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Melasma em homens: guia sobre causas, sintomas e tratamentos

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A pele é o maior órgão do nosso corpo e desempenha diversas funções, como o controle de temperatura e a proteção do organismo contra agentes externos.1 No entanto, é também um dos nossos cartões de visita e, portanto, é imprescindível que cuidemos bem dela.

Os cuidados podem ajudar a evitar vários problemas que trazem prejuízos para a autoestima, como é o caso do melasma. Inclusive, embora ele afete mais frequentemente as mulheres, também pode se manifestar entre o público masculino.2

Você já ouviu falar sobre o melasma em homens? Continue a leitura para entender mais sobre esse problema, suas principais causas e as abordagens de tratamento e prevenção mais indicadas!

O que é melasma?

O melasma é uma condição dermatológica comum que causa alterações na cor da pele. A explicação para sua ocorrência está na hiperpigmentação, gerada pelo excesso da produção de melanina (pigmento que colore a pele) em determinadas regiões.3

O processo responsável por isso é chamado de hiperatividade dos melanócitos, células que atuam na produção de melanina. Ou seja: há um trabalho exagerado dessas estruturas e, consequentemente, a região afetada fica com pigmentação a mais do que deveria ter.3

Por conta disso, o melasma se manifesta como manchas acastanhadas, principalmente na face. Porém, o problema também pode se desenvolver em regiões como pescoço, tórax anterior e membros superiores.3

Embora o funcionamento exato do melasma ainda não seja compreendido por completo, sabe-se que alguns fatores podem aumentar o risco de desenvolvimento dessas manchas, como:3

Além disso, as mulheres em idade fértil e com pele de tonalidades intermediárias tendem a ser mais afetadas, havendo também uma relação com fatores genéticos, hormonais, cosméticos e endocrinopatias.3

Melasma pode aparecer em homens?

Diante disso, é possível que você esteja pensando: já que as mulheres são mais afetadas e questões hormonais femininas estão entre as causas, é claro que os homens não são afetados. Certo? Errado!

O melasma pode aparecer em homens, embora seja menos comum do que em mulheres. Assim como no grupo feminino, essa condição pode estar relacionada à exposição solar excessiva. A exposição à luz ultravioleta e até mesmo à luz visível é um dos principais fatores desencadeantes do melasma. Além disso, a predisposição genética pode ter influência.4

Embora o melasma seja menos comum em homens, pode afetar sua qualidade de vida da mesma forma que nas mulheres. O que é uma pena, já que há uma escassez em estudos destinados ao estudo do problema entre o público masculino.4 Apesar disso, ainda contamos com informações importantes aqui para você!

Quais os tipos de melasma?

Agora que você já sabe que o escurecimento da pele em homens é uma realidade, é hora de entender quais são os tipos e as classificações desse problema. Vamos lá?

Melasma epidérmico

É um problema caracterizado pelo aumento de pigmentação em todas as camadas da epiderme, especialmente nas camadas basal e suprabasal. Nesse caso, os melanócitos na epiderme geralmente estão aumentados e apresentam características específicas.5

Melasma dérmico

Nessa segunda categoria, a derme superficial (a camada mais externa da pele) e a profunda apresentam melanófagos, ou seja, um tipo de célula da pele associada à sua defesa.5

Além disso, pode ser observado um infiltrado linfo-histiocitário na derme em áreas com aumento de deposição de melanina. Esse tipo de processo também está associado à questão da defesa do organismo. Por fim, também pode ser notado um aumento nos vasos sanguíneos da região.5

Melasma misto

Por fim, o melasma misto combina características histológicas dos subtipos epidermal e dérmico. Assim, apresenta tanto pigmentação aumentada na epiderme quanto melanófagos na região.5

Essa classificação histológica ajuda os dermatologistas a entenderem melhor a natureza e a distribuição do melasma na pele, o que pode influenciar as opções de tratamento e o manejo da condição.5

Quais as causas do melasma?

O melasma pode ter várias causas. As mais comuns são: exposição ao sol, influências hormonais e predisposição genética.4 Outras menos prevalentes incluem:

  • uso de cosméticos;
  • uso de medicamentos fotossensibilizantes;
  • alguns alimentos;
  • doenças da tireoide;
  • hepatopatias (doenças do fígado);
  • tumores ovarianos;
  • infestações parasitárias;
  • eventos estressantes.4

A exposição ao sol é um dos principais fatores para o desenvolvimento do melasma, independentemente do sexo. O motivo é que a luz visível e o infravermelho aumentam a proliferação e a atividade dos melanócitos. Assim, há uma pigmentação epidérmica, que ocorre de forma mais intensa nas áreas com melasma do que na pele não afetada.4

Sendo assim, nos homens, a exposição ao sol foi documentada como a principal causa de melasma na maioria dos estudos.4

Nas mulheres, por sua vez, fatores hormonais, como gravidez, pílulas anticoncepcionais e terapia hormonal, são considerados algumas das causas mais comuns.4

Mas não se engane: os hormônios também podem afetar o público masculino. Os desequilíbrios hormonais entre estrogênio e testosterona podem desempenhar um papel no desenvolvimento do melasma em homens.4

Estudos mostraram que o estrogênio aumenta a síntese de melanina, estimulando a atividade da enzima tirosinase nos melanócitos. Ainda, a administração de medicamentos hormonais é um potencial causador do melasma.4

Por fim, o uso de cosméticos e certos medicamentos e substâncias fotossensibilizantes também foi implicado na indução do melasma. No entanto, devido à menor incidência de uso entre os homens, eles são menos afetados por esse fator.4

Quais os sintomas do melasma?

Agora, que tal você entender quais são os sintomas desse problema de pele? A principal manifestação do melasma é a presença de manchas hiperpigmentadas bem definidas, de cor marrom-escuro.4

Na maioria das vezes, elas são simétricas e ocorrem em áreas da pele expostas ao sol, como o rosto. Em homens, o padrão de distribuição mais comum é o melasma malar (nas bochechas), seguido pelo melasma centrofacial. No entanto, o problema também pode aparecer na região da mandíbula, embora seja menos comum.4

Outro tipo de manifestação do melasma masculino é a ocorrência das manchas em outras áreas do corpo. Bons exemplos são o pescoço e os antebraços, que são comumente expostos ao sol.4

Além disso, o melasma em homens pode se desenvolver em uma ampla faixa etária, variando de 18 a 72 anos, com uma média de início aos 30 anos. A duração média da condição pode variar de alguns meses a vários anos, com estudos relatando uma média de 1,4 a 8 anos.4

Por fim, estudos sobre a etiologia e as características clínicas do melasma em pacientes do sexo masculino, geralmente revelam um padrão epidérmico como o mais comum, presente em até 68,3% dos casos.4

Esses sintomas e características ajudam a identificar e a diagnosticar o melasma em homens, destacando as semelhanças e as diferenças em relação às apresentações em mulheres.4

Como é feito o diagnóstico do melasma?

Melasma em homens: guia sobre causas, sintomas e tratamentos

Você já sabe muito sobre o melasma em homens! Até agora, descobriu quais são os tipos do problema, as manifestações clínicas (ou seja, os sintomas) e as causas dele. Mas ainda não acabou, pois é preciso entender como ele é diagnosticado e quais são os tratamentos aplicados nesses casos.

O diagnóstico começa com uma história clínica completa, em que o médico coleta informações sobre os sintomas do paciente, como o surgimento das manchas, fatores desencadeantes e a história familiar de problemas de pele.4

Depois, é feito um exame clínico minucioso da pele para avaliar a localização, a distribuição, a cor e as características das manchas. Normalmente, isso já é o bastante para diagnosticar, já que as lesões de melasma são tipicamente bem definidas, simétricas e apresentam uma coloração marrom-escuro.4

No entanto, a dermatoscopia é uma técnica que permite uma visualização ampliada da pele, auxiliando na identificação de características específicas das lesões de melasma. Ela é indolor e pode revelar padrões pigmentares característicos e ajudar a distinguir o melasma de outras condições de pigmentação da pele.4

Em alguns casos, especialmente quando há dúvidas no diagnóstico diferencial, a biópsia da pele pode ser realizada. A análise histopatológica das amostras de pele fornece informações adicionais sobre a natureza das lesões e ajuda a confirmar o diagnóstico de melasma.4

A biópsia é feita com a remoção de um fragmento da pele da área afetada. O procedimento é rápido e realizado sob anestesia local. Há várias técnicas que podem ser utilizadas para a obtenção do material que será enviado para a análise, e seu dermatologista escolherá a melhor delas considerando o seu quadro.6

Quais as formas de tratamento?

Agora, chegou o momento de você entender como tratar o melasma. Vale ressaltar que há várias alternativas disponíveis, mas é indispensável consultar um dermatologista para escolher a melhor. Dito isso, vamos lá!

Restrição de exposição ao sol

A principal medida para tratar o melasma é evitar a exposição ao sol, tanto para melhorar as manchas existentes quanto para prevenir a recorrência no futuro. Recomenda-se o uso de protetor solar de amplo espectro (UVA e UVB).4

Terapia tópica

Terapia tópica é o nome dado ao tratamento feito com produtos que são aplicados diretamente na pele do paciente, com o objetivo de clarear as manchas e atenuar seu efeito estético.

Confira, a seguir, alguns dos principais compostos utilizados nesse processo!

Hidroquinona

Inibe a conversão de algumas substâncias em melanina, afetando a formação, a melanização e a degradação das células associadas a esse processo. Pode causar irritação, vermelhidão, ardor, entre outros efeitos adversos.7

Cisteamina

A cisteamina também se mostra como um composto vantajoso no combate às manchas do melasma. Ele atua diretamente na despigmentação da pele e tem a vantagem de trazer poucos efeitos adversos associados ao seu uso.8

Niacinamida

Esse é outro composto útil para a despigmentação cutânea. Atua na supressão de processos de produção do pigmento, fazendo com que as manchas se tornem menos evidentes.9

Retinoides

Promovem a rápida perda de pigmento, além de aumentarem a velocidade do processo de renovação da pele. Pode causar vermelhidão, queimação, secura e descamação.7

Corticosteroides tópicos

São usados em combinação com outros agentes para reduzir a irritação. Podem causar irritação, rosácea, atrofia, entre outros efeitos adversos.7

Ácido glicólico

Ajuda na remodelação da pele e acelera a descamação. Pode causar irritação temporária.7

O tratamento tópico do melasma geralmente envolve o uso de uma combinação desses agentes, adaptados às necessidades individuais do paciente e acompanhados por um dermatologista. Afinal, são clareadores que podem trazer efeitos colaterais e devem ser monitorados de perto para evitar lesões na pele.7

Tratamentos químicos

Peelings químicos, como ácido glicólico, ácido mandélico, ácido láctico, ácido tricloroacético e peelings de retinoides, são opções que aceleram a renovação celular e a atuação dos tratamentos tópicos. No entanto, deve-se ter cautela no uso em pacientes com tipos de pele mais escuros, devido ao risco aumentado de efeitos adversos.4,10

Os peelings químicos são frequentemente utilizados como terapia adjuvante para o tratamento do melasma, proporcionando melhorias cosméticas significativas.4,10

Terapia com laser

Diversos tipos de tratamentos a laser e luz têm sido utilizados no melasma. Porém, eles são tratamentos adicionais ao tratamento tópico e a fotoproteção. As indicações são: casos recalcitrantes, início de tratamento, intolerância a determinados tratamentos.4

Aconselhamento do paciente

A educação do paciente sobre as causas, a prevenção e os métodos de tratamento do melasma é fundamental. Nesse sentido, os médicos devem levar em consideração as preferências e as expectativas de cada paciente ao desenvolver planos de tratamento, especialmente quando se trata do sexo masculino.4

Por isso, boas notícias! O tratamento do melasma em homens segue princípios semelhantes aos aplicados em mulheres, com uma variedade de opções terapêuticas disponíveis para melhorar a aparência da pele e reduzir as manchas de pigmentação.4

Como disfarçar as manchas?

Se você já lida com o melasma, sabe que esse é um problema que afeta a autoestima. No entanto, os tratamentos costumam ser bem eficazes, e existem medidas para disfarçar as manchas e fazer você se sentir melhor. Continue para conhecer as principais!

Capriche na proteção solar todos os dias

Para evitar as manchas e até as disfarçar, use protetor solar diariamente, mesmo em dias nublados e após nadar ou suar.11opções com cor que podem contribuir ainda mais com esse efeito.10

Na dúvida, escolha um protetor solar de amplo espectro, resistente à água e com FPS de 50 ou mais.11

Além disso, procure a sombra sempre que possível e use roupas que protejam contra os raios solares, como chapéus de aba larga e óculos de sol com proteção UV.11

Escolha os produtos certos para cuidar da sua pele

Ao longo do seu tratamento, e com o objetivo de disfarçar as manchas e não as piorar, evite produtos com muita fragrância, corantes e outros agentes que possam ser irritativos. Eles podem contribuir para o escurecimento da hiperpigmentação.11

Evite o uso de camas e lâmpadas de bronzeamento

Dispositivos de bronzeamento podem piorar o melasma e comprometer a eficácia do tratamento.11

Seguindo essas dicas e buscando orientação de um dermatologista, você pode minimizar a aparência do melasma e proteger sua pele dos danos causados pelo sol e pela luz visível.11

Como prevenir o melasma?

Para evitar esse problema de pele e levar essas informações a outras pessoas, é importante saber quais são as melhores práticas de prevenção do melasma, certo? Confira a seguir!

Passar protetor solar todos os dias11,14

O uso diário de protetor solar, independentemente das condições climáticas, é fundamental para prevenir o melasma. Opte por protetores solares com amplo espectro (UVA e UVB) e FPS adequado para o seu tipo de pele.

Além disso, dê preferência aos protetores solares com cor, que contenham óxido de ferro, pois oferecem uma proteção mais eficaz contra a luz visível.

Utilizar barreiras físicas14

Além do protetor solar, utilize barreiras físicas como roupas, chapéus, bonés, óculos escuros, sombrinhas e guarda-sóis para proteger a pele da exposição direta ao sol. Essas medidas ajudam a reduzir a quantidade de radiação UV que atinge a pele, prevenindo o desenvolvimento do melasma.

Evitar exposição prolongada ao sol11

Evite a exposição prolongada ao sol, especialmente durante os horários de pico de radiação ultravioleta, que geralmente ocorrem entre as 10h e as 16h. Além disso, busque a sombra sempre que possível e proteja-se adequadamente sempre que estiver ao ar livre.

Seguindo essas orientações e adotando medidas de proteção adequadas, é possível reduzir significativamente o risco de desenvolvimento do melasma e manter a pele saudável e protegida contra os efeitos nocivos da radiação solar.11-13

Como é possível perceber, o melasma em homens é uma condição menos comum, mas não significa que ela merece menos atenção. Nesse sentido, o melhor é caprichar no uso de protetor solar e garantir a prevenção de vários tipos de problemas que atingem a pele.

Mas antes de comprar seu próximo protetor solar, confira o blog A Vida Plena para encontrar outras dicas sobre saúde e bem-estar. Quem sabe você não aproveita e já inclui mais itens em seu carrinho de compras para cuidar da sua qualidade de vida?!

Referências:

1. Sociedade Brasileira de Dermatologia. Conheça a Pele. [internet]. 2021. Acesso em 27mai2024. Disponível em: https://www.sbd.org.br/cuidados/conheca-a-pele/

2. Sociedade Brasileira de Dermatologia. Melasma. [Internet]. Disponível em: https://www.sbd.org.br/doencas/melasma/. Acesso em: 14 abr. 2024.

3. ANACLETO, A. C. N. et al. Melasma: revisão literária sobre tratamento e prevenção. 2021. [Internet]. Disponível em: https://crbm1.gov.br/site2019/wp-content/uploads/2022/04/ARTIGO-DE-REVISA%CC%83O-MELASMA.pdf. Acesso em: 14 abr. 2024.

4. SARKAR, R.; AILAWADI, P.; GARG, S. Melasma in Men. The Journal of Clinical and Aesthetic Dermatology, v. 11, n. 2, p. 53–59, 1 fev. 2018.

5. OGBECHIE-GODEC, O. A.; ELBULUK, N. Melasma: an Up-to-Date Comprehensive Review. Dermatology and Therapy, v. 7, n. 3, p. 305–318, 19 jul. 2017.

6. LUDMANN, P. What is a skin biopsy? American Academy of Dermatology Association. [Internet]. Disponível em: https://www.aad.org/public/diseases/a-z/what-is-skin-biopsy. Acesso em: 14 abr. 2024.

7. BANDYOPADHYAY, D. Topical treatment of melasma. Indian Journal of Dermatology, v. 54, n. 4, p. 303, 2009.

8. DOS SANTOS-NETO, A. G. et al. Is cysteamine use effective in the treatment of melasma? A systematic review and meta-analysis. Dermatologic Therapy, v. 35, n. 12, p. e15961, 1 dez. 2022.

9. NAVARRETE-SOLÍS, J. et al. A Double-Blind, Randomized Clinical Trial of Niacinamide 4% versus Hydroquinone 4% in the Treatment of Melasma. Dermatology Research and Practice, v. 2011, p. 1–5, 2011.

10. SARKAR, R. et al. Chemical Peels in Melasma: A Review with Consensus Recommendations by Indian Pigmentary Expert Group. Indian Journal of Dermatology, v. 62, n. 6, p. 578–584, 2017.

11. SCHLEEHAUF, B. Melasma: Self-care. American Academy of Dermatology Association. [Internet]. Disponível em: https://www.aad.org/public/diseases/a-z/melasma-self-care. Acesso em: 14 abr. 2024.

12. Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional São Paulo. Melasma: as causas, como prevenir e disfarçar manchas e os novos tratamentos. [Internet]. Disponível em: https://www.sbd-sp.org.br/geral/melasma-causas-como-prevenir-e-disfarcar-manchas-e-os-novos-tratamentos/. Acesso em: 14 abr. 2024.

13. LYONS, A. B. et al. Photoprotection beyond ultraviolet radiation: A review of tinted sunscreens. Journal of the American Academy of Dermatology, v. 84, n. 5, abr. 2020.

14. Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Rio de Janeiro. Manchas escuras na pele? Saiba como prevenir e tratar o melasma! [Internet]. Disponível em: https://sbdrj.org.br/manchas-escuras-na-pele-saiba-como-prevenir-e-tratar-o-melasma/. Acesso em: 14 abr. 2024.

15. LUDMANN, P. Seborrheic dermatitis: Overview. American Academy of Dermatology Association. [Internet]. Disponível em: https://www.aad.org/public/diseases/a-z/seborrheic-dermatitis-overview. Acesso em: 14 abr. 2024.

16. HENG, A. H. S.; CHEW, F. T. Systematic review of the epidemiology of acne vulgaris. Scientific Reports, v. 10, n. 1, 1 abr. 2020.

17. CRANWELL, W.; SINCLAIR, R. Male Androgenetic Alopecia. [Internet]. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK278957/. Acesso em: 14 abr. 2024.

18. ADAMS, G. J. et al. Attitudes and Behaviors That Impact Skin Cancer Risk among Men. International Journal of Environmental Research and Public Health, v. 18, n. 19, p. 9989, 23 set. 2021.

19. Sociedade Brasileira de Dermatologia. População masculina tem maior número de casos de câncer da pele, hanseníase e sífilis, aponta Sociedade Brasileira de Dermatologia. [Internet]. Disponível em: https://www.sbd.org.br/populacao-masculina-tem-maior-numero-de-casos-de-cancer-da-pele-hanseniase-e-sifilis-aponta-sociedade-brasileira-de-dermatologia/. Acesso em: 14 abr. 2024.

Parágrafos não referenciados correspondem à opinião e/ou prática clínica do autor.