos. Se você acha cedo, saiba que há uma explicação: é preciso criar uma relação de confiança com o médico e quebrar as barreiras de constrangimento para que a consulta seja o mais natural possível.20

Quatro milhões de brasileiras nunca consultaram um ginecologista, e um dos motivos é a vergonha — para 11% das entrevistadas, também segundo uma pesquisa realizada pela Febrasgo.20

Nesse sentido, duas visitas ao ano ou mais ao ginecologista são ideais para fortalecer essa relação médico-paciente. É provável que esse profissional da saúde seja o médico que vai acompanhá-la durante a sua vida adulta, tratando de diversos assuntos relacionados à saúde da mulher.20 Diante disso, que tal começar com os cuidados com a sua pele na adolescência?

Uso de anticoncepcionais para a acne

Especialmente em casos mais severos do surgimento de espinhas, é preciso entender como estão os seus hormônios. A avaliação médica poderá ajudá-la e indicar o tratamento adequado.7,17

Provavelmente, você já ouviu falar que os anticoncepcionais podem ser usados para melhorar a textura da pele.21 De fato, a pílula anticoncepcional foi um marco na história das mulheres, dando autonomia a elas para escolherem o momento de engravidar.21  Mas aí, possivelmente, você pensará: “Como é que uma pílula feita para prevenir gravidez acaba ajudando no controle da acne?”.

Bem, isso acontece porque os anticoncepcionais são tratamentos hormonais.22-24 Com os hormônios na adolescência a mil, muitos especialistas e ginecologistas veem essa opção como uma alternativa para cuidar da pele, já que a medida ajuda a controlar a infecção causada pela acne e desde que não haja contraindicações.17

Hoje em dia, já se sabe que os anticoncepcionais combinados evoluíram e são utilizados para diversos outros tratamentos, além de prevenção da gravidez, como a cólica, a TPM, alguns tipos de cistos e a nossa conhecida acne, como mencionamos.24

As pílulas são feitas com hormônios, que podem ser combinados ou isolados. Como sabemos, a testosterona é um dos hormônios que surgem na adolescência e tendem a agravar a oleosidade da pele, alguns anticoncepcionais podem ajudar no controle de acne e outras questões relacionadas à testosterona.24

Outra notícia sobre as pílulas orais divulgada pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) é que os benefícios dessas pílulas superam os possíveis efeitos adversos.25

Entretanto, tudo isso, com certeza, só um médico ginecologista poderá dizer após examinar detalhadamente o seu caso. Ou seja, é o profissional que determinará se você poderá utilizar a pílula anticoncepcional para o tratamento da acne, sem que haja qualquer perigo para a sua saúde. 

Quais são as dicas-chave de cuidados com a pele?

É bom entendermos que, quando o assunto envolve os cuidados com a pele na adolescência, não existe uma única “solução mágica” que funcione para todo mundo. Cada pele é única, então, é possível que sejam necessários vários tratamentos combinados para que bons resultados sejam alcançados.26

A propósito, a ideia de uma solução rápida para a acne pode ser esquecida! Tenha extremo cuidado com as promessas de tratamentos milagrosos. As espinhas levam cerca de 8 semanas para mostrarem qualquer melhora, e o tempo para começarmos a ver uma diferença de verdade depende muito do modo como estão as lesões.26

A seguir, confira algumas dicas preventivas de cuidados com a pele:26

  • capriche na limpeza, mas sem exageros, escolhendo um sabonete não agressivo ou um produto específico para a pele com acne e/ou com oleosidade. Vale lembrar que lavar com água quente pode irritar e até piorar as espinhas;26
  • entenda que cada pele é única, como vimos, de maneira que o que funciona para a sua amiga pode não ser o ideal para você. Siga sempre as dicas e opte pelos produtos que o seu médico recomenda somente para o seu caso;27
  • fique de olho nos cosméticos e maquiagens que você usa, já que alguns podem aumentar a oleosidade da pele. Se puder, evite-os; 26
  • não tome sol demais, pois, além de queimar a pele, a prática pode piorar as espinhas. Ou seja, se você for se expor ao sol, o uso de protetor solar é obrigatório;26
  • resista sempre à tentação de espremer cravos e espinhas, haja vista que o mau hábito pode levar as bactérias que existem em nossas mãos para a pele, aumentar a inflamação e até deixar manchinhas que são muito difíceis de serem tratadas;27
  • faça, se viável, uma limpeza de pele com profissionais, pois a ação é um adicional de valor ao tratamento.28 A recomendação para a limpeza profunda é a realização a cada 28 dias, que é o tempo ideal para o ciclo de renovação das nossas células. 28

Em suma, vimos que lidar com tantas emoções, mudanças e novidades que chegam com a adolescência pode ser muito confuso. Além disso, descobrimos que determinados fatores, como os hormônios e os nossos hábitos alimentares, podem contribuir para o aparecimento das espinhas. Sim! O cenário é esse, mas respire fundo e não se entregue ao desespero!

Como dito, uma consulta ginecológica com um profissional da sua confiança fará você entender melhor as mudanças que estão acontecendo no seu corpo. Inclusive, nesse momento, vale muito a pena tirar todas as suas dúvidas sobre o que influencia a saúde ginecológica na pele na adolescência para atravessar essa fase com mais leveza. Além de fazer as avaliações e solicitar os exames necessários, um ginecologista pode orientar você sobre como prevenir problemas futuros e apoiá-la nessa jornada de construção de uma mulher que conhece o próprio corpo e as suas necessidades! 

E aí? A leitura foi produtiva? Se você gosta de assuntos relativos aos cuidados com a sua saúde e quer saber mais a respeito, leia mais posts como este no blog A Vida Plena!

Referências

1. Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Acne na Adolescência. [Internet]. 2021. [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://www.sbp.com.br/especiais/pediatria-para-familias/medicina-do-adolescente/acne-na-adolescencia/

2. Costa A, Alchorne MM de A, Goldschmidt MCB. Fatores etiopatogênicos da acne vulgar. An Bras Dermatol. 2008Sep;83(5):451–9.

3. American Academy of Dermatology Association (AAD). 5 Ways to Help Your Tennager Survive Acne. [Internet] 2024 [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://www.aad.org/public/diseases/acne/acne-teenage-five-ways-to-help

4. American Academy of Dermatology Association (AAD). Acne: Who Gets and Causes. [Internet] 2020 [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://www.aad.org/public/diseases/acne/causes/acne-causes

5. American Academy of Dermatology (AAD). Acne: Signs and Symptoms. [Internet] 2024 [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://www.aad.org/public/diseases/acne/really-acne/symptoms

6. Markovic M, Soldatovic I, Bjekic M, Sipetic-Grujicic S. Adolescents’ self perceived acne-related beliefs: from myth to science. An Bras Dermatol. 2019 Nov-Dec;94(6):684-690.

7. Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Orientações sobre prevenção e tratamento à acne juvenil compõem documento do DC de Adolescência da SBP. [Internet] 2018 [Acesso 19Mar20224]. Disponível em: https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/orientacoes-sobre-prevencao-e-tratamento-a-acne-juvenil-compoem-documento-do-dc-de-adolescencia-da-sbp/

8. Kutlu Ö, Karadağ AS, Wollina U. Adult acne versus adolescent acne: a narrative review with a focus on epidemiology to treatment. An Bras Dermatol. 2023 Jan-Feb;98(1):75-83. doi: 10.1016/j.abd.2022.01.006. Epub 2022 Oct 14.

9. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia

(Febrasgo). Febrasgo Position Statement. Uso de androgênio nas diferentes fases da vida: período reprodutivo. [Internet]. 2021. [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/images/pec/CNE_pdfs/FPS—N11—Dezembro-2021—portugues.pdf

10. Zouboulis CC, Böhm M. Neuroendocrine regulation of sebocytes — a pathogenetic link between stress and acne. Exp Dermatol. 2004;13 Suppl 4:31-5.

11. Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Estresse pode desencadear surgimento de acne. [Internet] 2010. [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://www.sbd.org.br/estresse-pode-desencadear-surgimento-de-acne/

12. Manique MES, Ferreira AMAP. Polycystic Ovary Syndrome in Adolescence: Challenges in Diagnosis and Management. Rev Bras Ginecol Obstet. 2022 Apr;44(4):425-433.

13. American Academy of Dermatology Association (AAD). Acne: Diagnosis and Treatment. [Internet] 2024. [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://www.aad.org/public/diseases/acne/derm-treat/treat

14. Ministério da Saúde (BR). Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hidradenite Supurativa. [Internet]. Brasília Ed. MS. 2020. [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/protocolos/publicacoes_ms/pcdt_hidradenite-supurativa_isbn_21-08-2020.pdf

15. Scipioni G, Monteiro GC, Soldateli B. Acne e dieta: uma revisão. Nutrire. 40(1):104-109.2015.

16. osta A, Lage D, Moisés TA. Acne e dieta: verdade ou mito?. An Bras Dermatol. 2010Jun;85(3):346–53.

17. Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Acne. [Internet]. 2022. [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://www.sbd.org.br/doencas/acne/

18. American Academy of Dermatology Association (AAD). 7 Reasons to Treat Acne Early. [Internet] 2024. [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://www.aad.org/public/diseases/acne/diy/treat-early

19. Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Quais são os tratamentos mais adequados para marcas de acne? [Internet]. 2011. [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://www.sbd.org.br/quais-sao-os-tratamentos-mais-adequados-para-marcas-de-acne/

20. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Especialista da Febrasgo explica que primeira consulta ao ginecologista deve ser aos dez anos de idade. [Internet] 2022. [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/1469-especialista-da-febrasgo-explica-que-primeira-consulta-ao-ginecologista-deve-ser-aos-dez-anos-de-idade

21. Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM). A Revolução sem Armas: pílula anticoncepcional. [Internet] 2015. [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://spdm.org.br/blogs/reproducao-humana/a-revolucao-sem-armas-pilula-anticoncepcional/

22. American Academy of Dermatology Association (AAD). Stubborn acne?Hormonal Therapy May Help. [Internet] 2024. [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://www.aad.org/public/diseases/acne/derm-treat/hormonal-therapy

23. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Série Recomendações e Orientações – Anticoncepção para Adolescentes. [Internet] 2017. [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/media/k2/attachments/15-ANTICONCEPCAO_PARA_ADOLESCENTES.pdf

24. Organização Pan-Americana de Saúde . Anticoncepcionais Orais: O que há de novo. [Internet] 2003. [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/HSE_URM_ANT_1203.pdf

25. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). A Evolução da Pílula. [Internet] 2018. [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/637-a-evolucao-da-pilula

26. Ministério da Saúde e BIREME/OPAS/OMS. O que devemos fazer para prevenir e tratar a acne na adolescência? [Internet] 2013. [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://aps-repo.bvs.br/aps/o-que-devemos-fazer-para-prevenir-e-tratar-a-acne-na-adolescencia/

27. Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Acne na adolescência é comum, mas não deve ser ignorada. [Internet] 2019. [Acesso 19Mar2024]. Disponível em: https://www.sbd.org.br/acne-na-adolescencia-e-comum-mas-nao-deve-ser-ignorada/

28. Silva MN, Souza F, Cardoso C, Ferreira A et al. Os benefícios da limpeza de pele no tratamento coadjuvante da acne vulgar. Revista Brasileira Militar de Ciências. 6.(16):28. 2020.