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Publicado em: 6 de outubro de 2023
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Melasma são manchinhas mais escuras que surgem na pele, principalmente no rosto, e que podem se transformar em um problema estético incômodo para muitas pessoas. Apesar da aparência, as manchas não causam qualquer outro dano à pessoa, nem provocam sintomas fisicamente desconfortáveis.1
Na maioria dos casos, o principal desconforto causado pelo melasma é a aparência manchada da pele em uma região que é praticamente impossível passar despercebido. Por isso, muitas pessoas buscam bem mais do que uma forma de maquiar as manchas, mas um modo de tratar o problema e reverter os seus efeitos.1,2
Quer saber mais sobre o assunto e entender como o melasma tem sido abordado hoje em dia? Então continue a leitura e aproveite as dicas!
O melasma é caracterizado pela hiperpigmentação da pele, que normalmente surge no rosto e é uma condição que atinge predominantemente mulheres.1 O que desencadeia esse tipo de problema é, basicamente, a exposição à luz ultravioleta e à luz visível, ambas prejudiciais para quem já tem uma predisposição à hiperpigmentação.1
Outras circunstâncias ainda podem influenciar o surgimento das manchas, como a alteração hormonal que acontece em casos como a gravidez e a reposição feita por grande parte das mulheres no período de menopausa, por exemplo. Isso, somado aos poucos cuidados com a exposição da pele, podem desencadear um problema bem maior.4,5
Com a falta de proteção em casos de calor e exposição solar excessivos, os melanócitos são estimulados. Com isso, eles produzem uma quantidade maior de melanina, que nada mais é do que o pigmento que faz com que a pele fique com esse aspecto amarronzado, típico do melasma.4
Apesar de não produzir sintomas dolorosos ou mesmo fisicamente desconfortáveis para o paciente, o melasma é responsável por uma série de impactos emocionais, em especial, aqueles relacionados à autoestima. Dependendo da intensidade das manchas e do tipo de situação à que a pessoa é exposta em função delas, o desconforto estético pode, sim, acabar impactando a sua qualidade de vida.6
Por isso, assim como outros quadros, tal como o vitiligo7 e a dermatite atópica8, o melasma pode afetar o conforto da pessoa em interagir socialmente, se expor em situações públicas ou mesmo fazer aparições nas redes sociais, por exemplo. Isso tudo afeta a qualidade dos relacionamentos sociais e afetivos e pode gerar influência sobre o desempenho no trabalho. Logo, é algo bem relevante de ser abordado.6,9
O melasma é submetido a uma classificação que tem por base três variantes principais, chamadas de epidérmica, dérmica e mista.1 A primeira se refere ao ganho de pigmentação em toda a camada mais visível da pele, incluindo as partes mais profundas dessa composição. Elas podem ser percebidas com a iluminação Wood, que diferencia os tipos dérmicos e epidérmicos.1
No caso do melasma dérmico, a manifestação ocorre na derme superficial e profunda. Então, além das manchas mais visíveis, é possível perceber marcas mais aprofundadas. Durante o diagnóstico, ambas as manchas podem ser diferenciadas pela iluminação apropriada. Por fim, o melasma misto é quando o paciente apresenta características típicas dos dois tipos antes descritos, seja em função de um agravamento ou não do quadro.1
Em qualquer um desses casos, o melasma tem uma aparência hiperpigmentada, em forma de manchas, com forma irregular, porém, com uma delimitação nítida. Elas não provocam qualquer alteração na textura da pele, como crostas ou feridas, não causam dor e nem outros desconfortos físicos, apenas estéticos.1
Quanto à cor, tem um aspecto marrom. Ainda assim, sua intensidade pode variar de acordo com o tom de pele da pessoa, a quantidade de melanina naquela parte específica do corpo e o quanto ela foi exposta às luzes por tempo prolongado.1
Especificamente nos casos em que o melasma surge em função de uma alteração hormonal temporária, como em uma gravidez, as manchas entram em remissiva por conta própria.10
As causas do melasma podem ser diversas, variando desde a exposição à luz até a influência hormonal ou ainda um histórico familiar. Não existe um fator específico e único que seja responsável pelo surgimento das manchas, mas uma combinação deles pode ocasionar o problema.1
A luz é um dos fatores mais influentes quando se trata de melasma. Raios ultravioleta penetram as camadas de pele humana e alteram a sua forma de produzir melanina. O mesmo acontece com outros raios chamados de “invisíveis” (que não são captados pelo olho humano), como o infravermelho.2
Mais recentemente também foi comprovado que as luzes visíveis têm sua própria parcela de contribuição para o aparecimento das manchas de melasma.2 Elas afetam a pele de uma maneira menos intensa, mas continuam sendo o suficiente para que a pigmentação ocorra em indivíduos predispostos.2
No caso das luz visíveis, é possível que todas elas possam gerar algum nível de influência, desde a luz emitida pela sua televisão até as lâmpadas fluorescentes da casa ou do trabalho. Por isso a importância da proteção da pele em tempo integral quando um paciente entra em tratamento.2
Como você viu, o melasma pode ser provocado por diversos fatores. No entanto, é importante se manter atento para controlar aqueles elementos que podem ser determinantes para o surgimento do problema ou até mesmo o aumento de manchas já existentes.
Para isso, a proteção solar é um cuidado indispensável, mesmo naqueles dias em que o tempo está nublado e a incidência da luz solar não ocorre de forma tão direta.3 Do mesmo modo, é interessante ter em mente que o protetor solar não faz todo o trabalho sozinho. É preciso investir ainda em produtos que protejam a pele contra a luz convencional.2,3
Também é recomendado que a pessoa faça uso de filtros físicos complementares que ajudem a proteger a pele, tais como:11
Porém, quando o melasma já está na pele, ele passa a ter o chamado caráter crônico, o que significa que a pessoa terá que cuidar para não intensificar as manchas pelo resto da vida. A simples exposição excessiva à luz pode levar a uma piora do quadro e, por isso, o surgimento de novas lesões na pele nunca é descartado.4
Existem recomendações de que o uso de protetor solar seja preferivelmente de amplo espectro, com um fator de proteção igual ou maior que 30. Além disso, o índice de PPD deve ser pelo menos um terço do fator de proteção solar. Por fim, esse produto deve ser reaplicado de duas em duas horas2 sempre que a pessoa estiver diretamente exposta ao sol.10
O melasma costuma desenvolver um padrão facial típico. Ele se apresenta no centro do rosto, na região malar e mandibular. A região central afeta principalmente a fronte, o nariz e o lábio superior. O padrão malar afeta exclusivamente as bochechas. E o mandibular se restringe à linha do maxilar e do queixo.1
Em alguns casos mais raros, pode ocorrer um comportamento chamado de melasma extrafacial. Nele, as manchas se estendem para outras partes do corpo, tais como o pescoço, o peito, os antebraços e os membros superiores.1
Em geral, são manchas simétricas em ambos os lados da face, com coloração que pode mudar ao longo da vida, especialmente em função dos cuidados adotados pelo paciente. Nos casos de tratamento, a cor do melasma pode ser suavizada até o ponto de se tornar imperceptível. Por outro lado, a ausência de cuidados pode torná-lo de tonalidade mais intensa e marcada.1
As manchas do melasma podem ser confundidas com sardas, porém, não são tão pequenas e se espalham pelo rosto. Enquanto as sardas são arredondadas e bem definidas, as manchas do melasma são mais difusas, sem uma forma específica e nem um formato regular.12
O principal fator que pode contribuir para uma piora significativa do melasma é a falta de cuidados específicos com a pele afetada. Depois que as manchas começam a aparecer, é importante incorporar uma rotina de cuidados que permita proteger o seu rosto e evitar que novas manchas surjam ou que elas se tornem mais intensas com o tempo.1,4
Nesse caso, se expor por tempo demasiado ao sol, por exemplo, é um perigo considerável. Não aderir ao uso de filtro solar ou qualquer tipo de proteção ao se submeter a longas horas nessa condição é algo imprudente. Por isso, em muitos casos, é recomendado o uso de protetor ou até mesmo de roupas que cubram os braços e as pernas.5,11
Mas o risco não mora apenas aí. Pessoas que passam muitas horas expostas à luz artificial visível, incluindo a luminosidade de computadores, tablets e smartphones, também podem estar desenvolvendo as condições para a hiperpigmentação. Então, os riscos não estão apenas do lado de fora, mas também dentro de casa e dos ambientes corporativos.1
Se, por um lado, existem comportamentos que podem agravar o melasma, por outro, há aqueles cuidados que podem evitar o surgimento ou o crescimento das manchas já existentes. Muitos deles são particularmente importantes para os períodos em que os indivíduos estão em tratamento.2
Continue de olho!
Como você viu, tanto a luz visível quanto a invisível podem influenciar no surgimento de novas manchas. Por isso, é fundamental que a pessoa com melasma invista em todo tipo de fotoproteção possível.1,11
Em alguns casos, isso poderá ser garantido por filtros para luz solar. Em outros, exigirá filtros protetores contra luz visível, que podem conter coloração e ajudar a criar uma barreira física para impedir que a luz avance em direção à derme.1,11
Também é possível recorrer a itens físicos que ajudam a proteger a pele, tal como blusas de mangas compridas, calças, chapéus, bonés, óculos escuros e assim sucessivamente. Como qualquer cuidado com a luz solar, os principais horários do dia em que estar ao ar livre deve ser evitado são entre às 10 horas da manhã e às 16 horas da tarde.11
Outro cuidado importante é com os tratamentos clareadores. Apesar de terem um ótimo efeito sobre a pele, eles também podem provocar alguns efeitos colaterais.13 Por isso, é fundamental que o tratamento só seja iniciado com o acompanhamento de um médico especialista em dermatologia.
Ele fará a avaliação criteriosa do quadro, identificando as principais características da sua pele. A partir disso, recomendará os procedimentos mais indicados para o seu problema, sugerindo marcas de produtos confiáveis, profissionais com boa reputação e cuidados que manterão a sua pele protegida antes, durante e depois dos procedimentos.
Esse não é um cuidado com a pele em si, mas pode fazer parte do tratamento quando as manchas incomodam demais. Como você viu, não existem outros riscos associados ao melasma e ele também não provoca sintomas dolorosos, mas, ainda assim, os impactos podem ser profundos na autoconfiança e na autoestima do paciente.6,9
Nos casos em que o melasma realmente se torna um problema psicológico e emocional, é interessante contar com o apoio de um psicólogo, bem como de grupos de pessoas que enfrentam o mesmo problema. Buscar representatividade e conviver com pessoas que vivem com a mesma condição pode ser um fator estimulante para a autoaceitação e qualidade de vida.6,9
O melasma pode ser afetado pela produção hormonal de um organismo, visto que ela tem relação direta com a patogênese. Sendo assim, todos os fatores que alteram a presença hormonal em uma pessoa têm potencial para desencadear ou intensificar as manchas, tal como o uso de contraceptivos, as terapias hormonais e também a gravidez.14
Não são tão raros os casos de mulheres que desenvolvem manchas na pele durante o processo gestacional. Porém, nessa circunstância, a condição não deve ser considerada crônica, uma vez que a aparência do melasma pode amenizar e, eventualmente, sumir naturalmente.15
Além delas, costumam surgir outras marcas escuras espalhadas pelo corpo, em locais como os mamilos, o centro da barriga e até mesmo na vulva. Porém, por se tratar de uma alteração natural do corpo relativa a esse período, não é preciso iniciar um tratamento tão cedo e nem se preocupar com a permanência dos sinais.15
Mas, se quiser, existem produtos já desenvolvidos e direcionados especificamente para mulheres que estão vivendo esse período — um pouco mais amenos e que não oferecem risco à mamãe nem ao bebê. Então vale experimentar e ver os efeitos que eles têm sobre o seu organismo.16
Apesar disso, é fundamental manter bastante cuidado com a exposição ao sol e às demais luzes visíveis. De forma alguma, é indicado evitar o uso do protetor solar. Inclusive, tenha atenção redobrada especialmente se for passar longos períodos ao ar livre.11,15
Hoje existem muitas terapias tópicas capazes de tratar o melasma, bem como tratamentos orais e procedimentos estéticos que aliviam os sinais na pele.1 No entanto, é fundamental estar atento à importância do devido acompanhamento de um dermatologista profissional, que vai diagnosticar, avaliar a abrangência do problema e determinar a melhor intervenção para resolvê-lo.3
As terapias tópicas incluem tratamentos com hidroquinona, corticosteroides, tretinoína, cisteamina e cremes que combinam a ação desses elementos.1 Além disso, já estão sendo desenvolvidos outros compostos que exploram o uso de sintéticos e componentes naturais, por exemplo.1
Quanto às terapias orais, os medicamentos mais utilizados para melasma incluem:17,18
ácido tranexâmico;
Polypodium leucotomos;
glutationa.
Os procedimentos estéticos podem envolver peelings químicos, lasers, radiofrequência, microagulhamento e algumas combinações entre eles.1 Alguns tratamentos envolvem o uso de terapias tópicas após o procedimento estético, por exemplo, potencializando os efeitos dos componentes químicos no organismo.19
É importante alertar que todos esses métodos de tratamento visam amenizar gradualmente as manchas da pele. Por isso, não espere um resultado imediato ou em pouquíssimo tempo. A ideia é justamente que os produtos usados possam devolver a tonalidade da pele a ponto do melasma se tornar imperceptível e, a partir disso, manter o paciente consciente da importância dos seus cuidados contínuos.18,19
Juntamente a todas essas intervenções, é crucial que a pessoa realmente se dedique aos cuidados quanto à proteção da pele durante o tratamento. Portanto, é preciso criar uma barreira protetiva que dificulte a ação de luz artificial ou natural em excesso, bem como a exposição prolongada ao sol, todos os dias.1,11
Não se assuste caso você tenha chegado à conclusão de que é muito difícil guardar tantas informações sobre o melasma. Em vez disso, vamos reforçar os pontos mais importantes e que você realmente precisa lembrar sobre o que foi visto por aqui, certo?
O melasma é uma doença, uma espécie de disfunção na pele, que faz com que ela concentre mais cor em alguns pontos específicos. Isso afeta um público majoritariamente feminino e pode ser ainda mais comum durante a gravidez, mas não apresenta outros riscos à saúde.1
Nem toda mancha que surge na pele é melasma e, por isso, não é recomendado que você saia tratando esses sinais com cremes de clareamento ou procedimentos estéticos.12 É preciso buscar um dermatologista para fazer uma investigação e iniciar o tratamento mais adequado.
A gravidez tem a ver com o melasma, mas ela não é a causa dele. O que provoca o surgimento das manchas são os hormônios produzidos pela placenta, que acabam hiper estimulando as células que dão cor à nossa pele e pelos, por exemplo.15
Aqui vai uma informação na qual você talvez ainda não tenha pensado: durante o inverno, apesar de ser mais frio e ter menos pele exposta ao sol, é justamente o rosto que fica desprotegido. Por isso, não deixe de usar um bom protetor solar.11
Tratar o melasma significa tentar amenizar a aparência das manchas — e existem muitos produtos e procedimentos que podem ajudar nisso. Porém, o melasma é um problema crônico e que pode voltar a qualquer momento da sua vida.18
Infelizmente, não há uma perspectiva de cura para o melasma. Por outro lado, vale saber que essa não é uma condição perigosa. Se você cuidar dos aspectos estéticos e manter a sua autoestima em dia, tudo ficará bem.1
O estresse é uma condição que causa estresse oxidativo, ou seja, você prejudica sua mente e seu corpo ao mesmo tempo. Todo esse dano pode afetar a forma como as moléculas do seu corpo funcionam, o que também influencia o surgimento das manchas. Então invista na sua qualidade de vida.1,9
Você sempre terá a opção de utilizar a maquiagem a seu favor para amenizar ou esconder as manchas. Além disso, ela ajudará a criar uma barreira física que protegerá a sua pele. Logo, se maquiar pode ser uma ótima estratégia para lidar com o melasma.5
Por fim, queremos deixar um alerta importante sobre receitas caseiras e estratégias milagrosas que prometem curar o melasma. É muito importante ter cuidado com esse tipo de sugestão, especialmente porque elas são contraindicadas pela grande maioria dos médicos.20
Utilizar misturas caseiras pode provocar a irritação da sua pele e até o surgimento de lesões superficiais.20 Então, sempre procure a orientação do seu dermatologista para evitar eventuais riscos que uma atitude impensada possa gerar.
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