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Publicado em: 25 de julho de 2022
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O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) é uma doença que está aumentando de maneira assustadora em nossa população. Dados da Federação Internacional de Diabetes (FID) de 2021 mostraram que existem 537 milhões de pessoas com DM2 no mundo, e 3 a cada 4 vivem em países em desenvolvimento ou subdesenvolvidos. Na América do Sul, 1 a cada 3 pessoas com DM2 não sabe que tem a doença – a qual, nos primeiros anos, não causa sintomas e só pode ser diagnosticada por meio de exame de sangue. Por isso, é importante controlar os fatores de risco para essa doença, como obesidade e sedentarismo.
A obesidade pode ser classificada por meio do Índice de Massa Corporal (IMC). O cálculo é feito pela divisão do peso pela altura elevada ao quadrado. Por exemplo, se a pessoa tem 1,55 metro de altura e pesa 76 kg, para encontrarmos o IMC, multiplicamos 1,55 X 1,55, que será igual a 2,4025. A seguir, dividimos o peso (76 kg), por esse resultado (2,4025): 76/2,4025 = 31,6. Portanto 31,6 é o valor do IMC (considerar apenas a primeira casa decimal após a vírgula). Todos os níveis de obesidade e mesmo o sobrepeso – apresentam risco aumentado de desenvolvimento de DM2. Veja na Tabela 1 a classificação do IMC.
Tabela 1. Classificação do índice de massa corporal.
A obesidade, principalmente a que apresenta concentração maior no abdome, leva ao aumento da gordura visceral. Esse tipo de gordura causa sobrecarga no pâncreas – que, por sua vez, diminui a produção de insulina. Além disso, a gordura visceral promove uma condição denominada “resistência à insulina”, fazendo com que estruturas, como os músculos e o fígado, não consigam captar o açúcar do sangue, favorecendo o acúmulo de glicose na corrente sanguínea. Para quantificar a gordura visceral, podemos usar um método muito simples, que é a medida da circunferência abdominal. Valores de 102 cm ou mais nos homens, e de 88 cm ou mais nas mulheres, caracterizam a presença de obesidade abdominal.
Com o tempo, se os níveis elevados de açúcar no sangue não forem tratados adequadamente podem provocar lesões nas artérias e em diversos órgãos e estruturas do corpo, como coração, cérebro, olhos e rins, que são as conhecidas “complicações vasculares do diabetes”.
O diagnóstico de diabetes precisa levar à mudança do estilo de vida do paciente. A educação é fundamental para o tratamento; portanto, aprender sobre sua condição ajudará na adoção das mudanças necessárias. Para isso, elaboramos algumas dicas sobre alimentação e atividade física que vão ajudá-lo a iniciar a mudança.
Alimentos sem açúcar: fique atento à formulação dos produtos sem açúcar ou diet, pois podem apresentar mais gordura para ficarem mais gostosos (o alimento diet não é necessariamente pobre em calorias, apenas não contém açúcares).
Existem dois tipos de atividade física:
As duas são importantes!
O ideal é que façamos atividade física pelo menos 150 minutos por semana, ou seja, pelo menos 30 minutos por dia, 5 vezes por semana. Se fizermos uma hora por dia, na maioria dos dias da semana, será ainda melhor.
Os músculos são os maiores captadores de glicose do sangue.
Limite o tempo de computador, celular, mídias sociais e dê uma esticada por pelo menos 5 minutos – a cada 1 hora, se seu trabalho exigir muito tempo sentado.
* Ajustar o uso de pesos para evitar exageros.** O sedentarismo e o envelhecimento podem acelerar a sarcopenia (enfraquecimento dos músculos e perda da massa muscular).
O que pode ajudar a prevenir a sarcopenia?
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