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Pessoas com epilepsia: como conscientizar sobre a causa?

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No intuito de conscientizar as pessoas sobre a Epilepsia, preparamos um conteúdo bem especial para explicar todas as nuances da doença. O objetivo é trazê-lo até você de forma didática, completa e informativa.

Nos próximos tópicos, você já vai entender tudo sobre a condição, descobrindo quais são as suas causas, quais são os sintomas do problema, como se dão as manifestações clínicas, quais são os tratamentos e muito mais!

Continue a leitura para tirar as suas dúvidas sobre a epilepsia e informe-se sobre o assunto. Vamos juntos!

Quais são as causas da epilepsia?

A epilepsia é uma condição complexa e com diversas causas, sendo que, aproximadamente, metade dos casos envolvem uma motivação desconhecida.1 Abaixo, confira algumas das principais razões por trás da enfermidade.

Causas gerais

Inicialmente, vamos discutir as causas gerais para o desenvolvimento da epilepsia. Ou seja, os motivos mais comuns e prevalentes quando a doença é mencionada. Veja!

Infecções

As infecções cerebrais são uma causa significativa da epilepsia em âmbito global, afetando boa parte das pessoas acometidas pelo problema. Portanto, quando há evidências de uma infecção cerebral que leva a convulsões, o quadro é considerado uma causa infecciosa da epilepsia.1,3

Epilepsia autoimune

A epilepsia autoimune (EA) é desencadeada por uma alteração na função imunológica do corpo. Basicamente, o sistema imunológico — que, normalmente, protege contra substâncias estranhas — pode começar a atacar erroneamente as próprias células cerebrais, desencadeando episódios epilépticos.1,3

Causas genéticas

Alguns tipos de epilepsia são também hereditários. Ou seja, são transmitidos de uma geração para a outra. No entanto, outros casos podem resultar de alterações genéticas que são herdadas ou até ocorrem pela primeira vez.1,2

Causas metabólicas

O corpo humano tem enzimas responsáveis pelo processamento dos alimentos ingeridos. Havendo problemas em uma dessas enzimas, é possível que surjam dificuldades na quebra dos alimentos ou na produção da energia necessária para o funcionamento do corpo, o que pode contribuir para a epilepsia.1,3

Causas estruturais

Anormalidades estruturais no cérebro aumentam o risco de crises epilépticas. Essas anomalias podem ser congênitas ou até desenvolvidas ao longo da vida, sendo detectáveis em exames de imagem, como a ressonância magnética (MRI) cerebral.1,3

Causas relativas à idade

A idade também conta quando o assunto envolve a epilepsia. A seguir, veja as principais causas para o problema de acordo com a faixa etária dos pacientes afetados.

Recém-nascidos

Infelizmente, os recém-nascidos podem apresentar crises de epilepsia. No caso dos pequenos, as principais motivações abrangem:3-4

  • malformações cerebrais;
  • falta de oxigênio durante o parto;
  • baixos níveis de açúcar, cálcio e magnésio no sangue;
  • outros distúrbios eletrolíticos (de minerais e sais);
  • problemas metabólicos presentes desde o nascimento;
  • hemorragia cerebral.

Bebês e crianças

As causas de epilepsia entre crianças e bebês estão, normalmente, associadas com infecções e febres altas. Além disso, os tumores cerebrais também são muito prevalentes.3

Jovens e adultos

A epilepsia pode estar presente em todas as faixas etárias — inclusive em jovens (como adolescentes) e adultos. Nesse caso, as causas mais frequentes da doença incluem:4,5

  • condições congênitas, ou seja, que estavam presentes desde o nascimento (como Síndrome de Down, Síndrome de Angelman, esclerose tuberosa, neurofibromatose, etc.);
  • fatores genéticos (hereditários);
  • traumatismo craniano, como acidentes.

Idosos

Por fim, não podemos deixar de mencionar a terceira idade. As causas de epilepsia em idosos estão, normalmente, ligadas às questões neurodegenerativas. Por isso, a Doença de Alzheimer é um fator de risco importante para esse quadro.6

No entanto, acidentes vasculares cerebrais e traumas — especialmente causados por quedas — também são motivos que devem ser mencionados e levados em conta.2

Quais são os sintomas da epilepsia?

Usualmente, os sintomas da epilepsia são diversificados, variando de acordo com a região do cérebro na qual a perturbação tem início e no quão amplamente ela se espalha. Os temporários incluem a perda de consciência ou a consciência alterada, os movimentos involuntários, as alterações sensoriais (incluindo visão, audição e paladar), a oscilação do humor ou outras funções cognitivas.2,3,7

Abaixo, ainda elencamos outras manifestações clínicas do problema! Veja!

Alterações de consciência

A epilepsia pode se manifestar em episódios de perda de consciência, às vezes acompanhados por um olhar fixo, por movimentos automáticos e pela ausência de resposta a estímulos externos.2,3,7

Movimentos involuntários

As crises epilépticas motoras são bastante comuns na epilepsia. Inclusive, o fenômeno pode se manifestar a partir da ocorrência de movimentos involuntários, como espasmos musculares, tremores ou rigidez durante os episódios.2,3,7

Distúrbios sensoriais

Episódios epilépticos podem afetar os sentidos, resultando em distorções visuais, auditivas ou gustativas. Ou seja, há uma alteração da percepção sensorial nos pacientes acometidos. Aliás, alucinações sensoriais também são possíveis.2,3,7

Alterações de humor e de cognição

Episódios epilépticos podem influenciar o humor, causando irritabilidade, ansiedade ou emoções intensas. Além disso, distúrbios cognitivos temporários, como confusão, podem ocorrer.2,3,7

Problemas físicos associados

Pessoas com epilepsia frequentemente enfrentam problemas físicos, como fraturas e contusões decorrentes de lesões relacionadas às crises epilépticas. As situações podem ocorrer durante as crises ou devido a quedas resultantes da perda súbita de consciência.2,3,7

Condições psicológicas

A epilepsia está associada a taxas mais altas de condições psicológicas, incluindo ansiedade e depressão. A complexidade emocional pode resultar tanto dos desafios físicos quanto das preocupações com a recorrência das convulsões.2,3,7

Quais são os gatilhos para as crises?

Pessoas com epilepsia: como conscientizar sobre a causa?

Os gatilhos para as crises epilépticas são variados e podem desencadear episódios em pessoas predispostas à epilepsia. Reconhecer e gerenciar esses fatores desencadeantes é crucial para o controle eficaz da condição. Abaixo, destacamos alguns gatilhos comuns. Confira!

Estresse e ansiedade

O estresse emocional e a ansiedade são gatilhos frequentes para as crises epilépticas. A pressão mental e emocional, por exemplo, pode desencadear atividades elétricas anormais no cérebro, precipitando uma crise.8,9

Falta de sono

A privação de sono é conhecida por desencadear crises epilépticas. Manter uma rotina de sono regular e garantir horas adequadas de descanso é essencial para quem vive com epilepsia.8,9

Jejum prolongado

Períodos prolongados sem a ingestão de alimentos também podem desencadear crises. Nesse sentido, manter uma dieta equilibrada e realizar refeições regulares é importante para evitar esse gatilho.8,9

Não adesão à medicação

O não cumprimento da medicação prescrita é um fator significativo. Pular doses e/ou interromper abruptamente o uso dos medicamentos pode aumentar o risco de crises.8,9

Uso indevido de substâncias

O uso indevido de drogas, especialmente estimulantes, como cocaína e anfetaminas, pode desencadear crises epilépticas. O álcool, principalmente durante a retirada, também está associado a crises epilépticas.8,9

Menstruação 

Algumas mulheres experimentam uma piora no controle das crises durante o período menstrual — conhecido como epilepsia catamenial. As flutuações hormonais nesse período também podem desencadear episódios.8,9

Epilepsia fotossensível

A epilepsia fotossensível é um tipo específico da condição em que a exposição a estímulos visuais, como luzes intermitentes da televisão, de videogames ou luzes “piscantes” em uma determinada frequência, podem desencadear crises. Na verdade, o contexto é mais comum em pessoas com epilepsia generalizada genética.8,9

Outros fatores individuais

Além desses gatilhos comuns, cada pessoa pode ter fatores desencadeantes específicos. Identificar esses elementos individuais — como certos padrões de sono, alimentos ou situações — é determinante para a elaboração de um plano de manejo personalizado.8,9

Como é feito o diagnóstico da epilepsia?

Agora, vamos falar sobre o diagnóstico da doença, que pode ser bem desafiador, com uma taxa de erros diagnósticos que é considerável. A propósito, estudos realizados em diferentes níveis de cuidados relatam taxas de diagnóstico incorreto entre 4,6% e 30%.8

Na verdade, a complexidade reside na variedade de apresentações clínicas e na necessidade de integrar informações clínicas, testes e observações para uma conclusão precisa.3,8

Histórico

A história detalhada dos episódios é fundamental. Geralmente, o diagnóstico começa com a narrativa do paciente ou de testemunhas, descrevendo a natureza e a frequência das crises.3

Eletroencefalograma (EEG)

Um EEG é frequentemente realizado quando há uma suspeita de epilepsia. O procedimento monitora as mudanças nos padrões elétricos cerebrais. No entanto, o exame pode não captar a atividade anormal — especialmente se ela ocorrer profundamente no cérebro. A telemetria de vídeo-EEG, realizada em um ambiente hospitalar ou domiciliar, pode ser mais abrangente.3,8

Ressonância magnética (RMI)

A RMI é útil para identificar lesões e/ou cicatrizes cerebrais evidentes relacionadas às crises. Ela é recomendada pelo National Institute for Health and Care Excellence (NICE) em casos de início da epilepsia antes dos dois anos ou na idade adulta, na suspeita de epilepsia focal ou se as crises persistirem, apesar do tratamento medicamentoso.8

Vídeo dos episódios

Gravações em vídeo dos episódios são valiosas para complementar o relato clínico. Inclusive, a disponibilidade de câmeras de celular facilitou significativamente essa prática, apesar de haver, sim, questões éticas e de privacidade associadas.8

Exclusão de outras condições

O diagnóstico diferencial é crucial para descartar outras condições que possam “imitar” crises epilépticas, como síncope, transtornos do sono ou episódios psicogênicos.8

Quais são os diagnósticos diferenciais da epilepsia?

Ao avaliar episódios semelhantes a crises epilépticas, é imperativo considerar o diagnóstico diferencial para evitar tratamentos inadequados e, claro, para abordar corretamente as condições subjacentes. A seguir, elencamos alguns diagnósticos diferenciais.

Crise não epiléptica psicogênica (CNEP)

As CNEP— também conhecidas como crises psicogênicas não epilépticas — são frequentemente confundidas com epilepsia. Basicamente, trata-se de eventos reais, mas não são causados por uma atividade elétrica anormal no cérebro.2,8,10

Essas crises estão associadas a experiências traumáticas e a históricos de abuso, sendo mais comuns em mulheres. O diagnóstico preciso muitas vezes exige vídeo-EEG, evidenciando algumas características, como maior duração e falta de resposta a medicamentos antiepilépticos (ASMs).8,10

Síncope

A síncope — uma perda temporária de consciência devido ao fluxo sanguíneo insuficiente para o cérebro — é uma diferenciação importante, especialmente em adultos.5 Durante uma síncope, o paciente fica “mole”, ao contrário da rigidez típica das crises epilépticas. Portanto, causas cardiovasculares ou cerebrovasculares devem ser descartadas antes de considerar a epilepsia.8

Enxaqueca com aura

Algumas sensações associadas a crises focais podem se assemelhar à aura de enxaqueca. A relação entre epilepsia e enxaqueca é complexa, e o tratamento pode envolver medicamentos antiepilépticos que também são eficazes contra as enxaquecas.11

Existem complicações associadas à epilepsia?

Como vimos, a epilepsia é uma condição complexa e que vai além das crises epilépticas, apresentando diversas complicações e inúmeros impactos significativos na vida dos indivíduos afetados. Confira alguns a seguir!

Comprometimento cognitivo

Até metade dos pacientes com epilepsia relata algum tipo de problema de memória. A consequência pode ser decorrente da condição subjacente do cérebro afetada pela epilepsia, do efeito a curto prazo das convulsões ou mesmo de efeitos colaterais de alguns medicamentos antiepilépticos.7

Saúde mental

Depressão, ansiedade, ideação suicida, psicose e questões relacionadas à saúde mental são mais prevalentes em pessoas com epilepsia em comparação com a população em geral.2

Morte súbita inesperada na epilepsia (SUDEP)

SUDEP é a consequência mais grave de uma crise epiléptica e envolve a morte súbita e inesperada de uma pessoa com epilepsia, geralmente durante o sono.12

Risco de afogamento

As pessoas com epilepsia têm quase dez vezes mais probabilidade de se afogar do que a população em geral. Por isso, é necessário ter um cuidado redobrado.2

Impacto psicossocial

O diagnóstico de epilepsia pode impactar negativamente o emprego e os relacionamentos e, inclusive, resultar em estigma e isolamento social.2

É possível prevenir a epilepsia?

Embora nem todos os casos de epilepsia sejam evitáveis, estima-se que cerca de 25% deles possam ser prevenidos.8 Abaixo, listamos algumas estratégias e considerações para a prevenção da epilepsia. Veja!

Prevenção de lesões na cabeça

Reduzir as lesões na cabeça é a forma mais eficaz de prevenir a epilepsia pós-traumática. Nesse sentido, medidas para evitar quedas, acidentes de trânsito e lesões esportivas contribuem significativamente para essa prevenção.8

Cuidados perinatais adequados

A adequada assistência perinatal pode reduzir novos casos de epilepsia causados por lesões durante o parto.8

Controle da febre em crianças

O uso de medicamentos e de outras medidas para diminuir a temperatura corporal de uma criança febril pode reduzir a chance de convulsões febris.2,8

Prevenção da epilepsia associada ao acidente vascular cerebral (AVC)

O foco na redução dos fatores de risco cardiovascular, como o controle da pressão arterial, do diabetes e da obesidade, também é fundamental. Além disso, evitar o tabaco e o consumo excessivo de álcool são medidas igualmente preventivas.2,8

Controle de infecções do sistema nervoso central

Infecções do sistema nervoso central são causas comuns de epilepsia em áreas tropicais. Diante disso, a eliminação de parasitas nesses ambientes e a educação sobre a prevenção de infecções podem ser formas altamente eficazes de reduzir a condição, como no caso da neurocisticercose.2,8

A epilepsia tem cura?

Até o momento, não há cura para a epilepsia. No entanto, os tratamentos disponíveis têm mostrado bons resultados para controlar boa parte das crises e, consequentemente, trazer qualidade de vida aos pacientes afetados.6

Quais são os tratamentos para a epilepsia?

Aliás, por falar em tratamentos, chegou a hora de você conhecer como a epilepsia é tratada! O tratamento da condição é, geralmente, iniciado após o paciente ter experimentado dois ou mais ataques não provocados em um período de 12 meses. Cerca de 73% de risco de recorrência de crises epilépticas dentro de quatro anos após os dois ataques não provocados é a razão subjacente para essa recomendação.13,14

Nesse caso, algumas estratégias aplicadas são:

  • o uso de fármacos anticrises epilépticas (FAC) — são a opção mais comum e ajudam a controlar as crises epilépticas em cerca de sete em cada dez pessoas;13,14
  • a cirurgia — pode ser recomendada para remover uma pequena parte do cérebro que esteja causando as crises epilépticas;13,14
  • a utilização de dispositivos de estimulação nervosa — inclui a colocação de um pequeno dispositivo elétrico dentro do corpo para ajudar a controlar as crises;13,14
  • a recorrência a dietas — uma dieta especial, conhecida como dieta cetogênica, pode ser prescrita para ajudar no controle das crises epilépticas;13,14
  • a identificação e a redução de gatilhos — envolve evitar situações de estresse, garantir um sono adequado e aderir corretamente à medicação.13,14

A escolha do fármaco anticrises epilépticas (FAC) é, usualmente, baseada em determinados fatores, como o tipo de crise epiléptica, a síndrome epiléptica, o perfil de efeitos colaterais, as comorbidades e os custos.7,8

Os desafios no tratamento

Apesar de eficientes, os tratamentos podem apresentar alguns desafios, que tornam a abordagem mais complexa. Os mais comuns são:

  • epilepsia resistente a medicamentos — cerca de 1/3 dos pacientes com epilepsia é resistente a medicamentos;13
  • efeitos adversos — são comuns e podem afetar negativamente a qualidade de vida;13
  • interações medicamentosas;13
  • diversidade de síndromes epilépticas — existem mais de 30 síndromes epilépticas e mais de 15 tipos de crises epilépticas, cada um respondendo de maneira diferente a medicamentos distintos.13

Assim, é possível notar que o tratamento da epilepsia é, sim, desafiador e requer uma abordagem personalizada para cada paciente, levando em consideração alguns fatores, como tipo de convulsão, síndrome epiléptica, perfil de efeitos colaterais e resposta individual aos  fármaco anticrises.13

O que fazer caso alguém entre em crise?

Se alguém estiver em uma crise epiléptica, a abordagem pode variar, dependendo do tipo específico de crise. A seguir, veja algumas diretrizes gerais:1,7,15

  • ofereça conforto e tranquilidade, explicando o que aconteceu, se necessário;5
  • não restrinja a pessoa;
  • não dê nada para ela comer ou beber até que seja seguro engolir;
  • proteja a pessoa de lesões, removendo objetos perigosos ao redor;
  • Se não houver suspeita de lesão na coluna cervical, use um travesseiro ou uma roupa para almofadar a cabeça;
  • cronometre a duração dos movimentos rítmicos;
  • não coloque nada na sua boca, nem mesmo os dedos (nada de puxar a língua!);
  • coloque a pessoa na posição de recuperação após o término da crise;
  • não tente movê-la, a menos que ela esteja em perigo;
  • permaneça com ela até a recuperação total, oferecendo tranquilidade.

Essas são as recomendações gerais para as crises. No entanto, um questionamento-chave é: quando chamar a ambulância? Afinal, é provável que exista um momento em que aguardar não seja mais a melhor ideia, e a intervenção de profissionais pode se fazer necessária.

Então, você deve ligar para a emergência nestes casos:15

  • se for a primeira  crise epiléptica  da pessoa;
  • se a crise durar mais de cinco minutos;
  • se houver uma segunda crise sem recuperação da primeira;
  • se a pessoa se machucar durante a crise.
    • Se houver suspeita de que houve traumas na coluna cervical, não mova a pessoa até a chegada do serviço de emergência

Além disso, siga o seu instinto. Mesmo em situações que não se enquadram nos critérios acima, ligue para a emergência e peça ajuda, caso você ache necessário.

Essas diretrizes são sugeridas para situações gerais, e a melhor abordagem pode variar, dependendo do histórico médico da pessoa, do tipo específico de epilepsia e de outras considerações individuais.Por isso, o acompanhamento é fundamental!15

Chegamos ao fim do nosso post especial acerca sobre a Epilepsia! Esperamos que a leitura do conteúdo tenha sido produtiva e que você tenha aprendido bastante sobre esse problema. Como foi possível perceber, a epilepsia pode ser tratada. Então, faça um bom acompanhamento e ganhe qualidade de vida!

Agora, para se manter adequadamente informado, não deixe de conferir também as publicações do blog A Vida Plena! O nosso objetivo é levar informação, saúde e bem-estar ao seu dia a dia e ao de toda a sua família. 

E não deixe de conferir nosso Guia de Orientações para o Paciente com Epilepsia.

Referências

1. WHO. World Health Organization. Epilepsy. 2024. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/epilepsy. Acesso em: 28.03.2024

2. Manole AM, Sirbu CA, Mititelu MR, Vasiliu O, Lorusso L, Sirbu OM, Ionita Radu F. State of the Art and Challenges in Epilepsy-A Narrative Review. J Pers Med. 2023 Apr 1;13(4):623.

3. Stafstrom CE, Carmant L. Seizures and epilepsy: an overview for neuroscientists. Cold Spring Harb Perspect Med. 2015 Jun 1;5(6):a022426.

4. Manford M. Recent advances in epilepsy. J Neurol. 2017 Aug;264(8):1811-1824. doi: 10.1007/s00415-017-8394-2. Epub 2017 Jan 24. PMID: 28120042; PMCID: PMC5533817.

5. Altuna M, Giménez S, Fortea J. Epilepsy in Down Syndrome: A Highly Prevalent Comorbidity. J Clin Med. 2021 Jun 24;10(13):2776.

6. Zhang D, Chen S, Xu S, Wu J, Zhuang Y, Cao W, Chen X, Li X. The clinical correlation between Alzheimer’s disease and epilepsy. Front Neurol. 2022 Jul 22;13:922535.

7. Costa LLO, Brandão EC, Marinho Segundo LMB. Update on epilepsy: literature review / Atualização em epilepsia: revisão de literatura. Rev Med (São Paulo). 2020 March-April;99(2):170-81

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10. Kurcgant D, Ayres JR de CM. Crise não epiléptica psicogênica: história e crítica de um conceito. Hist cienc saude-Manguinhos [Internet]. 2011Jul;18(3):811–28.

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