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Publicado em: 22 de janeiro de 2025
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Tem sentido dificuldade de respirar por aí? Se sim, precisamos que você saiba de uma coisa: não é a única pessoa nessa situação!
O ar que respiramos é fundamental para nossa saúde, certo? Só que ele está sendo impactado pelas mudanças climáticas, o que pode trazer consequências importantes para nossa qualidade de vida.1-3
Então, que tal entender como tudo isso funciona? Vamos lá!
Iniciaremos falando sobre os principais impactos gerados pelas mudanças climáticas e pela qualidade do ar no bem-estar respiratório das pessoas.1 “O ar que respiramos não anda nada bom”, conta Dra. Maura Neves, médica otorrinolaringologista formada pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e consultora da Libbs. “Por isso, precisamos saber como ele tem nos impactado”, finaliza.
De modo geral, elementos como temperatura, umidade e vento determinam como os poluentes se movimentam e se acumulam. O aquecimento global contribui para o desajuste da qualidade do ar porque, com menos vento e chuva, os poluentes se concentram mais no ar que respiramos.1
Além disso, o calor intenso estimula reações químicas que criam novos poluentes, como o ozônio em níveis próximos ao solo, prejudicial à saúde. Isso agrava a poluição, especialmente em áreas urbanas densamente povoadas.1
Respirar um ar poluído pode causar uma série de problemas, especialmente para quem já tem condições como asma ou bronquite. As partículas finas (MP) e o ozônio são grandes vilões. Esses elementos podem aumentar os riscos de:1
Além disso, estudos mostram que esses poluentes também podem estar ligados a condições como diabetes, doenças neurológicas e até declínio cognitivo.1
Isso não é tudo, já que as mudanças climáticas também trazem fenômenos como incêndios florestais e tempestades de areia, que liberam mais partículas no ar. Esses eventos estão aumentando em frequência e intensidade, tornando o problema ainda maior.1
Para fechar, aqui está o ponto mais preocupante: a poluição do ar também intensifica as mudanças climáticas, criando um círculo vicioso. Por exemplo, partículas de fuligem (o famoso “carbono negro”) absorvem o calor e contribuem para o aquecimento local. Esse aquecimento pode, por sua vez, agravar ainda mais a poluição.1
Agora, vamos entender os impactos de forma mais direta. Como você viu, a poluição do ar tem impacto significativo nas vias respiratórias, agravando condições existentes e contribuindo para novos problemas de saúde.2
Nesse cenário, os principais poluentes do ar, como as partículas finas ou material particulado, ozônio (O3) e dióxido de nitrogênio (NO2), estão associados a diversos problemas respiratórios, cardiovasculares e outros efeitos que atingem o corpo todo.2
As partículas finas, que são micropartículas, contribuem para doenças como asma, bronquite crônica e até câncer de pulmão. A exposição prolongada também está associada a problemas respiratórios em crianças.2
Embora sejam maiores, as partículas finas têm o poder de irritar as vias aéreas superiores, exacerbando alergias e asma.2,3
Quem sofre com rinite alérgica precisa prestar uma atenção especial à poluição e às mudanças climáticas. Isso porque esse grupo está especialmente suscetível ao aumento dos sintomas alérgicos.3
A exposição prolongada a esse tipo de situação pode gerar sintomas como:3
“Embora cada condição tenha o seu próprio tipo de tratamento, a lavagem nasal é uma boa alternativa para remover poluentes e outros tipos de substâncias que podem gerar alergias prejudicar a respiração”, conta a Dra. Maura.
Isso porque ela ajuda a remover partículas grandes e pequenas que se depositam na mucosa nasal. Esse processo contribui para a manutenção da saúde nasal, removendo esses agentes irritantes e prevenindo a inflamação.4
Além disso, a solução salina ajuda a reduzir o inchaço da mucosa nasal devido à pressão osmótica, facilitando a drenagem de secreções e diminuindo a congestão nasal, ou seja, o entupimento da região.4
Outro destaque vai para a melhora da função do transporte mucociliar, que é o processo pelo qual partículas inaladas e agentes que causam doenças são removidos das vias respiratórias. Isso é importante para prevenir infecções e inflamações nas vias aéreas superiores, exatamente o que estamos buscando por aqui!4
Por fim, esse tipo de prática alivia os sintomas da alergia (como a coriza e a congestão do nariz), além de auxiliar a eficácia de outros tratamentos. Assim, muitas vezes ocorre a diminuição da necessidade de uso de certos medicamentos e, consequentemente, a redução dos efeitos colaterais.4
Como você viu, a lavagem nasal, ou irrigação nasal, é uma técnica eficaz para aliviar sintomas de congestão nasal, rinite, sinusite e outras condições respiratórias.5 Isso porque ela ajuda a eliminar poluentes e outros compostos que geram sintomas associados às doenças da respiração.4
Mas, afinal, como fazer essa limpeza? Continue a leitura para conferir o passo a passo! Mas, já anote: inicialmente, você precisa de uma solução salina, que pode ser comprada pronta em qualquer farmácia.5 Depois, é só começar!
Abra o frasco da solução salina comprada na farmácia.5 “Caso seja um frasco com dispositivo de spray ou irrigação, não é necessário preparar nada, basta garantir que o frasco está pronto para uso”.
Incline sua cabeça ligeiramente para frente e para o lado, como se fosse olhar para o chão. Depois, coloque o bico do frasco na narina superior (a que está mais alta). Mantenha a boca aberta e respire normalmente pela boca durante o processo.5
Pressione suavemente o frasco para liberar a solução salina na narina superior. Deixe a solução escorrer pela outra narina, limpando as vias nasais. A solução pode sair pela narina oposta ou pela mesma narina, dependendo da posição da cabeça.5
Por fim, repita o processo na outra narina, virando a cabeça para o outro lado.5
Gostou de saber mais sobre a lavagem nasal e a sua relação com o controle dos efeitos das mudanças climáticas em nossa respiração? Agora, aplique essas dicas em sua rotina e observe a melhora dos sintomas alérgicos e muito mais!
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Conteúdo elaborado em: 30 nov. 2024.
Referências:
1. Orru H, Ebi KL, Forsberg B. The Interplay of Climate Change and Air Pollution on Health. Curr Environ Health Rep. 2017 Dec;4(4):504-513. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29080073/. Acesso em: 30 nov. 2024.
2. Doherty RM, Heal MR, O’Connor FM. Climate change impacts on human health over Europe through its effect on air quality. Environ Health. 2017 Dec 5;16(Suppl 1):118. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29219103/. Acesso em: 30 nov. 2024.
3. Shusterman DJ, Murphy MA, Balmes JR. Subjects with seasonal allergic rhinitis and nonrhinitic subjects react differentially to nasal provocation with chlorine gas. J Allergy Clin Immunol. 1998 Jun;101(6 Pt 1):732-40. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/9648699/. Acesso em: 30 nov. 2024.
4. Santoro E, Kalita P, Novak P. The role of saline nasal sprays or drops in nasal hygiene: a review of the evidence and clinical perspectives. Rhinology Online. 2021 Jan 5;4:1–16. Disponível em: https://www.rhinologyonline.org/Rhinology_online_issues/manuscript_102.pdf. Acesso em: 30 nov.
5. Saline Nasal Irrigation for Upper Respiratory Conditions. American family physician [Internet]. 2009 Nov 15 [cited 2024 Nov 25];80(10):1117. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC2778074/. Acesso em: 30 nov. 2024.
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