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Publicado em: 22 de novembro de 2024
Os gases se desenvolvem quando as bactérias presentes no intestino grosso “quebram” carboidratos que não foram digeridos, produzindo hidrogênio em excesso ou quando você engole ar. O consumo de certos alimentos, como amidos, açúcar e fibras, também contribuem para o surgimento dessa condição.¹
No entanto, é preciso prestar atenção, pois o excesso de gases associados a inchaço e arrotos também podem indicar o aparecimento de enfermidades, como câncer e outras doenças. Nesses casos, diarreia, dor abdominal e constipação também são sinais de alerta.²
Neste artigo vamos mostrar a você a relação entre gases e prisão de ventre e o que pode ser feito para tratar esse problema. Acompanhe!
Além dos fatores que já mencionamos, há outras condições que contribuem para o surgimento do excesso de gases.¹ Conheça os principais.
Os sintomas dos distúrbios gastrointestinais funcionais envolvem:¹
Nesse caso, você sente mais dor abdominal ou inchaço, podendo afetar até mesmo a forma como os gases se movem dentro do seu intestino.¹
Quem tem dificuldade para digerir alguns carboidratos pode apresentar alguns sintomas após consumir determinados alimentos ou bebidas, como:¹
Esses sintomas também podem estar ligados a outros problemas de saúde, como intolerância à lactose ou à frutose.¹
Esse problema ocorre quando há um aumento significativo no número e tipos de bactérias presentes no seu intestino.¹
Quando isso acontece, as bactérias começam, por fermentarem os açúcares que ingerimos na alimentação a gerar gases extras, podendo até mesmo causar outros sintomas, como diarreia.¹
Vale o alerta: geralmente, o supercrescimento bacteriano do intestino delgado está associado à complicação de outras condições de saúde.¹
O excesso de gases também pode ser causado por outras doenças e condições digestivas, como:¹
Estudos ainda não conseguiram esclarecer exatamente como os gases e os distúrbios funcionais do intestino, como a prisão de ventre, estão relacionados.³
Alguns especialistas sugerem que isso pode ser causado pelo enfraquecimento dos músculos da região abdominal, uma posição mais baixa do diafragma ou uma curvatura exagerada na região lombar.³
Outra possível explicação é o aumento na fermentação e produção de gases no intestino, mas os estudos mostram que a reação das pessoas a diferentes tipos de carboidratos varia bastante.³
Uma pesquisa recente mostrou que pacientes com inchaço apresentaram um fluxo mais lento de gás no intestino delgado, o que sugere que essa parte do órgão pode ser a responsável pelos sintomas de gases.
No entanto, outros estudos não encontraram alterações na retenção de gás e sugerem que o inchaço pode ser resultado da hipersensibilidade visceral, que também contribui para a dor.³
A liberação de gases pode ser considerada algo normal, principalmente durante ou após as refeições.¹
Entenda, a seguir, os principais sintomas do excesso de gases.
Estudos apontam que as pessoas arrotam até 30 vezes por dia. Normalmente, isso acontece porque você engoliu muito ar. Nesse caso, ele é liberado em forma de arroto antes de entrar no estômago.¹
Inchaço e distensão têm conceitos diferentes. O inchaço é quando você sente uma maior flatulência na sua barriga ou abdômen. Já a distensão é quando essa região fica maior do que o normal.¹
Pessoas que têm problemas com flatulência podem sentir um odor desagradável durante a liberação dos gases, mas isso pode ser devido ao enxofre presente no flato.¹
É importante destacar que, nesse caso, a ansiedade, a depressão e outros episódios estressantes podem piorar os sintomas e, inclusive, dificultar o tratamento.²
Agora, você entenderá quais exames podem ser exigidos para que o profissional de saúde possa realizar um diagnóstico preciso. Veja só!
O médico deve investigar vários aspectos durante a consulta. Ansiedade ou doenças psiquiátricas podem estar relacionadas à aerofagia (engolir ar) ou SII, por exemplo. Por outro lado, há sintomas que podem indicar uma doença orgânica, como: ³
Além disso, é importante avaliar o risco de super crescimento bacteriano e analisar o histórico alimentar, verificando o consumo de alimentos como leguminosas, amidos não refinados e aqueles que contêm lactose, frutose e sorbitol.³
O exame físico em pacientes com causas funcionais de gases e distensão abdominal geralmente não revela anormalidades.³
Entretanto, será necessário considerar a presença de uma doença orgânica subjacente e proceder com uma avaliação mais detalhada se houver:³
Exames laboratoriais ajudam a excluir doenças orgânicas. Além dos exames de sangue e bioquímica comuns para identificar processos inflamatórios.³
Ultrassonografias e tomografias computadorizadas, em casos mais específicos, podem oferecer uma visão mais detalhada dos processos que causam os sintomas gasosos.³
Se os exames estruturais não revelaram anormalidades, o médico poderá solicitar outros métodos para quantificar o trânsito intestinal, avaliar a absorção de carboidratos ou medir a produção de gases e ajudar a identificar a causa dos sintomas.³
O teste respiratório de hidrogênio é muito utilizado para confirmar a intolerância a carboidratos, que pode ser a causa dos sintomas gasosos.³
Esse teste mede o hidrogênio produzido por bactérias no intestino durante a digestão dos carboidratos, como lactose ou frutose. Além disso, ele é muito útil para diagnosticar o crescimento bacteriano no intestino delgado, medindo os níveis de hidrogênio antes e depois da ingestão de um substrato específico.³
Finalmente, a análise dos gases eliminados encontrados somente em algumas instituições de pesquisa pode fornecer informações sobre a causa do excesso de gases.³
A presença de altos níveis de nitrogênio, por exemplo, sugere que o ar está sendo engolido durante as refeições, enquanto aumentos em dióxido de carbono, hidrogênio e metano indicam um aumento na fermentação de resíduos alimentares no cólon.³
Mudanças no estilo de vida e na dieta já ajudam o paciente a apresentar uma boa melhora no seu quadro clínico.
Nesse sentido, é preciso investir em:²
Os laxantes osmóticos da Libbs são compostos por:4
Devido a isso, eles são geralmente recomendados para o tratamento da constipação intestinal funcional — o uso pode ser feito por pessoas adultas ou crianças a partir dos sete anos.4
Com o uso desse medicamento, o paciente poderá perceber um amolecimento das fezes e o aumento da frequência da evacuação, pois ele foi desenvolvido para ajudar a reter água no interior do intestino.4
Vale destacar que os laxantes osmóticos da Libbs não atrapalham na absorção de alimentos e bebidas. Ou seja, eles são aliados de uma dieta equilibrada, ingestão adequada de água e prática de atividade física.4
Esse medicamento deve ser evitado por pessoas que:4
Os laxantes osmóticos funcionam de maneira inteligente: ao atrair água para o intestino, ajudam a amolecer as fezes e a estimular os movimentos naturais do intestino, conhecidos como peristalse.5
Além de serem eficazes, esses laxantes são bem tolerados pela maioria das pessoas. Seus efeitos são graduais, proporcionando alívio sem causar desconfortos intensos.5
A eliminação de gases ocorre cerca de 14 vezes por dia, especialmente após as refeições, em homens saudáveis.³ Com base nessas informações sobre excesso de gases, você já sabe identificar se precisa procurar ajuda médica ou não. Portanto, esteja atento aos sinais que o seu corpo dá!
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Conteúdo elaborado em 22 de Novembro de 2024
Referências
1. National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases. Symptoms & causes of gas in the digestive tract [internet].NIH; 2021. Disponível em: https://www.niddk.nih.gov/health-information/digestive-diseases/gas-digestive-tract/symptoms-causes#conditions. [Acesso em: 28Ago2024].
2. American Family Physician. Gas, Bloating, and Belching [internet]. AAFP; 2019. Disponível em: https://www.aafp.org/pubs/afp/issues/2019/0301/p301-s1.html. [Acesso em 28Ago2024].
3. National Library of Medicine. Gas and Bloating [internet]. NIH; 2006. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC5350578/. [Acesso em: 28Ago2024].
4. Muvinlax®. São Paulo: Libbs Farmacêutica Ltda. Bula do medicamento
5. Obstipação Crónica: Recomendações de tratamento médico e cirúrgico Chronic constipation: Approach for medical and surgical treatmentJULHO. [s.l: s.n.]. Disponível em: https://www.spcoloprocto.org/uploads/07-2023-recomendac-o-es-obstipac-a-o-cro-nicarecomendac-o-es.pdf. [Acesso em: 20Nov2024].
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