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Publicado em: 20 de dezembro de 2024
Você já ouviu falar sobre a diverticulite? Esse é o nome dado a um problema que afeta a região do cólon (intestino grosso).1 Trata-se de uma inflamação que surge a partir de alterações nos divertículos, bolsas que podem aparecer nessa região em algumas pessoas.1,2
De modo geral, o estilo de vida e os hábitos alimentares têm um forte papel influenciador no surgimento do problema.1,2 Mas você sabe quais são os sintomas e como essa situação pode ser tratada? Caso sua resposta seja não, é hora de tirar essas e outras dúvidas sobre o tema!
Nós, da Libbs, preparamos este guia completo para esclarecer o que é a diverticulite, quais as principais causas da condição, os sintomas característicos, as formas de tratamento e muito mais. Continue a leitura para conferir tudo!
Diverticulite é uma condição inflamatória dos divertículos que são como pequenas “bolsas” que aparecem no intestino grosso.1 Quando um desses divertículos inflama, ocorre a diverticulite.1
Esse problema ocorre em 10% a 25% dos pacientes que têm diverticulose, que é a presença de múltiplos divertículos no intestino sem inflamação.2 Apesar disso, é importante citar que nem todas as pessoas vão desenvolver essas bolsas.1 Estima-se que elas atinjam cerca de 30% das pessoas aos 60 anos e até 65% ou mais aos 80 anos.1
Até agora, é possível que você já tenha entendido as diferenças entre os dois termos. Mas caso ainda não tenha ficado claro, não se preocupe. Vamos explicar tudo para você!
A diverticulose é a condição em que há a presença de um ou mais divertículos no cólon.3 Essas protuberâncias em forma de saco surgem na parede do intestino devido a problemas nas camadas musculares intestinais.3
Os divertículos podem ser classificados como verdadeiros — quando todas as camadas da parede do cólon passam por problemas — ou falsos, quando apenas a mucosa ou submucosa se projetam por meio de uma parte enfraquecida da parede do cólon, em um processo conhecido como herniação. Esta herniação é consequência do aumento da pressão dentro do cólon.3
A diverticulose pode ser assintomática, sem causar sintomas, ou sintomática, quando causa desconforto ou dor abdominal. Quando a diverticulose se torna sintomática, é chamada de doença diverticular.3
Nesse caso, há uma inflamação de um ou mais divertículos. Quando aguda, ela é caracterizada pela inflamação localizada em um divertículo e na mucosa ao redor. Os sintomas podem incluir dor abdominal intensa, febre, náusea, e alterações nos hábitos intestinais.3
Resumidamente, diverticulose se refere à presença de divertículos no cólon, enquanto diverticulite é a inflamação desses divertículos.3
A diverticulite consiste na inflamação de um divertículo, que pode ser causada por diversos fatores, muitos dos quais estão relacionados ao estilo de vida, à dieta, à genética e ao uso de certos medicamentos. Continue para saber mais!
Consumir grandes quantidades de carne vermelha e alimentos gordurosos pode aumentar o risco de desenvolver diverticulite.3
Uma dieta pobre em fibras é uma das principais causas da formação de divertículos e, consequentemente, da diverticulite. Alimentos ricos em fibras, como as frutas, ajudam a manter o funcionamento regular do intestino.3,4
Alimentos processados e com pouca fibra podem contribuir para a formação de divertículos.3
O acúmulo de gordura na região abdominal está associado a um maior risco de diverticulite.3
A falta de atividade física regular pode contribuir para problemas intestinais, incluindo a diverticulite.3
O hábito de fumar pode aumentar o risco de desenvolver doenças diverticulares e suas complicações.3
Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e aspirina podem irritar o intestino e aumentar o risco de inflamação dos divertículos.3,5 Além disso, os opioides podem afetar a motilidade intestinal e contribuir para a diverticulite.3
A predisposição genética pode representar de 40% a 50% do risco de desenvolver diverticulose, que pode evoluir para diverticulite. Por isso, ter parentes próximos com a condição aumenta o risco de desenvolvê-la.3
Mudanças na flora intestinal podem enfraquecer a barreira mucosa do cólon e reduzir a função imunológica, levando a uma inflamação.3
Anormalidades estruturais, como espessamento do músculo ciliar e alterações no colágeno, podem predispor o indivíduo à formação de divertículos.3
O mais comum é a dor, geralmente localizada no quadrante inferior esquerdo do abdômen. Além disso, um aumento na temperatura corporal é considerado normal durante um episódio de diverticulite.3
Alterações na função intestinal, assim como sensibilidade na região, náuseas e vômitos também podem estar presentes. O inchaço na área abdominal é outro fator que pode ser notado em alguns pacientes.3
Além desses, há alguns sintomas associados com casos complicados da diverticulite. Vale ressaltar que 90% deles são considerados “não complicados”.3 De toda forma, os sintomas de situações mais complexas incluem:
Agora, é hora de você entender um pouco mais sobre as possíveis complicações diverticulares. O que acontece quando o problema não é devidamente tratado ou não é abordado com a velocidade necessária? Continue para descobrir!
Como vimos, o quadro é categorizado em não complicado ou complicado. Nos casos complicados, é possível que alguns problemas se manifestem.3 Confira os principais, a seguir.
São coleções de pus que podem se formar dentro ou ao redor do cólon devido à inflamação.6 Abscessos são uma das complicações mais comuns, ocorrendo em até 70% dos casos complicados.3
Microperfurações são comuns e levam à inflamação local. Por sua vez, perfurações maiores podem resultar em peritonite e ser fatais sem tratamento emergencial.3
São conexões anormais que podem se formar entre o cólon e outros órgãos, como a bexiga, a pele ou o intestino delgado.7 Fístulas podem causar infecções crônicas e necessitam de intervenção cirúrgica.3,7
Quando a perfuração do cólon permite que o conteúdo intestinal vaze para a cavidade abdominal, causa uma inflamação generalizada e severa conhecida como peritonite.3,8 Essa é uma emergência médica que frequentemente requer cirurgia.3
A inflamação crônica pode levar ao estreitamento do cólon, resultando em obstrução intestinal parcial ou completa. Essa condição pode requerer cirurgia para remover a parte afetada do intestino.3,9
A inflamação e o estreitamento podem bloquear o movimento normal do conteúdo intestinal, causando dor severa, inchaço e vômitos.3,10
A infecção grave pode se espalhar pelo corpo, ocasionando a sepse, uma condição potencialmente fatal que necessita de tratamento intensivo imediato.3,11
Para obter o diagnóstico de diverticulite, é necessário combinar a avaliação clínica com exames laboratoriais e de imagem para garantir precisão.2
Durante a avaliação, o médico questiona sobre sintomas como dor abdominal, alterações nos hábitos intestinais, febre, náusea e vômito.2,12 Ou seja, os sintomas mais prevalentes do problema.
Além disso, ele realiza um exame físico com palpação da região e faça outros testes, como a aferição da pressão arterial, da temperatura e de outros parâmetros.12
Os exames laboratoriais também são muito importantes.2,12 Um deles é o hemograma, que poderá ajudar no diagnóstico da inflamação onde existe leucocitose — aumento no número de glóbulos brancos, que pode indicar uma infecção.2
Outro recurso é a realização de marcadores inflamatórios, como é o caso da elevação na taxa de sedimentação de eritrócitos (VHS) e na proteína C-reativa (PCR).2
Vale mencionar ainda que os exames de imagem são essenciais nesse processo, sendo a tomografia computadorizada (TC) um dos mais relevantes devido à sua alta sensibilidade (maior que 97%) e especificidade.2
A TC pode mostrar espessamento da parede intestinal, inflamação da gordura pericólica, líquido pericólico e abscessos pequenos, além de extravasamento de contraste, indicando a formação de fístulas.2
Ainda, há a ultrassonografia abdominal, que tem sensibilidade entre 84% a 94% e especificidade entre 80% a 93%.2 Embora seja menos usada devido à dependência do operador, é uma alternativa mais acessível e econômica em alguns casos.2
A radiografia (raio-x) também pode ser útil ao mostrar ar ou líquido se houver obstrução intestinal, mas geralmente apresenta anormalidades inespecíficas.2
Por fim, existe a endoscopia, que apesar de não ser indicada em casos de diverticulite aguda, é um bom exame para ser feito algumas semanas após a resolução dos sintomas. Nesse caso, ela ajuda a excluir malignidades, doenças inflamatórias intestinais ou colite.2
Diagnóstico diferencial é o nome dado ao processo em que os sintomas são avaliados para distinguir uma doença ou condição de outras que apresentam sinais parecidos.13 No caso da diverticulite, as manifestações clínicas podem indicar outros problemas, que também precisam ser investigados para um diagnóstico preciso.2 Conheça algumas, a seguir!
A colangite é uma condição séria causada por uma infecção bacteriana que se espalha pelas vias biliares. Os sintomas típicos incluem dor abdominal intensa, febre e icterícia, que é uma coloração amarelada da pele e dos olhos.14
Essa infecção geralmente ocorre devido à presença de cálculos biliares que bloqueiam o fluxo de bile das vias biliares para o intestino. O diagnóstico é feito com base na história clínica, nos exames laboratoriais e nos estudos de imagem que mostram sinais de obstrução biliar e infecção.14
Colecistite é o nome dado a uma inflamação da vesícula biliar, muitas vezes causada pela presença de cálculos biliares que bloqueiam uma estrutura chamada de ducto cístico.15 Os sintomas típicos incluem dor abdominal intensa no quadrante superior direito, náuseas, vômitos e febre.15
Em casos graves, a colecistite pode levar à necrose da parede da vesícula biliar.15 O diagnóstico é feito com base nos sintomas do paciente, nos exames laboratoriais e nos exames de imagem, como ultrassonografia abdominal.15
A isquemia mesentérica crônica é uma condição rara causada pela diminuição do fluxo sanguíneo para os intestinos, resultando em dor abdominal após as refeições. Isso geralmente ocorre devido à aterosclerose das artérias mesentéricas.16
Os sintomas incluem dor abdominal difusa e cólicas após comer. O diagnóstico é feito com base nos sintomas do paciente, na história clínica e nos testes de imagem, como angiografia mesentérica.16
A constipação é uma condição em que uma pessoa tem dificuldade em defecar regularmente, o que pode provocar sintomas como dor abdominal, inchaço e desconforto.17
De modo geral, as causas da prisão de ventre são variadas, incluindo dieta pobre em fibras. O diagnóstico é feito com base nos sintomas do paciente e na avaliação dos hábitos intestinais.17
Uma fístula enterovesical é uma conexão anormal entre o intestino e a bexiga, de forma que pode resultar em sintomas como infecções do trato urinário, dor abdominal e presença de fezes na urina.18
As fístulas enterovesicais são frequentemente causadas por doenças inflamatórias intestinais ou complicações de cirurgias abdominais. O diagnóstico é feito com base nos sintomas do paciente, nos exames de imagem e, às vezes, nos exames endoscópicos.18
A dor pélvica crônica em mulheres pode ter várias causas, incluindo condições como endometriose, cistos ovarianos e doença inflamatória pélvica.19
Os sintomas podem incluir dor abdominal crônica, dor durante a relação sexual e alterações no ciclo menstrual. O diagnóstico é feito com base nos sintomas do paciente, nos exames físicos e, às vezes, nos exames de imagem.19
A doença inflamatória intestinal inclui condições que causam inflamação crônica do trato gastrointestinal. Os sintomas incluem dor abdominal, diarreia, prisão de ventre, gases e outros.20
Nesses casos, o diagnóstico é feito com base na história clínica, nos exames laboratoriais e nos exames de imagem, como colonoscopia e tomografia computadorizada.20
A síndrome do intestino irritável é uma desordem funcional do trato gastrointestinal que pode provocar dor abdominal, diarreia, constipação e inchaço na região da barriga.21
Os sintomas podem variar em gravidade e geralmente são desencadeados por estresse, dieta ou alterações hormonais. O diagnóstico é feito com base nos sintomas do paciente e na exclusão de outras condições médicas.21
Uma obstrução do intestino grosso pode ser causada por um bloqueio mecânico ou funcional do cólon. Os sintomas incluem dor abdominal intensa, náuseas, vômitos e distensão abdominal.10
O diagnóstico é feito com base nos sintomas do paciente, nos exames físicos e nos exames de imagem, como radiografias abdominais e tomografia computadorizada.10
É provável que você esteja se perguntando como tratar a diverticulite. Afinal, será que a única solução é fazer uma cirurgia? Ou há outras formas de tratamento para o problema? Siga conosco para tirar suas dúvidas!
A maioria dos casos não complicados é tratada de forma conservadora.3 Nessa perspectiva, pode ser feito o descanso intestinal, em que se recomenda ao paciente iniciar uma dieta líquida e progredir para alimentos sólidos conforme a tolerância.22 Além disso, há a indicação do aumento da ingestão de líquidos.2
Outro tipo de abordagem é o uso de antibióticos orais, que são utilizados para combater infecções causadas por bactérias.2,3 Por fim, também é possível recorrer ao uso de analgésicos (medicamentos para tratar a dor).2,3,22
Nos casos complicados, é muito comum que o paciente precise ser hospitalizado. Nesse caso, ele receberá antibióticos intravenosos, além de controle da dor e hidratação e nutrição, que muitas vezes são feitas com o auxílio de aplicações também diretamente nas veias.2,3
O tratamento de casos em que há abscessos varia.22 Quando são menores, é feita a antibioticoterapia.2,3 Para os maiores, há a indicação de uma drenagem guiada por tomografia, a fim de ajudar os profissionais a visualizarem exatamente onde ocorre o problema.2
Em casos de perfuração, fístulas e obstruções intestinais, é necessária a realização de cirurgia.2,3 Quando a obstrução é apenas parcial, no entanto, o manejo conservador pode ser viável em algumas situações.3
Por fim, há os casos em que acontece hemorragia, ou seja, sangramentos.2,3,12 Técnicas de colonoscopia e angiografia podem ser úteis para parar o sangramento. Transfusões sanguíneas também podem fazer parte desse processo, assim como cirurgias.22
Para prevenir a diverticulite, é fundamental adotar mudanças no estilo de vida e na dieta.3,22
A primeira medida se refere à alimentação, com a ingestão de ao menos 23 gramas de fibra por dia.3 Alimentos ricos em fibras incluem frutas, vegetais, grãos integrais e leguminosas.3 A fibra ajuda a manter o trânsito intestinal regular e pode prevenir a formação de divertículos.3,12
Além disso, a redução do consumo de carne vermelha pode ser uma aliada no processo de prevenção.2,3,22 Reduzir a ingestão a menos de quatro porções por semana é a recomendação padrão.3 Afinal, como citamos, dietas ricas em carne vermelha têm sido associadas a um risco maior de desenvolver diverticulite.2,3
Outras recomendações incluem a prática regular de atividades físicas, a manutenção de um peso saudável e o combate ao tabagismo. Não fumar ou parar de fumar, se você for fumante, pode diminuir o risco de diverticulite.22
Importante: para quem já teve um episódio de diverticulite, adotar essas mudanças pode reduzir a chance de recorrência. De qualquer forma, converse com seu médico para promover os ajustes necessários no seu estilo de vida e fale sobre os medicamentos que você eventualmente toma.22
Como você acompanhou, a diverticulite é um problema que pode ser complexo e, em alguns casos, demandar procedimentos cirúrgicos para o seu tratamento. Sendo assim, busque suporte médico caso note algum sintoma para evitar complicações do quadro!
Para mais informações sobre saúde gastrointestinal, confira o blog A Vida Plena! Abordamos diversos problemas que afetam a região abdominal e trazemos dicas para você cuidar melhor da sua qualidade de vida.
Referências:
1. Brasil, Ministério da Saúde. Eu quero me alimentar melhor. Tem diverticulite? Saiba mais sobre o que você (não) deve comer. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/eu-quero-me-alimentar-melhor/noticias/2020/tem-diverticulite-saiba-mais-sobre-o-que-voce-nao-deve-comer. Acesso em: 05 jun. 2024.
2. Linzay CD, Pandit S. Acute Diverticulitis. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK459316/. Acesso em: 05 jun. 2024.
3. Claudino G de C et al. Atualizações acerca da diverticulite aguda: aspectos epidemiológicos, fisiopatológicos e clínicos. Research, Society and Development, v. 13, n. 3, p. e1613345198–e1613345198, 8 mar. 2024.
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8. National Cancer Institute. Disponível em: https://www.cancer.gov/publications/dictionaries/cancer-terms/def/peritonitis. 05 jun. 2024.
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