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Alergias respiratórias: veja um guia com as principais, os sintomas e os tratamentos!

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Tosses, sensação de aperto na região do peito, coceira nos olhos, presença de coriza, espirros que parecem não ter fim.1 Bastante comuns, as alergias respiratórias — também chamadas de “reações de hipersensibilidade” —, são, basicamente, uma espécie de resposta exagerada do nosso sistema imunológico quando exposto a substâncias estranhas: os antígenos.1

Usualmente, a condição revela uma origem genética que não pode ser desprezada, já que a sua incidência mais expressiva se manifesta em pessoas que apresentam um histórico familiar de alergias, sem distinção de gênero ou faixa etária, embora seja mais recorrente em adolescentes e crianças.2

Então, considerando a relevância do tema, haja vista que as alergias respiratórias estão entre as enfermidades mais frequentes atualmente, neste post supercompleto abordamos os tipos mais comuns, seus sintomas gerais e os meios de tratamento.3

Continue a leitura e informe-se!

O que são alergias respiratórias?

Com a sua definição modificada ao longo dos anos, a alergia — termo criado pelo pediatra Clemens von Pirquet, no começo do século XX —, atualmente, é interpretada como uma alteração que acomete o sistema imune e provoca, como mencionado, uma alta sensibilidade.2

Inclusive, clinicamente, as alergias respiratórias englobam a rinite alérgica e a asma, de modo que se caracterizam como uma reação de alta sensibilidade que resultam da interação entre anticorpos específicos do nosso corpo e alérgenos ambientais.2

Quais são as principais alergias respiratórias?

Os quadros respiratórios alérgicos, geralmente, tendem a impactar significativamente — e de maneira negativa — o dia a dia dos indivíduos afetados. Inclusive, apesar do caráter genético já mencionado, é super importante destacar que tanto a literatura científica quanto estudos epidemiológicos indicaram que alterações no ambiente também constituem um dos principais fatores para o aumento do surgimento de alergias respiratórias, especialmente a asma.2,4

Os dados coletados, então, sugerem que a exposição humana à poluição do ar e, consequentemente, a poeiras, gases, vapores e demais substâncias potencialmente nocivas podem — e provavelmente vão — agravar exponencialmente o problema.5, 6 Além disso, pesquisas sobre as alergias respiratórias têm nos ajudado a entender melhor a vinculação entre os fatores ambientais e as predisposições genéticas quanto à origem desses quadros.7

Em meio aos alérgenos mais comuns presentes na poeira que naturalmente se acumula nas casas, por exemplo, destacam-se tecidos de animais, ácaros, baratas (tanto o corpo quanto as fezes e os ovos, já que todos contêm antígenos) e os fungos.7 Estudos sobre os tipos de fungos presentes no ar mostram que alguns deles podem causar diferentes problemas respiratórios, como alergias nos pulmões, nariz e seios da face. Esses fungos são importantes para entender algumas condições, como alergia nos pulmões, espirros constantes, falta de ar e infecções nos seios da face.8

Alveolite alérgica extrínseca

Essa condição, também chamada de pneumonite por hipersensibilidade, afeta os pulmões e causam a formação de lesões chamadas granulomas – um tipo de inflamação. Ela ocorre devido a uma resposta do sistema imunológico à inalação de substâncias orgânicas ou químicas. Em alguns casos, pode levar a uma condição progressiva e fatal chamada fibrose pulmonar. 9

O tratamento para essa condição envolve diagnosticar corretamente a doença e controlar a exposição do paciente a substâncias que desencadeiam a reação alérgica, geralmente encontradas em ambientes úmidos contaminados por bactérias, fungos e outros agentes. Isso inclui a regulagem de sistemas de umidificação e ventilação.10

Rinite alérgica

A rinite alérgica é considerada uma alergia crônica respiratória. Em termos mais simples, a condição é uma patologia inflamatória que acomete as vias aéreas superiores, resultando em uma hipersensibilidade da mucosa nasal a incontáveis alérgenos. A doença pode ser considerada “persistente” ou “intermitente”, de acordo com a presença e a permanência dos sintomas — e, claro, do quão negativamente afeta o dia a dia do indivíduo.11

Outro ponto que vale destacar sobre a condição é o fato de ser viável caracterizá-la como “moderada a grave” ou “leve”.11 A rinite classificada como “persistente” tem como causa os alérgenos presentes à nossa volta, como: pelos de gatos e cães, fungos e ácaros de poeira. Já a intermitente, via de regra, é provocada pelo pólen que é produzido pelas plantas no período de polinização. De modo geral, o diagnóstico é baseado na observação dos sintomas de alergia respiratória: como prurido e obstrução nasais, dores na região da face, cefaleia, entre outros.12,13

Asma

Há quase dez anos, já havia uma estimativa de que 300 milhões de pessoas em todo o mundo conviviam com a asma. No entanto, Arruda & Melo (2015) trazem uma informação ainda mais assustadora: conforme as estatísticas da OMS (Organização Mundial de Saúde), é esperado que esse número salte para 400 milhões de indivíduos em 2025.14

A asma também é uma patologia inflamatória crônica que atinge as vias aéreas, provocando, consequentemente, a elevação da sensibilidade dos brônquios. O quadro gera edema da mucosa e a produção de muco, o que leva aos sintomas comuns da doença, como sensação de falta de ar e tosse. Inclusive, é válido ressaltar que a asma envolve a interação de fatores ambientais e genéticos.15

Trata-se de uma das patologias crônicas mais recorrentes na fase da infância. Aliás, a ampliação da sua prevalência vem sendo objeto de diversos estudos, haja vista que, para o seu desenvolvimento — bem como para o surgimento de outras enfermidades atópicas —, existem determinados fatores desencadeantes, como maus hábitos alimentares, falta de aleitamento materno exclusivo nos quatro primeiros meses de vida, excesso de peso corporal, exposição ao fumo etc.16

Sinusite fúngica alérgica

Por fim, a sinusite fúngica alérgica (SFA) é não só uma patologia relativamente rara, mas também uma forma de sinusite fúngica não invasiva. Basicamente, a condição se caracteriza por uma resposta alérgica bem intensa provocada pela presença de um ou mais fungos que começam a crescer no muco das cavidades sinusais. Como o conhecimento acerca doença ainda é significativamente limitado, não é incomum que a condição seja subdiagnosticada.17

Seu tratamento consiste em uma intervenção cirúrgica para a remoção adequada do conteúdo das cavidades sinusais. Posteriormente, recomenda-se a corticoterapia sistêmica, com a administração de corticoides por via intravenosa ou por via oral.17

Quais são as principais causas das alergias respiratórias?

Alergias respiratórias: veja um guia com as principais, os sintomas e os tratamentos!

Como pontuamos, as alergias respiratórias são consideradas multifatoriais. Ou seja, de maneira geral, elas são provocadas a partir da interação de fatores genéticos e em razão da exposição a fatores ambientais. Usualmente, as reações acontecem por conta dos mediadores químicos — que, na verdade, podem ter (ou não) associação com o sistema imunológico — e que, por sua vez, durante uma crise alérgica, podem interagir entre si.2

Nessas circunstâncias, o nosso mecanismo imunológico é mediado por anticorpos que pertencem à classe IgE, e os fatores precipitantes e/ou agravantes das crises de alergia, geralmente, são os alérgenos ambientais, como vimos. Contudo, é interessante pontuar que a fumaça do tabaco e odores fortes são considerados irritantes inespecíficos capazes de desencadear sintomas de alergia respiratória por meio de mecanismos não relacionados ao nosso sistema imune. 2

Atualmente, o principal evento patológico na ocorrência de alergias respiratórias é o processo inflamatório.2 Na prática, quando algo que provoca uma resposta imune entra em contato com a mucosa das vias respiratórias nesses indivíduos, é capturado e processado no interior dos fagócitos. Após o processamento, sequências peptídicas começam a ser expressas.2

Quais são os sintomas de alergia respiratória mais comuns?

Vimos que uma reação alérgica é iniciada quando um alérgeno entra no nosso corpo, de modo a desencadear uma resposta dos anticorpos; do nosso sistema imunológico. Na prática, quando o alérgeno entra em contato com os anticorpos, eles reagem com a liberação de determinadas substâncias, como a histamina.18

Por sua vez, as substâncias liberadas provocam os sintomas que experienciamos durante as alergias respiratórias. Portanto, pode-se dizer que os sintomas das alergias funcionam como uma espécie de “sinal de alerta”, indicando que algo está errado no nosso organismo.20

Nesse sentido, os mais comuns associados a alergias respiratórias são:

  • espirros, que, ainda que muitas pessoas não saibam, ajudam a “limpar” as nossas vias respiratórias de substâncias que o nosso organismo identificou como nocivas;20
  • redução das vias respiratórias e aumento das secreções nasais, provocado pelo inchaço em razão do fluxo de líquido dos vasos sanguíneos para as camadas mais profundas da nossa pele;20
  • coceira no nariz, que funciona como um “sinal de alerta”, indicando que há algo errado;20
  • coceira nos olhos e/ou na garganta, que também funciona como um “alarme”, sinalizando que algo está errado;20
  • coriza, haja vista que a produção do muco nasal é necessária para a captação e para a neutralização dos agentes nocivos, podendo ser mais espesso ou líquido;20
  • tosses, que também auxiliam na limpeza das vias aéreas, ajudando a eliminar secreções e/ou partículas estranhas, como micróbios e alérgenos;20
  • falta de ar, que, geralmente, está associada diretamente a determinados problemas respiratórios, como a asma, quando se torna difícil exalar ou inalar o ar;20
  • sensação de pressão/aperto no peito, provocando dificuldade para respirar, o que normalmente ocorre quando as vias aéreas estão estreitadas e, portanto, o ar não pode passar facilmente;20
  • dores de cabeça, usualmente provocada pela congestão nasal ou pelo bloqueio da secreção do muco nos seios da face;20
  • sibilos, que se assemelham ao som de um assobio, ocorrendo quando o ar passa por uma via aérea obstruída e/ou estreita, sendo também chamado de “chiado”.20

Como tratar as alergias respiratórias?

Antes mesmo de estabelecer um tratamento para as alergias respiratórias, é importante que se tenha um diagnóstico. Em outras palavras, é essencial que todos os pacientes sejam examinados por um profissional de saúde com extrema cautela para distanciar eventuais problemas relacionados à anatomia e quaisquer outras questões.2

Idealmente, a identificação dos alérgenos sensibilizantes em cada caso deve ocorrer a partir de uma consulta bastante detalhada, que também servirá como suporte para outros testes diagnósticos, se necessário.2A identificação correta dos alérgenos, a descoberta da fisiopatologia e a intensidade dos sintomas são os três elementos basilares para a definição do tratamento mais adequado ao quadro do paciente.2

Inclusive, também é válido destacar que, com a administração dos medicamentos indicados e com a adoção das medidas recomendadas a cada caso, as alergias respiratórias tendem a se manter sob controle, causando mínimos prejuízos à qualidade de vida do indivíduo.2

Como evitar crises alérgicas?

Bem, por mais óbvio que pareça, o passo mais importante para evitar crises alérgicas é também evitar o alérgeno.19 No entanto, outra medida preventiva extremamente relevante — e eficaz — envolve a higienização ambiental.2

Afinal, como vimos, é indiscutível a relação existente entre a intensidade do quadro alérgico do paciente e as características do espaço no qual ele reside. Inclusive, pode-se dizer que o controle intradomiciliar se tornou também uma parte integrante das alternativas de tratamento das alergias respiratórias.2

Nesse sentido, as medidas de controle ambiental devem ser colocadas em ação sempre que possível, mesmo nos casos em que a eficácia não se revelar total, haja vista que, de modo geral, a higienização dos cômodos tende a melhorar o estado do paciente e, por vezes, até diminui a necessidade de tratamento farmacológico. A seguir, confira as melhores práticas que podem ser implementadas imediatamente:2

  • evite que haja fumaça de cigarro dentro de casa;2
  • elimine possíveis focos de baratas;2
  • forre os colchões das camas com capas apropriadas e laváveis, mas não deixe de colocá-los sob exposição solar sempre que for viável;2
  • evite travesseiros com ervas ou penas e forre-os com capas adequadas e laváveis, higienizando-os, no mínimo, a cada 15 dias;2
  • lave as roupas de cama com água quente e lembre-se de não deixá-las expostas ao longo do dia, cobrindo-as com uma colcha;2
  • não utilize cobertores, somente edredons;2
  • evite ao máximo beliches, mas, caso não seja viável, opte por dormir na cama superior;2
  • livre-se de objetos que facilitam o acúmulo de poeira, como livros, bichos de pelúcia etc.;2
  • mantenha o mínimo de mobiliários possível, dando preferência àqueles que acumularão menos pó;2
  • opte, se viável, por pisos de madeira, vinil ou cerâmica em vez de carpetes;2
  • não utilize cortinas se possível, mas, em caso de necessidade, lave-as sempre a cada 15 dias;2
  • use desumidificadores de ar e/ou sistemas de filtro em ambientes muito úmidos;2
  • evite a entrada de animais de estimação nos dormitórios.2

Quais são os cuidados nasais que devem ser adotados para evitá-las?

Por fim — mas não menos relevante —, é muito válido adotar alguns cuidados nasais para evitar alergias e falta de ar, por exemplo. Nesse caso, a hidratação e a limpeza nasais podem se revelar grandes aliadas, principalmente se feitas com soluções salinas.19

A medida também é bacana evitar os impactos negativos do clima seco predominante em algumas épocas do ano, haja vista que os produtos são seguros e tendem a atenuar bastante eventuais desconfortos.19

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Como vimos, as alergias respiratórias, embora muito comuns, podem ser tratadas/controladas com altas taxas de sucesso e, em alguns casos, prevenidas a partir da adoção de medidas bastante simples, que podem ser implementadas no dia a dia do paciente. No entanto, é imperativo ter atenção aos sintomas e, ao notar qualquer agravamento da condição, procurar um profissional da saúde para uma avaliação precisa do quadro e, se necessário, para iniciar uma intervenção.

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REFERÊNCIAS

1. BRASIL. Ministério da Saúde. Biblioteca Virtual em Saúde (BVSMS). Dicas em Saúde. Alergias. 25 de junho. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/82alergias.html. Acesso em 27 fev. 2024.

2. Galvão CES, Castro FFM. As alergias respiratórias. Rev. Med. (São Paulo). 2005 jan.-mar.;84(1):18-24. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/revistadc/article/view/59237/62253. Acesso em 27 fev. 2024.

3. SOCIEDADE BRASILEIRA DE PNEUMOLOGIA E TISIOLOGIA. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia para o Manejo da Asma-2012. J Bras Pneumol. 2012; 38, Suplemento 1, p. S1-S46. Disponível em: https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/pdfs/Diretrizes__Sociedade_Brasileira_Pneumologia-Tisiologia_Manejo_Asma-2012.pdf. Acesso em 27 fev. 2024.

4. Casey J.A., Su J.G., Henneman L.R.F., Zigler C., Neophytou A.M., Catalano R., Gondalia R., Chen Y.-T., Kaye L., Moyer S.S., et al. Improved Asthma Outcomes Observed in the Vicinity of Coal Power Plant Retirement, Retrofit and Conversion to Natural Gas. Nat. Energy. 2020;5:398–408. doi: 10.1038/s41560-020-0600-2. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32483491. Acesso em 27 fev. 2024.

5. Adebiyi F.M. Air Quality and Management in Petroleum Refining Industry: A Review. Environ. Chem. Ecotoxicol. 2022;4:89–96. doi: 10.1016/j.enceco.2022.02.001. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2590182622000030?via%3Dihub. Acesso em 27 fev. 2024.

6. Wang Q., Xu X., Cong X., Zeng Z., Xu L., Huo X. Interactions between Polycyclic Aromatic Hydrocarbons and Epoxide Hydrolase 1 Play Roles in Asthma. Environ. Geochem. Health. 2019;41:191–210. doi: 10.1007/s10653-018-0201-1. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30293161. Acesso em 27 fev. 2024.

7. Osório ACA, Sellaro LNR, Sarinho, Cavalcanti ES. Hipersensibilidade a fungos em crianças asmáticas de uma comunidade do Recife, Pernambuco. Rev. Bras. Saúde Matern. Infant. 2006;6(2):245‑51. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbsmi/a/4vsHyxDdZQF58Fqq5PVpdkk/?format=pdf&lang=pt. Acesso em 27 fev. 2024.

8. COSTA, Anna Karyna da Silva et al. (2023). RELAÇÃO QUALIDADE DO AR E SAÚDE, EM AMBIENTES INTERNOS DE UMA CLÍNICA ESCOLA DE FISIOTERAPIA. Interfaces Científicas — Saúde E Ambiente, 9(2), 150–168. https://doi.org/10.17564/2316-3798.2023v9n2p150-168. Disponível em: https://periodicos.set.edu.br/saude/article/view/11382. Acesso em 18 mar. 2024.

9. Costa T, Rodrigues C, Arrobas A, Pires J. Alveolite alérgica extrínseca com expressão imunológica atípica. Rev Port Pneumol. 2009;XV(2), 313-318. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/1697/169718595012.pdf. Acesso em 27 fev. 2024.

10. Magalhães EMS, Stella AKS, Corrêa FMV, Naves FES, Sabatini, JO. Pneumonite por hipersensibilidade ‑ Relato comparativo de dois casos. Rev. Bras. Alerg. Imunopatol. 2005;28(2):112‑7. Disponível em: http://aaai-asbai.org.br/imageBank/pdf/v28n2a10.pdf. Acesso em 27 fev. 2024.

11. Fonseca AL, Arrobas AM. Doenças inflamatórias alérgicas das vias aéreas superiores e suas implicações na asma brônquica: A propósito de um caso clínico. Rev. Port. Pneumol. 2006;12(5):563‑80. Disponível em: https://l1nq.com/g96Mj. Acesso em 27 fev. 2024.

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13. Rodrigues C, Santis, M, Arrobas AM. Rinite alérgica e doenças associadas. Rev. Port. Pneumol. 2009;15(5):891‑8. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/1697/169718508009.pdf. Acesso em 27 fev. 2024.

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15. Bezerra SLC, Bezerra, LRC, Leite DO, Serra AKS, Monte NL. Conhecimentos produzidos sobre a influência da poluição do ar em pacientes asmáticos. In: 61º Congresso Brasileiro de Enfermagem. Fortaleza, Ceará; 2009. p. 3891‑4. Disponível em: https://portal.eventosaben.org.br/anais_61cben/files/01163.pdf. Acesso em 27 fev. 2024.

16. Jucá SCBMP, Takano AO, Moraes LSL, Guimarães LV. Prevalência e fatores de risco para asma em adolescentes de 13 a 14 anos do Município de Cuiabá, Mato Grosso, Brasil. Cad. Saúde Pública. 2012;28(4):689‑97. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/SxZd6TSHqRWZHrWNSRKsfSM/?format=pdf&lang=pt. Acesso em 27 fev. 2024.

17. Revista Portuguesa de Imunoalergologia. Sinusite fúngica alérgica – Caso clínico e revisão da literatura. 2007; 15 (5): 423-430. Disponível em: https://www.spaic.pt/client_files/rpia_artigos/sinusite-fungica-alergica-%E2%80%93-caso-clinico-e-revisao-da-literatura.pdf. Acesso em 27 fev. 2024.

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20. Global Allergy & Airways — GAAPP. O que é uma alergia? 2022. Disponível em: https://pt.gaapp.org/diseases/allergies/. Acesso em: 30.04.2024

21. Salsep® 360. São Paulo: Libbs Farmacêutica Ltda. Bula do medicamento.

22. Salsep®. São Paulo: Libbs Farmacêutica Ltda. Bula do medicamento.

23. Salsep® Jet Kids. São Paulo: Libbs Farmacêutica Ltda. Bula do medicamento.

24. Salsep® Jet. São Paulo: Libbs Farmacêutica Ltda. Bula do medicamento.

25. Maxidrate®. São Paulo: Libbs Farmacêutica Ltda. Bula do medicamento.

26. Data on file. Relatório final – Estudo pré-clínico para avaliação da eficácia de um (01) produto cosmético na atividade protetora da barreira cutânea. Campinas: Kosmosciences; 2021.