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Publicado em: 6 de janeiro de 2025
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É possível que você tenha ouvido falar sobre lúpus na mídia, ou, talvez, conheça alguém que recebeu o diagnóstico.
Embora não haja dados precisos no Brasil, estima-se que existam aproximadamente 65 mil pessoas com lúpus no País, a maioria mulheres, segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia.1
Assim como o câncer e as doenças cardíacas, o lúpus é uma doença crônica.2,3,4 Ela também é inflamatória e pode afetar diversos sistemas do corpo humano.5 De modo geral, existem quatro tipos da doença: neonatal, discóide, induzido por medicamentos e o lúpus eritematoso sistêmico (LES).5 O último é o mais comum e afeta a maioria dos pacientes.5
No lúpus, ocorre uma perda de autotolerância devido a uma função imunológica anormal e à produção de autoanticorpos, que formam complexos imunes capazes de afetar tecidos saudáveis.5
Além disso, os pacientes podem experimentar períodos de exacerbação com variações na gravidade dos sintomas ou momentos sem sinais ou sintomas observáveis.5
Todo o processo é mediado pelo sistema imunológico, ou seja, um sistema responsável por defender o nosso corpo contra infecções doenças causada por agentes como vírus e bactérias.5 No caso do lúpus, ele fica “confuso” e ataca o próprio organismo.5
No lúpus, as células do sistema imunológico, chamadas de células B, ficam hiperativas e produzem anticorpos contra substâncias presentes em células que estão em processo de morte.5 Essas substâncias, que normalmente não estariam na superfície das células, passam a ficar expostas durante a morte celular.5
Acredita-se que o sistema do corpo responsável por remover essas células mortas não funciona adequadamente em pessoas com lúpus, o que leva ao acúmulo delas e ao seu reconhecimento pelas estruturas de defesa.5 Assim, é desencadeada uma resposta do sistema imunológico, resultando em inflamação e danos aos tecidos, característicos do lúpus.5
Há vários tipos de lúpus.5,6 Cada um apresenta características próprias e atinge grupos distintos, embora desempenhem ações semelhantes no organismo.5,6 Confira!
Lúpus sistêmico eritematoso
É o tipo mais comum de lúpus5,6 e pode variar de leve a grave 6. Nesse caso, a inflamação ocorre em todo o organismo, afetando diversos órgãos ou sistemas, como rins, coração, pulmões, sangue e articulações.5,6 Algumas pessoas com lúpus discoide desenvolvem o lúpus sistêmico ao longo do tempo.5,6
O lúpus sistêmico é diagnosticado em 20 a 150 pessoas a cada 100.000 e é tipicamente observado em mulheres em idade fértil, embora possa afetar pacientes de qualquer sexo e faixa etária.5 Manifesta-se com maior frequência em afro-americanos, asiáticos, hispânicos e nativos americanos.5
Essa condição afeta principalmente a pele e se manifesta por meio do surgimento de lesões avermelhadas com formas e tamanhos distintos.6 Geralmente, elas aparecem no rosto, no pescoço ou no couro cabeludo.6 O lúpus discoide é caracterizado por uma dermatose crônica com cicatrizes e atrofia que podem progredir para o lúpus sistêmico ou ocorrer nos pacientes afetados por este último.5
A causa é considerada genética, com maior prevalência em mulheres, afro-americanos e pessoas com idade entre 20 e 40 anos.5 O diagnóstico é frequentemente feito por biópsia de uma erupção cutânea no couro cabeludo, rosto, pescoço ou braços.5
Agentes fotoprotetores, corticosteroides tópicos ou agentes antimaláricos são comumente usados para prevenir surtos da doença e gerenciar as manifestações clínicas associadas ao problema.5
Representando aproximadamente 10% dos casos de lúpus, esse tipo da doença ocorre devido à exposição a altas doses de certos medicamentos que desencadeiam uma resposta autoimune semelhante ao que ocorre no lúpus sistêmico.5,6,7 No entanto, os sintomas geralmente diminuem e desaparecem quando o uso desses ativos é interrompido.5,6,7
É uma forma rara da doença que afeta recém-nascidos de mães portadoras de lúpus.6 Os bebês podem apresentar erupções cutâneas, problemas no fígado ou contagem baixa de células sanguíneas ao nascer, mas esses sintomas geralmente desaparecem após alguns meses.6
Acredita-se que esse tipo de lúpus ocorra por causa da passagem de anticorpos maternos pela placenta.5 No entanto, somente cerca 1% das crianças que herdam os auto anticorpos maternos positivos desenvolvem o problema.5
As apresentações clínicas comuns envolvem o coração, fígado e pele.5 Embora morbidade e mortalidade significativas tenham sido observadas em alguns casos, em muitos pacientes os sinais e sintomas às vezes se resolvem espontaneamente dentro de 4 a 6 meses.5
Sim, existem alguns fatores de risco e grupos populacionais mais propensos a desenvolver lúpus:
Ainda que a causa exata do lúpus não seja totalmente compreendida, sabe-se que uma combinação de fatores genéticos, hormonais e ambientais influencia significativamente o seu desenvolvimento.5,7
Como nessa condição há um desequilíbrio na produção de anticorpos, que passam a reagir com proteínas do próprio organismo, ocorre uma inflamação em vários órgãos, como pele, mucosas, pulmões, rins e articulações.5,7
Os gatilhos para manifestação dos sintomas costumam ser:
Os sintomas do lúpus eritematoso sistêmico (LES) variam em intensidade e duração, podendo surgir subitamente ou se desenvolver ao longo do tempo.7
Geralmente, os pacientes experimentam períodos de crise, durante os quais os sintomas se agravam, seguidos por períodos de remissão, nos quais os sintomas diminuem ou desaparecem.7
Esse é um dos sintomas mais comuns e debilitantes do lúpus eritematoso sistêmico. Os pacientes frequentemente relatam uma sensação de cansaço extremo que não melhora com o descanso adequado. Essa fadiga pode interferir significativamente nas atividades diárias e na qualidade de vida.8
Outra manifestação comum deste tipo de lúpus é a febre que muitas vezes acompanha os períodos de atividade da doença (crises). Essa febre se mantém entre os 38ºC e 40ºC, com caráter intermitente.9
Muitos pacientes com LES experimentam dores no corpo, sendo elas articulares (artralgia) ou inflamação das articulações (artrite), que podem afetar qualquer articulação do corpo.5,7
O rash cutâneo em forma de “borboleta” é uma característica clássica do LES, aparecendo como uma vermelhidão na face sobre as bochechas e o nariz. Esse rash pode piorar com a exposição ao sol.7
Além da mancha em forma de “borboleta”, os pacientes com lúpus desenvolvem lesões cutâneas que surgem ou pioram com a exposição solar.7
A dificuldade para respirar e a dor no peito ao inspirar profundamente podem ser sintomas de inflamação nos pulmões ou no revestimento do coração (pericardite), que são complicações possíveis do LES.10,11
Muitos pacientes com LES são sensíveis à luz solar (fotossensibilidade), o que pode desencadear ou piorar os sintomas cutâneos e sistêmicos da doença. Essa sensibilidade normalmente leva ao surgimento de rash cutâneo e outros sintomas.12
A queda de cabelo (alopecia) é outra manifestação cutânea do LES7, que ocorre como resultado da inflamação do couro cabeludo ou como efeito colateral de certos medicamentos utilizados no tratamento da doença.13
As feridas na boca, como úlceras orais, são comuns em pacientes com LES7 e podem ser dolorosas e interferir na alimentação e na fala. Essas feridas comumente surgem durante as crises da doença e são um sintoma precoce do lúpus sistêmico.14
O aumento dos gânglios linfáticos (linfonodos) ocorre como resposta do sistema imunológico à inflamação e à atividade da doença.15
Por fim, o lúpus é responsável por gerar uma sensação de mal-estar generalizado. Seja por conta do cansaço ou das dores, o fato é que os pacientes afetados se sentem mal durante os momentos de crise.7
Além desses sintomas gerais, o LES pode afetar diferentes partes do corpo, resultando em sintomas específicos, tais como:7
Alguns pacientes têm apenas sintomas cutâneos, caracterizando o chamado lúpus discoide, enquanto outros apresentam sintomas que afetam múltiplos sistemas.7 É preciso avaliar cada caso.
Aqui estão os principais métodos utilizados no processo de diagnóstico:16
O diagnóstico é complexo e muitas vezes requer uma abordagem multidisciplinar , considerando a variedade de sintomas.16 É importante que o processo seja feito por um médico especializado, como um reumatologista, que possa interpretar adequadamente os resultados dos testes e sintomas do paciente.16
Até o momento, não. O lúpus segue sendo uma doença incurável, de caráter autoimune e crônico.5,6 No entanto, há tratamentos que podem contribuir para a qualidade de vida do paciente, controlando os sintomas e até mesmo fazendo com que desapareçam, dependendo do caso.5,6
Não. Essa doença não é contagiosa de qualquer forma. Ela se desenvolve exclusivamente a partir do organismo da pessoa afetada.17
As mulheres com lúpus podem engravidar e ter uma gestação saudável. No entanto, é importante que o problema esteja em remissão ou em controle por alguns meses, já que a doença ativa pode gerar consequências para a gravidez e para o bebê.18
Algumas das possíveis complicações médicas são:
É crucial que as mulheres com lúpus planejem cuidadosamente a gravidez e recebam acompanhamento médico especializado durante todo o período gestacional.18
Em caso de planejamento de uma gestação, o ideal é que ele seja adiado até o momento em que a doença se encontre em remissão ou controle por, pelo menos, 6 meses.18
Os neonatos nascidos de mães com lúpus também requerem cuidados especiais, pois podem estar em maior risco de desenvolver certas complicações, como bloqueio cardíaco congênito e cardiomiopatia, devido à transferência de anticorpos maternos através da placenta.18
O lúpus pode levar a uma série de complicações, algumas são graves e podem ser fatais.19 Confira algumas das principais complicações associadas à doença.
A nefrite lúpica é uma das complicações mais comuns e graves do lúpus.19 Ela envolve inflamação nos rins, o que afeta a função do órgão e, em casos graves, leva à insuficiência renal.19
O lúpus pode afetar o coração de várias maneiras, incluindo inflamação do músculo cardíaco (miocardite)20, inflamação do pericárdio, membrana que envolve o coração, (pericardite)10 e doença das artérias coronárias.19 Isso aumenta o risco de doenças do coração, como ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais.19
O lúpus pode causar inflamação nos pulmões, levando a condições como pleurisia (inflamação da membrana que reveste os pulmões)10, derrame pleural (acúmulo de líquido ao redor dos pulmões) e hipertensão pulmonar (pressão arterial elevada nos vasos sanguíneos dos pulmões).21
Alguns pacientes com lúpus desenvolvem complicações neurológicas, como crises epilépticas, acidente vascular cerebral, neuropatia periférica (dano nos nervos periféricos)22 e distúrbios cognitivos, como confusão e perda de memória.23
A doença pode causar distúrbios sanguíneos, como anemia (diminuição do número de glóbulos vermelhos), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas) e leucopenia (diminuição do número de glóbulos brancos), aumentando o risco de sangramento e infecções.24
Alguns pacientes com lúpus desenvolvem problemas de pele, como úlceras cutâneas, lesões cutâneas dolorosas e sensibilidade à luz solar, que levam a erupções cutâneas graves.19
O lúpus pode aumentar o risco de osteoporose e fraturas ósseas devido ao uso prolongado de corticosteroides.25
Embora não haja uma cura definitiva, existem várias opções de tratamento disponíveis para o lúpus, que são administrados dependendo dos sintomas manifestados.4,26 Eles visam melhorar os sintomas, prevenir crises e reduzir danos que a doença pode causar aos órgãos do paciente.4,26
De modo geral, são usados grupos de medicamentos para controlar a doença.4,26 6 Alguns dos mais comuns incluem:
Além dos remédios, outras medidas de manejo são importantes:4
É importante trabalhar em conjunto com uma equipe médica especializada para desenvolver um plano de tratamento adequado às necessidades individuais de cada paciente e garantir o melhor controle dos sintomas e qualidade de vida possível.4,26Tanto o tratamento quanto o acompanhamento são disponibilizados gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) de forma integral.6
Como foi possível conferir neste conteúdo, o lúpus é um problema muito complexo, que pode trazer consequências igualmente complexas para o bem-estar dos pacientes afetados.10,19-25 No entanto, felizmente, há muitas opções de tratamento e abordagens para garantir a qualidade de vida desse grupo.4,26
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Referências:
1. Sociedade Brasileira de Reumatologia. Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) [internet]. 2011 [Acesso em: 16 fev. 2024]. Disponível em: https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/lupus-eritematoso-sistemico-les/.
2. Brasil. Ministério da Saúde. Lúpus. 2016 [Acesso em: 16 fev. 2024]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/lupus/.
3. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). About chronic diseases [internet]. National Center for Chronic Disease Prevention and Health Promotion (NCCDPHP). 2022 [Acesso em: 16 fev. 2024]. Disponível em: https://www.cdc.gov/chronicdisease/about/index.htm.
4. National Institutes of Health (NIH). Systemic Lupus Erythematosus (Lupus) [internet]. National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases (NIAMS). [acesso em 25 fev 2024]. Disponível em: https://www.niams.nih.gov/health-topics/lupus.
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Elaborado dia 16/02/2024
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