Scroll
Médica demonstrando em um objeto em formato do sistema reprodutor feminino - hormônios.

Sem tempo para ler? Clique no play abaixo para ouvir o conteúdo!

Os hormônios femininos influenciam na saúde física e mental. Prova disso é a variação de humor e os demais sintomas de TPM que boa parte do público feminino costuma sentir.

Isso mostra que é necessário manter o equilíbrio hormonal para evitar impactos no bem-estar e na rotina. Em alguns casos, é preciso passar por uma reposição hormonal para evitar os efeitos da redução dos hormônios, que ocorre principalmente com o avançar da idade.1

Esses casos já sinalizam a importância dos hormônios. Que tal conhecer os 5 principais hormônios produzidos pelas mulheres e suas funções? Continue a leitura e tire suas dúvidas sobre o assunto!

Veja também:

O que são hormônios?

Hormônios são substâncias produzidas pelo corpo humano para exercer diferentes funções.2 Eles circulam por todo o corpo, mas cada um deles afeta receptores específicos. É como se houvesse uma chave, representada pelos hormônios, e uma fechadura, os locais receptores.3

Ou seja, os hormônios possuem inúmeras funções, relacionadas à região em que são produzidos. As funções podem ser crescimento do corpo, controle de açúcar que entra na corrente sanguínea, regulação da capacidade reprodutiva e muito mais.4

Eles orientam como o organismo deve se comportar ao beber, comer, respirar, entre outras ações. Por isso, caso uma pessoa passe por problemas nesses processos, pode ser que exista algum desequilíbrio na quantidade de hormônios.

Qual é a importância dos hormônios para o organismo feminino?

Os hormônios exercem funções essenciais para o organismo feminino e masculino. No entanto, nas mulheres, os hormônios produzem sintomas específicos.

Por exemplo, as mulheres lidam com sintomas de TPM no período menstrual e passam por menor produção hormonal durante a menopausa. Em toda vida, o organismo feminino lida com variações na produção de hormônios, que podem ser mais ou menos intensas.2 

Essas alterações podem se relacionar com gravidez, ciclo menstrual, estresse, uso de medicamentos e muito mais. É por esse motivo que os hormônios são tão importantes para o organismo feminino: eles influenciam em diferentes áreas da vida, como o ciclo social, vida profissional, saúde física e mental.2

Anticoncepcionais combinam diferentes hormônios para inibir a ovulação.5 Eles também podem provocar a redução da libido, oleosidade da pele, entre outros efeitos colaterais.6

A colocação do DIU, com destaque para a versão hormonal, também impacta o organismo feminino, porque controla a liberação de hormônios, o que ajuda a impedir a gravidez.7 

Quais são os 5 principais hormônios femininos?

Ao longo da leitura, citamos alguns hormônios presentes no organismo feminino e como eles influenciam em diversos aspectos. Para uma maior compreensão do assunto, é válido conhecer quais são os principais hormônios da mulher e suas funções. Acompanhe 5 deles!

1. Estrogênio

O estrogênio é um dos hormônios presentes no corpo humano. Portanto, ele está presente tanto em mulheres quanto em homens, crianças e mulheres transsexuais. Contudo, no público com sistema reprodutor feminino, o estrogênio está presente em maior quantidade.8

Outra diferença é que nas mulheres a produção ocorre nos ovários. No caso dos demais, ela pode ocorrer em outras áreas do corpo, como no tecido adiposo, pele, fígado, testículos e muitas outras.9 

Função

A produção do estrogênio ocorre a partir do colesterol, uma gordura existente no corpo. Assim, ele atua na regulação do ciclo menstrual. O sinal de que ele está ativo no organismo é percebido com a primeira menstruação da mulher.8

Desse momento em diante, ele contribui para o desenvolvimento dos seios, crescimento dos pelos pubianos e outras características.10 Tudo isso é importante para que as mulheres que desejarem se preparem para a gravidez. O estrogênio também exerce diversas outras funções, como:

  • controle do colesterol;8
  • crescimento;8
  • aumento da produção de oleosidade na pele.8

Tipos de estrogênio

Os estrogênios conseguem exercer diversas funções por serem divididos em mais de um tipo, que se adaptam conforme as necessidades do corpo. Eles são os seguintes:

  • estradiol — é o mais ativo, principalmente no ciclo menstrual e durante a gravidez;11
  • estriol — é o principal estrogênio durante a gravidez sendo produzido a partir da placenta;8
  • estetrol — também é relevante para mulheres grávidas sendo produzido a partir do fígado fetal;8
  • estrona — é considerado mais fraco, e é produzido na placenta e no ovário, durante a menopausa e pós-menopausa, ele se torna o principal estrogênio do corpo.12

Excesso do estrogênio 

Conforme mencionado, cada hormônio feminino tem a sua importância, e eles devem atuar segundo as necessidades do corpo. Por exemplo, durante a menstruação até a ovulação os níveis de estrogênio são mais elevados.8

Isso explica as alterações como pele e cabelo oleosos, baixo astral, aumento da libido e muitas outras. Após a liberação do óvulo, os níveis de estrogênio são reduzidos e o corpo também passa por mudanças. Contudo, a diminuição costuma ser considerada normal pós-menstruação.8

Por outro lado, algumas pessoas passam pelo aumento excessivo do estrogênio por conta de desvios genéticos. Normalmente, esse quadro é percebido na puberdade, refletido nas mulheres em desconforto nas mamas, retenção de líquido e maior propensão para doenças.13

Deficiência do estrogênio

O organismo feminino pode passar por uma diminuição considerável do estrogênio, é o caso da menopausa e pós-menopausa. Isso causa sintomas no corpo como a secura vaginal, alterações de humor, ondas de calor e maior risco para a osteoporose.8

A menopausa é um processo natural que leva à diminuição do estrogênio. Mas ainda é importante tomar cuidado e ter acompanhamento médico para verificar a necessidade de reposição hormonal. Além disso, outros fatores podem se relacionar com a deficiência do estrogênio, como a síndrome de ovário policístico, câncer na glândula adrenal etc.8

2. Progesterona

Da mesma forma que o estrogênio, outro hormônio do sexo feminino é a progesterona. Ele é essencial para gravidez, regulação do ciclo menstrual e muitos outros processos relacionados ao desenvolvimento sexual na puberdade e na reprodução.14

A produção da progesterona ocorre nos ovários, tendo o colesterol como componente principal. Outra parte desse hormônio é produzida nas glândulas suprarrenais, localizadas acima dos rins, e na placenta durante a gravidez.15,16

Essa produção ocorre após a finalização da ovulação, no ciclo menstrual. Contudo, sempre que o óvulo não é fecundado e a mulher não engravida, ocorre uma queda no nível de progesterona. Assim, o ciclo menstrual é encerrado.17

Função

Caso o óvulo fosse fecundado, a progesterona contribui para tornar o útero um lugar mais favorável para o desenvolvimento do bebê e do embrião. Isso ocorre ao tornar o endométrio mais espesso. Junto com isso, ele desenvolve as glândulas mamárias durante a gravidez para ajudar na amamentação.18

Ele ainda diminui a contração uterina, útil para evitar esse incômodo na gravidez.19 Além das funções da progesterona relacionadas a gravidez, esse hormônio é muito útil em outros sentidos, como:

  • alargamento do quadril e acúmulo de gordura no glúteo;14
  • regulação do ciclo menstrual;14
  • auxilia na produção do leite, mesmo após o nascimento do bebê.20

Excesso de progesterona

Conforme mencionado, é natural que a progesterona esteja em alta após a ovulação.17 Esse nível deve permanecer caso a mulher passe por uma gravidez, já que ele é essencial para o desenvolvimento do útero, mama etc.18-20 Contudo, apesar da utilidade desse hormônio, é importante ter cuidado com o excesso dele para além da gravidez.

Em situações assim, pode ocorrer um desequilíbrio hormonal. Muitas vezes, esse problema surge em quem tem cisto no ovário, endometriose, câncer no ovário, uso regular de anticoncepcional ou funcionamento excessivo das glândulas suprarrenais.14

Seja como for, é importante que o quadro seja investigado. Os sintomas comuns para o excesso de progesterona envolvem:

  • inchaço por retenção de líquidos;14
  • dores nas mamas;14
  • fadiga e indisposição;14
  • ressecamento vaginal;14
  • diminuição da libido;14
  • irregularidade menstrual.14

Deficiência de progesterona

Assim como a progesterona alta não é saudável e pode trazer complicações, a deficiência desse hormônio não é algo positivo. Os sinais de baixa nos níveis dessa substância são:

  • ciclos menstruais curtos;7
  • menstruações intensas e longas;7
  • ciclos menstruais irregulares;7
  • escape antes da menstruação.7

Se isso ocorrer, é possível que o organismo feminino lide com as consequências de algum desequilíbrio. Dentre eles, síndrome de ovários policísticos, excesso no hormônio que produz leite, hipotireoidismo etc.14

Todos esses fatores contribuem para a ausência ou raridade na ovulação. Então, é preciso que o quadro seja investigado e tratado.14

Para maior compreensão quanto a relação entre o baixo nível de progesterona e o anticoncepcional, saiba que a pílula é usada para inibir a ovulação. Como visto, a produção da progesterona depende dessa etapa do ciclo menstrual.14

Além disso, se a baixa nos níveis de progesterona ocorrer para quem tem o sonho da maternidade, os riscos são ainda maiores. Por exemplo, é possível que as mulheres passem por um aborto espontâneo, infertilidade ou dificuldade para engravidar. Esse ainda pode ser sintoma de uma gravidez que não é viável.14

3. Melatonina

A melatonina também tem forte relação com a ovulação e com o ciclo hormonal. Assim como outros hormônios citados, ela existe tanto no organismo feminino quanto no masculino. Contudo, para as mulheres, a melatonina tem funções particulares, como a melhoria da fertilidade.21

Produzido na glândula pineal, localizada no cérebro, o seu objetivo principal é regularizar o sono. Por isso, a melatonina também é chamada de hormônio do sono. Inclusive, ela é liberada durante a noite, enquanto as pessoas dormem.21

É possível consumir melatonina em alimentos específicos, mesmo que em menor quantidade, como legumes, carnes e frutas.22 Inclusive, existem suplementos à base de melatonina vendidos no mercado na intenção de auxiliar as pessoas no sono. 

Funções

Como visto, a melatonina é focada na regularização do sono. Isso ocorre tanto direta quanto indiretamente, ao estimular a produção de outros hormônios que também contribuem para a qualidade do sono.21

A regularização do sono é especialmente importante para as mulheres, que podem enfrentar distúrbios do sono em contextos específicos, como na gestação, depressão pós-parto, TPM e pré-menopausa.23

Inclusive, a síntese dos hormônios sexuais ocorre em sintonia com o ciclo adequado do sono. Logo, esse processo pode ter um melhor desempenho com ajuda da melatonina, ao evitar a privação do sono. Além disso, a melatonina também atua no ciclo hormonal e reprodutivo.24

Por exemplo, ela ajuda na formação dos folículos ovulatórios, ovulação, maturação dos ovos, atrofia dos folículos e muito mais. Desse modo, a qualidade dos embriões e dos óvulos, que também depende de onde eles se desenvolvem, é potencializada.21

Outra função da melatonina é regular a função ovariana ao liberar gonadotrofinas. Ela ainda influencia a produção de hormônios sexuais, como progesterona e estrogênio.21

Excesso de melatonina

Assim como os demais hormônios citados, o excesso de melatonina não faz bem e se associa a um desequilíbrio no corpo. Conforme mencionado, esse hormônio também é produzido sinteticamente e administrado em cápsulas para auxiliar no sono.21

Contudo, essa prática sem orientação médica pode se relacionar com diversos problemas de saúde. Os principais sintomas envolvem dor de cabeça, cólica estomacal, tontura, náusea, irritabilidade, sonolência e muito mais.21

Além disso, o excesso de melatonina costuma sinalizar para o desenvolvimento de tumores no sistema genital feminino, como a síndrome do ovário policístico.21

Deficiência de melatonina

Vimos que a melatonina exerce funções essenciais na qualidade do sono e no organismo feminino. Diante disso, a deficiência desse hormônio atrapalha os processos fisiológicos do sistema reprodutor. 

Assim, as mulheres correm mais riscos de desenvolver problemas de saúde como o câncer de mama, por exemplo. Isso porque a melatonina controla a formação de vasos sanguíneos do tumor e apresenta propriedades antioxidantes. Esses benefícios são mostrados por meio de estudos em camundongos.25

Outros estudos mostram que a deficiência nos níveis de melatonina se associa a hipertrofia ovariana e abertura vaginal precoce. Tudo isso é prejudicial para o desenvolvimento do sistema genital feminino, o que pode refletir especialmente em prejuízos para a gestação.26 

4. Testosterona

Embora seja comumente associado ao corpo masculino, a testosterona também é um hormônio essencial para o organismo feminino. A quantidade de testosterona presente na mulher é bem menor que em homens. Na mulher, o hormônio é produzido nos ovários, a partir das glândulas adrenais.27

A testosterona circula pela corrente sanguínea até os receptores. Nos homens, a testosterona é importante para o desenvolvimento de diversas características masculinas, como a voz grave, crescimento de pelo no rosto etc.28

Funções

As funções da testosterona no corpo feminina são diversas. Elas incluem a promoção do crescimento muscular e ósseo e manutenção da massa magra. Durante o ciclo menstrual, a testosterona aumenta a libido para auxiliar o processo de reprodução. Ela também é útil por fornecer energia e disposição para as atividades diárias.27

Excesso de testosterona

Existem alguns sinais que possivelmente indicam o excesso de testosterona no organismo feminino, como sintomas tradicionalmente considerados como masculinos, como a presença exagerada de pelos no rosto, tom de voz mais grave e hipertrofia de clítoris.29

O excesso de testosterona precisa ser investigado, já que sinaliza a presença de alguns problemas de saúde, como a síndrome do ovário micropolicístico ou câncer de ovário.29,30

Além disso, o excesso desse hormônio pode causar problemas emocionais, com sintomas muito parecidos com os da depressão31 ou até mesmo aumentar as chances de contrair infecções, como é o caso da covid-19.32 

Deficiência de testosterona

Da mesma forma que em algumas fases da vida o nível de testosterona aumenta, em outras, ele pode diminuir. É o caso da menopausa, em que as mulheres encerram o ciclo menstrual e os níveis de testosterona caem.33

Prova disso são algumas pesquisas desenvolvidas que mostram a relação entre a reposição da testosterona e o aumento do interesse sexual pós-menopausa.34 Ao reduzir os níveis desse hormônio, é comum sentir redução na libido, distúrbios de sono, perda de massa muscular, aumento da gordura corporal ou fadiga.27

Além da menopausa, existem outras causas associadas a redução desse hormônio. É o caso do uso prolongado de anticoncepcionais, entre outros fatores. Nesses casos, o médico também pode indicar a reposição da testosterona.33,35

5. Cortisol

O cortisol também é conhecido como “hormônio do estresse”. Apesar do apelido, ele desempenha função importante na saúde das mulheres. O cortisol é produzido pelas glândulas supra-renais, localizadas acima dos rins, e a sua liberação ocorre em momentos de estresse e tensão — dessa característica vem o apelido.36

O corpo precisa ficar alerta para reagir rapidamente e com eficácia em momentos de estresse. Diante disso, a liberação do cortisol é fundamental para aumentar a pressão arterial, dilatar a pupila e intensificar o sistema respiratório e cardiovascular.37,38

A produção do cortisol também causa outros efeitos diretos e indiretos, como controle dos níveis de glicose e regulagem do sistema imunológico.39

Funções

Como visto, o cortisol é fundamental para que o organismo consiga ter reações rápidas em situações de adrenalina. Por exemplo, se alguém tentar agredir você fisicamente, é importante ter respostas ágeis para lidar com isso da melhor maneira. 

Junto com isso, o hormônio também reduz a inflamação, regula a pressão arterial, os níveis de açúcar no sangue e o funcionamento do sistema imune.15

Excesso de cortisol

Apesar dos benefícios já citados, o excesso de cortisol traz prejuízos ao organismo, o que precisa ser combatido. Esse excesso é refletido na diminuição do apetite sexual, ciclo menstrual irregular, diminuição da testosterona, dificuldade na memorização e muito mais.40,41

Esses problemas costumam ser ocasionados pela maior exposição a atividades estressantes, pouco descanso e muita sobrecarga de funções. É especialmente importante que mulheres fiquem de olho nisso porque elas costumam ter mais sobrecarga do que os homens.42 

Por exemplo, durante a pandemia da covid-19, em que a dupla jornada de trabalho delas aumentou, segundo pesquisas do Fórum Econômico Mundial.43 

Então, caso os sintomas acima estejam muito presentes, é importante procurar ajuda médica.

Deficiência de cortisol

Cortisol em baixos níveis não é uma condição positiva, já que esse hormônio é importante para o organismo humano. Se isso ocorrer, é natural que as pessoas sintam fraqueza, cansaço e fadiga.44

Em quadros mais graves de baixo cortisol, também existem mais riscos para a depressão. Nesse caso, é importante ter uma alimentação saudável, se exercitar regularmente e consultar um médico de forma regular.44,45

Então, conseguiu entender mais sobre os 5 principais hormônios femininos e a sua importância para as mulheres? As substâncias exercem funções essenciais para a saúde física e mental do público feminino. Logo, eles devem se manter em níveis adequados. Nesse sentido, tenha um acompanhamento médico regular para uma maior qualidade de vida.

Agora que você conhece os principais hormônios femininos, que tal compartilhar nosso conteúdo na sua melhor rede social? Poste e ajude outras pessoas a acessarem informações importantes sobre saúde feminina!

Referências:

  1. CAMARGOS, A. L.; NASCIMENTO, E. DO. Terapia de reposição hormonal e desempenho cognitivo na terceira idade. Estudos de Psicologia (Campinas), v. 26, n. 4, p. 437–443, dez. 2009. 
  2. Barros DM, Melo MA, Santos CYB, Pereira AS, Sousa, AF, Alves ATS, et al. Disruptores Endócrinos e sua influência na saúde humana. Brazilian Journal of Development. 2009;5(11):24211–24225.
  3. Health Direct – Australian Government. Endocrine glands and their hormones. Disponível em: <https://www.healthdirect.gov.au/endocrine-glands-and-their-hormones>. 
  4. Lee JR. As múltiplas funções de um notável hormônio. Palestra. 2009;2
  5. Assistência em Planejamento Familiar. Biblioteca Virtual do Ministério da Saúde. Disponível em: <https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/0102assistencia2.pdf>
  6. SANTOS, B. E. R. DOS et al. Efeitos colaterais e adversos do uso de anticoncepcionais em estudantes da Universidade de Mogi das Cruzes. Revista Científica UMC, v. 6, n. 1, 30 jun. 2021. 
  7. National Health Service – UK. Your contraception guide. Disponível em: <https://www.nhs.uk/conditions/contraception/iud-coil/>. 
  8. Moreno AGUT, Bezerra AGV, Alves-Silva EG, Melo EL, Gerbi MEMM, Bispo MEA, et al. Influence of estrogen on pain modulation in temporomandibular disorder and its prevalence in females: an integrative review. RSD. 2021;10(2):e38510212453. 
  9. HESS, R. A. Estrogen in the adult male reproductive tract: A review. Reproductive Biology and Endocrinology, v. 1, n. 1, p. 52, 2003. 
  10. Normal Breast Development and Changes. Disponível em: <https://www.hopkinsmedicine.org/health/conditions-and-diseases/normal-breast-development-and-changes>. 
  11. REED, B. G.; CARR, B. R. The Normal Menstrual Cycle and the Control of Ovulation. Disponível em: <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK279054/>. 
  12. Padrão hormonal feminino: menopausa e terapia de reposição. Revista Brasileira de Análises Clínicas. 48n.3. Disponível em: <http://www.rbac.org.br/artigos/padrao-hormonal-feminino-menopausa-e-terapia-de-reposicao-48n-3/>. 
  13. YEN, J.-Y. et al. Estrogen levels, emotion regulation, and emotional symptoms of women with premenstrual dysphoric disorder: The moderating effect of estrogen receptor 1? polymorphism. Progress in Neuro-Psychopharmacology and Biological Psychiatry, v. 82, p. 216–223, mar. 2018. 
  14. Mourão M, Zanini E. A desregulação de progesterona e seu efeito nos receptores Gaba-A no transtorno disfórico pré-menstrual. FJH. 2020;2(2):293-9.
  15. FAJER, A. B.; HOLZBAUER, M.; NEWPORT, H. M. The contribution of the adrenal gland to the total amount of progesterone produced in the female rat. The Journal of Physiology, v. 214, n. 1, p. 115–126, 1 abr. 1971. 
  16. TUCKEY, R. C. Progesterone synthesis by the human placenta. Placenta, v. 26, n. 4, p. 273–281, abr. 2005. 
  17. UCSF HEALTH. The Menstrual Cycle. Disponível em: <https://www.ucsfhealth.org/education/the-menstrual-cycle>. 
  18. ENDOCRINE SOCIETY. Reproductive Hormones. Disponível em: <https://www.endocrine.org/patient-engagement/endocrine-library/hormones-and-endocrine-function/reproductive-hormones>. 
  19. YIN, Z. et al. Progesterone inhibits contraction and increases TREK-1 potassium channel expression in late pregnant rat uterus. Oncotarget, v. 9, n. 1, p. 651–661, 7 dez. 2017. 
  20. PILLAY, J.; DAVIS, T. J. Physiology, Lactation. Disponível em: <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK499981/>. 
  21. Soares Júnior JM, Holanda FS, Baracat EC. Melatonina e puberdade: quais as evidências?. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2008;30(10):483-485.
  22. MENG, X. et al. Dietary Sources and Bioactivities of Melatonin. Nutrients, v. 9, n. 4, p. 367, 7 abr. 2017. 
  23. FRANGE, C. et al. Women’s Sleep Disorders: Integrative Care. Sleep Science, v. 10, n. 4, p. 174–180, 2017.
  24. CIPOLLA-NETO, J. et al. The crosstalk between melatonin and sex steroid hormones. Neuroendocrinology, 26 mar. 2021. 
  25. Jardim-Perassi BV, Arbab AS, Ferreira LC, Borin TF, Varma NR, Iskander AS, Shankar A, Ali MM, de Campos Zuccari DA. Effect of melatonin on tumor growth and angiogenesis in xenograft model of breast cancer. PLoS One. 2014;9(1):e85311.
  26. Maganhin CC, et al. Efeitos da melatonina no sistema genital feminino: breve revisão. Revista da Associação Médica Brasileira. 2008;54(3):267-271. 
  27. Testosterone insufficiency in women: fact or fiction?» Sexual Medicine» BUMC. Disponível em: <https://www.bumc.bu.edu/sexualmedicine/publications/testosterone-insufficiency-in-women-fact-or-fiction/>. 
  28. HARVARD HEALTH PUBLISHING. Testosterone — What It Does And Doesn’t Do. Disponível em: <https://www.health.harvard.edu/medications/testosterone–what-it-does-and-doesnt-do>. 
  29. JOHNS HOPKINS MEDICINE. Polycystic Ovary Syndrome (PCOS). Disponível em: <https://www.hopkinsmedicine.org/health/conditions-and-diseases/polycystic-ovary-syndrome-pcos>. 
  30. MIZUSHIMA, T.; MIYAMOTO, H. The Role of Androgen Receptor Signaling in Ovarian Cancer. Cells, v. 8, n. 2, p. 176, 19 fev. 2019. 
  31. ROHR, U. D. The impact of testosterone imbalance on depression and women’s health. Maturitas, v. 41, p. 25–46, abr. 2002. 
  32. DI STASI, V. et al. Higher testosterone is associated with increased inflammatory markers in women with SARS-CoV-2 pneumonia: preliminary results from an observational study. Journal of Endocrinological Investigation, v. 45, n. 3, p. 639–648, 3 nov. 202
  33. BRITISH MENOPAUSE SOCIETY. Tool for clinicians Information for GPs and other health professionals. [s.l: s.n.]. Disponível em: <https://thebms.org.uk/wp-content/uploads/2022/12/08-BMS-TfC-Testosterone-replacement-in-menopause-DEC2022-A.pdf>. Acesso em: 31 dez. 2022.
  34. Islam RM, Bell RJ, Green S, Page MJ, Davis SR. Safety and efficacy of testosterone for women: a systematic review and meta-analysis of randomised controlled trial data. Lancet Diabetes Endocrinol. 2019;7(10):754-766.
  35. ZIMMERMAN, Y. et al. The effect of combined oral contraception on testosterone levels in healthy women: a systematic review and meta-analysis. Human Reproduction Update, v. 20, n. 1, p. 76–105, 29 set. 2013. 
  36. HANNIBAL, K. E.; BISHOP, M. D. Chronic Stress, Cortisol Dysfunction, and Pain: A Psychoneuroendocrine Rationale for Stress Management in Pain Rehabilitation. Physical Therapy, v. 94, n. 12, p. 1816–1825, 17 jul. 2014. 
  37. KRAMER, S. E.; TEUNISSEN, C. E.; ZEKVELD, A. A. Cortisol, Chromogranin A, and Pupillary Responses Evoked by Speech Recognition Tasks in Normally Hearing and Hard-of-Hearing Listeners: A Pilot Study. Ear & Hearing, v. 37, n. 1, p. 126S135S, jul. 2016.
  38. MORRIS, M. C. et al. Cortisol, heart rate, and blood pressure as early markers of PTSD risk: A systematic review and meta-analysis. Clinical Psychology Review, v. 49, p. 79–91, nov. 2016. 
  39. MOREY, J. N. et al. Current directions in stress and human immune function. Current Opinion in Psychology, v. 5, n. 1, p. 13–17, out. 2015. 
  40. Healthdirect – Australian Government. The Role of Cortisol in the Body. Disponível em: <https://www.healthdirect.gov.au/the-role-of-cortisol-in-the-body>. 
  41. THAU, L.; GANDHI, J.; SHARMA, S. Physiology, Cortisol. Disponível em: <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK538239>.
  42. DE, P.; PINHO, S. Associação entre sobrecarga doméstica e transtornos mentais comuns em mulheres Association between housework overload and common mental disorders in women. [s.l: s.n.]. Disponível em: <https://www.scielosp.org/pdf/rbepid/2012.v15n3/560-572>. Acesso em: 31 dez. 2022.
  43. World Economic Forum. Global Gender Gap Report. World Economic Forum. 2021.
  44. National Health Service – UK. Overview – Addison’s disease. Disponível em: <https://www.nhs.uk/conditions/addisons-disease/>. 
  45. LOVALLO, W. R. et al. Cortisol responses to mental stress, exercise, and meals following caffeine intake in men and women. Pharmacology Biochemistry and Behavior, v. 83, n. 3, p. 441–447, mar. 2006.