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Publicado em: 13 de dezembro de 2021
Assuntos abordados
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Os problemas como depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático e outros podem parecer muito simples de lidar e resolver para quem está observando de fora. Contudo, esses distúrbios causam grande sofrimento para quem os possui e a tratativa das pessoas que estão ao redor faz – sim! – toda a diferença.
Tentar simplificar as coisas pode dificultá-las ainda mais e também pode soar como se você estivesse diminuindo a dor da pessoa que sofre com os transtornos. Ofereça apoio, procure agir com empatia e compreensão e evitar frases preconceituosas como:
O diagnóstico já mudou e evoluiu muito. Agora, as pessoas têm mais informações sobre o assunto e a detecção fica mais fácil, por isso o aumento do número de casos.
Colocar a culpa do transtorno no paciente não ajuda em nada. Muito pelo contrário, a pessoa pode se sentir ainda pior, num ciclo que se retroalimenta.
Fazer atividades pode ajudar. Mas não é tão simples assim: deixar de pensar no problema não o resolve.
Vamos partir de um princípio básico: se ofender, machucar ou diminuir o outro, não é engraçado. O que pode parecer uma simples brincadeira para você, pode deixar marcas profundas em quem é alvo dela.
A preocupação exagerada com a saúde ou o medo constante de ficar doente não é um capricho. Esses podem ser sinais de algum distúrbio mental que merece empatia, atenção e respeito.
Depressão, na verdade, tem pouquíssimo a ver com força de vontade ou preguiça. Evite tirar conclusões precipitadas sobre quem está sofrendo com alterações emocionais e procure estabelecer um vínculo saudável e construtivo com essa pessoa.
Agora que você já sabe o que não dizer para pessoas que sofrem com transtornos mentais , que tal fazer diferente?
O cuidado com a fala é sinal de que você se importa. Para quem fala, pode parecer somente uma brincadeira, mas para quem ouve e já está sensibilizado com os sintomas e os resultados de conviver com algum transtorno mental, não. Por isso, seja gentil, atencioso e empático – e não se esqueça: falar pode mudar tudo!
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