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Publicado em: 8 de dezembro de 2024
Assuntos abordados
O diabetes é uma doença crônica relacionada à produção insuficiente de insulina ou má absorção desse hormônio pelo organismo. Existem diferentes tipos, mas neste artigo vamos abordar o tratamento de diabetes mellitus tipo 2 (DM2) por ser o mais comum no Brasil.¹
O Sistema Único de Saúde (SUS) estabelece um Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para tratar o diabetes mellitus tipo 2 na rede pública de saúde. Esse protocolo engloba diversas abordagens, que incluem o tratamento farmacológico do diabetes tipo 2, o monitoramento e o automonitoramento.²
A doença vem associada a outros problemas de saúde. Por isso, é preciso fazer o acompanhamento para tratar também essas doenças associadas.¹ Sem falar que automonitoramento, conhecimentos e habilidades são fundamentais para promover o autocuidado e controlar o diabetes.²
Então, neste artigo, apresentamos alguns hábitos para tornar o tratamento da doença mais eficaz, aumentando a participação da própria pessoa no processo. Continue lendo e confira.
Mais de 13 milhões de brasileiros convivem com o diabetes, o que representa 6,9% da população do nosso país.1 No entanto, a maioria das pessoas apresentam o diabetes mellitus tipo 2, que corresponde 90% a 95% de todos os casos de diabetes mellitus.³
Essa condição clínica costuma ser muito preocupante porque, na maioria das vezes, ela se manifesta de maneira assintomática.³ Então, por não apresentar sintomas iniciais, é mais difícil que a pessoa tome a iniciativa de buscar ajuda médica.3
Mas também pode acontecer de o diabetes desencadear poucos sintomas ou eles serem muito leves. Essas duas situações podem acontecer por um longo período.³ Assim, dificultam o início do tratamento de diabetes tipo 2.3
Os sintomas comumente encontrados são: aumento da fome, o excesso de sede e a vontade de urinar diversas vezes ao dia.¹ Além deles, o diabetes tipo 2 causa:1
Você viu que a doença diabetes, de um modo geral, tem relação com a produção e a utilização da insulina pelo organismo. A função desse hormônio é quebrar as moléculas de glicose (açúcar) presentes no sangue e convertê-las em energia para manter as células do corpo.¹
Em um quadro de diabetes tipo 2, o organismo sofre um aumento da resistência periférica à insulina, além de evolução para redução. Assim, o organismo não aproveita de forma adequada a insulina produzida, o que resulta em níveis elevados de glicemia.4
Essa é uma condição crônica e progressiva que ocorre com maior frequência em pessoas a partir dos 40 anos de idade.4 Contudo, em alguns países, vem acontecendo um aumento da incidência também em crianças e jovens.³
Ainda não se compreende, com exatidão, quais são as causas do diabetes tipo 2. De toda forma, existem fatores genéticos, ambientais e comportamentais que aumentam os riscos de desenvolver essa doença.5
Acredita-se que o excesso de gordura corporal tenha relação com o diabetes do tipo 2. Isso porque, quando a pessoa está acima do peso normal ou obesa, as células respondem menos à ação da insulina.5
Entretanto, é preciso considerar os demais fatores que podem favorecer essa doença.3 São eles:³
É interessante salientar que 80% das pessoas que desenvolvem diabetes tipo 2 estão acima do peso e não praticam exercícios físicos.5 Sendo assim, o comportamento sedentário e hábitos alimentares não saudáveis favorecem a doença.4
Explicamos que o tratamento de diabetes tipo 2 é dificultado pelo fato de a doença ser assintomática durante um longo período. Por isso, o diagnóstico acontece quando são realizados exames laboratoriais de rotina que permitem verificar as dosagens de glicemia ou quando há manifestações das complicações crônicas.³
Portanto, é recomendado fazer o rastreamento em pessoas assintomáticas a partir dos 45 anos de idade. O mesmo vale para mais jovens que apresentam obesidade ou sobrepeso junto a outro fator de risco para o desenvolvimento de diabetes do tipo 2.3
Para obter o diagnóstico, é feito o exame laboratorial de glicemia de jejum, além disso, o médico pode solicitar o teste oral de tolerância à glicose, além do exame de hemoglobina glicada.4
Quando o paciente é assintomático, o diagnóstico de diabetes do tipo 2 requer dois resultados de exames alterados. Se houver alteração apenas em um, é preciso repetir os exames para confirmar o quadro.4 Quando os exames aparecem normais, o rastreamento deve ser repetido a cada três anos.3
Para fazer o manejo do diabetes tipo 2, são adotadas duas abordagens. Uma delas consiste em orientações sobre mudanças no estilo de vida, o que engloba alimentação, prática de atividade física e educação em saúde.³
O médico também costuma prescrever um medicamento de uso oral (agente antidiabético).³ Para escolher a medicação, o especialista se baseia em aspectos como:3
É preciso identificar a necessidade de cada paciente para recomendar o medicamento ou a técnica específica para o seu caso.³
A terapia nutricional é importante para o gerenciamento da doença e para prevenir o desenvolvimento de complicações. Isso porque a escolha do alimento tem um efeito direto no equilíbrio energético do paciente e, consequentemente, em seu peso corporal, na pressão arterial sistêmica e no acúmulo de gordura no sangue.³
A orientação nutricional é feita de forma individualizada e tem como base uma dieta equilibrada e variada, atendendo às necessidades do paciente em todas as fases da vida. Ela é fundamental, ainda, porque contribui para manter ou alcançar o peso saudável, além de controlar a glicemia.³
Também vale destacar que outros fatores de risco cardiovascular também podem estar presentes, como sobrepeso ou obesidade, sedentarismo, hipertensão e triglicerídeos elevados. Sendo assim, a terapia para diabetes tipo 2 precisa focar essas condições para que sejam tratadas em conjunto.6
A eficácia do tratamento de diabetes tipo 2 requer o envolvimento do paciente também. Isso porque construir comportamentos saudáveis é fundamental para um programa de autogerenciamento da saúde, o que inclui a adoção de uma alimentação saudável e a prática de atividade física, por exemplo.³
O envolvimento do paciente e dos familiares de forma ativa no processo de tratamento para diabetes é muito importante para desenvolver o autoconhecimento, além de auxiliar na tomada de decisões.³
Para autogerenciar o diabetes mellitus, é preciso obter conhecimentos e habilidades para o autocuidado da doença. Dessa forma, é possível promover uma colaboração ativa entre o próprio paciente e a equipe que cuida dele, de modo a melhorar os resultados, o estado de saúde da pessoa e sua qualidade de vida.³
Por isso, os métodos adotados para controle da glicemia no diabetes tipo 2 precisam ser individualizados, inclusive com relação ao nível de responsabilidade do paciente. Deve-se considerar o apoio familiar social e fatores psicossociais que podem interferir no autogerenciamento.3
Em todo caso, a mudança de hábito é indispensável para que a terapia para diabetes tipo 2 seja ainda mais eficaz.3 Veja, a seguir, algumas medidas recomendadas.
Você viu que o tratamento farmacológico do diabetes tipo 2 é feito por meio da administração de agentes antidiabéticos de uso oral. Essas substâncias medicamentosas ajudam a reduzir a glicemia para mantê-la em níveis normais.³
Mas os medicamentos atuam de formas diferentes. Existem aqueles, por exemplo, que incrementam a secreção de insulina, os que reduzem a velocidade da absorção da glicose, os que fazem o fígado produzir menos glicose, entre outros meios de ação.³
A glicemia é uma variável contínua de risco para quem tem diabetes.³ Tomar os medicamentos exatamente como o médico recomendou é fundamental para que a ação deles aconteça da maneira esperada.3
Espera-se manter a glicemia mais próxima da normalidade, conforme recomendação da Sociedade Brasileira de Diabetes: deixar seus valores baixos, o máximo possível, sem aumentar o risco de hipoglicemia e considerando níveis adequados de hemoglobina glicada.³
Pelas informações que deixamos até aqui, você viu que a recomendação é a pessoa diabética adotar um estilo de vida mais saudável. Falamos sobre a necessidade de manter uma dieta adequada, bem como de controlar o peso corporal, o que pode ser feito por meio da prática de atividades físicas.3
Mas não é só isso, porque a ingestão de bebidas alcoólicas também é prejudicial. O álcool afeta a alimentação e o índice glicêmico. Portanto, atrapalha o controle da doença ao aumentar o risco de hipoglicemia.³
O uso de cigarro também é um problema preocupante, inclusive, para o desenvolvimento de diabetes. Afinal, os fumantes têm de 30% a 40% mais risco de desenvolvimento do diabetes do que as pessoas que não fumam.³
Os diabéticos que fazem uso de cigarro apresentam um índice de mortalidade geral e de mortalidade por doenças cardiovasculares maior do que as pessoas não fumantes. Por outro lado, o abandono do fumo favorece o controle do diabetes.³
Sendo assim, é fundamental evitar o tabagismo para não desenvolver diabetes do tipo 2 e para favorecer o tratamento, no caso de quem já tem a doença, além de minimizar o risco de complicações.3
Você viu que o diabetes é uma doença crônica, então o paciente precisa ser monitorado para fazer o controle da glicemia no diabetes tipo 2. A abordagem é multidisciplinar e visa à promoção da saúde, aspectos alimentares, psicológicos, atividades físicas, imunizações e o controle de morbidades.³
Periodicamente, o médico solicitará exames para controle e rastreamento.³ Também é preciso fazer, conforme o critério clínico, os exames de colesterol, creatinina sérica e triglicerídeos. São recomendadas, ainda, a fundoscopia, a dosagem de vitamina B12, a albuminúria e a avaliação dos pés.²
Os métodos de avaliação do controle glicêmico são muito importantes para ajustar o tratamento do diabetes para que ele seja ainda mais individualizado e preciso.³
Praticar exercícios físicos regularmente é fundamental para prevenir o desenvolvimento de diabetes tipo 2. Mas também é uma medida indispensável para tratar todos os tipos de diabetes mellitus, uma vez que contribui para o manejo metabólico.³
Porém, é importante haver um planejamento individual para alcançar maior sucesso terapêutico. É necessário, antes, rastrear doenças cardiovasculares e fazer outras avaliações para identificar quais atividades físicas são mais apropriadas e as que precisam ser evitadas ou limitadas.³
A recomendação é de que os pacientes em tratamento de diabetes tipo 2 realizem, pelo menos, 150 minutos de exercício aeróbico com intensidade moderada a vigorosa por semana.3,7
Adotar esse hábito faz a diferença porque melhora o controle da glicemia, contribui para a perda de peso, reduz os riscos de problemas cardiovasculares e ainda aumenta a sensação de bem-estar.7
Você viu que o excesso de peso corporal é um fator importante para o desenvolvimento do diabetes tipo 2. Ao mesmo tempo, o controle do peso faz parte do tratamento da doença. Uma perda inicial em torno de 5% do peso corporal já apresenta bons resultados para o controle da glicemia e reduz a necessidade do uso de medicamentos antidiabéticos.³
Ao reduzir a quantidade de gordura corporal, ainda minimizamos o risco de doenças cardiovasculares. Para fazer esse controle do peso, são feitas mudanças na dieta (tratamento dietoterápico). Também devem ser praticados exercícios físicos e pode ser incluída a terapia comportamental.³
O uso de medicamentos e a cirurgia metabólica costumam ser recomendados apenas para alguns pacientes. A abordagem inicial é promover a mudança de hábitos e comportamentos alimentares, o que ocorre em médio e longo prazo.³
A atenção multidisciplinar é importante nesse caso para que a perda de peso seja efetiva e persistente.³
O monitoramento dos níveis de glicose em casa (automonitoramento) deve ser determinado de forma individual, de acordo com a situação clínica de cada paciente e do plano terapêutico estabelecido pelo profissional.²
Sendo assim, é importante conversar com o médico responsável para entender o que de fato precisa ser feito e como deve ser realizado. Mas vale lembrar que esse controle é independente do acompanhamento profissional e dos exames periódicos que a pessoa diabética deve fazer.3
De toda forma, o monitoramento é essencial porque reduz o risco de hipoglicemia. Também permite compreender melhor o efeito dos alimentos, do estresse, dos exercícios físicos e das emoções sobre a glicemia.³
Sem falar que o resultado contribui para a tomada de decisão em relação à dose de insulina que precisa ser administrada. Além disso, possibilita os ajustes médicos na quantidade da substância injetada, tendo como base os resultados obtidos ao longo de semanas ou de meses.³
O estresse é uma reação natural do organismo que prepara a pessoa para reagir a um possível ataque. O corpo libera níveis altos de diferentes hormônios com o objetivo de mobilizar mais energia para as células, permitindo que haja uma reação ao perigo.8
A energia vem do açúcar e da gordura estocados. Entretanto, nas pessoas diabéticas, os hormônios responsáveis pelo estresse tendem a alterar de forma direta os níveis de glicemia. Isso porque a insulina não consegue transportar a energia extra gerada para as células. Assim, a glicose fica mais alta no sangue.8
Além dessa resposta natural do quadro diabético, quando a pessoa está estressada, ela não se cuida adequadamente. A tendência é fazer menos exercícios e até mesmo abusar de bebidas alcoólicas. Existe o risco de se esquecer de medir a glicemia e não comer de maneira correta.8
Portanto, é fundamental para o tratamento do diabetes tipo 2 adotar medidas para reduzir o estresse. A própria prática de exercícios físicos pode ajudar. Também é válido ter um hobby, exercitar a respiração e realizar atividades relaxantes, como meditação e yoga.8
A qualidade do sono das pessoas diabéticas tende a ser ruim. Pode acontecer de elas demorarem mais para dormir ou terem dificuldade para manter o sono.9 Alguns dos fatores mais comuns relacionados a esse problema são:9
No entanto, é fundamental para o bom tratamento do diabetes tipo 2 elevar a qualidade do sono. Dormir bem é essencial para promover o controle metabólico, pois é durante o ciclo do sono que os hormônios vitais para o funcionamento do organismo humano são produzidos.9
Isso inclui a leptina, que modera a saciedade equilibrando a necessidade de comer e o gasto de energia. Então, quando o diabético sofre de privação do sono, há maior necessidade de ingestão, em especial de carboidratos, o que pode agravar o quadro de obesidade.9
Sem falar que a privação de sono atrapalha a produção de insulina, evidenciando um aumento dos níveis de glicose por causa da redução do metabolismo e do aumento dos níveis de cortisol. Logo, é crucial dormir bem para não agravar o estado diabético.9
Explicamos que o diabetes mellitus do tipo 2 é uma doença crônica e progressiva, ou seja, é de longa duração e tende a se agravar com o tempo. Por isso, é preciso manter a condição sob controle, o que exige o acompanhamento médico para fazer os exames e tomar os medicamentos certos.3
Somente o médico pode avaliar cada pessoa para definir qual é a melhor abordagem. O profissional vai acompanhar o quadro, como dito, para observar a evolução do paciente e adequar os medicamentos e o tratamento se for preciso.3
Vale ressaltar que o diabetes desencadeia diversas complicações, se não mantido sob controle.10 Mais um motivo para fazer o acompanhamento médico de forma constante e seguir à risca as recomendações do especialista.10
Quando a taxa de açúcar no sangue (hiperglicemia) se mantém por um tempo prolongado, tende a causar sérios danos à saúde.11 Por esse motivo, o diabetes do tipo 2 causa uma série de complicações que afetam o coração, os olhos, os nervos, os rins e as artérias.¹
Assim, essa doença provoca também:
Até mesmo o estado psicológico pode ser afetado pelo quadro de diabetes, já que ele pode causar alterações de humor, ansiedade e depressão.10
Até o momento, o diabetes mellitus tipo 2 não tem cura. Uma vez que a pessoa é diagnosticada com o problema, ela precisa manter cuidados e fazer o monitoramento regular, pois sempre será diabética, trata-se de uma doença crônica.12
Quando é feito o correto tratamento de diabetes tipo 2, pode acontecer de, após algum tempo, o nível de açúcar no sangue se manter sob controle, Contudo, a pessoa não está curada.12
Assim, deve-se fazer os exames de rotina anuais e tomar as medidas adequadas para manter o diabetes controlado.12
Afinal, como você viu, a falta de tratamento para diabetes tipo 2 causa uma série de complicações no organismo. Em casos mais graves, a doença pode até mesmo levar à morte.1 Sendo assim, o ideal é prevenir, mas se o quadro for diagnosticado, seguir as recomendações do especialista pode levar à remissão do problema.3
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Criado em 24 de abril/2024.
Referências:
1. Ministério da Saúde. Diabetes (diabetes mellitus). [Internet]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/diabetes. Acesso em: 24 abr. 2024.2. Bahia L, Almeida-Pititto B. Tratamento do diabetes mellitus tipo 2 no SUS. Diretriz Oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes. 2024. Disponível em: https://diretriz.diabetes.org.br/tratamento-do-dm2-no-sus/. Acesso em: 07 out. 2024.3. Sociedade Brasileira de Diabetes. Diretrizes Sociedade Brasileira de Diabetes 2019-2020. [Internet]. Disponível em: https://www.saude.ba.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Diretrizes-Sociedade-Brasileira-de-Diabetes-2019-2020.pdf. Acesso em: 24 abr. 2024.4. Ministério da Saúde. Definição – Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) no adulto (Primeira Versão). [Internet]. Disponível em: https://linhasdecuidado.saude.gov.br/portal/diabetes-mellitus-tipo-2-(DM2)-no-adulto/definicao-diabetes-mellitus-tipo-2-DM2-no-adulto/. Acesso em: 24 abr. 2024.5. Biblioteca Virtual em Saúde. Como ocorre o desenvolvimento de diabetes tipo 1 e 2 no organismo humano? Atenção Primária em Saúde. [Internet]. 2009. Disponível em: https://aps-repo.bvs.br/aps/gostaria-de-saber-mais-informacoes-sobre-como-ocorre-o-desenvolvimento-de-diabetes-tipo-1-e-2-no-organismo-humano/. Acesso em: 24 abr. 2024.6. Ministério da Saúde. Diabetes (Diabetes Mellitus) – Tratamento. [Internet]. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/diabetes/tratamento. Acesso em: 24 abr. 2024.7. Biblioteca Virtual em Saúde. Qual a importância do exercício físico para os diabéticos? Atenção Primária em Saúde. [Internet]. 2009. Disponível em: https://aps-repo.bvs.br/aps/qual-a-importancia-do-exercicio-fisico-para-os-diabeticos/. Acesso em: 24 abr. 2024.
8. Colenci BPC. O que você precisa saber sobre estresse e diabetes. Sociedade Brasileira de Diabetes. [Internet]. 2021. Disponível em: https://diabetes.org.br/o-que-voce-precisa-saber-sobre-estresse-e-diabetes-6/. Acesso em: 24 abr. 2024.9. Cunha MC, Zanetti ML, Hass VJ. Sleep quality in type 2 diabetics. Rev Lat Am Enfermagem. 2008 Sep-Oct;16(5):850-5.10. Ministério da Saúde. Diabetes (Diabetes Mellitus) – Complicações. [Internet]. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/diabetes/complicacoes. Acesso em: 24 abr. 2024.11. Biblioteca Virtual em Saúde. Ministério da Saúde. Diabetes. [Internet]. 2009. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/diabetes/. Acesso em: 24 abr. 2024.12. Soares AH. Diabetes tipo 2 tem cura? Sociedade Brasileira de Diabetes. [Internet]. 2021. Disponível em: https://diabetes.org.br/diabetes-tipo-2-tem-cura-2/. Acesso em: 24 abr. 2024.
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