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Publicado em: 1 de outubro de 2024
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Se para você a chegada do inverno soa como “está aberta a temporada de rinites, sinusites e bronquites”, saiba que você não está só. Frio e doenças respiratórias são antigos conhecidos e, com a chegada da estação, disparam os casos dessas doenças.1
Para muitas pessoas, as condições climáticas típicas do período acabam sendo muito prejudiciais para o sistema respiratório.1,2 A explicação para isso é um conjunto de fatores, como clima seco, excesso de poluição no ar, concentração excessiva de pessoas em ambientes fechados, entre outros.1,2
Portanto, que tal se preparar para enfrentar os dias mais frios com menos riscos de adoecer de infecções respiratórias? Fique por aqui para saber mais sobre a relação entre inverno e saúde respiratória, além de conferir nossas dicas para atravessar a estação com mais saúde.
As doenças respiratórias representam um grave problema de saúde pública em todo o mundo.3 O fato é que, nos meses de inverno, o número de internações por essas infecções é sempre maior e os quadros podem se agravar tanto na forma aguda como na crônica.4
Você sabia que as doenças respiratórias causam todos os anos, em média, a morte de quatro milhões de pessoas pelo mundo?5
As mudanças climáticas e as variações de temperatura cada vez mais constantes nos deixam sujeitos às doenças respiratórias.5 Uma das razões é que o clima frio e a baixa umidade do ar, somados às mudanças bruscas de temperatura, levam a uma maior concentração de poluentes no ar.4
Primeiramente, é relevante compreender que as infecções respiratórias são aquelas que afetam especificamente: nariz, boca, garganta, faringe, laringe, traqueia e pulmões.3 No inverno, os problemas que acontecem com esse conjunto de órgãos, chamado de sistema respiratório, são uma resposta ao clima frio, seco e poluído.3
Essas condições ressecam as vias aéreas, que acabam ficando irritadas. Além disso, as substâncias que causam alergias, os alérgenos, se proliferam com mais facilidade durante a estação.5
Sabe aquele casaco lindo e aquele cobertor peludinho que ficaram guardados durante todo o ano e só tiramos para usar quando chega o frio? Pois então, a poeira que se acumula neles só nos prejudica. Com isso, você já consegue imaginar o resultado? Surgem os típicos sintomas, como coriza e o incômodo nariz entupido.5
Em pessoas que já têm um antecedente de doenças como asma ou rinite, o quadro tende a se intensificar e pode gerar até mesmo falta de ar, pois os pulmões também sofrem diante da falta de umidade do ar.5 Em paralelo, pessoas que até então nunca apresentaram sintomas também podem ser acometidas.5
Há um vasto menu de doenças respiratórias sazonais (nesse caso, do inverno), e os sintomas costumam ser muito parecidos.6 Alguns deles são: nariz congestionado, dor de cabeça, por vezes há febre, mal-estar, espirros, tosse e dores no corpo.6
Muitas vezes, tendemos a generalizar e a encará-los como “sintomas de gripe”, e essa confusão entre as doenças respiratórias torna o diagnóstico preciso mais difícil.6 Portanto, que tal conhecer as principais para saber diferenciá-las caso alguma delas venha a incomodar você no próximo inverno?
Sempre é importante reforçar que todo diagnóstico só deve ser confirmado por um profissional de saúde.
Como já falamos um pouco de rinite e asma, vale saber que as duas condições podem acometer a mesma pessoa. Entre 75% e 80% das pessoas com asma têm rinite alérgica.5
A rinite alérgica pode ser aguda ou crônica e é desencadeada quando a mucosa nasal, já fragilizada por conta do clima, fica ainda mais irritada pelo contato com algum alérgeno, resultando em espirros e nariz congestionado.5 Sua duração pode ser de alguns dias ou até semanas.5
Se você já recebeu o diagnóstico de rinite alérgica, saiba que está entre os 10% a 40% da população mundial que sofre com os espirros e o nariz congestionado característicos da condição.5
Já a asma é definida como uma doença inflamatória crônica, que geralmente piora no inverno. De uma forma resumida, os brônquios se inflamam e o fluxo do ar nas vias aéreas é bloqueado.5 A pessoa pode tossir muito, se sentir cansada e com um aperto no peito.5
A gripe, doença respiratória tão recorrente no inverno, é provocada pelo vírus influenza e tem a capacidade de se espalhar facilmente.7 Os sintomas são aqueles clássicos: dor no corpo, muita febre, mal-estar, tosse e dor de garganta.7
Esses sintomas descrevem o que os especialistas chamam de síndrome gripal. Contudo, há casos em que esse quadro pode piorar, e os indícios dessa piora estão relacionados, principalmente, às dificuldades respiratórias.8 Em casos assim, os médicos definem como Síndrome Respiratória Aguda Grave, a SRAG.8
Em outros casos em que a gripe evolui, podem surgir outras infecções, como a pneumonia.7 É preciso prestar atenção a esses quadros, mas a boa notícia é que as vacinas são muito eficientes para a pevenção dos seus sintomas.7
Assim como a gripe, o resfriado está entre as infecções virais mais recorrentes. Seus sintomas incluem o nariz escorrendo e congestionado, além de dor de garganta.6,9 Em geral, a febre não aparece, mas se acontecer, pode ser baixa.6,9 Os sintomas são mais amenos do que na gripe6 e duram cerca de quatro dias.9
A bronquite é considerada muito comum, fruto dessa relação entre frio e doenças respiratórias, que lota as salas de emergência.10 Em sua forma crônica, as tosses são constantes, especialmente no inverno.10 Para completar, a infecção costuma vir acompanhada de muito catarro, além de dor de garganta.10
A duração dos sintomas é muito variável, podendo ir de uma a cinco semanas.10 E se você alguma vez já teve bronquite, sabe que sentir cansaço faz parte desse processo de inflamação dos brônquios.10
A sinusite pode ser considerada uma consequência de uma doença respiratória mais simples, que acaba se agravando e surge cerca de uma semana depois.6 Ela vem acompanhada de secreção nasal e dores na face e até nos dentes, e a febre também pode surgir.6
Também causada por um vírus (o adenovírus), a faringite está entre as doenças respiratórias que causam febre alta.6 Esse sintoma começa fraquinho, por volta do terceiro dia da infecção, e vai aumentando gradualmente.6 A doença se trata de uma inflamação na região da faringe (garganta) e, além da dor local, pode causar tosse e coriza.6
A incidência da pneumonia no inverno é muito frequente e perigosa.11 A doença está no topo do ranking das infecções respiratórias que mais matam crianças com menos de cinco anos de idade.11
Ela pode ser causada por bactérias ou diferentes vírus, que afetam os pulmões e dificultam a respiração natural porque eles se enchem de líquido. De modo geral, a pneumonia viral é uma infecção desencadeada por gripes e resfriados que se agravaram.7,12
O coronavírus, causador da Covid-19, continua em circulação. Os sintomas são quase sempre os mesmos de uma gripe comum, mas algumas pessoas podem sofrer graves infecções pulmonares.2 Inclusive, quando o vírus se espalhou, o diagnóstico se tornou mais difícil por causa da semelhança com outras doenças respiratórias.13
A chegada do frio é inevitável. Portanto, é preciso pensar em medidas que nos ajudem a manter a maior distância possível das doenças respiratórias.
Entidades como a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam estar com as vacinas atualizadas para aumentar a segurança durante as estações mais frias.13 Particularmente, a vacina contra o vírus influenza é uma das medidas preventivas mais eficazes contra a gripe sazonal e evita a evolução para casos graves de doenças respiratórias.13,14
“Com tantas doenças respiratórias circulantes durante o inverno, é preciso ficar de olho nos casos que podem se agravar. A gripe sazonal pode ser fatal, então é preciso derrubar os mitos de que a vacina causa gripe ou qualquer outro efeito colateral mais grave e deixar de lado as dúvidas sobre a sua eficácia”, destaca Dra Maura Neves, Otorrinolaringologista.
No inverno, também temos mais vontade de ficarmos todos juntinhos, pois consideramos o calor humano uma ótima saída para nos aquecermos, não é? Mas isso não é o mais adequado! A recomendação dos especialistas é evitar esse tipo de ambiente e manter os locais bem ventilados.15
Segundo o Ministério da Saúde, as condições climáticas do período fazem os vírus vagarem pelo ar por até 48 horas.15 Soma-se a isso o poder natural dos vírus de doenças respiratórias de se transmitirem rapidamente, ou seja, ambientes com muitas pessoas são sinônimo de contágios em massa, na certa!15
“Aprender a lidar com o clima frio e seco, sempre de olho na hidratação do corpo e do ambiente, é um grande começo para afastar as infecções virais. Além disso, manter a imunidade em alta com uma alimentação de qualidade ajuda a barrar os agentes infecciosos”, orienta Dra. Maura.1
Confira, a seguir, outros cuidados valiosos para você se proteger nos próximos invernos.
Um ato simples, mas muito eficaz para evitar a transmissão de vírus e outros microrganismos. Por isso, vale dedicar alguns minutos para fazer uma higienização de qualidade com frequência, e sempre com água e sabão.1,15
Ao contrário dos locais fechados, que favorecem a transmissão de vírus, os locais arejados ajudam a dispersá-los.1,15 Então, vamos encarar o ventinho gelado e abrir os vidros sempre que houver aglomeração de pessoas!
Imagina que os nossos cobertores e casacos ficaram guardados durante todo o ano. Quando as temperaturas começam a cair com a chegada do inverno, nós os resgatamos, e adivinha quem chega junto? Muita poeira e alérgenos. Portanto, a devida higienização é prioridade antes do uso, ok?15
Como mencionamos, além do frio, o inverno tem um clima mais seco devido à baixa umidade do ar.4 Por consequência, as mucosas do nariz e as vias aéreas ressecam e favorecem a entrada de vírus.15 Assim, a ordem é beber muita água para manter a hidratação nasal e a do corpo como um todo.15
Você já conhece a linha Família Respira, da Libbs?
Se você tiver umidificadores, é a hora de usá-los. Contudo, alguns outros truques também funcionam, como deixar uma bacia com água ou toalha molhada no quarto.15 Mas é preciso ficar de olho, porque fungos e bactérias adoram se proliferar onde há muita umidade. Então, atenção para a higienização adequada do método escolhido e do ambiente.5
Durante a pandemia, testemunhamos a eficácia das máscaras. Diante disso, a recomendação dos especialistas é continuarmos usando o acessório quando necessário.15 Elas têm um importante papel como uma barreira de transmissão dos vírus respiratórios e, dessa forma, contêm as infecções.15
Essa recomendação é muito pertinente e vale para tudo e sempre, incluindo frio e doenças respiratórias. Alimentar-se de forma saudável, evitar fumar e manter a rotina de exercícios físicos serão de grande valia para a sua saúde!1,15
As temperaturas mais baixas sempre vão pedir roupas mais quentes, que sejam apropriadas para o inverno.1 Mas o que vai determinar a vestimenta ideal é a sensação de cada pessoa, já que o conforto térmico é muito relativo e diferente para cada um.16
Se esfriou e você quer se proteger, aqui vai uma sugestão: use luvas e meias quentinhas. Quando nosso corpo esfria, as mãos, os pés e o rosto são as partes que vão sentir frio primeiro.16
Para o resto do corpo, os tecidos escolhidos podem ajudar bastante. Sabia que a lã é uma ótima opção? Para locais mais úmidos ou secos, ela mantém o isolamento e ajuda a expelir a umidade natural da pele.16
O ideal é que as peças nos protejam de eventuais chuvas e do frio, mas que também permitam a evaporação do nosso suor.16 Nesse sentido, as roupas impermeáveis nem sempre são indicadas, justamente por não permitirem a transpiração adequada do corpo.16
E reforçamos a orientação: cuide da higienização de todas as peças que ficaram guardadas por muito tempo.15
“Gripes sazonais, em geral, duram cerca de uma semana. Mas se a pessoa apresentar febre por mais de três dias, a recomendação é procurar o sistema de saúde para investigar melhor, evitando que o quadro evolua para doenças mais graves, como pneumonia ou bronquite”, aconselha Dra. Maura.
Apesar de crianças e pessoas idosas serem as mais afetadas, se você pertencer aos grupos prioritários, como mulheres grávidas, puérperas, pessoas obesas, com doenças preexistentes ou com qualquer deficiência permanente ou comorbidade, é recomendado procurar o médico diante de qualquer síndrome gripal.8
E se você tem asma, fica um alerta: a Covid-19 pode ser bem mais perigosa para pessoas asmáticas.2 Então, não deixe de procurar um médico se os sintomas de gripe ficarem mais fortes. Algumas possíveis complicações em decorrência da piora de um quadro gripal são:8
Além disso, preste atenção nos números a seguir. Em um período pré-pandemia, entre 2015 e 2019, quase seis milhões de pessoas no Brasil foram internadas por doenças respiratórias.17 Isso reflete a gravidade do cenário e serve de aviso para não nos descuidarmos na estação mais fria do ano.
Como vimos, frio e doenças respiratórias levantam sinais de alerta todos os anos. As quedas de temperatura, o clima seco e os poluentes em alta concentração no ar formam um grande mix de vírus e bactérias espalhados nos ambientes.3 O momento pede certos cuidados especiais e atenção em dobro se você pertencer a algum grupo de risco.18 Saiba quando é hora de procurar ajuda médica!
O que você achou deste conteúdo? Esperamos que aproveite nossas dicas para encarar o frio, sempre cuidando da sua saúde. Para ler outros textos como este, basta acompanhar o blog A Vida Plena!
Médico consultado: Dra Maura Catafesta das Neves, Otorrinolaringologista, CRM 97446/ RQE: 63161.
Data da elaboração: 16 de junho de 2024
Referências:
1. Sociedade Brasileira de Infectologia – SBI. Inverno aumenta risco de doenças respiratórias. 2022. Disponível em: https://infectologia.org.br/2022/06/07/inverno-aumenta-risco-de-doencas-respiratorias/. Acesso em: 16 jun. 2024.
2. Gonzaga AC, Freitas ACV. Análise da relação entre condições meteorológicas, poluição atmosférica e infecções respiratórias virais: o caso COVID-19. Research, Society and Development, v. 9, n. 8, 17 jul. 2020.
3. Mandú TB et al. Efeito de condições meteorológicas em doenças respiratórias em capitais de diferentes dimensões no Norte e Nordeste do Brasil. Revista de Geociências do Nordeste, v. 5, n. 1, p. 86–100, 25 jun. 2019.
4. Fante KP, Armond NB. Ondas de frio e enfermidades respiratórias: análise na perspectiva da vulnerabilidade climática. Revista do Departamento de Geografia, p. 145–159, 24 out. 2016.
5. Silva TL et al. Agravamento das doenças respiratórias no inverno. Revista Eletrônica Acervo Saúde, v. 15, n. 6, p. e10368, 1 jun. 2022.
6. Mezzomo GL Cargnin E, Sandrin LDNA. Infecções respiratórias altas em adultos usuários de uma Unidade Básica de Saúde do município de Chapecó. Revista de Saúde Pública de Santa Catarina, Florianópolis, v. 7, n. 2, p. 61-81, 31 ago. 2014.
7. Ponde R, Nogueira T. A gripe. Revista de Ciência Elementar, v. 9, n. 2, 15 jun. 2021.
8. Brasil, Ministério da Saúde. Protocolo de Tratamento de Influenza 2017. Brasília DF, 2018. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_tratamento_influenza_2017.pdf. Acesso em: 16 jun. 2024.
9. Sociedade Brasileira de Pediatria – SBP. Chegada do inverno favorece ocorrência de infecções de vias aéreas superiores. 2019. Disponível em: https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/chegada-do-inverno-favorece-ocorrencias-de-infeccoes-de-vias-aereas-superiores/. Acesso em: 16 jun. 2024.
10. Ciaparin IB et al. Bronquite aguda: revisão de literatura. Revista Ensaios Pioneiros, v. 6, n. 2, 2022.
11. Brito Silveira R, Murara PG. Pneumonia e elementos climáticos: análise comparativa entre Balneário Camboriú e Erechim. Ateliê Geográfico, v. 16, n. 1, 20 abr. 2022.
12. Melo AP da S, Carnaúba SM de F. Pneumonia viral: principais sintomas, fisiopatologias, diagnóstico, tratamento e prevenção. Brazilian Journal of Development, v. 7, n. 7, p. 68673–68679, 8 jul. 2021.
13. Organização Pan-americana da Saúde – OPAS/OMS. Diretora da OPAS chama países a se prepararem para combater efeitos do inverno e furacões na resposta à COVID-19. 2020. Disponível em: https://www.paho.org/pt/noticias/9-6-2020-diretora-da-opas-chama-paises-se-prepararem-para-combater-efeitos-do-inverno-e. Acesso em: 16 jun. 2024.
14. Organização Pan-americana da Saúde – OPAS/OMS. Confira mitos e verdades sobre a vacina contra influenza sazonal. 2019. Disponível em: https://www.paho.org/pt/noticias/15-5-2019-confira-mitos-e-verdades-sobre-vacina-contra-influenza-sazonal. Acesso em: 16 jun. 2024.
15. Brasil, Ministério da Saúde. Saiba como evitar doenças respiratórias no inverno. 2021. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/dgh/noticias/2021/saiba-como-evitar-doencas-respiratorias-no-inverno. Acesso em: 16 jun. 2024.
16. Talaia M. Riscos para a saúde num ambiente térmico frio: o vestuário e uma onda de frio. Revista Territorium, n. 23, p. 43-50, 9 nov. 2016.
17. Tombolato MM, De Oliveira JB, Cardoso CAL. Análise Epidemiológica de doenças respiratórias entre 2015 a 2020 no território brasileiro. Research, Society and Development, v. 10, n. 7, p. e46610716819, 2021.
18. Divisão de Imunização/CVE/CCD/SES, Divisão de Doenças de Transmissão Respiratória/CVE/CCD/SES. Documento Técnico: 25ª Campanha de Vacinação Contra a Influenza. São Paulo, 31 mar. 2023. Disponível em: https://portal.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/areas-de-vigilancia/doencas-de-transmissao-respiratoria/influenza/2023/documento_tecnico__25_campanha_contra_a_influenza_31-03-2023.pdf. Acesso em: 16 jun. 2024.
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