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Publicado em: 22 de agosto de 2024
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Popularmente chamada de “intestino preguiçoso”, a constipação intestinal — ou prisão de ventre — consiste em um problema comum na população mundial, independentemente de gênero e faixa etária, embora seja mais frequente nas mulheres e idosos.1 Em grande parte dos casos, não existe um distúrbio anatômico e/ou de ordem física por trás do problema, o que chamamos de constipação funcional.1
Essa situação pode gerar um grande desconforto e desencadear outros transtornos.1
Neste guia completo, nós vamos abordar o funcionamento intestinal lento, explicando as motivações principais, os sintomas mais presentes, entre outras dúvidas comuns sobre o assunto. Continue a leitura!
Em termos gerais, o intestino preguiçoso se caracteriza pela dificuldade — que pode ser eventual ou constante — e da frequência da evacuação (eliminação das fezes), tratando-se não de uma patologia específica, mas, sim, de um sintoma.1 Contudo, a condição pode, de fato, ser um indicativo de alguma doença preexistente que esteja se manifestando a partir dessas circunstâncias, portanto, uma avaliação médica mais acurada tende a ser uma iniciativa válida.1
Os indivíduos adultos constipados são assim considerados quando:1
Já no caso de crianças pequenas, que ainda não conseguem manifestar as suas queixas, considera-se o quadro de intestino preguiçoso ou intestino lento quando são observados movimentos intestinais dolorosos.1 Também surgem sinais de choro e desconforto junto a tentativas para não eliminar as fezes.1
Outro ponto de atenção envolve fezes endurecidas e partidas, porém de difícil eliminação.1 Em casos assim, mesmo que a frequência da evacuação seja vista como “normal”, os sintomas indicam disfunção intestinal e/ou prisão de ventre.1
Como introduzido, via de regra, o intestino preguiçoso é um sintoma, não uma patologia, sendo causado principalmente pela dificuldade de evacuação das fezes.1 Nesse contexto, recebe o nome de “constipação essencial” ou “constipação primária”.1
Inclusive, normalmente, 85% ou mais dos casos são desencadeados por uma dieta alimentar pobre em líquidos e fibras vegetais.1 Os demais fatores que também podem estar vinculados ao quadro a estão relacionadas a falta de exercícios físicos praticados regularmente, o sedentarismo, depressão, ansiedade, maus hábitos — como adiar as idas ao banheiro — e efeitos colaterais da administração de algumas medicações, contribuindo para a alteração e/ou para o agravamento da obstipação intestinal.1
A constipação intestinal é um dos principais distúrbios gastrointestinais diagnosticados na prática clínica nos países ocidentais.2 A prevalência mundial é estimada entre 12% a 19%.2
Entre os sintomas mais marcantes do intestino preguiçoso, é possível citar fezes ressecadas, evacuações não frequentes, necessidade de esforço excessivo ou demora em evacuar, sensação de evacuação incompleta ou falha na defecação.3 A seguir, no entanto, elencamos alguns dos sintomas mais comumente observados no quadro. Veja!
A dificuldade para evacuar é um critério tão essencial no diagnóstico da prisão de ventre (ou intestino preguiçoso) que está incluída no protocolo médico para estabelecer a presença ou a ausência dessa condição no paciente.2 Inclusive, é imperativo mencionar que os sintomas devem durar, pelo menos, três meses.2
Segundo os critérios de Roma (conjunto de diretrizes clínicas desenvolvido para auxiliar no diagnóstico e na classificação de distúrbios gastrointestinais funcionais), para caracterizar a prisão de ventre, a pessoa deve:2
Como consequência, a obstrução resultante da dificuldade em evacuar frequentemente leva a desconfortos e distensão abdominal.4
Embora sejam comuns, os casos crônicos de prisão de ventre — ou intestino preguiçoso — têm um impacto bastante considerável na qualidade de vida, provocando efeitos tanto físicos quanto psicológicos, a exemplo da frustração e da irritabilidade, que também, sob essa ótica, podem ser considerados sintomas da condição.4,5
Os indivíduos acometidos pelo problema frequentemente relatam que a constipação interfere na sua rotina diária, especialmente restringindo a sua produtividade e até mesmo a regularidade das suas atividades sociais.4,5
A constipação pode resultar na formação de hemorroidas e fissuras anais. Geralmente, essas condições são causadas pelo esforço feito durante a evacuação.6 Inclusive, é válido explicar que as hemorroidas são, basicamente, veias localizadas ao redor da região anal ou do reto que sofrem uma inflamação ou uma dilatação.6
Durante o movimento intestinal, essas veias se dilatam e retraem, normalmente retornando ao seu tamanho original.6 Contudo, o esforço contínuo para evacuar, causado por constipação ou fezes endurecidas, pode comprometer a drenagem sanguínea e levar ao desenvolvimento de hemorroidas.6
Não. Na verdade, os transtornos intestinais — incluindo o intestino preguiçoso — desencadeiam, entre os principais sintomas, a dor e/ou o desconforto na região abdominal, alterações nos hábitos intestinais cotidianos e a distensão na área do abdômen, o que, muitas vezes, gera a impressão de inchaço nas pessoas afetadas pela condição.7
Os indivíduos que convivem com distúrbios intestinais funcionais, com regularidade, queixam-se de dor e uma sensação de inchaço na área abdominal, provenientes habitualmente da Síndrome do Intestino Irritável (SII). Há, inclusive, pacientes que descrevem também uma distensão visível na região, que chega a ponto de ser necessário “afrouxar” as roupas.7
Então, pode, sim, haver a percepção de que o quadro de intestino preguiçoso engorda, mas o inchaço pode surgir de forma abrupta e ser provocado, na realidade, pela combinação entre a contração reflexa do diafragma e o relaxamento dos músculos do abdômen.7
Outro ponto que merece destaque envolve o fato de que, apesar de a distensão e a flatulência, por vezes, afetarem uma mesma pessoa ao mesmo tempo, geralmente, o inchaço é reflexo de um fenômeno sensorial ou perceptivo. Ou seja, é preciso levar em conta que a distensão aponta para uma mudança notória no diâmetro da parede abdominal.7
Aliás, medições objetivas recentes confirmaram que esse perímetro abdominal, normalmente, sofre um ligeiro aumento ao longo de um dia, com diminuição no momento em que o indivíduo se deita para dormir e, novamente, um aumento ao se levantar pela manhã.7
Ainda é indispensável pontuar que existem causas secundárias ligadas ao quadro de intestino preguiçoso que são associadas a outros distúrbios identificáveis relativos a diversos fatores, como os metabólicos.8 Além disso, é imperativo destacar que a condição é multifatorial, portanto, as causas primárias não são excluídas, e outros problemas são agregados, como o metabolismo alterado pelos ácidos biliares, neuropatias, disfunção imune etc.8
O fato é que, provocadas por inúmeros fatores que nem sempre são originados no sistema digestivo, as constipações orgânicas ou secundárias, por vezes, são relacionadas a condições metabólicas, a exemplo de doenças da tireoide e diabetes. Nesse caso, existem exames laboratoriais de imagem e funcionais a serem feitos para descartar as causas ligadas ao metabolismo em quadros de intestino preguiçoso, como:9
A prisão de ventre — outra denominação dada ao “intestino preguiçoso”, como vimos — tende a ter os seus sintomas principais atenuados, quando não está atrelada a uma patologia subjacente, a partir da adoção de um estilo de vida diferente e da implementação de mudanças na dieta regular.2 Ainda assim, em algumas circunstâncias, a administração de esquemas medicamentosos para um alívio mais rápido pode ser necessária.2
Já em casos mais complexos, quando os músculos do assoalho pélvico — que suportam a região retal — perdem a força anterior, uma terapia pode se fazer necessária.2
Abaixo, vamos elencar alguns dos principais tratamentos para o quadro de intestino preguiçoso. Veja e, se cabível, discuta as alternativas com o profissional de saúde que o acompanha!
Como já vimos, a ingestão de água e fibras na dieta influencia significativamente os sintomas de constipação. Além disso, é essencial manter uma rotina regular de exercícios físicos, que contribui para a saúde intestinal ao estimular os movimentos intestinais e facilitar a evacuação.2
As fibras são um tipo de carboidrato que o corpo humano não digere completamente. Elas contribuem para acelerar o trânsito intestinal e, ao absorverem água, aumentam o tamanho e o volume das fezes.2
A ingestão diária recomendada de fibras é de 25g para mulheres e 38g para homens, enquanto para crianças varia entre 19g e 25g. Contudo, é importante ter cautela, pois o consumo acima de 50g diários pode levar ao aumento da produção de gases e ao inchaço abdominal.2
Além disso, é importante ter cuidado com a ingestão de água. A hidratação adequada potencializa o efeito laxante das fibras. No entanto, aumentar a ingestão de fibras sem consumir líquidos suficientes pode resultar em fezes impactadas e causar obstrução.2
É importante notar que a fibra encontrada nos alimentos é superior àquela dos suplementos, pois características específicas das fibras alimentares auxiliam na atuação das enzimas digestivas. Adicionalmente, certos alimentos contêm substâncias valiosas como polifenois e sorbitol, que atuam em conjunto para potencializar os benefícios à saúde.2
Algumas alternativas que podem aliviar a prisão de ventre são:2
É possível alcançar a ingestão diária recomendada de fibras consumindo de quatro a cinco porções de frutas e vegetais, dando preferência aos alimentos crus em vez dos cozidos. O processo de cozimento pode alterar os nutrientes benéficos e até mesmo degradar as fibras.2
Além disso, é claro, não se deve ignorar a necessidade de ir ao banheiro, pois isso pode diminuir gradualmente o estímulo para evacuar.2
Entretanto, também é relevante pontuar que o intestino preguiçoso pode ser a manifestação sintomática de doenças mais graves.1 Em combinação com outros sintomas, como cólicas, perda de peso, diminuição do apetite, sangramento, anemia e dor, vinculados a uma massa palpável na região abdominal, a condição pode ser vista como um “sinal de alerta”, indicando a necessidade de uma avaliação médica.1
A seguir, elencamos alguns dos possíveis fatores de risco mais detalhadamente:
Não é raro que indivíduos com constipação intestinal sofram também de ansiedade, estresse, traumas ou depressão. Adicionalmente, alguns sentem vergonha de utilizar banheiros públicos e acabam por reter as fezes, o que pode resultar em problemas mais sérios.4
Quando não se evacua, o corpo pode reabsorver a água das fezes, tornando-as mais duras e dificultando a passagem. Isso pode resultar na perda do desejo de ir ao banheiro com regularidade.4
Nos casos de constipação funcional, uma excelente pedida envolve aumentar a quantidade ingerida de fibras e água todos os dias.1
O histórico familiar é um fator a considerar. Embora não esteja claro se a condição é causada por um gene específico, a presença de um intestino preguiçoso em familiares pode aumentar o risco de você também desenvolver essa condição.4
Em idosos, as causas comuns do quadro de intestino preguiçoso geralmente estão associadas ao consumo de medicamentos, à inatividade física e a uma alimentação inadequada.4
Mulheres também são mais suscetíveis a essa condição do que homens, particularmente durante a gravidez. Entre 11% e 38% das gestantes sofrem de constipação, devido às alterações no sistema digestivo que ocorrem nessa fase.4
Por exemplo, a progesterona, um hormônio cujos níveis se elevam durante a gravidez, pode tornar os movimentos intestinais mais lentos e endurecer as fezes. Adicionalmente, alterações na dieta e o uso de suplementos de ferro e cálcio, comuns entre gestantes, podem agravar essa condição. Como um fator adicional, é natural que as mulheres diminuam suas atividades físicas regulares nesse período.5
Geralmente, um médico se baseia no histórico dos pacientes para realizar um diagnóstico. Além disso, o profissional de saúde examina o reto com um dedo enluvado e, caso encontre fezes, avalia a quantidade e a consistência.10
As fezes são analisadas em busca de sangue oculto.10 Uma anamnese detalhada e um exame físico cuidadoso são suficientes para confirmar o diagnóstico de constipação — ou intestino preguiçoso — e identificar a causa provável.10
Quando a causa for incerta, podem ser realizados diversos testes. Por exemplo: o médico pode recomendar um exame com um tubo flexível de visualização, seja da parte inferior do intestino grosso (sigmoidoscopia), seja de todo o intestino grosso (colonoscopia).10 O exame é crucial se a constipação surgir subitamente ou se houver a presença de sangue oculto nas fezes.10
Às vezes, também são necessários exames adicionais para identificar a causa. Uma radiografia do abdômen pode revelar sinais de obstrução intestinal ou indicar outras razões por trás da condição.10
Existem, ainda, testes que acompanham o trânsito pelo cólon durante vários dias, como o tempo de trânsito intestinal que consiste na ingestão de cápsulas com pequenos marcadores visíveis em exames de Raio-X ou em uma cápsula de telemetria.10 A sensibilidade retal e a coordenação muscular podem ser examinadas com a inserção de um cateter fino no reto (manometria anorretal). 10
Por fim, o esvaziamento retal pode ser avaliado em laboratório ou por meio de radiografias especiais (defecografia).10 De modo geral, o diagnóstico da constipação conhecida como “primária” é essencialmente clínico, fazendo-se necessário o exame proctológico, que é parte super importante do processo. 1,10
Usualmente, inclusive, a constipação primária dispensa uma avaliação complementar específica, de modo que o tratamento clínico poderá ser iniciado com o aumento da quantidade de fibras vegetais consumidas na rotina.1 O mesmo vale, é claro, para a ingestão de líquidos, que também deve ser maior no dia a dia.1
Diante disso, a melhora do quadro clínico a partir da adoção de tais medidas já confirma o diagnóstico.1 Ainda assim, o indivíduo que convive com um intestino preguiçoso deve ser estimulado a mudar os seus hábitos cotidianos, evitando o sedentarismo, praticando regularmente — e com equilíbrio — atividades físicas moderadas e, sob determinadas circunstâncias, iniciando uma abordagem psicoterápica como complemento.1
Aliás, em alguns casos, como dito, o quadro de intestino preguiçoso pode ser desencadeado como uma manifestação secundária de uma patologia sistêmica ou gastrointestinal.1 Em circunstâncias assim, a condição se manifesta de maneira sorrateira ou intensa, requerendo uma investigação médica por meio de exames complementares, que podem incluir o clister opaco, a colonoscopia e outros.1
Nos últimos tempos, a ampliação da compreensão da defecação e da fisiologia colônica tem motivado o desenvolvimento de novos métodos diagnósticos que se revelam de grande ajuda para o tratamento de diversas causas de constipação não diagnosticadas anteriormente.1 De modo geral, tais causas estão relacionadas a problemas de motilidade do bolo fecal — desde o cólon até o reto —, finalmente, até o ânus.1
Em algumas situações, utilizar laxantes e outros remédios para a prisão de ventre primária pode ser considerado um tratamento complementar.1 O ideal, porém, é que essa prática seja associada a mudanças comportamentais e na alimentação.1
Afinal, é importante destacar que, de maneira isolada, os laxativos não têm um efeito curativo.1 Ou seja, por vezes, esses produtos até subestimam a causa do intestino preguiçoso e dificultam os tratamentos de longo prazo, verdadeiramente efetivos.1
O uso de medicamentos é uma alternativa, e muitos pacientes necessitam deles eventualmente. Para tratamento prolongado, as fibras (psyllium e metilcelulose) e os laxantes osmóticos (hipertônicos) são geralmente bem tolerados.4
Os suplementos de fibra são conhecidos como laxantes formadores de volume. Eles atuam absorvendo água para aumentar o volume fecal, o que estimula os movimentos intestinais.4,5,11
Para gestantes que não obtiveram resultados com métodos não farmacológicos, geralmente recomendam-se esses laxantes por serem seguros. Contudo, eles podem não ter efeito imediato e causar gases, cólicas e inchaço.11,6
Os laxantes osmóticos e salinos, por sua vez, “puxam os líquidos para dentro do intestino que eleva a quantidade de líquidos e eletrólitos nas fezes, deixando-as mais volumosas e menos consistentes. Isso pode causar gases e inchaço.12
Os laxantes estimulantes, que promovem os movimentos intestinais, devem ser utilizados com precaução devido aos possíveis efeitos colaterais, incluindo cólicas e desidratação causada por diarreia. Além disso, o uso prolongado pode levar ao desequilíbrio dos sais minerais no corpo.12
Para uso a curto prazo, como no caso de um pós-operatório, um emoliente fecal é mais apropriado. Também conhecido como laxante emoliente, ele funciona permitindo que a água penetre nas fezes com maior rapidez. Normalmente, essas alternativas não causam efeitos colaterais importantes.4,5
Além dos laxantes, há agentes conhecidos como “agonistas de serotonina” que aceleram o trânsito intestinal. No entanto, pacientes com condições cardíacas devem ter cautela ao administrá-los devido aos possíveis efeitos colaterais no sistema cardiovascular.4,5
Finalmente, enemas e supositórios são empregados quando os laxantes orais não são eficazes. Eles agem de forma localizada e imediata, porém podem provocar desconforto e irritação na área afetada. Além disso, são mais incômodos para administrar.4,5
Como vimos, o intestino preguiçoso pode ser uma manifestação de outra condição subjacente, o que torna recomendável uma visita a um profissional de saúde para uma investigação mais profunda. Caso essa possibilidade seja descartada, simples mudanças no estilo de vida já tendem a atenuar significativamente o quadro, elevando a qualidade de vida.
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Referências
1. Sociedade Brasileira de Coloproctologia. Folhetos Informativos em Coloproctologia – SBCP [internet]. 2009. [Acesso em 17Jun2024]. Disponível em: https://tinyurl.com/3x26tumc
2. Włodarczyk J, Wasniewska A, Fichna J, Dziki A, Dziki L, Włodarczyk M. Current Overview on Clinical Management of Chronic Constipation. J. Clin. Med. 2021;10(1738):1-17.
3. Prefeitura Municipal de Campinas. Orientações Nutricionais: Constipação intestinal (intestino preso) [internet]. 2020. [Acesso em 17Jun2024]. Disponível em: https://tinyurl.com/5b5e2ne5
4. Ohkusa T, Koido S, Nishikawa Y, Sato N. Gut Microbiota and Chronic Constipation: A Review and Update. Front Med (Lausanne). 2019;6:19.
5. Rungsiprakarn P, Laopaiboon M, Sangkomkamhang US, Lumbiganon P, Pratt JJ. Interventions for treating constipation in pregnancy. Cochrane Database Syst Rev. 2015;(9):CD011448.
6. Brasil. Ministério da Saúde. Biblioteca Virtual em Saúde. Hemorroidas [internet]. 2017. [Acesso em 17Jun2024]. Disponível em: https://tinyurl.com/447z2kbx
7. Spiller RC, Thompson WG. Transtornos Intestinais. Arq Gastroenterol. 2012;49(1):39-50.
8. Gentil ME, Oliveira LL, da Silva MC. Therapies used in the treatment of primary intestinal constipation. Research, Society and Development. 2023;12(13):1-15.
9. Borba MR, Brochado MCRT. Constipação e obstipação intestinal. In: Pronto-Socorro: diagnóstico e tratamento em emergências. Barueri: Manole; 2008.
10. American College of Gastroenterology. Constipation and Defecation Problems Overview [internet]. ACG. [Acesso em 17Jun2024]. Disponível em: https://tinyurl.com/5764cbe5
11. Siah KT, Wong RK, Whitehead WE. Chronic Constipation and Constipation-Predominant IBS: Separate and Distinct Disorders or a Spectrum of Disease? Gastroenterol Hepatol (NY). 2016;12(3):171-8.
12. Trottier M, Erebara A, Bozzo P. Treating constipation during pregnancy. Canadian Family Physician. 2012;58(8)836-8.
Elaborado em 18 de abril de 2024
Parágrafos não referenciados correspondem à opinião e/ou prática clínica do autor.
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